Questões de Concurso Sobre oncologia em medicina

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Q4313337 Medicina
Você responde a um parecer da clínica médica para um paciente de 56 anos, portador de cirrose hepática por hepatite C previamente tratada, acompanhado em ambulatório especializado. Tem diagnóstico de hipertensão portal com varizes de esôfago com um episódio de sangramento. Nos últimos 8 meses, apresentou dois episódios de ascite com necessidade de paracentese de alívio, um episódio de encefalopatia hepática revertido com tratamento clínico. Uma tomografia computadorizada evidencia um nódulo hepático único de 3,8 cm, com hipervascularização arterial e washout venoso, sem trombose portal ou evidência de metástases. Os exames laboratoriais mostram albumina de 2,8 g/dL, bilirrubina total de 2,9 mg/dL, INR de 1,9 e creatinina de 1,1 mg/dL. Após discussão em sessão clínica multidisciplinar, a conduta mais apropriada para o caso será  
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Q4312839 Medicina
Paciente de 62 anos, com diagnóstico prévio de anemia perniciosa e gastrite atrófica autoimune, é submetido a endoscopia de vigilância que revela múltiplos pequenos pólipos (menores que 1 cm) no fundo gástrico. A biópsia confirma tumor neuroendócrino (NET) gástrico, e os níveis séricos de gastrina estão elevados, com acloridria associada — achados compatíveis com NET gástrico Tipo I.
A conduta terapêutica mais apropriada para esse paciente é 
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Q4312837 Medicina
Paciente de 65 anos é submetido a gastrectomia subtotal com linfadenectomia por adenocarcinoma gástrico localmente avançado (T3N1). A peça cirúrgica é enviada para análise histopatológica, que confirma ausência de tumor residual macro ou microscópico nas margens cirúrgicas.
De acordo com a classificação de status de ressecção (R) descrita por Hermanek, esse resultado corresponde à seguinte categoria e implicação prognóstica:
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Q4312836 Medicina
Paciente de 64 anos é avaliado por perda ponderal progressiva, saciedade precoce e dor epigástrica constante, não aliviada pela alimentação, há 3 meses. Ao exame físico, o cirurgião palpa um linfonodo supraclavicular esquerdo endurecido e não doloroso, além de um nódulo periumbilical firme à palpação.
Esses dois achados de exame físico, clássicos de doença avançada no câncer gástrico, correspondem, respectivamente, aos linfonodos 
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Q4312828 Medicina
Paciente de 58 anos com adenocarcinoma de esôfago distal é estadiado como T3N1M0 (estádio III) após EUS, PET/CT e biópsia. Não há evidência de doença metastática a distância. O tumor é considerado localmente avançado, porém potencialmente ressecável.
A estratégia terapêutica de escolha para esse paciente é
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Q4312827 Medicina
Durante endoscopia de vigilância de esôfago de Barrett, é identificada uma lesão nodular de 1,2 cm. A ressecção endoscópica de mucosa (EMR) é realizada, e o exame histopatológico revela adenocarcinoma limitado à lâmina própria (T1a), bem diferenciado, sem invasão linfovascular.
Com base nesses achados histopatológicos, a conduta terapêutica mais apropriada é 
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Q4312816 Medicina
Na sessão clínica do seu Serviço de Cirurgia, discutiu-se o caso de um paciente de 67 anos, que procurou atendimento por alteração progressiva do hábito intestinal há oito meses. Ele relata episódios alternados de constipação e evacuações em pequeno volume, associadas a sensação de evacuação incompleta. Nos últimos três meses observou exteriorização de sangue misturado às fezes e perda ponderal de 9 kg. Refere ainda distensão abdominal intermitente e cólicas em flanco esquerdo.
Ao exame físico: Estado geral regular; IMC: 22 kg/m²; Frequência cardíaca: 94 bpm; Pressão arterial: 118/70 mmHg; Abdome discretamente distendido; Dor leve à palpação profunda do quadrante inferior esquerdo; Sem sinais de irritação peritoneal; Toque retal sem lesão palpável.
Exames laboratoriais: Hemoglobina: 9,9 g/dL; Ferritina reduzida; CEA: 12 ng/mL.
Uma colonoscopia identifica lesão estenosante e ulcerada localizada no cólon descendente distal, cuja biópsia demonstra adenocarcinoma moderadamente diferenciado. A tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve não evidencia metástases à distância nem invasão de órgãos adjacentes.
Considerando os princípios atuais da prática cirúrgica, a melhor interpretação diagnóstica, propedêutica e tratamento para o caso, será:
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Q4312810 Medicina
Homem de 68 anos procura atendimento por icterícia progressiva há três meses. Relata colúria intensa, hipocolia fecal, prurido generalizado incapacitante e perda ponderal de 12 kg. Nega episódios prévios de colelitíase ou pancreatite. Refere fadiga importante, porém pouca dor abdominal.
Ao exame físico: Estado geral regular; Icterícia cutaneomucosa (+++/4+); Escoriações cutâneas difusas pelo prurido; Frequência cardíaca: 86 bpm; Pressão arterial: 128/78 mmHg; Abdome flácido e indolor; Ausência de massa palpável; Vesícula biliar não palpável.
Exames laboratoriais: Bilirrubina total: 18,4 mg/dL; Bilirrubina direta: 15,7 mg/dL; Fosfatase alcalina de 1.120 U/L; Gama-GT: 1.380 U/L; CA 19-9 elevado; Alfafetoproteína normal.
Uma ultrassonografia evidencia dilatação importante das vias biliares intra-hepáticas, sem dilatação significativa do colédoco distal.
A melhor sequência de propedêutica diagnóstica, para classificação anatômica e tratamento potencialmente curativo, será:
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Q4312805 Medicina
Você é o médico responsável por um paciente de 68 anos, que foi encaminhado ao serviço de cirurgia digestiva após diagnóstico de adenocarcinoma de cabeça de pâncreas potencialmente ressecável. Após avaliação e discussão da conduta terapêutica, optou-se pela realização de uma duodenopancreatectomia cefálica (Whipple).
Durante a avaliação pré-operatória, relata perda ponderal involuntária de 15 kg nos últimos quatro meses (18% do peso corporal), anorexia importante, fadiga progressiva e redução significativa da ingestão alimentar nas últimas seis semanas. Refere diabetes mellitus tipo 2, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) moderada associada a tabagismo de 40 maçosano (ainda fumando), hipertensão arterial sistêmica e coronariopatia estável com colocação de stent farmacológico há três anos.
Ao exame físico, apresenta-se emagrecido, com índice de massa corporal de 18 kg/m². Observam-se perda muscular evidente em região temporal, deltoides e interósseos das mãos. A força de preensão manual encontra-se reduzida. Frequência cardíaca de 88 bpm, pressão arterial de 130/80 mmHg e saturação de oxigênio de 94% em ar ambiente.
Exames realizados mostram: Albumina sérica: 2,7 g/dL; Préalbumina reduzida; Hemoglobina: 9,4 g/dL; Hemoglobina glicada (HbA1c): 9,2%; Bilirrubina total: 11 mg/dL; Creatinina normal. Uma tomografia computadorizada não demonstra metástases e confirma doença potencialmente ressecável.
Considerando esse caso clínico, a melhor conduta antes da realização da cirurgia será 
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Q4312803 Medicina
Sua equipe cirúrgica discute a conduta a ser instituída para um paciente de 61 anos que apresenta fadiga progressiva, plenitude pós-prandial e desconforto epigástrico inespecífico há aproximadamente seis meses. Relata episódios intermitentes de melena nas últimas semanas e perda ponderal de 7 kg nos últimos seis meses. Nega vômitos, disfagia ou alteração do hábito intestinal.
Ao exame físico, está em bom estado geral, porém discretamente emagrecido. Apresenta mucosas hipocoradas (++/4+). O abdome é plano, flácido, indolor à palpação superficial, mas palpa-se massa pouco móvel e mal delimitada no epigástrio. Não há sinais de irritação peritoneal e não se observa linfonodomegalias.
O hemograma mostra hemoglobina de 8,7 g/dL, compatível com anemia ferropriva. Uma endoscopia digestiva alta evidencia abaulamento subepitelial na parede posterior do corpo gástrico, medindo aproximadamente 8 cm, com área central ulcerada. A ecoendoscopia demonstra lesão originada da muscular própria. A tomografia computadorizada de abdome evidencia massa gástrica exofítica de 8,5 cm, sem invasão de órgãos adjacentes e sem metástases hepáticas ou peritoneais.
