Questões de Concurso Comentadas sobre educação infantil em pedagogia

Foram encontradas 15.430 questões

Q4115298 Pedagogia
A solidão amiga


A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão… O que mais você deseja é não estar em solidão…

Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir música… Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa… Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão… A noite estava perdida.

Faço-lhe uma sugestão: leia o livro “A chama de uma vela”, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxuleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis”. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a sua solidão?” Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.

Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você”. Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim.

(ALVES, Rubem. Correio Popular. Em: 30/06/2002. Adaptado.)
Sobre os aspectos sociolinguísticos da alfabetização, analise as afirmativas a seguir.

I. A codificação e a descodificação garantem que a aquisição da leitura e da escrita seja significativa, no sentido de que partem da discussão da palavra geradora, através do diálogo e dos códigos que o alfabetizando já domina, e constituem- -se em fase necessária de exploração das potencialidades mentais do alfabetizando, por intermédio das linguagens que devem preceder a técnica de ler e escrever, e que o instrumentalizam para o desempenho social, tendo acesso ao poder de reivindicação, através das habilidades de discutir, tomar a palavra, expor e superar as formas contemplativas (ingênuas) de compreender o mundo.
II. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto.
III. O diálogo entre professor e aluno é imprescindível, pois, através dele, o professor descobre a visão de mundo dos educandos para, no segundo passo, intervir, trazendo conhecimentos científicos que promovam a transformação da visão de mundo.
IV. A partir do momento em que o aluno tem a oportunidade de falar, e é ouvido pelo professor, sua postura se transforma em sala de aula e o respeito mútuo surge como elemento fundamental na construção da aprendizagem e da disciplina.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q4115297 Pedagogia
A solidão amiga


A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão… O que mais você deseja é não estar em solidão…

Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir música… Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa… Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão… A noite estava perdida.

Faço-lhe uma sugestão: leia o livro “A chama de uma vela”, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxuleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis”. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a sua solidão?” Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.

Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você”. Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim.

(ALVES, Rubem. Correio Popular. Em: 30/06/2002. Adaptado.)
Considerando o desenvolvimento cognitivo da criança de maneira coerente e epistemológica relacionado à aquisição da leitura e escrita por meio dos processos de alfabetização e letramento, analise as afirmativas a seguir.

I. A criança no processo de alfabetização precisa estar em contato com diferentes suportes textuais; vale salientar que apenas o contato com gêneros diversificados não garante que o aluno se alfabetize, ou seja, não o fará leitor ou escritor, é necessária a participação em atividades que explorem seus usos e funções sociais de forma significativa e contextualizada no uso de práticas cotidianas.
II. O professor alfabetizador, sob a égide do alfabetizar letrando, poderá oportunizar ao educando um momento de discussão sobre o gênero recado e explicitar a sua função social de maneira contextualizada.
III. O ensino, pautado nas concepções do alfabetizar letrando, culminou em diferentes reflexões voltadas para a distinção entre os processos de alfabetização e letramento, embora sejam processos distintos e indissociáveis, caminham sempre juntos.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4115296 Pedagogia
A solidão amiga


A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão… O que mais você deseja é não estar em solidão…

Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir música… Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa… Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão… A noite estava perdida.

Faço-lhe uma sugestão: leia o livro “A chama de uma vela”, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxuleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis”. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a sua solidão?” Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.

Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você”. Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim.

(ALVES, Rubem. Correio Popular. Em: 30/06/2002. Adaptado.)
Alfabetização e letramento são, no estado atual do conhecimento sobre a aprendizagem inicial da língua escrita, indissociáveis, simultâneos e interdependentes: a criança alfabetiza-se, constrói seu conhecimento do sistema alfabético e ortográfico da língua escrita, em situações de letramento, isto é, no contexto de e por meio da interação com material escrito real, e não artificialmente construído, e de sua participação em práticas sociais de leitura e escrita.
(Soares, 2004. Pág. 100.)

De acordo com as informações anteriores, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) É fundamental que o alfabetizador faça uso da leitura e da escrita, utilizando diversos portadores de textos, que contenham diferentes gêneros textuais, para que a criança possa interagir com o mundo letrado.
( ) Não é somente a escola que favorece as práticas de leitura e de escrita; o incentivo às crianças em casa, através do treinamento com situações reais, que envolvam leitura e escrita, é fundamental para adentrar no mundo letrado com mais facilidade.
( ) A criança precisa de estímulos para interagir com o mundo letrado, que pode emergir a partir de uma leitura deleite na qual pode se explorar não só a temática do texto, mas também o jogo de linguagem presente nele, conduzindo o educando a tentar ler sozinho, identificando palavras que já tem o conhecimento prévio e refletir sobre algumas delas.

