Questões de Concurso
Comentadas sobre legislação da educação em pedagogia
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No cotidiano da educação a distância, há a dicotomia entre as tarefas dos processos de ensinar — referentes à estrutura organizacional, ao planejamento, à concepção metodológica e à produção de materiais — e dos processos de aprender — relativos a características e necessidades dos estudantes, modos, condições de estudos e níveis de motivação.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n.º 9.394/1996), em seu art. 14, determina que os sistemas de ensino definam normas de gestão democrática do ensino público da educação básica mediante as orientações políticas nacionais. Para que essas sejam efetivadas, deverá ser respeitado o princípio da responsabilidade, o qual indica a exclusiva participação do corpo técnico na elaboração do projeto político-pedagógico.
Na aprendizagem receptiva, espera-se que o aluno reúna e integre informações novas à sua estrutura cognitiva, de modo a tornar significativa a aprendizagem.
A andragogia defende que sejam aplicados princípios metodológicos especiais na educação de alunos adultos, por considerar que uma metodologia apropriada pode compensar a deficiência das pessoas que não aprenderam na idade certa.
As avaliações somativas devem ser programadas para acontecer ao longo do processo de ensino, o que garante o acompanhamento da aprendizagem.
O professor deve, antes de qualquer planejamento, identificar com clareza os seus objetivos instrucionais ou educacionais, caso contrário a ação docente poderá não ter sentido.
O professor é o gestor das progressões de aprendizagens e deve realizar, constantemente, avaliações do desenvolvimento dos alunos em relação às competências enfocadas em suas aulas.
A avaliação formativa é desenvolvida para o benefício do professor, e é fundamentada pelas relações de poder e autoritarismo entre professor e aluno.
Avaliação classificatória forma sujeitos críticos e analíticos, além de capacitá-los para enfrentar as competições impostas pela sociedade.
O diálogo deve estar presente na avaliação formativa, pois professor e aluno devem refletir juntos a respeito do objeto do conhecimento.
A avaliação deve ser classificatória, pois é por meio dessa que se verifica a eficácia do ensino do professor em relação ao aprendizado de seus educandos.
As instituições de educação profissional e tecnológica deverão oferecer, além dos cursos regulares, cursos especiais, abertos à comunidade, com matrículas condicionadas à capacidade de aproveitamento e não, necessariamente, ao nível de escolaridade.
No cumprimento dos objetivos da educação nacional, a educação profissional e tecnológica integra-se a diferentes níveis e modalidades de educação e dimensões do trabalho, da ciência e da tecnologia.
A LDB define que as formas de desenvolvimento da educação profissional e técnica de nível médio são desarticuladas do Ensino Médio.
Os cursos de educação profissional e tecnológica deverão ser organizados por eixos tecnológicos, que possibilitam construir diferentes itinerários formativos, de acordo com as normas do respectivo sistema e nível de ensino.
Os itinerários formativos ou trajetórias de formação são considerados unidades curriculares de cursos e programas da educação profissional que possibilitam o aproveitamento contínuo e articulado dos estudos.
Será permitida a proposição de projetos que tenham como objetivo a oferta de cursos experimentais, com carga horária diferenciada, para cursos e programas organizados nos formatos de qualificação profissional de trabalhadores e educação profissional técnica de nível médio.