Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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No ensino de língua portuguesa no ensino fundamental, devem-se priorizar atividades que desenvolvam a linguagem escrita, seja do ponto de vista de reprodução de leituras, seja de produção textual, visto que, nessa fase do processo de ensino-aprendizagem, o trabalho pedagógico com outras formas de linguagem, tais como a oral ou a visual-motora, cabe a outros componentes curriculares, não estando previsto no currículo específico de língua portuguesa.
De acordo com a perspectiva dos multiletramentos, as práticas de ensino-aprendizagem em linguagens não implicam trabalho com gêneros textuais contemporâneos nem alteração dos processos de leitura e produção de textos.
Os multiletramentos e a multimodalidade ganham relevância no contexto do ensino de língua portuguesa, especialmente pela necessidade de uso e domínio das tecnologias para participação nas práticas sociais do mundo digital.
Os multiletramentos caracterizam-se, entre outros aspectos, por serem colaborativos e híbridos, além de transgredirem as relações de poder estabelecidas.
Os recursos semióticos são elementos desvinculados dos eventos e textos multimodais.
No que diz respeito à intersemioticidade no ensino da língua portuguesa, exige-se, do ponto de vista docente, uma ação mediadora em relação às adequações discursivas, aos propósitos comunicativos e ao nível da linguagem em relação ao contexto e aos interlocutores.
Com relação à didática na formação do professor, julgue o item a seguir.
A dinâmica da relação professor-estudante é fundamental
para a ação didática.
Nos anos iniciais do ensino fundamental, as aulas de história devem fomentar, prioritariamente, as relações de pertencimento nacional, de maneira que o estudante se compreenda dentro da dimensão de um continente repleto de eventos e marcos históricos.
Ao se avaliar a aprendizagem dos estudantes, avalia-se, também, a intervenção do professor, já que o ensino deve ser planejado e replanejado em função das aprendizagens.
Assim como nos demais componentes curriculares, também em história uma concepção de educação e uma estratégia pedagógica devem ser subjacentes à avaliação.
Na avaliação em história, a carga político-ideológica acaba por determinar que os objetivos do ensino desse componente curricular estejam articulados à crítica e ao enriquecimento cultural.
Os currículos escolares são produtos de escolhas teóricas e metodológicas; portanto, eles nunca são neutros e estão em permanente reconstrução.
Em relação ao processo de construção do saber histórico em sala de aula, nas discussões dos currículos sobre o que ensinar em história desde os anos iniciais do ensino fundamental até o ensino médio, há diferentes concepções do saber histórico e de sua produção.
O componente curricular história, na inter-relação com os currículos escolares, tem como foco a formação de uma memória individual vinculada ao Estado e aos grupos de poder que o controlam.
O currículo de história deve dispor de espaços delimitados para garantir a produção do conhecimento e a manutenção de certas práticas, de maneira que as representações do passado e do que o professor considera importante representar estejam devidamente caracterizadas.
Os âmbitos de discussão do currículo de História são diversos. Debates e a formulação de documentos por parte de professores e(ou) pesquisadores visam provocar o surgimento de diálogos sobre a produção do conhecimento histórico na sala de aula.
Apesar de não ser uma habilidade prevista na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino fundamental, reconhecer que radiciação e potenciação são operações inversas é uma das habilidades específicas indicadas no Currículo de Pernambuco.
Entre as habilidades a serem desenvolvidas pelos estudantes do segundo ano do ensino fundamental, inclui-se a leitura das horas em relógios analógicos, em vez da leitura em relógios digitais, visto que esta última, nos primeiros anos escolares, desestimula o interesse posterior no aprendizado de ângulos no círculo trigonométrico.
O educador deve orientar os estudantes a não estimarem medidas de comprimento usando passos ou palmos, visto que essas medidas são muito imprecisas e variam de pessoa para pessoa, o que dificulta o aprendizado das unidades do Sistema Internacional de Medidas (SI), como o centímetro e o metro.
Julgue o item que se segue, em relação ao ensino de matemática.
Dada a importância das experimentações na aprendizagem
de matemática, o professor deve estimular as soluções
apresentadas pelos alunos, sem corrigir eventuais soluções
encontradas, mesmo que o estudante tenha chegado a uma
conclusão errada, pois o erro é um fator inerente ao
aprendizado.