Questões de Concurso Sobre pneumologia em medicina

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Q3822208 Medicina
Mulher de 26 anos tem história de tosse crônica com secreção amarelada associada a dispneia ao subir escadas rapidamente. Ela fuma trinta cigarros por dia, com histórico de 13 anos-maço. Os testes de função pulmonar revelam (% do previsto): VEF1: 94%; capacidade vital forçada: 94%; capacidade pulmonar total: 107%; capacidade pulmonar de difusão de monóxido de carbono (TLCO): 57%. A radiografia e tomografia realizadas são mostradas a seguir:
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O exame que mais provavelmente deve confirmar a principal hipótese diagnóstica é
Alternativas
Q3822204 Medicina
Homem de 53 anos refere quadro de febre e dispneia progressiva há uma semana. Ele tem infecção pelo HIV, mas abandonou o tratamento há cinco anos. Não se sabe a contagem recente de linfócitos CD4 ou a carga viral do HIV. A gasometria arterial revela uma PaO2 de 51 mmHg em ar ambiente. A radiografia de tórax é mostrada a seguir:
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O lavado broncoalveolar é positivo para material com coloração de prata metenamina.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, constitui o tratamento antimicrobiano mais adequado:
Alternativas
Q3821115 Medicina
Homem de 72 anos, tabagista de longa data, foi diagnosticado com um câncer de pulmão em estádio inicial e será submetido à ressecção cirúrgica pulmonar com intento curativo. Tem diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica, não sendo usuário de oxigênio domiciliar. Não tem outros antecedentes dignos de nota.
Sobre a avaliação pré-operatória para esse paciente, assinale a alternativa que apresenta a melhor predição para complicações pós-operatórias pulmonares.
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Q3820629 Medicina
Mulher de 72 anos é atendida em consulta de retorno. O histórico é positivo para tabagismo de 25 anos-maço e DPOC (grau 3; grupo B). Recentemente, ela teve pneumonia com infiltrado persistente no lobo inferior direito observado na radiografia de tórax. A paciente foi tratada com antibiótico. Seu peso permaneceu estável, e ela não apresentou febre ou sudorese noturna. Após seis semanas, uma radiografia de tórax de acompanhamento não apresentou alterações. Uma tomografia é então realizada e mostrada a seguir (a parte sólida do nódulo é de 7 mm):
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Quanto a essa paciente, o próximo passo mais apropriado é
Alternativas
Q3820620 Medicina
Homem de 21 anos é internado em um centro de desintoxicação devido ao uso de drogas injetáveis com heroína. Ele relata mal-estar, mas não apresenta febre ou tosse. Ao exame físico: temperatura: 37,1 ºC; pressão arterial: 162 x 82 mmHg; frequência cardíaca: 100 bpm; pele: cicatrizes eritematosas nas mãos e nos braços. Um teste tuberculínico (TT) é administrado e lido em 48 horas. A área endurecida tem 8 mm de diâmetro, e o eritema tem 15 mm de diâmetro. As sorologias virais são negativas.

A conduta recomendada é
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Q3820617 Medicina
Homem de 50 anos é internado com quadro de tosse há duas semanas, com expectoração clara associada a febre, anorexia e mal-estar. Não há antecedente mórbido, mas é fumante atual de vinte cigarros por dia há vinte anos. Ao exame físico: SatO2: 91% em ar ambiente; taquipneico; há sibilos bilaterais leves à ausculta. Exames séricos à chegada: proteína C reativa: 170 mg/L (normal: até 10); hemoglobina: 11,7 g/dL; neutrófilos: 24.000/mm3. A radiografia de tórax do paciente na admissão é mostrada a seguir: 
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No quinto dia de internação, a hemoglobina é 6,7 g/dL (normocrômico e normocítico). O esfregaço sanguíneo mostra acentuada aglutinação de hemácias com esferócitos, policromasia e hemácias nucleadas. Demais exames séricos: reticulócitos: 10%; lactato desidrogenase: 910 U/L; bilirrubina direta: 3,7 mg/dL; teste de antiglobulina direta é fortemente positivo (4+) para anti-C3d, mas negativo para anti-IgG.
Com esses dados descritos, qual é a principal hipótese diagnóstica ?
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Q3820613 Medicina
Mulher de 52 anos apresenta quadro de quatro semanas de dispneia progressiva, dor torácica do lado esquerdo e tosse seca. O histórico é relevante para histerectomia para miomas uterinos há três anos. A oximetria de pulso é de 93% em ar ambiente. Exames séricos: hemoglobina: 9,8 g/dL; d-dímero: 770 ng/mL. O ultrassom mostra derrame pleural esquerdo, e a toracocentese revela: líquido amarelado e levemente turvo; proteína: 6,1 g/dL; lactato desidrogenase: 5.910 UI/L; pH: 7,44; adenosina deaminase: 12,1 UI/L; contagem de leucócitos: 157.109 células/mm3 (78% linfócitos); coloração de Gram e cultura para bactérias e fungos permanecem negativos; a citologia mostra linfócitos abundantes sem células malignas. Imagens da tomografia realizada são mostradas a seguir:
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Considerando a principal hipótese diagnóstica, o exame que mais provavelmente pode estabelecer o diagnóstico é
Alternativas
Q3820608 Medicina
Paciente de 58 anos com DPOC apresenta-se em condição estável. Nos últimos doze meses, ele teve duas exacerbações, uma das quais exigiu hospitalização. Ele usa regularmente tiotrópio (2,5 mg/dia) e formoterol (12 μg, duas vezes ao dia) inalatórios; a medicação oral consiste em roflumilaste (500 mg/dia). A hipertensão arterial é bem controlada com metoprolol (50 mg/dia) e ramipril (10 mg/dia).

A próxima conduta recomendada é
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Q3820572 Medicina
Homem, 70 anos, tabagista 30 maços/ano, DPOC GOLD D. Apresenta-se à emergência com quadro de dispneia intensa, uso de musculatura acessória e cianose. Sinais vitais: frequência respiratória em 34 ipm, frequência cardíaca de 118 bpm, pressão arterial 138 x 86 mmHg e saturação de oxigênio de 77% em ar ambiente. Realizada gasometria venosa com paciente com oferta de oxigênio via cateter nasal a 2 L/min: pH 7,27; PaCO2 68; PaO2 59; HCO3 - 30. Dosagem de eletrólitos: K? 4,2; Mg2+ 1,5; Na 135. Radiografia de tórax com hiperinsuflação pulmonar, sem áreas de opacidades, consolidações ou atelectasias, seios costofrênicos livres e área cardíaca normal. Qual a conduta inicial mais adequada?
Alternativas
Q3820479 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Homem, 34 anos de idade, portador de asma desde a infância, chega à emergência com dispneia intensa, fala entrecortada e uso evidente de musculatura acessória. Relata início do quadro há cerca de 3 horas, sem melhora após várias nebulizações domiciliares com salbutamol. Ao exame físico: PA: 135 × 85 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 36 irpm; SpO2: 88% em ar ambiente. Murmúrio vesicular muito reduzido bilateralmente, com sibilos difusos e fala monossilábica. Gasometria arterial: pH: 7,33; PaCO2: 47 mmHg; PaO2: 62 mmHg; HCO3–: 23. Após três nebulizações sequenciais com β2-agonista e ipratrópio, permanece com dispneia grave, uso de musculatura acessória e dificuldade para falar.
Mesmo após tratamento otimizado, o paciente evolui com rebaixamento do nível de consciência e bradipneia, necessitando intubação orotraqueal (IOT). Após IOT e ventilação mecânica, as pressões de pico estão elevadas (> 50 cmH2O), e o capnograma mostra hipercapnia persistente (PaCO2: 70 mmHg), com auto-PEEP visível. O ventilador está em volume controlado, VC: 6 mL/kg; FR: 20 irpm; PEEP: 8 cmH2O; FiO2: 60%.

Qual deve ser o ajuste ventilatório inicial para reduzir o risco de barotrauma e hiperdistensão dinâmica nesse paciente?
Alternativas
Q3820478 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Homem, 34 anos de idade, portador de asma desde a infância, chega à emergência com dispneia intensa, fala entrecortada e uso evidente de musculatura acessória. Relata início do quadro há cerca de 3 horas, sem melhora após várias nebulizações domiciliares com salbutamol. Ao exame físico: PA: 135 × 85 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 36 irpm; SpO2: 88% em ar ambiente. Murmúrio vesicular muito reduzido bilateralmente, com sibilos difusos e fala monossilábica. Gasometria arterial: pH: 7,33; PaCO2: 47 mmHg; PaO2: 62 mmHg; HCO3–: 23. Após três nebulizações sequenciais com β2-agonista e ipratrópio, permanece com dispneia grave, uso de musculatura acessória e dificuldade para falar.
Qual deve ser a conduta imediata e prioritária nesse momento?
Alternativas
Q3820476 Medicina
Segundo as diretrizes da Global Initiative for Asthma (GINA), qual achado clínico indica intubação orotraqueal imediata na crise asmática?
Alternativas
Q3820471 Medicina
Paciente de 67 anos de idade, portadora de DPOC e diabetes mellitus tipo 2, comparece à consulta de revisão após alta hospitalar por pneumonia adquirida na comunidade. Encontra-se clinicamente estável, em seguimento ambulatorial, e relata calendário vacinal incompleto.

