Questões de Concurso
Sobre oncologia em medicina
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Exames laboratoriais:
• Hemoglobina: 10,2 g/dL; leucócitos: 6.500/mm³; plaquetas: 180.000/mm³.
• AST (TGO): 180 U/L; ALT (TGP): 150 U/L; fosfatase alcalina: 980 U/L; GGT: 740 U/L.
• Bilirrubina total: 18 mg/dL (direta 15 mg/dL); albumina: 2,5 g/dL; INR: 1,6.
• Ultrassonografia abdominal: fígado aumentado e heterogêneo, com múltiplas lesões hiperecogênicas, dilatação das vias biliares intra-hepáticas, ascite moderada e linfonodos periportais aumentados.
Com base nos dados clínicos, laboratoriais e de imagem apresentados, o diagnóstico mais provável para a icterícia observada é
Considerando as diretrizes atuais do Programa Nacional de Imunização (PNI), assinale a opção que apresenta as recomendações para esses 2 casos.
A principal diferença entre essas unidades, em termos de atendimento oncológico, reside no fato de que
Considerando as diretrizes atuais para a prevenção do câncer de mama, a recomendação mais apropriada para uma mulher de 40 anos, com história familiar de câncer de mama em uma tia materna, mas sem outros fatores de risco conhecidos, é
Das opções a seguir, assinale a que representa a estratégia de prevenção primária mais eficaz do câncer de mama para essa paciente.
Diante desse caso, a conduta cirúrgica indicada é
A melhor conduta terapêutica com intenção curativa será
Ao exame físico, apresenta atrofia muscular difusa e hipoalbuminemia (2,8 g/dL). Não há evidências de sepse ou obstrução intestinal aguda.
Nesse caso, a conduta mais adequada em relação ao suporte nutricional pré-operatório será
Ao exame, apresenta icterícia, sem dor ou massas palpáveis. Exames laboratoriais mostram padrão colestático discreto. A tomografia abdominal evidencia lesão tumoral na cabeça do pâncreas com dilatação da via biliar. A biópsia por ultrassom endoscópico confirma adenocarcinoma pancreático.
Dos fatores a seguir, assinale o mais associado ao desenvolvimento desse tipo de tumor.
Ao exame físico, observa-se redução do murmúrio vesicular no terço superior do hemitórax direito.
A tomografia de tórax evidencia massa cavitada localizada no lobo superior direito. Foi agendada broncoscopia para investigação diagnóstica complementar.
Exames laboratoriais revelam:
• Hemoglobina: 13,4 g/dL (VR: 13,5–17,5 g/dL);
• Leucócitos: 7.200/mm³ (VR: 4.000–11.000/mm³);
• Plaquetas: 275.000/mm³ (VR: 150.000–450.000/mm³);
• Sódio sérico: 139 mEq/L (VR: 135–145 mEq/L);
• Potássio sérico: 4,1 mEq/L (VR: 3,5–5,0 mEq/L);
• Cálcio sérico: 12,5 mg/dL (VR: 8,5–10,5 mg/dL);
• Albumina sérica: 4,0g/dl (VR: 3,5-5,0 g/dL);
• Paratormônio: 5 pg/mL (VR: 15–65 pg/mL);
• Creatinina sérica: 0,9 mg/dL (VR: 0,7–1,3 mg/dL).
Com base nesse quadro clínico, o diagnóstico mais provável é
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Novos Caminhos no Tratamento de Tumores Desafiadores: Destaques do Congresso Europeu de Oncologia
A ciência segue avançando em busca de novas respostas contra o câncer, especialmente em tumores mais agressivos, que ainda desafiam os tratamentos tradicionais. Durante o Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2025), realizado em Berlim, pesquisadores de todo o mundo apresentaram resultados que trazem esperança para pacientes com câncer de pâncreas e tumores cerebrais, doenças conhecidas por seu comportamento difícil e ainda poucas opções terapêuticas eficazes.
Pesquisadores apresentaram em Berlim resultados animadores com novas drogas que bloqueiam uma mutação chamada KRAS, a mais comum nesse tipo de tumor e responsável por cerca de metade dos casos de câncer de pâncreas. Essa mutação está ligada ao crescimento mais rápido do câncer, à maior capacidade de invasão e à formação de metástases.
As novas medicações, conhecidas como drogas anti-KRAS, foram testadas em pacientes que já haviam passado por outros tratamentos e mostraram resultados promissores, com o controle da doença e redução do tamanho do tumor em boa parte dos casos.
Os resultados mostraram que aproximadamente metade das pacientes apresentou redução significativa do tumor, com boa tolerância ao tratamento. Embora o estudo ainda esteja em fase inicial, o achado representa um passo importante, já que aponta a possibilidade de uma terapia personalizada, direcionada ao perfil genético do tumor. É um avanço muito relevante em um campo onde as opções ainda são limitadas e cada novo passo pode significar mais tempo e qualidade de vida para os pacientes.
Outra área de destaque no congresso foi o estudo de cânceres cerebrais, os gliomas de alto grau ou glioblastomas. Esses tumores têm opções de tratamento, mas elas costumam trazer resultados modestos e o risco de recidiva é alto.
Uma das pesquisas mais comentadas trouxe uma nova estratégia com células CAR-T, tipo de imunoterapia celular já utilizada com sucesso em leucemias, linfomas e mielomas. Agora, essa técnica foi testada em tumores sólidos do cérebro.
O estudo, conduzido por um grupo de pesquisadores coreanos, incluiu 10 pacientes com glioblastoma recorrente, que receberam uma injeção de células CAR-T diretamente dentro do tumor. Os resultados foram animadores: 70% dos indivíduos tiveram controle da doença, e três apresentaram redução significativa do tumor, com resposta duradoura.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fernando-maluf-novos-caminhos-no-tratamento-de-tumores-desafiadores-destaques-do-congresso-europeu-de-oncologia/
Ao descrever o estudo coreano com células CAR-T, o texto sugere uma expansão das fronteiras da imunoterapia.
Considerando o contexto apresentado, qual é a principal inovação desse experimento?
Com base nisso, o que esse conceito representa na prática médica contemporânea?
Assinale a melhor opção de terapia farmacológica para o tratamento do quadro depressivo nesta paciente.
Nesse caso, a classificação e a melhor conduta inicial são
Nesse caso, o diagnóstico mais provável é o seguinte:
Nesse caso, a conduta adequada, segundo a evidência mais atual, é a seguinte: