Questões de Concurso
Sobre medicina intensiva em medicina
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Ao exame físico, apresenta PA 88/56 mmHg, FC 122 bpm, FR 28 irpm, SpO₂ 96% com oxigênio suplementar por cateter, enchimento capilar lentificado e extremidades frias, caracterizando o quadro de choque hemorrágico classe II.
O abdome está distendido, com defesa involuntária difusamente, dor à descompressão brusca e exteriorização de pequena quantidade de conteúdo entérico pela ferida. Após o protocolo inicial do ATLS, são obtidos dois acessos venosos calibrosos, inicia-se reposição volêmica balanceada e são coletados exames laboratoriais.
Com base no quadro clínico, a conduta mais apropriada é
Considerando as recomendações atuais de Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS/SAVC), assinale a alternativa CORRETA.
I. Considerando as recomendações atuais para suporte básico e avançado de vida no adulto, analise as afirmativas:
II. A identificação rápida da parada cardiorrespiratória e o início precoce de RCP de alta qualidade são componentes fundamentais do atendimento inicial.
III. A fibrilação ventricular e a taquicardia ventricular sem pulso são ritmos de parada passíveis de tratamento com desfibrilação.
IV. Na parada cardiorrespiratória por fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso, a desfibrilação precoce é uma intervenção fundamental, devendo-se minimizar as interrupções das compressões torácicas.
V. Assistolia e atividade elétrica sem pulso são ritmos chocáveis, devendo receber desfibrilação imediata como tratamento específico inicial.
Assinale a alternativa CORRETA:
Assinale a alternativa que apresenta o achado que indica maior necessidade de internação em unidade com suporte ventilatório imediato.
ECG: ondas Q em DII, DIII e aVF, sem novo supradesnivelamento.
Radiografia de tórax: edema pulmonar bilateral.
Ecocardiograma transtorácico à beira-leito: função sistólica global moderadamente reduzida, hipocinesia inferior, jato regurgitante excêntrico de difícil quantificação, sem derrame pericárdico.
Cateter de artéria pulmonar: pressão de oclusão pulmonar elevada, com ondas sistólicas proeminentes no traçado.
A combinação mais compatível com a fisiopatologia do quadro e a conduta prioritária é:
À avaliação hemodinâmica, observam-se:
Pressão venosa central: 18 mmHg;
Pressão de oclusão da artéria pulmonar: 22 mmHg;
Índice cardíaco: 1,8 L/min/m2 ;
Resistência vascular sistêmica: elevada;
Saturação venosa mista de oxigênio: reduzida;
Ecocardiograma à beira-leito: disfunção sistólica ventricular esquerda global, sem sinais de tamponamento cardíaco ou disfunção valvar aguda relevante.
A conduta inicial mais adequada é:
I – A hiperinsuflação dinâmica e a pressão positiva intrínseca ao final da expiração podem reduzir o retorno venoso e contribuir para hipotensão.
II – A elevação ou a normalização da pressão arterial de dióxido de carbono, diante de piora clínica, pode indicar fadiga ventilatória e obstrução grave.
III – O aumento da ventilação-minuto e o encurtamento do tempo expiratório reduzem o aprisionamento aéreo e aceleram a correção segura da hipercapnia.
IV – A redução da frequência respiratória, o aumento do fluxo inspiratório, o prolongamento da expiração e a hipercapnia permissiva podem limitar a hiperinsuflação dinâmica.
V – O desaparecimento dos sibilos durante esforço respiratório crescente indica recuperação do fluxo e redução da gravidade da exacerbação.
Estão corretas, apenas, as afirmativas: