Questões de Concurso Sobre pneumologia em medicina

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Q3604699 Medicina
A cobertura antimicrobiana para Pseudomonas aeruginosa está indicada na pneumonia comunitária na seguinte situação:
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Q3604693 Medicina
Sobre sarcoidose, marque a afirmativa verdadeira: 
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Q3604688 Medicina
Sobre Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, marque a afirmativa verdadeira:
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Q3604670 Medicina
Uma mulher de 30 anos procura atendimento ambulatorial pois há uma semana apresenta tosse com alguns episódios de hemoptise; ela estima que sejam de pouco volume e não há dispneia, febre, perda ponderal nem dor torácica. Na história pregressa, tem rinite alérgica e faz uso de corticoide nasal durante o inverno; nega tabagismo e etilismo; mora com os pais, um irmão e tem 2 gatos vacinados. Está em uso de um dispositivo intrauterino com progesterona. No último ano, fez a dose de reforço da Covid-19, mas não de influenza. O exame físico é normal e ela trouxe hemograma, bioquímica e coagulograma, todos normais. A próxima etapa da investigação deve ser:
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Q3604669 Medicina
Um paciente de 70 anos apresenta-se no pronto socorro com dispneia de início súbito associada à tosse com hemoptoicos. Ele está em tratamento para câncer de próstata com braquiterapia. No exame físico, está com frequência cardíaca de 110 bpm, respiratória de 25 irpm, oximetria de pulso 92% ar ambiente e pressão arterial de 110 x 70 mmHg.
Diante desse quadro clínico:
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Q3594821 Medicina
Paciente masculino, 40 anos, professor universitário, ex-tabagista (cessou há 8 anos), tem diagnóstico de asma persistente grave desde a adolescência. No último ano, apresentou sintomas diariamente e alguns despertares noturnos ao longo da semana, com tosse seca e cansaço, uso de salbutamol como resgate diariamente e uma crise mais intensa, tratada em domicílio com prednisona por 5 dias. Está em tratamento regular com budesonida 400 mcg + formoterol 12 mcg, 2 jatos inalados a cada 12 horas, com técnica inalatória e adesão satisfatórias.
Faz acompanhamento, há 12 meses, com pneumologista do SUS especialista em asma grave que, diante de sintomas persistentes, solicitou estes exames:


• IgE total: 321 UI/mL • Eosinófilos: 180 células/μL

Com base no caso descrito e nos critérios do SUS, assinale a opção que descreve a conduta correta do pneumologista.
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Q3586156 Medicina
        Paciente do sexo masculino, com 68 anos de idade, tabagista, compareceu a atendimento ambulatorial com quadro de tosse crônica e dispneia para andar 100 metros no plano, ao ponto de ter de interromper a marcha. Nega exacerbações no último ano ou internações. Tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial e dislipidemia, estando em uso de losartana e rosuvastatina. Os dados a seguir referem-se a resultados de exames apresentados pelo paciente.

• Espirometria, demonstrando os valores pré (% do predito) e pós-broncodilatador de cada parâmetro, respectivamente: CVF 2,58 (65%) – 2,99; VEF1 0,75 (24%) – 0,88; VEF1/CVF 0,29 – 0,29. Limite inferior do normal (LIN): CVF 3,06, VEF1 2,34 e VEF1/CVF 0,71.

• Hemograma: hemoglobina 15 g/dL (12-16 g/dL); hematócrito 50% (36%-54%); leucócitos totais 7.800/mm3 (4.000-10.000/mm3); eosinófilos 90/mm3 (0-550/mm3); plaquetas 450.000/mm3 (150.000-450.000/mm3). 

Julgue o seguinte item, referente ao caso clínico hipotético apresentado. 


O paciente em questão deve ser tratado com um beta2-agonista de longa ação associado a um antimuscarínico de longa ação e a um corticoide inalatório.  

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Q3586155 Medicina
        Paciente do sexo masculino, com 68 anos de idade, tabagista, compareceu a atendimento ambulatorial com quadro de tosse crônica e dispneia para andar 100 metros no plano, ao ponto de ter de interromper a marcha. Nega exacerbações no último ano ou internações. Tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial e dislipidemia, estando em uso de losartana e rosuvastatina. Os dados a seguir referem-se a resultados de exames apresentados pelo paciente.

• Espirometria, demonstrando os valores pré (% do predito) e pós-broncodilatador de cada parâmetro, respectivamente: CVF 2,58 (65%) – 2,99; VEF1 0,75 (24%) – 0,88; VEF1/CVF 0,29 – 0,29. Limite inferior do normal (LIN): CVF 3,06, VEF1 2,34 e VEF1/CVF 0,71.

