Questões de Concurso Sobre aspectos sociológicos da educação em pedagogia

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Q3437403 Pedagogia
No contexto das dimensões filosóficas, antropológicas e sociológicas aplicadas à Educação Física, assinale a afirmativa correta.
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Q3434254 Pedagogia
Para ajudar a compreender as relações construídas e os possíveis conflitos vivenciados, é possível analisar o artigo elaborado por Álvaro Chrispino. Especificamente, os resultados de uma pesquisa realizada pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Rio de Janeiro, em 2006, mostram um pouco sobre a realidade descrita pelo referido autor. Apesar de já ter quase duas décadas, o referido estudo ainda apresenta dados importantes para o contexto atual. Assim, em conformidade com os resultados apresentados, depreende-se: 
Alternativas
Q3433319 Pedagogia
De acordo com Solé (2000, p. 29), “A intervenção tem um maior alcance quando realizada no ambiente em que o aluno desenvolve suas atividades e por meio das pessoas que, cotidianamente, se relacionam com ele, uma vez que os processos de aprendizagem se relacionam diretamente com a socialização e integração dos alunos no contexto sócio-educacional em que estes estão inseridos”.

Essa afirmação ressalta que uma boa intervenção, dentro do contexto educacional formal, deve ser feita com o acompanhamento 
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Q3429361 Pedagogia
Um professor de Educação Física observa que seus alunos estão reproduzindo estereótipos de gênero durante as aulas de esportes. Qual abordagem ele deve tomar para promover a igualdade de gênero?
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Q3425108 Pedagogia
Segundo Nelson Piletti, "é através da educação que nos submetemos às regras, hierarquias e padrões sociais para viver em grupo". 
Imagem associada para resolução da questão
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Q3423856 Pedagogia
Existem várias questões no contexto social ao qual o aluno está inserido, que podem fazer com que eles se sintam inseridos no processo de aprendizagem como sujeitos atuantes. Qual a importância de se compreender o contexto social em que o aluno está inserido?
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Q3421595 Pedagogia
Durkheim foi responsável pelo reconhecimento da Sociologia, enquanto ciência, com objeto e método de estudo próprios. Ao analisar a educação e a sociedade, tomando como parâmetro a visão sociológica de Durkheim, depreende-se:
Alternativas
Q3421594 Pedagogia
Leia as alternativas a seguir e destaque a correta.
Alternativas
Q3421590 Pedagogia
A postura adotada pelo pedagogo corrobora para perpetuar e/ou mudar um determinado comportamento. Questões como cidadania e igualdade de oportunidade estão dentre as diversas variáveis influenciadas pela postura adotada. Para agir de forma mais assertiva, é necessário que o pedagogo se atualize constantemente, uma vez que a sociedade contemporânea é mutável e as transformações alteram o fluxo das ações e necessidades. Nesse contexto, quando o pedagogo não considera as singularidades e as especificidades existentes em seu âmbito de trabalho, ele enfatiza qual dos aspectos a seguir:
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Q3421093 Pedagogia
Em diálogo com estudos do campo da decolonialidade, Oliveira e Silva (2020) convida as(os) leitoras(es) a pensar sobre os caminhos possíveis para a (des)decolonização da Educação Física, tanto na dimensão da prática pedagógica na escola, quanto na formação dos professores que atuarão na área. Nesse sentido, a agenda é apresentada na perspectiva de “se pensar em uma Educação Física ‘outra’ que contribua para a desconstrução da sociedade colonial, ou seja, essa sociedade marcada pela estrutura patriarcal, racista e capitalista na qual estamos imersos hoje” (Oliveira e Silva, 2020, p. 98).
Diante de tais desafios e reflexões levantados, a autora apresenta um conjunto de estratégias de insurgência para a prática pedagógica da Educação Física escolar, como
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Q3421085 Pedagogia
“Não devemos ignorar que os conceitos são sempre recortes da realidade, tentativas de fragmentar para melhor se entender algo que se encontra presente de modo complexo em nossa vida. Assim, todos os conceitos têm limites claros, o que não significa que devam ser desprezados.” (Melo e Alves Júnior, 2003).
Sobre o conceito de lazer, os autores acima nos apresentam reflexões importantes que devem ser incluídas nas aulas de Educação Física escolar.
Segundo esses autores, o lazer pode ser considerado como
Alternativas
Q3420465 Pedagogia
Assinale o que é correto afirmar sobre a temática do respeito aos povos. 
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Q3420278 Pedagogia
Para Osmar Fávero e Giovanni Semeraro, a construção do público no pensamento educacional brasileiro pressupõe uma concepção de democracia que institui sujeitos políticos ativos e capazes de responsabilidades sociais, oportunizada quando há
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Q3419036 Pedagogia
A escola possui um papel fundamental no processo de preparação das pessoas para viver em sociedade, sobre a função social da escola, assinale a alternativa corre
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Q3418577 Pedagogia
Para Azoilda Trindade, o papel da escola na perspectiva de uma educação multicultural consiste em
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Q3418445 Pedagogia
Acerca das mudanças ocorridas na abordagem da teoria pedagógica do capital humano, é correto afirmar que:
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Q3418082 Pedagogia
A função social da escola foi devidamente descrita em qual alternativa?
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Q3417865 Pedagogia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As receitas 


