Questões de Concurso Comentadas sobre mastologia em medicina

Foram encontradas 1.431 questões

Q3821176 Medicina
Para responder à questão, leia o caso a seguir:


Mulher de 52 anos vem ao consultório ginecológico referindo aparecimento de nódulo em mama esquerda há cerca de 2 meses. Como antecedentes ginecológicos: menarca aos 15 anos, 1 parto anterior, nega uso de método anticoncepcional hormonal previamente. Menopausa há 1 ano. Nega antecedentes familiares de câncer de mama. Ao exame físico: mamas de grande volume, com nódulo irregular, indolor de cerca de 2 cm em QSL de mama esquerda. Linfonodos não palpáveis. Secreção papilar negativa. À mamografia: imagem nodular isodensa, de contornos espiculados, medindo 2 cm, classificação: BI-RADS 5.
Após a propedêutica, identificado nódulo com orientação não paralela à pele, com margens macrolobuladas, com halo ecogênico, fenômeno acústico posterior misto, localização às 11h de quadrante superolateral de mama E, medindo 2 x 1,1 cm, com classificação BI-RADS 4. O anatomopatológico revelou carcinoma ductal invasivo grau II, com área de necrose.

Assinale a alternativa que apresenta a conduta cirúrgica adequada.
Alternativas
Q3821175 Medicina
Para responder à questão, leia o caso a seguir:


Mulher de 52 anos vem ao consultório ginecológico referindo aparecimento de nódulo em mama esquerda há cerca de 2 meses. Como antecedentes ginecológicos: menarca aos 15 anos, 1 parto anterior, nega uso de método anticoncepcional hormonal previamente. Menopausa há 1 ano. Nega antecedentes familiares de câncer de mama. Ao exame físico: mamas de grande volume, com nódulo irregular, indolor de cerca de 2 cm em QSL de mama esquerda. Linfonodos não palpáveis. Secreção papilar negativa. À mamografia: imagem nodular isodensa, de contornos espiculados, medindo 2 cm, classificação: BI-RADS 5.
Assinale a alternativa que apresenta a propedêutica adequada.
Alternativas
Q3820015 Medicina
Homem transgênero de 51 anos com histórico de depressão e tabagismo comparece para acompanhamento anual. Ele fez a transição social aos 18 anos e tem feito o tratamento semanal com testosterona subcutânea desde então. O tratamento de afirmação de gênero incluiu histerectomia e ooforectomia, além do uso de bandagens para diminuir o tamanho dos seios. Ele diz estar feliz com seu humor, a masculinização geral e a aparência física. Ao exame físico: sinais vitais normais: IMC: 29,5 kg/m²; aparência totalmente masculinizada; seios no estágio 5 de Tanner e uso de um colete; sua pontuação no Ferriman-Gallwey é 24. Os resultados laboratoriais anuais dos hormônios sexuais estão normais. Nesse momento, constitui a próxima conduta adequada:
Alternativas
Q3820002 Medicina
Mulher de 52 anos, nulípara, menopausa há 1 ano. Submetida à mamografia de rotina, que evidenciou: área em QSL de mama esquerda, demonstrando calcificações “em pipoca”.

Considerando-se o exposto, assinale a alternativa que representa a orientação adequada à paciente.
Alternativas
Q3818878 Medicina
Mulher de 53 anos foi submetida à mamografia acompanhada de ultrassonografia mamária como método de rastreamento. Ao ultrassom, apresentou nódulo de 1,5 cm, em junção dos quadrantes laterais da mama D, com maior eixo perpendicular à pele, limites irregulares, sem reforço acústico posterior. A mamografia revelou calcificação grosseira em região do nódulo e axilas com linfonodos de aspecto habitual.

