Questões de Concurso Sobre teorias e práticas para o ensino de história em pedagogia

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Q1852321 Pedagogia
    O desenvolvimento mental das crianças nesta era dominada pela telemática e que as obriga a uma vida crescentemente virtual, bem como os jogos eletrônicos no seu dia a dia e a desterritorialização representada pelo ciberespaço, implicaram a emergência de uma nova percepção, que vem determinando uma nova concepção de representação gráfica, a qual não se satisfaz com a linearidade dos livros conforme predominou até agora.
    O curioso é constatar que este crescimento de alguns aspectos da inteligência das novas gerações e até mesmo o surgimento desse novo sensorium juvenil não os habilita a um melhor desempenho escolar no que diz respeito aos conteúdos do currículo tradicional.

Marcos Silva. Ensino de História e novas tecnologias. Internet: <www.educadores.diaadia.pr.gov.br>.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o próximo item, acerca das novas tecnologias da comunicação e da informação no ensino de história.
Como o desempenho mental das crianças vem sendo construído com um novo enfoque e novas relações devido à telemática, supõe-se a necessidade de as práticas do ensino da história serem repensadas para garantir a aprendizagem desse conteúdo.
Alternativas
Q1852320 Pedagogia
    O desenvolvimento mental das crianças nesta era dominada pela telemática e que as obriga a uma vida crescentemente virtual, bem como os jogos eletrônicos no seu dia a dia e a desterritorialização representada pelo ciberespaço, implicaram a emergência de uma nova percepção, que vem determinando uma nova concepção de representação gráfica, a qual não se satisfaz com a linearidade dos livros conforme predominou até agora.
    O curioso é constatar que este crescimento de alguns aspectos da inteligência das novas gerações e até mesmo o surgimento desse novo sensorium juvenil não os habilita a um melhor desempenho escolar no que diz respeito aos conteúdos do currículo tradicional.

Marcos Silva. Ensino de História e novas tecnologias. Internet: <www.educadores.diaadia.pr.gov.br>.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o próximo item, acerca das novas tecnologias da comunicação e da informação no ensino de história.
A linearidade presente nos livros foi quebrada pela convivência com uma nova realidade por parte dos estudantes, em uma vida cada vez mais virtual. 
Alternativas
Q1852319 Pedagogia
    O desenvolvimento mental das crianças nesta era dominada pela telemática e que as obriga a uma vida crescentemente virtual, bem como os jogos eletrônicos no seu dia a dia e a desterritorialização representada pelo ciberespaço, implicaram a emergência de uma nova percepção, que vem determinando uma nova concepção de representação gráfica, a qual não se satisfaz com a linearidade dos livros conforme predominou até agora.
    O curioso é constatar que este crescimento de alguns aspectos da inteligência das novas gerações e até mesmo o surgimento desse novo sensorium juvenil não os habilita a um melhor desempenho escolar no que diz respeito aos conteúdos do currículo tradicional.

Marcos Silva. Ensino de História e novas tecnologias. Internet: <www.educadores.diaadia.pr.gov.br>.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o próximo item, acerca das novas tecnologias da comunicação e da informação no ensino de história.
Em função da convivência com a telemática, os estudantes têm tido uma nova percepção gráfica, portanto, mapas e outros materiais relacionados devem ser repensados para atrair esse público. 
Alternativas
Q1852316 Pedagogia
    A atuação em sala de aula, enquanto professor de História levou ao entendimento de que os alunos concebem de forma mais satisfatória os debates acerca da temporalidade a partir da relação passado/presente. Nesse aspecto, entendemos que as “experiências do tempo” contribuem para dar inteligibilidade ao processo histórico. Essa relação atua como um “regime de historicidade”, que permite ao historiador um questionamento sobre nossas relações com o tempo, “instaurando um vaivém entre o presente e o passado, ou melhor, passados, eventualmente bem distanciados, tanto no tempo quanto no espaço”. Este processo de reflexão sobre as diferentes temporalidades sugere ao aluno “desnaturalizar o tempo, pensá-lo como uma construção social, cultural e narrativa feita pelos homens”. Portanto, é esse movimento passado/presente que permite ao aluno “pensar historicamente” e, nesse aspecto, formular um sentido para o próprio campo do conhecimento histórico.

