🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Sobre paulo freire em pedagogia

Questões Discursivas

Foram encontradas 1.178 questões

Q4229195 Pedagogia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O preconceito cotidiano e disfarçado


No mês em que se fala do orgulho de pertencer à comunidade LGBTQIA+, também é preciso discutir as diferentes formas de discriminação

"O que me preocupa nos seus exames é a possibilidade de HIV."


Eu não lembro exatamente as palavras do médico, tamanho o estresse que aquela consulta me causou. Eu estava vivendo um momento muito delicado. Poucas semanas antes, havia tido a primeira experiência com um homem. Dentro de mim, uma confusão de emoções, com muita culpa. Ninguém sabia daquilo, tudo ainda era solitário.

Tinham me indicado o médico como capaz de desvendar diagnósticos improváveis. Não o havia procurado por algo ligado à minha sexualidade, mas para entender o motivo de manchas vermelhas na pele com as quais eu convivia havia anos, e que nenhum outro médico soube explicar.

Na primeira consulta, o senhor de cabelos brancos havia feito perguntas sobre meu histórico e rotina. "E, por acaso, você está vivendo um momento de estresse?" Hipocondríaco como sou, não consegui esconder e acabei contando sobre a "novidade". Foi como uma primeira saída do armário, ainda que protegida pelo sigilo profissional. A reação dele foi fria, mas não estranhei, mesmo que por dentro meu coração disparasse.

Quando me sentei de novo naquela cadeira, ele ficou olhando para o computador por um bom tempo. Meu chão desapareceu quando o silêncio foi quebrado pela afirmação de que as manchas não o preocupavam, mas sim "a possibilidade de HIV". Tentei controlar um ataque de pânico enquanto ele me explicava a sua suspeita. Pedi para fazer um exame no mesmo dia, mas ele disse que eu teria que aguardar a janela imunológica de 90 dias. Ou seja, três meses de angústia, sem poder compartilhar com ninguém.

Aquele gesto frio, em que a minha sexualidade pareceu orientar a suspeita, reforçou estereótipos do "ser gay" que me acompanhavam por muitos anos. Se em uma única relação com um homem eu já teria adoecido, então aquilo era mesmo errado e minha atitude havia me condenado. Nunca retornei àquele consultório e fiz testes de farmácia sozinho, toda semana, até o fim dos 90 dias. Todos negativos.

Seis anos depois, eu tenho consciência do episódio covarde de preconceito que vivi, mas naquele momento eu nem consegui enxergá-lo. Quando conversei com amigos médicos sobre o episódio, todos me disseram que aqueles resultados não acendiam alarme para o diagnóstico. No mês em que se fala do orgulho de pertencer à comunidade LGBTQIA+, também é preciso discutir as diferentes formas de discriminação. Existem as mais barulhentas, com gritos, projetos de lei ou violência física. Mas também há o preconceito cotidiano e disfarçado, em que o intolerante se aproveita da vulnerabilidade do outro para agredir. 

Hoje eu também sei que um diagnóstico de HIV está longe de ser uma sentença de morte: o tratamento permite uma vida comum e interrompe a transmissão do vírus. O estigma e a desinformação, contudo, permanecem.

Compartilho essa experiência não como denúncia, mas por saber que muita gente está, neste momento, sentada em uma cadeira parecida, ouvindo de quem deveria cuidar uma frase que ecoa o pior que já pensou sobre si. O orgulho é, além de celebração, a tentativa de mostrar a essas pessoas que elas não estão sozinhas na sala, como eu e muitos outros já estiveram.


Texto de O Globo: "O preconceito cotidiano e disfarçado". Publicado em 10 jun. 2026.
Ao compartilhar a experiência de preconceito vivida em uma consulta médica, o autor afirma que o orgulho LGBTQIA+ também consiste em mostrar às pessoas que enfrentam situações semelhantes que elas "não estão sozinhas na sala". À luz das concepções pedagógicas de Paulo Freire, essa reflexão aproxima-se da ideia de que a educação deve: 
Alternativas
Q4229111 Pedagogia
Paulo Freire, um dos mais influentes educadores brasileiros, desenvolveu uma pedagogia crítica que propõe a transformação social por meio da educação. Sua obra desafia modelos tradicionais de ensino e defende uma prática educativa que valorize a autonomia, o diálogo e a reflexão dos sujeitos envolvidos no processo de aprendizagem. Para Freire, a educação não é um ato neutro, mas um processo político que pode oprimir ou libertar.
Com base no texto e nas concepções pedagógicas de Paulo Freire, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4228930 Pedagogia
Relacione os teóricos (primeira coluna) às respectivas contribuições (segunda coluna):

Primeira coluna:

1.Paulo Freire.
2.Emília Ferreiro.
3.Luiz Carlos Cagliari.
4.Lev Vygotsky.