Esse achado deve corresponder à classificação BI-RADS ______________, e a conduta correta é solicitar _____________.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
Alternativas
Q3817599 Medicina

Sobre o câncer de mama, assinale a alternativa correta:


Alternativas
Q3812828 Medicina
O tumor Filoide (tumor Phyllodes) da mama, mais comum entre 30 e 50 anos de idade, possui aspectos clínicos parecidos com os do Fibroadenoma, mas habitualmente apresenta maior volume e crescimento rápido. Histologicamente, ele se caracteriza por lesões proliferativas fibroepiteliais e maior celularidade do estroma. Em uma mulher com 40 anos de idade, com nódulo palpável e diagnóstico anátomo patológico por biópsia com agulha grossa (Core Biopsy) de tumor Filoide na mama, recomenda-se
Alternativas
Q3812827 Medicina
Leia o caso a seguir.
A hiperplasia ductal com atipias na mama se enquadra no capítulo de “lesões precursoras ou marcadoras de risco” para câncer de mama. Uma mulher, com 45 anos de idade, após realização de uma biópsia com agulha grossa (Core Biopsy) na mama, apresenta um diagnóstico anatomopatológico de hiperplasia ductal com atipias.
Neste caso, qual deve ser a conduta recomendada?
Alternativas
Q3812826 Medicina
A mamografia é o exame de imagem usualmente recomendado para rastreamento do câncer de mama devido à sua eficácia na detecção precoce da lesão. A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e o Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) recomendam iniciar a realização de mamografia de rastreamento
Alternativas
Q3812824 Medicina
Leia o caso a seguir.

Em uma mulher de 34 anos, nulípara, sem história familiar ou pessoal de câncer de mama, com queixa de mastalgia bilateral e com exame físico sem evidência de nódulos palpáveis nas mamas, foi realizado exame de ultrassonografia que evidenciou uma imagem nodular hipoecoica, homogênea, circunscrita, medindo 1,2 cm em seu maior diâmetro localizada no QSL da mama esquerda. No laudo do exame, a conclusão é de uma imagem ACR-BIRADS® (Breast Imaging Reporting and Data System) categoria 3.


Qual deve ser a conduta inicial em relação ao achado ultrassonográfico?
Alternativas
Q3812788 Medicina
O tipo histológico de câncer de mama mais comum é o carcinoma
Alternativas
Q3812228 Medicina
Leia o caso a seguir.
Paciente 53 anos, com antecedente pessoal de câncer de mama há 5 anos, menopausada, queixa-se de ondas de calor acompanhadas de sudorese, com frequência elevada durante o dia e a noite, com impacto importante na qualidade de vida. Já fez uso de fitoterapia e acupuntura, sem resultado.

