Questões de Concurso Sobre pneumologia em medicina

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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: HIAE Prova: VUNESP - 2025 - HIAE - Acesso Direto |
Q3820155 Medicina
Lactente de 12 meses com quatro episódios de sibilância desde os 8 meses, um deles com necessidade de hospitalização. Todos os episódios ocorreram após quadros respiratórios virais. Entre crises, permanece com sintomas respiratórios leves. Ao exame: eutrófico, eupneico, ausculta com roncos de transmissão, lesões eczematosas em fossas cubitais e poplíteas.
Com base no GINA 2025 para menores de 5 anos, qual a conduta terapêutica correta?
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: HIAE Prova: VUNESP - 2025 - HIAE - Acesso Direto |
Q3820125 Medicina
Uma paciente de 67 anos, do sexo feminino, está internada em leito de enfermaria para tratamento de infecção urinária complicada. Ao 5o dia de internação, inicia novo quadro febril (T: 38,2 ºC), associado a taquipneia (FR: 24 ipm) e taquicardia (FC: 110 bpm), normotensa (PA: 136 x 79 mmHg) e bem perfundida, além de ausculta com estertores crepitantes em base esquerda do tórax. Submetida a tomografia computadorizada, com achado compatível com processo infeccioso broncopneumônico multifocal. Foi escalonada antibioticoterapia de ceftriaxone para cefepime e vancomicina.

Quanto ao restante da investigação complementar, pode-se afirmar, exceto:
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: HIAE Prova: VUNESP - 2025 - HIAE - Acesso Direto |
Q3820123 Medicina
Paciente do sexo masculino de 19 anos de idade procura atendimento por queixa de crises de tosse, sibilos e falta de ar que tem acontecido de maneira quase diária. Tem antecedente pessoal apenas de asma e, apesar de fazer uso adequado de dispositivo inalatório de salbutamol – única medicação de que faz uso –, não tem tido controle de sintomas, o que já motivou duas idas à unidade de pronto atendimento nos últimos 6 meses, com uso de corticoterapia oral. Nunca foi intubado ou internado por crise. Ao exame, encontra-se bem, exceto pela ausculta pulmonar com sibilos difusos, sem desconforto respiratório em repouso e sem fala entrecortada, sem tiragens. Sinais vitais: pressão arterial: 128 x 67 mmHg, frequência cardíaca: 87 bpm, frequência respiratória: 17 ipm, saturação de oxigênio: 98%.

Qual a melhor estratégia terapêutica nesse momento?
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Q3820020 Medicina
Homem de 68 anos apresenta-se para uma consulta de seguimento de rotina na UBS/Estratégia de Saúde da Família. Ele tem Doença Pulmonar Ostrutiva Crônica (DPOC) diagnosticado, há oito anos, e tabagismo de 35 maços-ano, tendo cessado o consumo de tabaco há cinco anos. Atualmente, a terapêutica consiste de tiotrópio e salmeterol (LAMA + LABA), ao qual demonstra boa adesão. Apesar da terapêutica correta, o paciente relata dispneia persistente que impacta significativamente a sua qualidade de vida. A pontuação na escala de dispneia do Modified Medical Research Council (mMRC) é de 3. Essa limitação afeta a sua capacidade de realizar tarefas domésticas e atividades de lazer. No último ano, ele teve uma exacerbação moderada, que foi gerida em ambulatório com um ciclo de corticosteroide e antibioterapia orais. Os resultados laboratoriais recentes são notáveis por contagem sérica de eosinófilos de 96 células/mm3 . O paciente reside numa região caracterizada por invernos frios e verões quentes e úmidos, com alertas esporádicos sobre a qualidade do ar devido a incêndios florestais em áreas vizinhas.

A partir do quadro clínico apresentado, é correto afirmar que a conduta de escolha é
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Q3819960 Medicina
Um homem de 68 anos, portador de insuficiência cardíaca congestiva, encontra-se no primeiro dia de internação devido à queixa de dispneia progressiva, iniciada há alguns dias. Ao exame, apresentou macicez a punho- -percussão da base pulmonar direita, bem como murmúrio vesicular abolido. Radiografia de tórax evidencia velamento do seio costofrênico direito. Foi solicitada avaliação da cirurgia torácica que realizou toracocentese diagnóstico. No procedimento, houve saída de 600 mL de líquido claro. A relação proteína pleural/proteína sérica é de 0,2, e a relação DHL pleural/DHL sérica é de 0,4. A análise citológica negou malignidade. Houve melhora dos sintomas, mas a radiografia de controle mostrou falha na re-expansão pulmonar.

Considerando os achados e o caso clínico descrito, assinale a alternativa correta.
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Q3819943 Medicina
Homem de 75 anos com histórico de hipertensão e etilismo crônico encontra-se internado na enfermaria da cirurgia geral para tratamento de uma infecção de partes moles (erisipela). No segundo dia de internação, foi submetido à passagem de sonda nasoenteral devido à recusa alimentar. No 6o dia de internação, iniciou quadro de febre (38,9 ºC), taquipneia e alteração do nível de consciência. A ausculta torácica revela estertores crepitantes difusos. Radiografia de tórax mostra infiltrado pulmonar difuso bilateral.

