Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:
Paciente de 72 anos, do sexo masculino, ex-tabagista de
40 anos-maço, encontra-se internado na UTI por piora aguda da dispneia em contexto de infecção respiratória. Relata
que, há cerca de cinco anos, apresenta dispneia progressiva,
tosse crônica produtiva com escarro esbranquiçado e limitação funcional importante, com acentuada piora no último ano.
Teve duas exacerbações no último ano, uma delas tratada
com corticoide oral, sem necessidade de internação prévia.
Na UTI, o exame físico revela expiração prolongada, roncos
difusos e leve cianose labial. A espirometria prévia confirma
DPOC obstrutiva grave e mostra: VEF1: 40% do previsto;
VEF1/CVF: < 0,7. Escalas de avaliação antes da internação:
mMRC: 3, CAT: 18.
Paciente evolui com piora súbita da dispneia, uso de
musculatura acessória e aumento do trabalho respiratório, apresentando gasometria arterial inicial de pH igual a
7,28 e PaCO2
igual a 58 mmHg, além de dessaturação
ao ar ambiente. Está consciente, cooperativo e sem contraindicações formais para suporte ventilatório.
Qual é a intervenção inicial recomendada na UTI para
manejo da exacerbação aguda desse paciente?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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