Para casos similares, dentre os tratamentos não hormonais da menopausa, o antagonista da neurocinina-3 é um dos medicamentos aprovados pelo FDA para sintomas vasomotores. Qual é a medicação que possui esse mecanismo de ação? 
Alternativas
Q3792388 Medicina
Paciente de 53 anos, menopausa há 2 anos, procura consultório com queixa de fogachos intensos (12- 15 episódios/dia), sudorese noturna, insônia, irritabilidade e dispareunia. Sintomas interferem significativamente em sua qualidade de vida e trabalho. Refere também secura vaginal importante. Nega sangramento vaginal. História ginecológica: G3P3, último parto aos 32 anos, não amamentou (opção pessoal). Histerectomia total aos 46 anos por miomatose uterina (benigna), ovários preservados. História familiar: mãe diagnosticada com câncer de mama aos 58 anos (RE positivo, tratada com cirurgia e hormonioterapia, atualmente com 78 anos, sem recidiva). Irmã saudável, 55 anos. Tia paterna com câncer de ovário aos 65 anos. História pessoal: hipertensão arterial controlada (losartana 50 mg/dia), sem diabetes. Nega tabagismo. IMC: 27 kg/m². Exame físico: PA: 128/82 mmHg. Exame ginecológico: atrofia vulvovaginal acentuada. Mamas sem nódulos ou alterações. Mamografia realizada há 6 meses: mamas heterogeneamente densas (ACR tipo C), sem nódulos ou microcalcificações, BI-RADS 1. Considerando os sintomas climatéricos intensos e a história familiar de câncer de mama, qual a melhor orientação sobre terapia hormonal?
Alternativas
Q3792387 Medicina
Paciente de 38 anos, nuligesta, procura consultório com queixa de dor bilateral nas mamas há 8 meses, com piora progressiva. Refere dor intensa que irradia para axilas e braços, principalmente na segunda fase do ciclo menstrual (10 dias antes da menstruação), com melhora parcial após menstruação. Dor interfere em atividades diárias e sono. Nega nódulos palpáveis, descarga papilar ou alterações cutâneas. Ciclos menstruais regulares (28 dias). Usa anticoncepcional oral combinado (etinilestradiol 30 mcg + levonorgestrel 150 mcg) há 5 anos. Nega história familiar de câncer de mama. IMC: 29 kg/m². Consome 4-5 xícaras de café/dia. Ao exame físico: mamas simétricas, difusamente nodulares (aspecto fibrocístico), sem nódulos dominantes, sem alterações cutâneas ou axilares. Dor bilateral à palpação, mais intensa em quadrantes superiores externos. Mamografia (realizada há 3 meses): mamas heterogeneamente densas (ACR tipo C), múltiplos cistos bilaterais, sem nódulos sólidos ou microcalcificações, BI-RADS 2. Ultrassonografia: múltiplos cistos simples bilaterais, sem massas sólidas. Considerando o diagnóstico de mastalgia cíclica intensa e as opções terapêuticas disponíveis, qual a melhor sequência de conduta?
Alternativas
Q3792386 Medicina
Paciente de 42 anos, nuligesta, procura atendimento referindo nódulo palpável em mama direita há 4 meses, com crescimento progressivo. Nega dor, descarga papilar ou alterações cutâneas. História familiar negativa para câncer de mama. Ao exame físico: nódulo de aproximadamente 5 cm em QSL de mama direita, móvel, bem delimitado, consistência fibroelástica, indolor. Linfonodo axilar palpável de 1 cm, móvel. Mamografia: nódulo ovalado, circunscrito, de alta densidade, medindo 52 mm, sem microcalcificações, BI-RADS 3. Ultrassonografia: nódulo sólido, ovalado, hipoecoico, heterogêneo, com algumas fendas internas, bem delimitado, medindo 54 x 38 x 42 mm, sem sombra acústica. Vascularização periférica e central ao Doppler. Linfonodo axilar reacional. Core biopsy guiada por ultrassom: neoplasia fibroepitelial de baixo grau, estroma hipercelular, mitoses 3/10 CGA, sem atipias epiteliais, margens não avaliáveis. Imunohistoquímica: Ki-67 15%. Considerando o diagnóstico anatomopatológico e as características clínicas, qual a conduta mais adequada?
Alternativas
Q3792385 Medicina
Paciente de 48 anos, procura consultório para avaliação de risco de câncer de mama. Relata que a irmã foi recentemente diagnosticada com câncer de mama aos 52 anos (triplo negativo). Mãe falecida aos 65 anos por câncer de ovário. Tia materna teve câncer de mama bilateral aos 45 anos. Paciente está preocupada com seu risco. História pessoal: menarca aos 12 anos, G2P2 (primeiro parto aos 28 anos), amamentou por 1 ano cada filho, não usa terapia hormonal. Nega tabagismo. IMC: 24 kg/m². Exame físico das mamas: sem nódulos ou alterações. Mamografia de rastreamento realizada há 6 meses: mamas heterogeneamente densas (ACR tipo C), sem nódulos ou microcalcificações, BI-RADS 1. Paciente questiona sobre teste genético para mutações BRCA e possibilidade de mastectomia profilática. Considerando a história familiar e as opções de rastreamento e prevenção, qual a melhor orientação inicial para esta paciente?