Foi realizada biópsia guiada por ecoendoscopia, cujo resultado da imuno-histoquímica revela: CD117 (KIT): positivo; DOG1: positivo e CD34: positivo.
Diante desse quadro clínico a conduta mais apropriada será 
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Q4312801 Medicina
Na sessão clínica do seu hospital é apresentado o caso de um homem de 63 anos com disfagia progressiva há cinco meses. Inicialmente, ele apresentava dificuldade para deglutir carnes e pães, evoluindo posteriormente para dificuldade com alimentos pastosos e, nas últimas semanas, até mesmo com líquidos. Refere perda ponderal de 15 kg nos últimos seis meses, anorexia, fadiga progressiva e episódios ocasionais de dor retroesternal não relacionada ao esforço. Relata tabagismo de 50 maços-ano e etilismo pesado desde a juventude. Nega hematêmese.
Ao exame físico está emagrecido, com índice de massa corporal de 18 kg/m², mucosas hipocoradas (+/4+) e discreta atrofia muscular. Não há linfonodomegalias cervicais palpáveis. Tem auscultas pulmonar e cardíaca normais. O abdome não apresenta alterações.
Uma endoscopia digestiva alta evidencia lesão vegetante e ulcerada localizada no terço médio do esôfago, causando redução luminal significativa. A biópsia demonstra carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado.
O estadiamento prossegue com tomografia computadorizada de tórax e abdome, que não demonstra metástases à distância. A ecoendoscopia identifica invasão da camada muscular própria e da adventícia, sem invasão de estruturas adjacentes. Observam-se três linfonodos periesofágicos suspeitos, confirmando doença regional linfonodal.
O paciente apresenta bom desempenho funcional (ECOG 0) e avaliação cardiopulmonar favorável para tratamento multimodal.
Diante desse caso clínico, a conduta mais apropriada é
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Q4312800 Medicina
No seu Serviço de Cirurgia do Aparelho Digestivo dá entrada um homem de 67 anos, ex-tabagista, 40 maços-ano, que se queixa de epigastralgia moderada há aproximadamente seis meses, associada a plenitude pós-prandial precoce, anorexia progressiva e perda ponderal de 12 kg nesse período. Relata episódios ocasionais de náuseas e dois episódios recentes de melena. Nega hematêmese. Refere fadiga progressiva e redução importante da capacidade funcional. Possui história de gastrite crônica associada ao Helicobacter pylori, tratada há vários anos.
Quando do exame físico, encontra-se emagrecido, hipocorado (++/4+), com índice de massa corporal de 19 kg/m². Apresenta discreta dor à palpação profunda do epigástrio, sem sinais de irritação peritoneal. Observa-se linfonodo supraclavicular esquerdo endurecido, indolor e móvel, medindo aproximadamente 2 cm. Não há evidência de ascite.
Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina de 8,9 g/dL com padrão de anemia ferropriva. A endoscopia digestiva alta evidencia lesão ulceroinfiltrativa localizada na pequena curvatura do antro gástrico, medindo aproximadamente 5 cm. As biópsias confirmam adenocarcinoma gástrico moderadamente diferenciado.
Uma tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve não demonstra metástases hepáticas, pulmonares ou peritoneais evidentes. Diante da presença do linfonodo supraclavicular, foi realizada punção aspirativa guiada por ultrassonografia, que confirma infiltração metastática por adenocarcinoma gástrico.
Considerando os princípios de estadiamento e tratamento recomendados, a conduta mais apropriada será 
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Q4312571 Medicina
Homem de 62 anos, sem comorbidades relevantes, é diagnosticado com adenocarcinoma. A RNM de pelve demonstra tumor de 2,8 cm, situado há 9 cm da margem anal, bem diferenciado, sem invasão linfovascular, com margem circunferencial de ressecção livre. A TC de tórax, abdome e pelve não demonstra metástases a distância. Levando-se em consideração que o estadiamento clínico corresponde a T2N0M0, a conduta mais adequada para esse paciente é a 
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Q4312566 Medicina
Homem de 54 anos, sem comorbidades, é diagnosticado com adenocarcinoma de reto médio. A RNM de pelve demonstra tumor de 4,5 cm, T3N2M0, com margem circunferencial de ressecção ameaçada (distância tumor-fáscia mesoretal < 1 mm) e evidência de invasão vascular extramural. As tomografias de tórax, abdome e pelve não demonstram doença a distância. A conduta mais adequada para nesee caso é 
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Q4312564 Medicina
Mulher de 58 anos, sem comorbidades relevantes, é diagnosticada com carcinoma de células escamosas do canal anal após biópsia de lesão ulcerada de 3,5 cm identificada à anuscopia. O estadiamento clínico da doença mostra tratar-se de T2-N0-M0. A paciente é submetida a quimiorradioterapia conforme protocolo de Nigro modificado, com resposta clínica completa confirmada 26 semanas após o término do tratamento. A conduta mais adequada para essa paciente para os primeiros 2 anos de seguimento é: 
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Q4312557 Medicina
Paciente de 67 anos, sexo masculino, procura o pronto-socorro com icterícia progressiva há três semanas, colúria, perda ponderal de 12 kg nos últimos três meses, anorexia e dor contínua em região epigástrica irradiada para o dorso. Ao exame físico, apresenta icterícia cutaneomucosa, frequência cardíaca de 96 bpm, pressão arterial de 118 × 72 mmHg e vesícula biliar palpável, indolor. Os exames laboratoriais demonstram: bilirrubina total 12,4 mg/dL, bilirrubina direta 10,2 mg/dL, fosfatase alcalina 842 U/L, gama-glutamiltransferase 1.186 U/L, AST 168 U/L, ALT 194 U/L, CA 19-9 986 U/mL e CEA 9,2 ng/mL. A tomografia computadorizada de abdome com contraste evidencia massa sólida hipoatenuante de 3,8 cm na cabeça do pâncreas, causando dilatação simultânea do colédoco e do ducto pancreático principal (sinal do duplo ducto), sem evidências de metástases hepáticas ou pulmonares. O próximo passo mais apropriado na investigação diagnóstica desse paciente é 
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Q4312546 Medicina
Paciente de 48 anos, sexo masculino, procura atendimento por dispepsia progressiva, saciedade precoce e perda ponderal de 8 kg nos últimos quatro meses. Refere consumo frequente de bebidas alcoólicas apenas socialmente. Durante a consulta, sua esposa informa que o paciente ingere grande quantidade de álcool nos finais de semana há mais de 20 anos e tem comido menos quantidade de comida nos últimos meses após os sintomas gástricos. A endoscopia digestiva alta evidenciou extensa lesão vegetante, friável, irregular e intensamente vascularizada, comprometendo o corpo gástrico até a região pré pilórica. Foram realizadas múltiplas biópsias da lesão.

O resultado histopatológico mais provável e a conduta inicial mais adequada são: 
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Q4312543 Medicina
Paciente com 54 anos, sexo masculino, realizou colonoscopia após resultado positivo em teste de sangue oculto nas fezes. Foram identificados e removidos oito pólipos adenomatosos distribuídos pelo cólon. A análise histopatológica revela adenomas tubulares com displasia de alto grau, sem evidência de carcinoma invasivo. O paciente é orientado a repetir a colonoscopia em um ano por razão do elevado número de adenomas e do risco de recorrência. O aumento da atividade da seguinte enzima mais provavelmente contribuiria para a recorrência e progressão da neoplasia colônica desse paciente:   
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Q4312539 Medicina
Assinale a opção que apresenta a alteração genética geralmente relacionada à síndrome de Lynch.
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Q4312538 Medicina

Atenção: use o caso a seguir para responder à questão.


Uma paciente jovem, 29 anos, apresenta episódios de sangramento nas fezes em 2 ocasiões. Realiza uma colonoscopia que mostra um pólipo de pedículo largo (1 cm) medindo 3 cm a 15 cm da margem anal.


É realizada a polipectomia cujo histopatológico mostra adenocarcinoma bem diferenciado de aproximadamente 1cm, sem invasão angiolinfática e perineural, com margens radiais e profundas livres, tumor budding baixo e classificação Haggit 3. 

A seguinte síndrome deve ser suspeitada no caso: 
Alternativas
Respostas
301: D
302: B
303: C
304: E
305: E
306: A
307: D
308: E
309: E
310: B
311: A
312: E
313: B
314: E
315: C
316: C
317: B
318: D
319: A
320: D