• Hemograma: hemoglobina 15 g/dL (12-16 g/dL); hematócrito 50% (36%-54%); leucócitos totais 7.800/mm3 (4.000-10.000/mm3); eosinófilos 90/mm3 (0-550/mm3); plaquetas 450.000/mm3 (150.000-450.000/mm3). 

Julgue o seguinte item, referente ao caso clínico hipotético apresentado. 


Para que o diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica seja estabelecido, é necessária tomografia de tórax que mostre enfisema e sinais de broncopatia inflamatória.  

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Q3586154 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade, tabagista, compareceu à consulta médica no hospital com quadro agudo de dispneia associada à dor torácica ventilatório-dependente. Estava em uso de amoxicilina-clavulanato e azitromicina, prescritos no dia anterior durante atendimento em pronto-socorro, ocasião em que recebera diagnóstico de pneumonia, segundo o paciente. Devido à piora dos sintomas respiratórios, procurou nova avaliação. O paciente tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial sistêmica, neoplasia prostática, aguardando cirurgia, e dislipidemia. Faz uso contínuo de losartana e rosuvastatina. No exame físico, o paciente apresentou-se em regular estado geral, anictérico, corado, acianótico, agitado e desconfortável; com saturação de oxigênio igual a 89% em ar ambiente (saturação basal relatada de 94%); frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 85 mmHg × 60 mmHg (pressão basal relatada de 130 mmHg × 80 mmHg); aparelho cardiovascular com ritmo cardíaco regular em dois tempos, com hiperfonese do componente B2 no foco pulmonar e sopro em foco tricúspide; aparelho respiratório com sons respiratórios presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; uso de musculatura acessória; nas extremidades, edema em membro inferior direito, com cacifo positivo e dor à dorsiflexão do pé na panturrilha. O paciente apresentou CD de tomografia de tórax sem contraste realizada no pronto-socorro no dia anterior, que mostrava opacidade pulmonar com base pleural e relação entre os ventrículos direito e esquerdo (VD/VE) > 0,9.  

A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item que se segue.  


O paciente deve ser tratado imediatamente com heparina não fracionada, e a alteplase deve ser considerada após excluídas contraindicações ao procedimento, uma vez que a probabilidade pré-teste para embolia pulmonar é alta e o paciente apresenta instabilidade hemodinâmica. 

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Q3586153 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade, tabagista, compareceu à consulta médica no hospital com quadro agudo de dispneia associada à dor torácica ventilatório-dependente. Estava em uso de amoxicilina-clavulanato e azitromicina, prescritos no dia anterior durante atendimento em pronto-socorro, ocasião em que recebera diagnóstico de pneumonia, segundo o paciente. Devido à piora dos sintomas respiratórios, procurou nova avaliação. O paciente tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial sistêmica, neoplasia prostática, aguardando cirurgia, e dislipidemia. Faz uso contínuo de losartana e rosuvastatina. No exame físico, o paciente apresentou-se em regular estado geral, anictérico, corado, acianótico, agitado e desconfortável; com saturação de oxigênio igual a 89% em ar ambiente (saturação basal relatada de 94%); frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 85 mmHg × 60 mmHg (pressão basal relatada de 130 mmHg × 80 mmHg); aparelho cardiovascular com ritmo cardíaco regular em dois tempos, com hiperfonese do componente B2 no foco pulmonar e sopro em foco tricúspide; aparelho respiratório com sons respiratórios presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; uso de musculatura acessória; nas extremidades, edema em membro inferior direito, com cacifo positivo e dor à dorsiflexão do pé na panturrilha. O paciente apresentou CD de tomografia de tórax sem contraste realizada no pronto-socorro no dia anterior, que mostrava opacidade pulmonar com base pleural e relação entre os ventrículos direito e esquerdo (VD/VE) > 0,9.  

A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item que se segue.  


Os exames a serem realizados, após as medidas de estabilização inicial, são a angiotomografia de tórax e o doppler de membro inferior direito a beira-leito.

Alternativas
Q3586152 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade, tabagista, compareceu à consulta médica no hospital com quadro agudo de dispneia associada à dor torácica ventilatório-dependente. Estava em uso de amoxicilina-clavulanato e azitromicina, prescritos no dia anterior durante atendimento em pronto-socorro, ocasião em que recebera diagnóstico de pneumonia, segundo o paciente. Devido à piora dos sintomas respiratórios, procurou nova avaliação. O paciente tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial sistêmica, neoplasia prostática, aguardando cirurgia, e dislipidemia. Faz uso contínuo de losartana e rosuvastatina. No exame físico, o paciente apresentou-se em regular estado geral, anictérico, corado, acianótico, agitado e desconfortável; com saturação de oxigênio igual a 89% em ar ambiente (saturação basal relatada de 94%); frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 85 mmHg × 60 mmHg (pressão basal relatada de 130 mmHg × 80 mmHg); aparelho cardiovascular com ritmo cardíaco regular em dois tempos, com hiperfonese do componente B2 no foco pulmonar e sopro em foco tricúspide; aparelho respiratório com sons respiratórios presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; uso de musculatura acessória; nas extremidades, edema em membro inferior direito, com cacifo positivo e dor à dorsiflexão do pé na panturrilha. O paciente apresentou CD de tomografia de tórax sem contraste realizada no pronto-socorro no dia anterior, que mostrava opacidade pulmonar com base pleural e relação entre os ventrículos direito e esquerdo (VD/VE) > 0,9.  

