Questões de Concurso
Sobre oncologia em medicina
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Refere: lesão ulcerada em glande; pequenos episódios de sangramento local; dor leve ocasional; mau odor local.
Antecedentes: tabagista (40 maços-ano); não circuncidado; história da fimose desde a juventude; higiene genital precária por muitos anos.
Exame Físico: PA: 130/78 mmHg; FC: 76 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Exame genital: lesão úlcero vegetante envolvendo glande; aproximadamente 2,5 cm; restrita à glande; sem acometimento evidente do corpo peniano.
Exame inguinal: ausência de linfonodos palpáveis.
Exames Complementares: biópsia: carcinoma epidermoide invasivo moderadamente diferenciado.
Ressonância Magnética: lesão limitada à glande; sem invasão dos corpos cavernosos; sem invasão uretral.
Tomografia de abdome e pelve: sem linfonodomegalias; sem metástases.
A melhor estratégia terapêutica inicial é
Refere: hematúria intermitente com coágulos; desconforto lombar esquerdo leve; ausência de febre; ausência de sintomas urinários irritativos.
Antecedentes: tabagismo de 60 maços-ano; hipertensão arterial sistêmica; DPOC leve.
Exame Físico: PA: 136/82 mmHg; FC: 78 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Abdome: sem massas palpáveis.
Exames Complementares: creatinina: 1,1 mg/dL; citologia urinária: positiva para células uroteliais de alto grau; urotomografia: lesão vegetante de 2,8 cm na pelve renal esquerda; realce após contraste; sem invasão de órgãos adjacentes; sem linfonodomegalias; ureterorrenoscopia diagnóstica: lesão papilífera extensa em pelve renal esquerda.
Biópsia: carcinoma urotelial de alto grau.
Tomografia de tórax: sem metástases.
O tratamento padrão recomendado é
Refere: ausência de hematúria; ausência de perda ponderal; ausência de febre; sem sintomas urinários.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; obesidade grau I; ex-tabagista.
Exame Físico: PA: 134/82 mmHg; FC: 76 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Exame abdominal: sem massas palpáveis.
Exames Complementares: Creatinina: 0,9 mg/dL; TFGe: 82 mL/min/1,73m².
Tomografia Computadorizada de Abdome: massa sólida cortical renal esquerda; 3,2 cm de diâmetro; realce heterogêneo após contraste; localização polar inferior; sem invasão de gordura perirrenal; sem trombo venoso; sem linfonodomegalias.
Classificação clínica: cT1aN0M0.
Tomografia de tórax: sem evidência de metástases.
A melhor estratégia terapêutica é
Refere: dor lombar contínua; fadiga; perda de 8 kg nos últimos 6 meses; sintomas urinários obstrutivos moderados.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; ex-tabagista.
Exame Físico: PA: 138/82 mmHg; FC: 78 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Toque retal: próstata endurecida; nódulo extenso em lobo direito; perda do sulco mediano.
Exames Complementares: PSA: 186 ng/mL.
Ressonância Magnética da Próstata: lesão PI-RADS 5; extensão extracapsular; invasão de vesícula seminal.
Biópsia Prostática: adenocarcinoma acinar; ISUP 5 (Gleason 4+5=9).
PET-PSMA: múltiplas metástases ósseas; linfonodos pélvicos acometidos; ausência de metástases viscerais.
A melhor estratégia terapêutica inicial é
Refere: sensação de peso escrotal; desconforto leve; ausência de dor intensa; sem sintomas urinários.
Antecedentes: criptorquidia direita corrigida aos 4 anos; sem outras comorbidades.
Exame Físico: PA: 122/74 mmHg; FC: 70 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Exame genital: testículo direito aumentado; nódulo endurecido intratesticular; aproximadamente 3 cm; testículo esquerdo sem alterações.
Exames Complementares: ultrassonografia escrotal: lesão sólida intratesticular direita; 3,2 cm; hipoecoica; hipervascularizada; marcadores tumorais: AFP: normal; β-hCG: discretamente elevada; LDH: elevada.