A sequência está correta em
Alternativas
Q4115295 Pedagogia
A solidão amiga


A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão… O que mais você deseja é não estar em solidão…

Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir música… Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa… Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão… A noite estava perdida.

Faço-lhe uma sugestão: leia o livro “A chama de uma vela”, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxuleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis”. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a sua solidão?” Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.

Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você”. Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim.

(ALVES, Rubem. Correio Popular. Em: 30/06/2002. Adaptado.)
Os estudos de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, bem como seus colaboradores, sobre a aquisição da escrita (ou sobre a psicogênese da escrita), fornecem uma excelente base para fundamentar discussões de natureza metodológica. Sobre o tema alfabetização e letramento, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4115016 Pedagogia
A Lei que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional (Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996) e suas alterações deverá ser observada para responder a questão.
Sobre a Educação Infantil, apenas não se pode afirmar:
Alternativas
Q4112077 Pedagogia
Considerando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBN (BRASIL, 1996), sobre a Educação Infantil, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco) anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.

( ) A educação infantil será oferecida em: I - creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos de idade; II - pré-escolas, para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade.

( ) A avaliação na educação infantil é realizada mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental.

( )A carga horária mínima anual na educação infantil é de 800 (oitocentas) horas, distribuída por um mínimo de 200 (duzentos) dias de trabalho educacional;



A sequência está CORRETA em:
Alternativas
Q4111725 Pedagogia
Ao movimentar-se, as crianças expressam sentimentos, emoções e pensamentos, ampliando as possibilidades do uso significativo de gestos e posturas corporais. O movimento humano, portanto, é mais do que simples deslocamento do corpo no espaço: constitui-se em uma linguagem que permite às crianças agirem sobre o meio físico e atuarem sobre o ambiente humano, mobilizando as pessoas por meio de seu teor expressivo.
Fonte: Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil / Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília: MEC/SEF, 1998.

O texto acima faz menção a algo bastante importante na Educação Infantil e que está estritamente ligado a qual dos itens das alternativas? Marque a opção CORRETA. 
Alternativas
Q4111724 Pedagogia
A avaliação na educação infantil segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) será organizada mediante o acompanhamento e o registro do desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental. Portanto, sobre o relatório e sua importância no processo avaliativo educacional infantil, julgue os itens a seguir e marque aqueles que estiverem CORRETOS.
I.O relatório é um retrato do cotidiano infantil por meio de anotações de suas descobertas, de suas falas, de conquistas que são fatores promotores do desenvolvimento.
II.O relatório representa um distanciamento da situação vivida pelo aluno na interação com o professor.
III.Com clareza o relatório impede que o professor seja reflexivo sobre novas possibilidades de ensino.
IV.Um dos objetivos do relatório é que o professor se reconheça como participativo do processo educacional, sendo corresponsável pela jornada educativa do aluno.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4111723 Pedagogia
A alfabetização está intimamente ligada com a maturidade do aprendizado que está envolvido diretamente com algumas habilidades. Julgue as alternativas abaixo referentes às habilidades para a alfabetização e marque a opção que contém todas as alternativas CORRETAS.
I.Consciência fonológica.
II.Habilidade de contar.
III.Vocabulário.
IV.Disrupção.
V.Cópia de formas geométricas.
VI.Memória.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4111718 Pedagogia
A Educação Infantil faz parte da educação básica juntamente com o ensino fundamental e médio. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) predispõe as finalidades a que se destinam a educação básica e por conseguinte, a educação infantil da qual ela faz parte. Dentre essas finalidades algumas estão descritas abaixo, marque a INCORRETA.
Alternativas
Q4111717 Pedagogia
O currículo escolar segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil é considerado como um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade.
Diante disso no Artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), o que está descrito sobre o currículo da educação infantil? Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4111713 Pedagogia
A prática e as atividades pedagógicas contribuem efetivamente para o auxílio do professor no momento da aprendizagem. O auxiliar de creche é um profissional que pode acompanhar e contribuir positivamente nesse processo. As práticas socializadoras podem ser incentivadas por diferentes tipos de atividades, dentre elas, abaixo estão algumas características relacionadas, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4111697 Pedagogia
Um dos divisores no sistema educacional brasileiro se deu pela Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. No entanto, a Lei que estabelece as diretrizes e bases na educação nacional, vem sendo alterada e atualizada, como a Lei nº 12.796, de 04 de abril de 2013, que alterou a LDB. Em relação à educação infantil e sua organização foram estabelecidas regras comuns. Questiona-se, como é organizada a educação infantil e as regras comuns estabelecidas? Dentre as alternativas abaixo, assinale a alternativa INCORRETA
Alternativas
Q4111696 Pedagogia
O jogo simbólico ou faz de conta, particularmente, é ferramenta para criação da fantasia, necessária a leituras não convencionais do mundo. Abre caminhos para a autonomia, a criatividade, a exploração de significados e sentidos.
OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação infantil: fundamentos e métodos. São aulo: Cortez, 2007.
Partindo desta premissa, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4111694 Pedagogia
O processo de adaptação da criança na creche depende de uma série de fatores que podem interferir positiva ou negativamente. Pensando em tais fatores, analise as afirmações abaixo e marque a alternativa CORRETA:

I-A principal estratégia para o sucesso da adaptação da criança na creche é o tempo reduzido de permanência da criança na instituição, que deve ir aumentando gradativamente, de acordo com as reações e necessidades infantis.

II - As famílias devem atuar como mediadores, mostrando a creche e as novas pessoas que passarão a fazer parte da vida de suas crianças e os profissionais devem planejar o processo de adaptação envolvendo as famílias, ao invés de excluí-las, visando ao bem-estar emocional das crianças.

III – Caso a criança chore, se angustie, os membros familiares não devem se aproximar para acalmar e consolar a criança. O profissional da Creche é que deve conversar com a criança para que ela entenda que agora ela será cuidada por ele.

IV- Quando a criança ingressa pela primeira vez na creche, ela o faz num mundo diferente do até então conhecido familiar, tendo que se relacionar obrigatoriamente com novos cuidadores, se adaptar a um novo espaço e rotinas da instituição, o que pode ocasionar ansiedades, angústias, tanto para as crianças como as suas famílias.
https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/153912/oliveira_scm_dr_prud.pdf?sequence=3&isAllo wed=y
Alternativas
Q4101175 Pedagogia
À medida que se constata que, apesar de a música na escola não ser algo estranho e alheio a vivências dos professores e alunos, ela ainda é muitas vezes tratada como só rodinha cantada com os alunos da educação infantil, com as desculpas de que não se pode deixar as cantorias de "raiz" de lado (PACHECO; WOLFFENBÜTTEL, 2017). Penna (1990) nos diz que: “musicalizar é desenvolver os instrumentos de percepção necessários para que o indivíduo possa ser sensível à música, aprendê la, recebendo o material sonoro musical como significativo”. Diante das informações, assinale a alternativa que NÃO fala de outros aspectos relacionados às possibilidades de musicalização.
Alternativas
Q4099417 Pedagogia
Na proposta estabelecida aos estabelecimentos de ensino de Educação Infantil é obrigatório o estudo, divulgação, pesquisa e prática de promoção dos princípios do respeito aos itens descritos abaixo, EXCETO.
Alternativas
Q4099416 Pedagogia
Benjamim (2005) afirma ser a "educação infantil um espaço de proposta pedagógica, e não apenas como um espaço assistencialista ou de cuidado".
Fonte: Silva, Lucimar Victor da. A rotina na educação infantil: o cuidar e o educar. Guarabira: UEPB, 2011.

A frase acima expressa qual relação entre os princípios que fundamentam a prática na educação infantil: educar e cuidar? Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4099415 Pedagogia
Os Indicadores da Qualidade da Educação Infantil são sinais que revelam aspectos de determinada realidade e que podem qualificar algo nessa faixa educacional. Dessa forma, qual é o principal objetivo da publicação referente aos Indicadores da Qualidade na Educação Infantil? Marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4099414 Pedagogia
Significa, portanto, propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, e o acesso, pelas crianças, aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural.

De acordo com o texto acima, extraído do Referencial curricular nacional para a educação infantil (RCNEI) a que se refere essa descrição? Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
10921: A
10922: A
10923: A
10924: A
10925: B
10926: B
10927: B
10928: D
10929: A
10930: C
10931: D
10932: B
10933: D
10934: B
10935: D
10936: E
10937: D
10938: A
10939: A
10940: B