Considerando seu perfil clínico e o risco de complicações respiratórias e infecciosas, qual deve ser a prioridade em relação à vacinação para proteção contra desfechos graves segundo o calendário vacinal do adulto?
Alternativas
Q3820464 Medicina
Em pacientes com SDRA moderada a grave em ventilação mecânica invasiva, qual estratégia ventilatória está mais associada à redução de mortalidade segundo as diretrizes?
Alternativas
Q3820409 Medicina
Homem de 35 anos, asmático desde a infância, vem em uso de budesonida-formoterol (Symbicort® Turbuhaler) 12/400 mcg, 2 jatos, 2 vezes por dia, com técnica inalatória adequada.
Atualmente, está assintomático, não apresentou crises nem exacerbação nos últimos 6 meses, e não tem limitação para realizar atividades físicas. Vem para a consulta ambulatorial querendo orientações sobre a manutenção da medicação e traz consigo exames que foram solicitados para esse retorno:

•  Espirometria: VEF1  = 98% do previsto, pós-bronco-dilatador sem resposta significativa; •  FeNO: 12 ppb; •  Eosinófilos séricos: 80 céls/µL; •  IgE total: dentro da normalidade.

Qual alternativa indica a classificação e a conduta corretas com relação ao tratamento da asma para esse paciente?
Alternativas
Q3820388 Medicina
Paciente de 65 anos, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica, usuário de oxigênio domiciliar contínuo, terapia medicamentosa otimizada, vem ao pronto atendimento por febre, piora da tosse e do aspecto de sua secreção e piora da dispneia. Foi realizado raio X de tórax, que revelou pneumonia. O paciente encontra-se em franco desconforto respiratório, com uso de musculatura acessória; saturação de oxigênio de 76%. O prontuário do paciente traz a diretriz antecipada de não intubação e não ressuscitação cardiopulmonar; o paciente e os familiares reiteram esse desejo.

Qual é a conduta indicada diante desse cenário?
Alternativas
Q3820380 Medicina
Homem de 58 anos vai a uma consulta de retorno no ambulatório de clínica médica. Relata ser portador de bronquiectasias difusas, com diagnóstico após episódios de pneumonia de repetição na adolescência. Apresentou três episódios de exacerbação dos sintomas respiratórios no último ano. Ao exame clínico, apresenta: FC: 84 bpm; FR: 18 irpm; PA: 126  x  78 mmHg; T: 36,6  ºC. À ausculta pulmonar, identificam-se roncos difusos e estertores em bases. A espirometria mostra VEF1 68% do predito (VR: >  80%). Relata limitação importante nas atividades diárias devido à tosse produtiva crônica e à recorrência de infecções.
Considerando as estratégias terapêuticas a seguir, qual tem a melhor expectativa de benefício?
Alternativas
Q3820375 Medicina
Considerando um paciente com insuficiência respiratória aguda, o diagnóstico diferencial pode incluir os seguintes itens:
Alternativas
Q3820371 Medicina
Paciente do sexo masculino, de 68 anos, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica, atualmente em uso de formoterol-budesonida 12-400 mcg (uma inalação oral duas vezes ao dia) e tiotrópio 2,5 mcg (duas inalações orais uma vez ao dia), passa em consulta ambulatorial de reavaliação terapêutica. Já teve três exacerbações com necessidade de corticoterapia no último ano, sendo que, na última, foi admitido no hospital e permaneceu internado por cinco dias, sem necessidade de ventilação mecânica ou UTI. É ex-tabagista, segue abstêmio, é aderente a medicação, com técnica adequada de uso. Na avaliação clínica, não foram encontradas outras comorbidades a serem otimizadas.
As próximas alternativas terapêuticas adequadas a esse paciente, considerando particularidades de apresentação, são as seguintes, exceto:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: HIAE Prova: VUNESP - 2025 - HIAE - Acesso Direto |
Q3820192 Medicina
Um imigrante moçambicano de 35 anos, vivendo no Brasil há oito meses, divide um quarto com outros dez trabalhadores em moradia coletiva. Relata boa saúde, sem tosse, febre ou perda de peso. Foi identificado como contato domiciliar de caso bacilífero de tuberculose pulmonar confirmado na mesma residência. Realizou prova tuberculínica (PPD), com resultado de 5 mm, e radiografia de tórax normal. Não é HIV positivo e não tem comorbidades conhecidas.
Qual é a conduta mais adequada nesse caso?
Alternativas
Respostas
1321: C
1322: D
1323: A
1324: D
1325: E
1326: B
1327: C
1328: A
1329: C
1330: B
1331: C
1332: C
1333: C
1334: E
1335: C
1336: C
1337: B
1338: D
1339: D
1340: B