A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item que se segue.  


O diagnóstico principal para o caso é de sepse de foco pulmonar, podendo a hipoxemia ser explicada pelo distúrbio ventilação-perfusão causado pela pneumonia. 

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Q3586149 Medicina
        Paciente de 35 anos de idade, do sexo feminino, compareceu ao hospital para consulta médica, apresentando quadro de tosse seca, sibilos, dispneia e opressão torácica. Relatou que os sintomas apareciam e desapareciam no tempo e eram desencadeados com a mudança do clima, ao ficar mais frio, e quando tinha contato com livros velhos. Referiu ser alérgica a aspirina, pois, em uma das crises prévias, havia sido receitado esse medicamento e ela apresentara piora considerável dos sintomas de tosse, dispneia e sibilos, tendo tido que retornar ao pronto-socorro. Disse que, geralmente, quando em crise, faz uso de salbutamol, mas que desta vez esse medicamento não resolveu o problema. A paciente tem antecedentes pessoais de rinossinusite crônica e pólipos nasais, nega outras comorbidades, está em uso de budesonida nasal e faz lavagem nasal. No exame físico, demonstrou bom estado geral, estando anictérica, corada e acianótica; sentada inclinada sobre a mesa, falava frases incompletas e estava um pouco agitada. Sua saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente; frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 121 bpm; e pressão arterial de 125 mmHg × 90 mmHg. Seu aparelho cardiovascular apresenta ritmo cardíaco regular em dois tempos, com bulhas normofonéticas. Seu aparelho respiratório apresenta sons respiratórios presentes bilateralmente, com sibilos difusos, além de presença de retrações subcostais. A paciente apresentou radiografia de tórax realizada havia 4 dias, a qual não mostrou alterações. O pico de fluxo expiratório realizado na emergência mostrou um valor correspondente a 45% em relação ao predito. 

Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir.  


A paciente deve ser orientada a não fazer uso de aspirina nem de qualquer outro anti-inflamatório não esteroidal, devido à possibilidade de exacerbação.  

Alternativas
Q3586148 Medicina
        Paciente de 35 anos de idade, do sexo feminino, compareceu ao hospital para consulta médica, apresentando quadro de tosse seca, sibilos, dispneia e opressão torácica. Relatou que os sintomas apareciam e desapareciam no tempo e eram desencadeados com a mudança do clima, ao ficar mais frio, e quando tinha contato com livros velhos. Referiu ser alérgica a aspirina, pois, em uma das crises prévias, havia sido receitado esse medicamento e ela apresentara piora considerável dos sintomas de tosse, dispneia e sibilos, tendo tido que retornar ao pronto-socorro. Disse que, geralmente, quando em crise, faz uso de salbutamol, mas que desta vez esse medicamento não resolveu o problema. A paciente tem antecedentes pessoais de rinossinusite crônica e pólipos nasais, nega outras comorbidades, está em uso de budesonida nasal e faz lavagem nasal. No exame físico, demonstrou bom estado geral, estando anictérica, corada e acianótica; sentada inclinada sobre a mesa, falava frases incompletas e estava um pouco agitada. Sua saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente; frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 121 bpm; e pressão arterial de 125 mmHg × 90 mmHg. Seu aparelho cardiovascular apresenta ritmo cardíaco regular em dois tempos, com bulhas normofonéticas. Seu aparelho respiratório apresenta sons respiratórios presentes bilateralmente, com sibilos difusos, além de presença de retrações subcostais. A paciente apresentou radiografia de tórax realizada havia 4 dias, a qual não mostrou alterações. O pico de fluxo expiratório realizado na emergência mostrou um valor correspondente a 45% em relação ao predito. 

Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir.  


Considerando-se o diagnóstico principal de asma, conclui-se do caso clínico um fenótipo de asma exacerbada por aspirina, devido à presença de rinossinusite crônica, polipose nasal e sensibilidade a aspirina.  