Alternativas
Q3792384 Medicina
Puérpera de 26 anos, primípara, no 5º dia pós-parto, em aleitamento materno exclusivo, procura atendimento referindo que as mamas estão "muito cheias, duras e doloridas" desde o dia anterior. Refere dificuldade para o bebê pegar a mama devido à tensão areolar. Nega febre, calafrios ou sinais inflamatórios focais. Parto vaginal sem intercorrências, alta hospitalar no 2º dia pós-parto. Ao exame físico: Tax: 36,8 °C, estado geral bom. Ambas as mamas aumentadas de volume, difusamente endurecidas, quentes, brilhantes, tensas, com dor à palpação. Aréolas distendidas e aplanadas. Mamilos sem fissuras. Sem áreas de eritema localizado ou flutuação. Expressão láctea difícil devido à tensão mamária. Observação da mamada: bebê apresenta dificuldade na pega devido ao aplanamento areolar, sucção fraca e curta, choro após tentativas. Considerando o quadro clínico e o diagnóstico mais provável, qual a conduta inicial mais adequada?
Alternativas
Q3792383 Medicina
Paciente de 35 anos, G2P2, em aleitamento materno exclusivo há 6 meses, comparece ao consultório com queixa de nódulo palpável em mama direita há 2 meses, que aumentou discretamente de tamanho. Nega dor, hiperemia, febre ou descarga papilar. História obstétrica: último parto há 6 meses (cesariana sem intercorrências). História familiar: mãe com câncer de mama aos 58 anos (receptor hormonal positivo). Ao exame físico: mama direita com nódulo palpável de aproximadamente 3 cm em QSL móvel, consistência elástica, indolor, sem alterações cutâneas ou axilares. Mama esquerda sem alterações. Ultrassonografia mamária: nódulo sólido, ovalado, bem delimitado, hipoecoico, homogêneo, com eixo paralelo à pele, sem sombra acústica posterior, medindo 28 x 18 x 22 mm em mama direita. Ausência de vascularização significativa ao Doppler. Linfonodos axilares de aspecto habitual bilateralmente. Considerando o contexto clínico de lactação e as características da lesão, qual a conduta mais adequada?
Alternativas
Q3792380 Medicina
Puérpera de 28 anos, primípara, no 18º dia pós-parto, em aleitamento materno exclusivo, procura atendimento com queixa de dor intensa na mama direita há 2 dias, associada a hiperemia e febre de 38,5 °C iniciada há 24 horas. Refere fissuras mamilares bilaterais desde o início da amamentação. Nega episódios prévios semelhantes. Ao exame físico: estado geral regular, Tax: 38,2 °C. Mama direita: eritema difuso em QSL, calor local, edema e dor intensa à palpação, sem flutuação. Não há áreas de necrose cutânea. Mama esquerda sem alterações. Mantém amamentação bilateral, porém com dor importante à pega na mama direita. Nega saída de secreção purulenta pelo mamilo. Considerando o quadro clínico e as recomendações atuais sobre manejo de intercorrências da lactação, qual a conduta mais adequada?
Alternativas
Q3792379 Medicina
Paciente de 38 anos, nuligesta, diagnosticada com carcinoma ductal invasor de mama esquerda. Ao exame físico inicial: tumor de 7 cm em QSL, com retração cutânea, linfonodo axilar palpável de 3 cm, fixo. Mamografia: massa espiculada de 7,5 cm, BI-RADS 6. Ultrassonografia axilar: linfonodo suspeito de 3,2 cm. Core biopsy do tumor: carcinoma ductal invasor grau 3, RE negativo, RP negativo, HER2 negativo (triplo negativo), Ki-67: 78%. PAAF do linfonodo axilar: positivo para metástase. Estadiamento complementar (TC tórax/abdome, cintilografia óssea): sem metástases à distância. Classificada como estádio IIIB (T3 N1 M0). Submetida a quimioterapia neoadjuvante com 6 ciclos de AC-T (adriamicina/ciclofosfamida seguido de paclitaxel). Após tratamento, apresenta regressão tumoral significativa: nódulo residual de 1,5 cm, sem fixação cutânea, linfonodo axilar não mais palpável. RM de mama pós-QT: área de realce irregular de 1,8 cm, sem outros focos. Considerando a resposta ao tratamento neoadjuvante e o objetivo de controle locorregional, qual a melhor conduta cirúrgica?
Alternativas
Respostas
21: B
22: C
23: C
24: C
25: D
26: E
27: D
28: A
29: A
30: B
31: C
32: A
33: B
34: B
35: B
36: B
37: C
38: A
39: C
40: B