Marcelo Gomes da Silva. Pra que serve o Ensino de História?
Um debate a partir da formação de professores. Internet:
<https://rbeducacaobasica.com.br> (com adaptações).

No texto anterior, o professor coloca sua experiência em sala de aula como forma de demonstrar a importância do conceito de temporalidade no ensino de história. A esse respeito, julgue o item a seguir.
As relações do homem com o tempo são objeto do ensino da história, pois, por meio desse conceito, os estudantes podem perceber a teia de relações sociais, políticas, econômicas e culturais que a sociedade organiza.
Alternativas
Q1852315 Pedagogia
    A atuação em sala de aula, enquanto professor de História levou ao entendimento de que os alunos concebem de forma mais satisfatória os debates acerca da temporalidade a partir da relação passado/presente. Nesse aspecto, entendemos que as “experiências do tempo” contribuem para dar inteligibilidade ao processo histórico. Essa relação atua como um “regime de historicidade”, que permite ao historiador um questionamento sobre nossas relações com o tempo, “instaurando um vaivém entre o presente e o passado, ou melhor, passados, eventualmente bem distanciados, tanto no tempo quanto no espaço”. Este processo de reflexão sobre as diferentes temporalidades sugere ao aluno “desnaturalizar o tempo, pensá-lo como uma construção social, cultural e narrativa feita pelos homens”. Portanto, é esse movimento passado/presente que permite ao aluno “pensar historicamente” e, nesse aspecto, formular um sentido para o próprio campo do conhecimento histórico.

Marcelo Gomes da Silva. Pra que serve o Ensino de História?
Um debate a partir da formação de professores. Internet:
<https://rbeducacaobasica.com.br> (com adaptações).

No texto anterior, o professor coloca sua experiência em sala de aula como forma de demonstrar a importância do conceito de temporalidade no ensino de história. A esse respeito, julgue o item a seguir.
A expressão “experiências do tempo” utilizada no texto está vinculada à organização, por parte do docente, de eventos em que os estudantes vivam momentos do tempo histórico em estudo. 
Alternativas
Q1852314 Pedagogia
    A atuação em sala de aula, enquanto professor de História levou ao entendimento de que os alunos concebem de forma mais satisfatória os debates acerca da temporalidade a partir da relação passado/presente. Nesse aspecto, entendemos que as “experiências do tempo” contribuem para dar inteligibilidade ao processo histórico. Essa relação atua como um “regime de historicidade”, que permite ao historiador um questionamento sobre nossas relações com o tempo, “instaurando um vaivém entre o presente e o passado, ou melhor, passados, eventualmente bem distanciados, tanto no tempo quanto no espaço”. Este processo de reflexão sobre as diferentes temporalidades sugere ao aluno “desnaturalizar o tempo, pensá-lo como uma construção social, cultural e narrativa feita pelos homens”. Portanto, é esse movimento passado/presente que permite ao aluno “pensar historicamente” e, nesse aspecto, formular um sentido para o próprio campo do conhecimento histórico.

Marcelo Gomes da Silva. Pra que serve o Ensino de História?
Um debate a partir da formação de professores. Internet:
<https://rbeducacaobasica.com.br> (com adaptações).