Alternativas
Q3586147 Medicina
        Paciente de 35 anos de idade, do sexo feminino, compareceu ao hospital para consulta médica, apresentando quadro de tosse seca, sibilos, dispneia e opressão torácica. Relatou que os sintomas apareciam e desapareciam no tempo e eram desencadeados com a mudança do clima, ao ficar mais frio, e quando tinha contato com livros velhos. Referiu ser alérgica a aspirina, pois, em uma das crises prévias, havia sido receitado esse medicamento e ela apresentara piora considerável dos sintomas de tosse, dispneia e sibilos, tendo tido que retornar ao pronto-socorro. Disse que, geralmente, quando em crise, faz uso de salbutamol, mas que desta vez esse medicamento não resolveu o problema. A paciente tem antecedentes pessoais de rinossinusite crônica e pólipos nasais, nega outras comorbidades, está em uso de budesonida nasal e faz lavagem nasal. No exame físico, demonstrou bom estado geral, estando anictérica, corada e acianótica; sentada inclinada sobre a mesa, falava frases incompletas e estava um pouco agitada. Sua saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente; frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 121 bpm; e pressão arterial de 125 mmHg × 90 mmHg. Seu aparelho cardiovascular apresenta ritmo cardíaco regular em dois tempos, com bulhas normofonéticas. Seu aparelho respiratório apresenta sons respiratórios presentes bilateralmente, com sibilos difusos, além de presença de retrações subcostais. A paciente apresentou radiografia de tórax realizada havia 4 dias, a qual não mostrou alterações. O pico de fluxo expiratório realizado na emergência mostrou um valor correspondente a 45% em relação ao predito. 

Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir.  


O quadro clínico descrito mostra uma exacerbação de asma grave, devendo ser iniciada a administração de salbutamol combinado a ipratrópio, via espaçador de 20/20 minutos na primeira hora, oxigenoterapia e metilprednisona intravenosa.  

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Q3583677 Medicina
E. M. W., 7 anos, comparece à Unidade Básica de Saúde acompanhada da genitora, com o relato de crises de dispneia e tosse à noite. Ao exame físico, o médico verifica a presença de sibilos expiratórios à ausculta pulmonar. A genitora, que possui histórico pessoal de asma, questiona o médico se a doença que a filha apresenta também é asma. O médico, então, passa a explicar à genitora acerca das características da asma, os sinais e sintomas, bem como sobre os métodos diagnósticos de asma em crianças. Acerca dessas informações, analise as assertivas abaixo:
I- Em crianças de até quatro anos, o diagnóstico de asma é iminentemente clínico, pela dificuldade de realização de provas funcionais.
II- O exame físico em pacientes com asma pode ser normal no período entre as crises.
III- A espirometria pode ainda ser normal fora das crises, especialmente em pacientes com asma leve e/ou controlada.
IV- A espirometria deve ser realizada a partir dos 2 anos de idade para obter-se o diagnóstico de asma.
É CORRETO o que se afirma em:
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Q3582282 Medicina
Uma criança de 3 anos com histórico de doença falciforme apresenta quadro de dor torácica intensa, febre de 39,2°C e dificuldade respiratória progressiva. Ao exame físico, observa-se taquipneia, estertores pulmonares e cianose periférica. O hemograma revela anemia com hematócrito de 22% e leucocitose com desvio à esquerda. O raio-X de tórax mostra opacidades bilaterais. Diante desse quadro, qual o diagnóstico mais provável e qual a conduta inicial mais indicada?
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Q3582209 Medicina
Ainda sobre o mesmo paciente [Idoso, 80 anos, previamente hígido, evoluiu há 3 dias com tosse produtiva, baixa aceitação alimentar, desorientação e alucinações visuais (vê aranhas na parede do quarto)], qual a melhor conduta?
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Q3582186 Medicina
Em relação às complicações respiratórias pós-operatórias, todas as alternativas estão corretas, EXCETO,
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Q3578778 Medicina
Um homem de 55 anos, tabagista, procura atendimento com queixa de tosse produtiva crônica, perda de peso e hemoptise ocasional. A radiografia mostra infiltrado cavitado no lobo superior direito. Nesse sentido, é INCORRETO afirmar que:
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Q3568971 Medicina
O estado de mal asmático, condição de obstrução brônquica persistente e refratária à terapêutica padrão, configura emergência respiratória com risco iminente de exaustão muscular ventilatória e parada respiratória. Considerando as recomendações da Global Initiative for Asthma (GINA) e da American Thoracic Society, selecione a proposição que melhor representa conduta farmacológica ou suporte ventilatório em conformidade com o manejo avançado da crise grave. 
Alternativas
Respostas
1401: E
1402: B
1403: E
1404: A
1405: D
1406: C
1407: E
1408: E
1409: C
1410: C
1411: E
1412: C
1413: C
1414: C
1415: E
1416: A
1417: B
1418: C
1419: D
1420: E