Considerando o quadro clínico, assinale a alternativa correta.
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Q3819937 Medicina
Mulher, 66 anos de idade, com queixa de dispneia progressiva há um ano e tosse seca. Ex-tabagista 20 anos-maço. Sem outros antecedentes relevantes. Em espirometria, apresenta CVF de 68% do previsto e VEF1/CVF: 0,84. Tomografia de tórax mostra padrão de reticulado subpleural e basal, favo de mel e bronquiectasias de tração, sem vidro fosco significativo.

A terapia deve ser iniciada com
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Q3819925 Medicina
Mulher, 68 anos de idade, tabagista 75 anos-maço, apresenta dispneia e tosse há 2 anos. Fez espirometria, que mostrou VEF1 de 60% do predito e relação VEF1/VFC de 0,65. Apresentou um episódio de exacerbação da dispneia, com necessidade de internação hospitalar, uso de broncodilatadores e antibiótico há 4 meses.

A terapia ambulatorial ideal é
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Q3819831 Medicina
De acordo com as recomendações da AMIB e os critérios de Berlim para SDRA, é indicada a ventilação mecânica protetora isolada (sem necessidade imediata de manobras de recrutamento ou estratégias avançadas) como tratamento inicial da síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) quando houver SDRA
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Q3819826 Medicina
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente de 72 anos, do sexo masculino, ex-tabagista de 40 anos-maço, encontra-se internado na UTI por piora aguda da dispneia em contexto de infecção respiratória. Relata que, há cerca de cinco anos, apresenta dispneia progressiva, tosse crônica produtiva com escarro esbranquiçado e limitação funcional importante, com acentuada piora no último ano. Teve duas exacerbações no último ano, uma delas tratada com corticoide oral, sem necessidade de internação prévia. Na UTI, o exame físico revela expiração prolongada, roncos difusos e leve cianose labial. A espirometria prévia confirma DPOC obstrutiva grave e mostra: VEF1: 40% do previsto; VEF1/CVF: < 0,7. Escalas de avaliação antes da internação: mMRC: 3, CAT: 18.
Paciente evolui com piora súbita da dispneia, uso de musculatura acessória e aumento do trabalho respiratório, apresentando gasometria arterial inicial de pH igual a 7,28 e PaCO2 igual a 58 mmHg, além de dessaturação ao ar ambiente. Está consciente, cooperativo e sem contraindicações formais para suporte ventilatório.

Qual é a intervenção inicial recomendada na UTI para manejo da exacerbação aguda desse paciente?
Alternativas
Q3819825 Medicina
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente de 72 anos, do sexo masculino, ex-tabagista de 40 anos-maço, encontra-se internado na UTI por piora aguda da dispneia em contexto de infecção respiratória. Relata que, há cerca de cinco anos, apresenta dispneia progressiva, tosse crônica produtiva com escarro esbranquiçado e limitação funcional importante, com acentuada piora no último ano. Teve duas exacerbações no último ano, uma delas tratada com corticoide oral, sem necessidade de internação prévia. Na UTI, o exame físico revela expiração prolongada, roncos difusos e leve cianose labial. A espirometria prévia confirma DPOC obstrutiva grave e mostra: VEF1: 40% do previsto; VEF1/CVF: < 0,7. Escalas de avaliação antes da internação: mMRC: 3, CAT: 18.
De acordo com a classificação GOLD 2025, considerando sintomas e risco de exacerbações, esse paciente deve ser enquadrado no grupo
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Q3819788 Medicina
Criança de 2 anos, previamente saudável, apresenta febre alta, há 3 dias, tosse produtiva e taquipneia (RR: 54 irpm). Ao exame físico: tiragem subcostal, estertores crepitantes difusos e murmúrio vesicular diminuído em base direita. Saturação de O2: 93% em ar ambiente. Radiografia de tórax mostra infiltrado alveolar em lobo inferior direito. Diante dos dados apresentados, qual o diagnóstico provável e o manejo inicial indicado?
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Q3819784 Medicina
Menina de 6 anos, previamente saudável, apresenta tosse seca há 3 semanas, febre vespertina e perda de peso de 2 kg no último mês. O exame físico revela estertores finos em ápice pulmonar direito e linfonodo cervical de 1,5 cm, móvel e indolor. A radiografia de tórax mostra infiltrado heterogêneo no terço superior do pulmão direito com discreta adenomegalia hilar. O teste tuberculínico (PPD) apresenta 12 mm, e o IGRA (interferon-gama release assay) é positivo. A baciloscopia de escarro é negativa em três amostras.