No texto anterior, o professor coloca sua experiência em sala de aula como forma de demonstrar a importância do conceito de temporalidade no ensino de história. A esse respeito, julgue o item a seguir.
Desnaturalizar o tempo significa, de acordo com o texto, ir além da data em si, demonstrar o contexto histórico no qual se desenvolvem os eventos e o perfil das pessoas e sociedades envolvidas. 
Alternativas
Q1852313 Pedagogia
    A atuação em sala de aula, enquanto professor de História levou ao entendimento de que os alunos concebem de forma mais satisfatória os debates acerca da temporalidade a partir da relação passado/presente. Nesse aspecto, entendemos que as “experiências do tempo” contribuem para dar inteligibilidade ao processo histórico. Essa relação atua como um “regime de historicidade”, que permite ao historiador um questionamento sobre nossas relações com o tempo, “instaurando um vaivém entre o presente e o passado, ou melhor, passados, eventualmente bem distanciados, tanto no tempo quanto no espaço”. Este processo de reflexão sobre as diferentes temporalidades sugere ao aluno “desnaturalizar o tempo, pensá-lo como uma construção social, cultural e narrativa feita pelos homens”. Portanto, é esse movimento passado/presente que permite ao aluno “pensar historicamente” e, nesse aspecto, formular um sentido para o próprio campo do conhecimento histórico.

Marcelo Gomes da Silva. Pra que serve o Ensino de História?
Um debate a partir da formação de professores. Internet:
<https://rbeducacaobasica.com.br> (com adaptações).

No texto anterior, o professor coloca sua experiência em sala de aula como forma de demonstrar a importância do conceito de temporalidade no ensino de história. A esse respeito, julgue o item a seguir.
A historiografia é uma teoria que sustenta uma parte do estudo da História, mas evita tratar do ensino, que é outro campo de pesquisa e deve estar alinhado a perspectivas da aprendizagem. 
Alternativas
Q1852312 Pedagogia
    A atuação em sala de aula, enquanto professor de História levou ao entendimento de que os alunos concebem de forma mais satisfatória os debates acerca da temporalidade a partir da relação passado/presente. Nesse aspecto, entendemos que as “experiências do tempo” contribuem para dar inteligibilidade ao processo histórico. Essa relação atua como um “regime de historicidade”, que permite ao historiador um questionamento sobre nossas relações com o tempo, “instaurando um vaivém entre o presente e o passado, ou melhor, passados, eventualmente bem distanciados, tanto no tempo quanto no espaço”. Este processo de reflexão sobre as diferentes temporalidades sugere ao aluno “desnaturalizar o tempo, pensá-lo como uma construção social, cultural e narrativa feita pelos homens”. Portanto, é esse movimento passado/presente que permite ao aluno “pensar historicamente” e, nesse aspecto, formular um sentido para o próprio campo do conhecimento histórico.

Marcelo Gomes da Silva. Pra que serve o Ensino de História?
Um debate a partir da formação de professores. Internet:
<https://rbeducacaobasica.com.br> (com adaptações).

No texto anterior, o professor coloca sua experiência em sala de aula como forma de demonstrar a importância do conceito de temporalidade no ensino de história. A esse respeito, julgue o item a seguir.
A expressão “instaurando um vaivém...” abre espaço para pensarmos no ensino de história como uma gangorra de eventos que se somam, mostrando o andamento do tempo social. 
Alternativas
Q1852311 Pedagogia
    A atuação em sala de aula, enquanto professor de História levou ao entendimento de que os alunos concebem de forma mais satisfatória os debates acerca da temporalidade a partir da relação passado/presente. Nesse aspecto, entendemos que as “experiências do tempo” contribuem para dar inteligibilidade ao processo histórico. Essa relação atua como um “regime de historicidade”, que permite ao historiador um questionamento sobre nossas relações com o tempo, “instaurando um vaivém entre o presente e o passado, ou melhor, passados, eventualmente bem distanciados, tanto no tempo quanto no espaço”. Este processo de reflexão sobre as diferentes temporalidades sugere ao aluno “desnaturalizar o tempo, pensá-lo como uma construção social, cultural e narrativa feita pelos homens”. Portanto, é esse movimento passado/presente que permite ao aluno “pensar historicamente” e, nesse aspecto, formular um sentido para o próprio campo do conhecimento histórico.

Marcelo Gomes da Silva. Pra que serve o Ensino de História?
Um debate a partir da formação de professores. Internet:
<https://rbeducacaobasica.com.br> (com adaptações).

No texto anterior, o professor coloca sua experiência em sala de aula como forma de demonstrar a importância do conceito de temporalidade no ensino de história. A esse respeito, julgue o item a seguir.
Pensar o tempo como um espaço em que os eventos são construídos e, portanto, desenvolvem-se em função da narrativa humana é tarefa fundamental do professor de história.
Alternativas
Q1852308 Pedagogia
    Tempo e espaço explicam os fenômenos nas Ciências Humanas porque permitem identificar contextos, sendo categorias difíceis de dissociar. No Ensino Médio, as análises sobre acontecimentos ocorridos em circunstâncias variadas permitem compreender processos marcados pela continuidade, por mudanças e por rupturas.

Brasil. Ministério da Educação. BNCC do Ensino Médio. Pág. 550. 
Considerando o texto precedente e os aspectos relacionados à abordagem do estudo e do ensino de História na BNCC para o Ensino Médio, julgue o próximo item. 
O conceito de sociedade abarca, além de um grupo humano, a ocupação de um território e sua forma de organização, baseada em normas de conduta marcadas pelos valores e cultura de um determinado tempo. 
Alternativas
Q1845797 Pedagogia
Acerca do conceito de sujeito histórico, marque a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q1845414 Pedagogia
O processo histórico como caminho para o entendimento da educação, enquanto prática social construída materialmente, nos auxilia a perceber que os fatos não acontecem por acaso e, sim que estão ligados por um conjunto de fatores materiais, que alteram nosso modo de vida e produção conforme os interesses hegemônicos do momento histórico. Nesse sentido, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1845405 Pedagogia
Em 1759, Sebastião José de Carvalho, primeiro-ministro de Portugal, após entrar em conflito com os jesuítas, os expulsou de todas as colônias portuguesas, suprimindo todas as suas escolas. A razão para esse conflito apontada por Piletti (1991) é o fato de os jesuítas se oporem ao controle do governo português. Com a supressão das escolas jesuíticas, "a educação brasileira (...) vivenciou uma grande ruptura histórica num processo já implantado e consolidado como modelo educacional". Esse período ficou conhecido como: 
Alternativas
Q1845084 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Ciências Naturais são dirigidos aos educadores que têm como objetivo aprofundar a prática pedagógica de Ciências Naturais na escola fundamental, contribuindo para o planejamento de seu trabalho e para o projeto pedagógico da sua equipe escolar e do sistema de ensino do qual faz parte. (...) No planejamento e no desenvolvimento dos temas de Ciências Naturais em sala de aula, cada uma das dimensões dos conteúdos fatos, conceitos, procedimentos, atitudes e valores deve estar explicitamente tratada. É também essencial que sejam levadas em conta por ocasião das avaliações, de forma compatível com o sentido amplo que se adotou para os conteúdos do aprendizado. (http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/ciencias.pdf) - (p.15-30/1)
Marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1843891 Pedagogia
"Fundada para contrapor-se ao avanço da Reforma Protestante, foi trazida para o Brasil para desenvolver um trabalho educativo e missionário, com o objetivo de catequizar e instruir os índios e colaborar para que estes se tornem mais dóceis e, consequentemente, mais fáceis de serem aproveitados como mão de obra."  O excerto acima faz referência: 
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Q1837218 Pedagogia
A história do MEC, como é conhecido hoje, começa em 1930, quando foi criado o Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública, no governo de _______________________. Como se percebe pelo nome, a educação não era a única área tratada pelo ministério, que também desenvolvia atividades pertinentes à saúde, ao esporte e ao meio ambiente. Somente em 1995, no governo ________________________, a educação passou a ser atribuição exclusiva do Ministério, embora tenha sido mantida a sigla MEC (Ministério da Educação e Cultura), criada em 1953. (Fonte: portal.mec.gov.br/institucional)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Q1800262 Pedagogia
Segundo o documento da Base Nacional Comum Curricular para o Ensino de História - Para se pensar o Ensino de História, é fundamental considerar a utilização de diferentes fontes e tipos de documento (escritos, iconográficos, materiais, imateriais) capazes de facilitar a compreensão da relação tempo e espaço e das relações sociais que os geraram. Os registros e vestígios das mais diversas naturezas (mobiliário, instrumentos de trabalho, música, etc.). A partir dessa indicação da BNCC para o Ensino de História, assinale a alternativa correta:
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Q1790120 Pedagogia
Tal como a própria História que se preocupa em compreender o passado de modo a desenhar- se o presente e a perspectivar o futuro, o Ensino de História deverá ter como demanda entender e compreender quais as ideias que os alunos possuem, para com base nessa estrutura, poder-se delinear as estratégias que ajudem os alunos a prosseguir seu caminho. Por outro lado, como os próprios professores de História afirmam, se não se compreender de onde partimos dificilmente se fará sentido do que vislumbramos de novo.
(GAGO, Marilia. O olhar dos alunos acerca da variância da narrativa histórica. UFPR, 2003. pp. 55.)
De acordo com a citação acima, a metodologia do ensino de história deve partir do conhecimento dos alunos para que eles compreendam o processo histórico. Estamos nos referindo ao
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Q1790114 Pedagogia
Com a difusão de princípios e de métodos da pedagogia da Escola Nova, a forma de usar o documento histórico em sala de aula teve modificações. Essa pedagogia deslocou para o aluno o centro do processo ensino-aprendizagem. Assim, passou a ser recomendado ao professor que se tornasse, principalmente, orientador do aluno. No caso do ensino da História, a utilização de documentos tornou-se uma forma de o professor motivar o aluno para o conhecimento histórico, de estimular suas lembranças e referências sobre o passado e, dessa maneira, tomar o ensino menos livresco e dinâmico.
(Schmidt, Maria Auxiliadora. Ensinar história / Maria Auxiliadora Schmidt - 2. ed. - São Paulo: Scipione, 2009. (Coleção Pensamento e ação na sala de aula. pp. 115.)
Em relação a fontes documentais utilizadas no ensino de história, podemos considerar que:
I- As fontes históricas passaram por processos de análises de acordo com o método vigente em cada época, como Positivismo, Marxismo e História Social, refletindo diretamente no ensino de história. II- As fontes históricas são utilizadas para justificar a veracidade dos fatos históricos, como eles aconteceram e estão presentes principalmente nos livros didáticos por meio de cartas e de fotografias. III- A nova concepção de documento histórico atua diretamente no ensino- aprendizagem de história na sala de aula porque permite ao aluno um diálogo com as realidades passadas e sua relação com o presente. IV- O documento escrito deixa de ser o centro de todo o estudo, dando espaço para o diálogo com outras fontes de vestígios culturais da História, como a fotografia, a música e as entrevistas. V- O documento inscrito ainda é a fonte histórica mais respaldada porque é oficial marcando uma veracidade que não pode ser contestada e a existência do fato, pois está livre de paixões e de poderes.
A alternativa correta é:
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Q1767607 Pedagogia
Sobre a Escola Metódica, dita positivista, e o conhecimento histórico, é possível argumentar:
I- A profissionalização do conhecimento histórico guarda muita proximidade com a tradição metódica, dita positivista, que contribuiu decisivamente para a erudição do campo do historiador. II- A Escola metódica, dita positivista, tem proximidade com os valores do positivismo clássico de Augusto Comte, quando estabelece a doutrina do progresso como sentido válido para se pensar a História. III- A História, ao ser considerada uma ciência pelo pensamento metódico, deve prezar pela neutralidade e o historiador não deve julgar os eventos passados.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
561: C
562: E
563: E
564: C
565: E
566: C
567: E
568: E
569: C
570: C
571: A
572: B
573: B
574: C
575: D
576: B
577: D
578: D
579: B
580: E