Procedimento realizado: orquiectomia radical inguinal direita.
Anatomopatológico: seminoma clássico; 3,4 cm; restrito ao testículo; sem invasão vascular; margens livres.
Tomografia de tórax, abdome e pelve: ausência de linfonodomegalias; ausência de metástases.
Assinale a opção correta em relação ao estadiamento e a melhor estratégia inicial.
Refere: noctúria duas vezes por noite; jato urinário discretamente enfraquecido; ausência de hematúria; ausência de dor óssea.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus tipo 2; ex-tabagista.
História familiar: irmão com câncer de próstata aos 62 anos.
Exame Físico: PA: 136/82 mmHg; FC: 74 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Toque retal: nódulo endurecido em lobo direito; perda parcial do sulco mediano.
Exames Complementares: PSA Total: 24,6 ng/mL.
Ressonância Magnética: lesão PI-RADS 5; contato capsular extenso; sem invasão de órgãos adjacentes.
Biópsia Prostática: adenocarcinoma acinar; gleason 4+4=8; ISUP Grupo 4; 8/12 fragmentos positivos.
PET-CT com PSMA: doença confinada à próstata; ausência de metástases.
A classificação de risco e a estratégia terapêutica potencialmente curativa mais adequada são:
Refere: dor lombar direita leve; sudorese noturna ocasional; redução do apetite.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; tabagismo prévio (35 maços-ano); obesidade.
Exame Físico: PA: 146/88 mmHg; FC: 82 bpm; temperatura: 36,6 °C.
Abdome: massa palpável no flanco direito.
Exames: hemoglobina: 11,2 g/dL; creatinina: 1,1 mg/dL; cálcio sérico: 10,9 mg/dL.
Tomografia de abdome e pelve: massa renal direita de 8,5 cm; realce heterogêneo; trombo tumoral limitado à veia renal direita; sem acometimento da veia cava inferior.
Tomografia de tórax: ausência de metástases pulmonares.
A melhor estratégia terapêutica é
Antecedentes: criptorquidia direita corrigida aos 8 anos; sem outras comorbidades.
Exame Físico: massa sólida intratesticular direita; testículo esquerdo sem alterações.
Ultrassonografia: lesão sólida intratesticular direita; 3,2 cm; hipoecoica; hipervascularizada.
Marcadores pré-operatórios: AFP: normal; β-HCG: discretamente elevado; LDH: elevado.
Tratamento realizado: orquiectomia radical inguinal direita.
Anatomopatológico: seminoma clássico; restrito ao testículo; margens livres; sem invasão do cordão espermático.
Estadiamento pós-operatório: tomografia de tórax: sem metástases; tomografia de abdome e pelve: sem linfonodomegalias; marcadores tumorais: normalizados.
A melhor conduta é
Antecedentes: tabagismo ativo (45 maços-ano); hipertensão arterial sistêmica.
Exame Físico: PA: 138/84 mmHg; FC: 80 bpm; temperatura: 36,6°C.
Exames: hemoglobina: 11,6 g/dL; creatinina: 1,0 mg/dL.
Cistoscopia: lesão vegetante na parede lateral direita da bexiga; aproximadamente 4 cm.
RTU de bexiga: anatomopatológico: carcinoma urotelial de alto grau; invasão muscular própria (T2).
Tomografia de tórax, abdome e pelve: sem metástases; sem linfonodomegalias suspeitas.
A melhor estratégia terapêutica é
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus tipo 2; ex-tabagista.
Exame Físico: PA: 136/84 mmHg; FC: 78 bpm; temperatura: 36,5°C.
Toque retal: próstata endurecida; nódulo extenso bilateral; perda do sulco mediano.
Exames: PSA: 128 ng/mL; fosfatase alcalina elevada; hemoglobina: 10,8 g/dL.
Ressonância: PI-RADS 5; invasão extracapsular; suspeita de acometimento de vesículas seminais.
Biópsia: adenocarcinoma acinar; gleason 4+5=9; ISUP 5.
Cintilografia óssea: metástases múltiplas em coluna, pelve e costelas.
PET-CT PSMA: metástases ósseas múltiplas; linfonodos pélvicos acometidos; sem metástases viscerais.
A melhor estratégia terapêutica inicial é
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; tabagismo prévio (35 maços-ano); obesidade grau I.
Exame físico: PA: 146/88 mmHg; FC: 82 bpm; temperatura: 36,5°C.
Abdome: massa palpável em flanco esquerdo; dor leve à palpação profunda.
Exames laboratoriais: hemoglobina: 11,2 g/dL; creatinina: 1,0 mg/dL; cálcio sérico: 11,1 mg/dL
Tomografia de abdome e pelve: massa renal esquerda heterogênea de 9,2 cm; infiltração da gordura perirrenal; trombo tumoral limitado à veia renal esquerda; sem invasão da veia cava inferior; sem metástases.
Tomografia de tórax: sem lesões secundárias.
A melhor conduta terapêutica é
Exames: hemoglobina: 13,8 g/dL; creatinina: 0,9 mg/dL; citologia urinária positiva para células uroteliais atípicas de alto grau.
Cistoscopia: lesão papilífera única em parede lateral esquerda da bexiga, com aproximadamente 2 cm.
RTU de bexiga: ressecção completa realizada.
Anatomopatológico: carcinoma urotelial papilífero; alto grau; estádio Ta; músculo detrusor presente; sem invasão muscular.
A melhor conduta complementar é
Antecedentes: hipertensão arterial controlada; dislipidemia; extabagista.
História familiar: pai com câncer de próstata aos 71 anos.
Exame físico: PA: 126/78 mmHg; FC: 74 bpm; IMC: 27 kg/m².
Toque retal: próstata de 42 g; nódulo endurecido em lobo direito; comprometimento inferior a 50% do lobo.
PSA: total: 8,6 ng/mL; livre/total: 12%.
Ressonância magnética: PI-RADS 4 em zona periférica direita; sem invasão extracapsular; sem invasão de vesículas seminais.
Biópsia por fusão: adenocarcinoma acinar; Gleason 3+4 = 7; ISUP 2; 3/12 fragmentos positivos.
Tomografia e cintilografia óssea sem metástases.
Considerando os achados, assinale a afirmativa correta.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; dislipidemia; extabagista.
Exames: creatinina: 0,9 mg/dL; TFG: 92 mL/min/1,73m².
tomografia contrastada: massa sólida no polo inferior do rim esquerdo de 3,2 cm; realce heterogêneo; sem invasão da gordura perirrenal; sem trombo venoso; sem linfonodomegalias.
A melhor conduta terapêutica, considerando a viabilidade de cirurgia preservadora de néfrons, é
Ao exame físico observa-se: massa abdominal endurecida em flanco esquerdo, de limites irregulares; equimoses periorbitárias bilaterais (“olhos de guaxinim”); discreta hipertensão arterial. A tomografia computadorizada demonstra uma massa heterogênea de 6,5 cm na topografia da glândula suprarrenal esquerda, contendo múltiplas calcificações e envolvendo parcialmente a aorta abdominal. A dosagem urinária de ácido vanilmandélico (VMA) e ácido homovanílico (HVA) encontra-se significativamente elevada.
O diagnóstico mais provável é
A tomografia computadorizada demonstra uma massa renal esquerda sólida, encapsulada, sem trombo em veia cava, sem ruptura tumoral e sem metástases pulmonares.
A conduta mais apropriada, segundo o protocolo clássico do Children’s Oncology Group (COG), é
A melhor conduta é
Durante o exame físico, é identificada uma massa firme e lisa em metade do abdômen à esquerda, não ultrapassando a linha média. Há ainda aniridia e hemihipertrofia. Os exames laboratoriais evidenciam policitemia, trombocitose e deficiência do fator VII.
A principal hipótese diagnóstica é
Diante desse quadro, assinale o diagnóstico mais provável.
O diagnóstico mais provável é