Quando eu era menino, na escola, as professoras me ensinaram que o Brasil estava destinado a um futuro grandioso porque as suas terras estavam cheias de riquezas: ferro, ouro, diamantes, florestas e coisas semelhantes. Ensinaram errado. O que me disseram equivale a predizer que um homem será um grande pintor por ser dono de uma loja de tintas. Mas o que faz um quadro não é a tinta: são as ideias que moram na cabeça do pintor. São as ideias dançantes na cabeça que fazem as tintas dançar sobre a tela.

Por isso, sendo um país tão rico, somos um povo tão pobre. Somos pobres em ideias. Não sabemos pensar. Nisto nos parecemos com os dinossauros, que tinham excesso de massa muscular e cérebros de galinha. Hoje, nas relações de troca entre os países, o bem mais caro, o bem mais cuidadosamente guardado, o bem que não se vende, são as ideias. É com as ideias que o mundo é feito. Prova disso são os tigres asiáticos, Japão, Coreia, Formosa que, pobres de recursos naturais, se enriqueceram por ter se especializado na arte de pensar.  

Minha filha me fez uma pergunta: "O que é pensar?" Disse-me que 'esta era uma pergunta que o professor de filosofia havia proposto à classe. Pelo que lhe dou os parabéns. Primeiro por ter ido diretamente à questão essencial. Segundo, por ter tido a sabedoria de fazer a pergunta, sem dar a resposta. Porque, se tivesse dado a resposta, teria com ela cortado as asas do pensamento. O pensamento é como a águia que só alça voo nos espaços vazios do desconhecido. Pensar é voar sobre o que não se sabe. Não existe nada mais fatal para o pensamento que o ensino das respostas certas. Para isso existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido. 

E, no entanto, não podemos viver sem as respostas. As asas, para o impulso inicial do voo, dependem de pés apoiados na terra firme. Os pássaros, antes de saber voar, aprendem a se apoiar sobre os seus pés. Também as crianças, antes de aprender a voar, tem que aprender a caminhar sobre a terra firme. Terra firme: as milhares de perguntas para as quais as gerações passadas já descobriram as respostas. O primeiro momento da educação é a transmissão deste saber. Nas palavras de Roland Barthes: "Há um momento em que se ensina o que se sabe..." E o curioso é que este aprendizado é justamente para nos poupar da necessidade de pensar. 

As gerações mais velhas ensinam as mais novas as receitas que funcionam. Sei amarrar os meus sapatos automaticamente, sei dar o nó na minha gravata automaticamente: as mãos fazem o seu trabalho com destreza enquanto as ideias andam por outros lugares. Aquilo que um dia eu não sabia me foi ensinado; eu aprendi com o corpo e esqueci com a cabeça. E a condição para que minhas mãos saibam bem é que a cabeça não pense sobre o que elas estão fazendo. Um pianista que, na hora da execução, pensa sobre os caminhos que seus dedos deverão seguir, tropeçara fatalmente. Há a estória de uma centopeia que andava feliz pelo jardim, quando foi interpelada por um grilo: "Dona Centopeia, sempre tive curiosidade sobre uma coisa: quando a senhora anda, qual, dentre as suas cem pernas, é aquela que a senhora movimenta primeiro?" "Curioso", ela respondeu. "Sempre andei, mas nunca me propus esta questão. Da próxima vez, prestarei atenção." Termina a estória dizendo que a centopeia nunca mais conseguiu andar.  