Diante do caso clínico mencionado, qual o diagnóstico provável e a conduta adequada?
Alternativas
Q3819770 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente de 67 anos, tabagista 40 maços/ano, ex- -fumante há 3 anos, diagnosticado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), classificado como GOLD D há 4 anos (VEF₁: 38% do previsto). Faz uso de tiotrópio e formoterol regularmente, sem oxigenoterapia domiciliar. Chega ao pronto atendimento com dispneia intensa e aumento de volume de escarro purulento há 3 dias, evoluindo com cansaço progressivo e confusão mental nas últimas horas.

Ao exame físico: FR: 28 irpm, uso de musculatura acessória SatO₂: 82% em ar ambiente. PA: 138 × 86 mmHg; FC: 112 bpm; T: 37,8 °C.

Ausculta pulmonar com roncos difusos e sibilos esparsos.

Gasometria arterial pH: 7,28; PaCO₂: 68 mmHg; PaO₂: 54 mmHg; HCO₃⁻: 31 mEq/L.

Radiografia de tórax a seguir:


Q37_38.png (308×225)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Qual é a conduta inicial para esse paciente? 
Alternativas
Q3819769 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente de 67 anos, tabagista 40 maços/ano, ex- -fumante há 3 anos, diagnosticado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), classificado como GOLD D há 4 anos (VEF₁: 38% do previsto). Faz uso de tiotrópio e formoterol regularmente, sem oxigenoterapia domiciliar. Chega ao pronto atendimento com dispneia intensa e aumento de volume de escarro purulento há 3 dias, evoluindo com cansaço progressivo e confusão mental nas últimas horas.

Ao exame físico: FR: 28 irpm, uso de musculatura acessória SatO₂: 82% em ar ambiente. PA: 138 × 86 mmHg; FC: 112 bpm; T: 37,8 °C.

Ausculta pulmonar com roncos difusos e sibilos esparsos.

Gasometria arterial pH: 7,28; PaCO₂: 68 mmHg; PaO₂: 54 mmHg; HCO₃⁻: 31 mEq/L.

Radiografia de tórax a seguir:


Q37_38.png (308×225)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Qual o diagnóstico funcional mais provável, segundo a gasometria arterial?
Alternativas
Q3819743 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo masculino, 58 anos, tabagista de 40 maços/ano, portador de DPOC moderado.


Procura pronto-socorro com febre há 3 dias, tosse produtiva com expectoração purulenta e dispneia progressiva. Nas últimas 6 horas, evoluiu com rebaixamento do sensório e intensa dificuldade respiratória. O exame físico na sala de emergência apresenta: PA: 92 × 60 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 38 irpm; SatO₂: 82% em cateter nasal 5 L/min; T: 38,6 °C.


Escala de Glasgow: 12.


Estertores crepitantes difusos em hemitórax esquerdo e abolido em base.


Uso de musculatura acessória e tiragem intercostal.


Apresenta exames complementares: leucócitos: 18.400/mm³; creatinina: 1,9 mg/dL.


Gasometria em O₂: 5 L/min; pH: 7,28; PaO₂: 52 mmHg; PaCO₂: 58 mmHg; HCO₃⁻: 20 mEq/L; relação PaO₂/ FiO₂:110.


Radiografia de tórax a seguir:

Q10_11.png (340×269)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Qual fator está mais associado à mortalidade nesse quadro e qual é o principal mecanismo fisiopatológico?
Alternativas
Q3819713 Medicina

Homem de 48 anos, portador de asma há 20 anos, refere piora progressiva dos sintomas respiratórios nos últimos meses, apesar do tratamento otimizado com corticoides inalatórios e medicações de resgate. Refere sintomas de pirose e regurgitação frequentes. Faz uso inibidor de bomba de prótons (IBP) em dose plena, mas refere apenas uma melhora discreta nos sintomas.


A esse respeito, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q3818838 Medicina
Em relação ao escore CURB-65 para estratificação de gravidade na pneumonia adquirida na comunidade (PAC), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3818829 Medicina
Paciente com síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) moderada está em ventilação mecânica. Qual estratégia ventilatória é indicada?
Alternativas
Q3818825 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente jovem de 22 anos, portador de diabetes mellitus tipo 1 há 6 anos, chega ao pronto-socorro com história de náuseas, vômitos e dor abdominal difusa há 12 horas. Refere poliúria nos últimos dias. Ao exame físico: PA: 94 x 60 mmHg; FC: 118 bpm; FR: 32 irpm (respiração de Kussmaul); temperatura axilar: 37,5 °C; com mucosas secas, pulsos periféricos filiformes.


Apresenta nos exames complementares iniciais: glicemia: 468 mg/dL; gasometria arterial com pH: 7,12 e HCO₃⁻: 9 mEq/L; sódio: 135 mEq/L; potássio: 3,1 mEq/L e cetonemia: positiva.
Diante desse diagnóstico, qual deve ser a prioridade terapêutica ?
Alternativas
Respostas
1341: B
1342: B
1343: C
1344: E
1345: C
1346: A
1347: A
1348: E
1349: B
1350: A
1351: C
1352: C
1353: B
1354: C
1355: D
1356: B
1357: A
1358: C
1359: C
1360: C