Segunda coluna:

(__)Investigou a psicogênese da língua escrita, revelando as hipóteses que a criança elabora ao construir o sistema de escrita.
(__)Concebeu a alfabetização como ato político, articulando a leitura do mundo, que precede a leitura da palavra, à conscientização.
(__)Analisou, com base na Linguística, as relações entre fala, escrita e ortografia, criticando métodos que ignoram o conhecimento linguístico da criança.
(__)Formulou a mediação semiótica e o papel dos signos e da interação social na constituição das funções psicológicas superiores.

Assinale a alternativa que apresenta a associação correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q4228509 Pedagogia
Na reflexão pedagógica apresentada por Paulo Freire em Pedagogia da Autonomia, a legitimidade da pratica educativa está vinculada a capacidade do estudante de ir além da simples memorização. Com base nessa concepção, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4220902 Pedagogia
Acerca das tendências pedagógicas progressistas, em especial das abordagens crítica libertária e libertadora, analise as afirmativas a seguir:

I. A abordagem progressista crítica libertária, influenciada pelo pensamento anarquista, compreende a escola como um espaço de autogestão, cooperação e exercício da liberdade, em que os conteúdos são construídos a partir das experiências e das necessidades do grupo.
II. Na perspectiva de Célestin Freinet, o trabalho possui caráter educativo, favorecendo a participação ativa dos estudantes, a cooperação e o desenvolvimento integral, cabendo ao Professor criar condições para que os alunos aprendam por meio de experiências significativas.
III. A pedagogia libertadora, formulada por Paulo Freire, fundamenta-se na transmissão sistemática de conhecimentos científicos pelo Professor, entendendo que a superação das desigualdades sociais depende prioritariamente da assimilação de conteúdos previamente organizados.
IV. Na abordagem libertadora, o diálogo constitui um princípio metodológico indispensável, sendo a problematização da realidade um caminho para a formação da consciência crítica e para a transformação social.

Estão CORRETAS:
Alternativas
Q4220366 Pedagogia
Paulo Freire propõe a educação problematizadora em substituição à “concepção bancária”. Para o autor, o elemento fundamental para a superação da contradição entre educador e educando no processo educativo é
Alternativas
Q4220130 Pedagogia
Mateus é um professor que busca reorganizar sua prática pedagógica, incentiva o diálogo em sala de aula, valoriza os conhecimentos prévios dos estudantes e promove reflexões sobre a realidade social. Considerando as concepções pedagógicas críticas, a prática desenvolvida por esse professor aproxima-se de uma perspectiva educacional que preza por
Alternativas
Q4219569 Pedagogia
Para Paulo Freire, a prática educativa, tal qual a realizamos hoje, possui certos sinais que a caracterizam como tal, componentes fundamentais sem os quais não há prática educativa. Segundo o autor, toda situação educativa implica, EXCЕТО:
Alternativas
Q4219567 Pedagogia
Paulo Freire defende a ideia de que a ação humana não é apenas histórica, mas também historicamente condicionada. Ele reconhece a importância de haver, nos cursos de formação de educadores, discussões em torno das diferentes maneiras de compreendermos a História que nos faz e refaz enquanto a fazemos. Assim sendo, analise as partes que seguem:

As diferenças interculturais existem e apresentam cortes: de classe, de raça, de gênero e, como alongamento destes, de nações (1ª parte). Essas diferenças geram ideologias, de um lado, discriminatórias, de outro, de resistência. (2ª parte). É impossível compreendê-las sem a análise das ideologias e a relação destas com o poder e com a fraqueza (3ª parte).

Das partes, pode-se afirmar que está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q4219060 Pedagogia
Em uma equipe de Saúde da Família, o enfermeiro identifica baixa adesão de um grupo de pacientes com Diabetes Mellitus Tipo II ao plano terapêutico. Durante o diagnóstico situacional, observa-se que as orientações são fornecidas exclusivamente via panfletos e palestras verticais. O enfermeiro propõe uma reestruturação baseada na Política Nacional de Educação Popular em Saúde, integrando-a aos princípios da andragogia. Considerando o marco teórico da Educação em Saúde no Brasil, assinale a alternativa que descreve a estratégia metodologicamente coerente com essa transição de paradigma.
Alternativas
Q4217036 Pedagogia
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Educação para o trabalho ou para a autonomia social?

    As formas de lidar com as metodologias de ensino e o objetivo central da educação contemporânea têm se transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que, apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação, momento em que argumentava que há três teorias divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A primeira sustenta que a educação deve proteger a criança contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação como um processo de desenvolvimento da cultura e das capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta que a educação deve ser pensada em função da comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a formação de cidadãos socialmente úteis.
    Essas três teorias não são mutuamente excludentes; todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio dinâmico entre o desenvolvimento individual e a responsabilidade social, de modo que a educação possa formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos comprometidos com o bem coletivo.
    A análise de Russell sobre as três concepções de educação - proteção moral, desenvolvimento individual e preparação social - revela tensões importantes quando aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção, que entende a educação como meio de formar "cidadãos úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que priorizam a utilidade econômica em detrimento do sentido humano do trabalho.
    É justamente nesse ponto que a crítica de Mario Sergio Cortella se torna especialmente contundente: segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
    Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de construção coletiva do conhecimento, no qual o educador instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell, que valoriza a educação como processo de desenvolvimento das capacidades do educando, em oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema. Ambos rejeitam a educação como imposição de conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para os três autores, ensinar e aprender são processos criadores e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.

Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
Considerando a conclusão do texto, a emancipação do sujeito e a formação de cidadãos autônomos dependem de um processo educativo que:
Alternativas
Q4217034 Pedagogia
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Educação para o trabalho ou para a autonomia social?

    As formas de lidar com as metodologias de ensino e o objetivo central da educação contemporânea têm se transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que, apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação, momento em que argumentava que há três teorias divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A primeira sustenta que a educação deve proteger a criança contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação como um processo de desenvolvimento da cultura e das capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta que a educação deve ser pensada em função da comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a formação de cidadãos socialmente úteis.
    Essas três teorias não são mutuamente excludentes; todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio dinâmico entre o desenvolvimento individual e a responsabilidade social, de modo que a educação possa formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos comprometidos com o bem coletivo.
    A análise de Russell sobre as três concepções de educação - proteção moral, desenvolvimento individual e preparação social - revela tensões importantes quando aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção, que entende a educação como meio de formar "cidadãos úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que priorizam a utilidade econômica em detrimento do sentido humano do trabalho.
    É justamente nesse ponto que a crítica de Mario Sergio Cortella se torna especialmente contundente: segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
    Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de construção coletiva do conhecimento, no qual o educador instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell, que valoriza a educação como processo de desenvolvimento das capacidades do educando, em oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema. Ambos rejeitam a educação como imposição de conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para os três autores, ensinar e aprender são processos criadores e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.

Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
O texto estabelece um ponto de convergência entre as perspectivas de Paulo Freire e Bertrand Russell. Esse alinhamento teórico se fundamenta: 
Alternativas
Q4208107 Pedagogia

Com base no livro “Pedagogia do Oprimido”, de Paulo Freire, a teoria crítica do currículo, desenvolvida no Brasil na década de 1980, trouxe como pressupostos:


I. A necessidade de o currículo ter como ponto de partida a cultura dos grupos para os quais se dirige.


II. A importância de um currículo organizado com base na cultura e nos problemas vividos cotidianamente.


III. A ênfase na recepção de conteúdos para capacitar as camadas mais populares para sua inserção no mercado de trabalho formal.


Quais estão corretos? 

Alternativas
Q4204658 Pedagogia
Com base nas contribuições de Saviani e Paulo Freire, assinale a alternativa que apresenta os fundamentos da Pedagogia Histórico-Crítica:
Alternativas
Q4204241 Pedagogia
Nas construções teóricas de Paulo Freire, importante educador no cenário educacional brasileiro, defende-se a ideia da “Pedagogia da Autonomia”. Nesse sentido, ensinar demanda processos, atitudes e formação. Nessa premissa, diante das alternativas abaixo, aponte a CORRETA: 
Alternativas
Q4204229 Pedagogia
Na perspectiva de Paulo Freire, a educação libertadora caracteriza-se CORRETAMENTE por:
Alternativas
Q4203085 Pedagogia
The concept of banking education, criticized as a model in which students passively receive information, was developed by:
Alternativas
Q4202463 Pedagogia
As diferentes concepções sobre a função social da escola produzem implicações distintas para o trabalho pedagógico e para a relação entre professores e estudantes. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4202460 Pedagogia
Na obra Pedagogia da Autonomia, Paulo Freire fala sobre a importância do educador ter consciência de seus limites e possibilidades no âmbito do conhecimento. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4202214 Pedagogia
No processo de formação pessoal e social do educando, a transição de uma postura passiva para uma atuação consciente e transformadora requer a superação de práticas pedagógicas puramente transmissivas e a criação de ambientes que estimulem o pensamento autônomo.

Analise as afirmativas a seguir:

I. O educador democrático não pode negar-se o dever de, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, sua insubmissão.
II. Ensinar não se esgota no tratamento do objeto ou do conteúdo, superficialmente feito, mas se alonga à produção das condições em que aprender criticamente é possível.
III. As condições que viabilizam o aprender criticamente dispensam ou mitigam a presença de educadores e de educandos criadores, instigadores, inquietos, rigorosamente curiosos, humildes e persistentes.
IV. Faz parte das condições em que aprender criticamente é possível a pressuposição por parte dos educandos de que o educador já teve ou continua tendo experiência da produção de certos saberes e que estes não podem a eles, os educandos, ser simplesmente transferidos.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Respostas
1: A
2: D
3: D
4: C
5: B
6: B
7: C
8: C
9: C
10: E
11: B
12: C
13: A
14: A
15: C
16: D
17: D
18: D
19: A
20: C