Todo mundo fala, e fala bem. Ninguém sabe como a linguagem foi ensinada e nem como ela foi aprendida. A despeito disto, o ensino foi tão eficiente que não preciso pensar para falar. Ao falar não sei se estou usando um substantivo, um verbo ou um adjetivo, e nem me lembro das regras da gramatica. Quem, para falar, tem de se lembrar destas coisas, não sabe falar. Há um nível de aprendizado em que o pensamento é um estorvo. Só se sabe bem com o corpo aquilo que a cabeça esqueceu. E assim escrevemos, lemos, andamos de bicicleta, nadamos, pregamos pregos, guiamos carros: sem saber com a cabeça, porque o corpo sabe melhor. É um conhecimento que se tornou parte inconsciente de mim mesmo. E isso me poupa do trabalho de pensar o já sabido. Ensinar aqui, é inconscientizar.  

O sabido é o não-pensado, que fica guardado, pronto para ser usado como receita, na memória desse computador que se chama cérebro. Basta apertar a tecla adequada para que a receita apareça no vídeo da consciência. Aperto a tecla moqueca. A receita aparece no meu vídeo cerebral: panela de barro, azeite, peixe, tomate, cebola, coentro, cheiro verde, urucum, sal, pimenta, seguidos de uma se série de instruções sobre o que fazer. Não é coisa que eu tenha inventado. Me foi ensinado. Não precisei pensar. Gostei. Foi para a memória. Esta é a regra fundamental desse computador que vive no corpo humano: só vai para a memoria aquilo que e objeto do desejo.  

A tarefa primordial do professor: seduzir o aluno para que ele deseje e, desejando, aprenda. E o saber fica memorizado de cor - etimologicamente, no coração -, à espera de que a tecla do desejo de novo o chame do seu lugar de esquecimento. Memória: um saber que o passado sedimentou. Indispensável para se repetir as receitas que os mortos nos legaram. E elas são boas. Téo boas que elas nos fazem esquecer que é preciso voar. Permitem que andemos pelas trilhas batidas. Mas nada tem a dizer sobre mares desconhecidos. Muitas pessoas, de tanto repetir as receitas, metamorfosearam-se de águias em tartarugas. E não são poucas as tartarugas que possuem diplomas universitários. Aqui se encontra o perigo das escolas: de tanto ensinar o que o passado legou - e ensinar bem — fazem os alunos se esquecer de que o seu destino não é o passado cristalizado em saber, mas um futuro que se abre como vazio, um não saber que somente pode ser explorado com as asas do pensamento. Compreende-se então que Barthes tenha dito que, seguindo-se ao tempo em que se ensina o que se sabe, deve chegar o tempo quando se ensina o que não se sabe. —



(Rubem Alves, no livro "A alegria de ensinar”. São Paulo: Ars Poetica Editora Ltda, 1994.)

O cronista faz alusão aos "tigres asiáticos". Analise as afirmativas e marque a alternativa correta.



I- Cingapura, Coreia do Sul, Hong Kong e Taiwan, na segunda metade do século XIX, receberam essa perifrase.


II- O nome do grupo faz alusão a força e competitividade do felino, animal asiático.


III - A exemplificação deve-se ao investimento por qualificação educacional da mão de obra.


IV- A constatação é simples, enquanto não se qualificarem, apesar das riquezas, tal qual a dos tigres, não haverá crescimento econômico. 

Alternativas
Q3417702 Pedagogia
Considerando os conceitos de Michel Foucault acerca da microfísica do poder e sua aplicação no contexto educacional, escolha a opção correta.

I. Foucault argumenta que as instituições sociais, incluindo o sistema educacional, estão imersas em relações de poder e que a autonomia total muitas vezes não é buscada, mas sim moldada pelas dinâmicas de poder existentes.

II. Foucault destaca a importância das práticas disciplinares como um meio pelo qual o poder é exercido, e essas práticas são frequentemente evidentes no sistema educacional.

III. A microfísica do poder, conforme descrita por Foucault, sugere que o poder não está apenas presente em grandes estruturas, mas também permeia os detalhes cotidianos da vida, incluindo as práticas educacionais, moldando comportamentos e subjetividades.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q3417578 Pedagogia

A Sociologia da Educação surgiu na primeira metade do século XX, em que se observa uma série de fatores que oportunizam a sua contextualização. Nessa sistemática, é impertinente qual alternativa?

Alternativas
Respostas
1601: C
1602: D
1603: C
1604: D
1605: A
1606: C
1607: C
1608: C
1609: B
1610: E
1611: D
1612: A
1613: C
1614: C
1615: E
1616: A
1617: E
1618: A
1619: E
1620: B