Questões de Concurso
Sobre clínica médica humana em medicina
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Espirometria (pós-broncodilatador):
VEF₁ = 42% do previsto
CVF = 80% do previsto
VEF₁/CVF = 0,48
O diagnóstico de DPOC requer VEF₁/CVF < 0,70 após broncodilatador — o que confirma obstrução persistente ao fluxo aéreo. Levando em consideração o caso clínico exposto, sobre a classificação de GOLD para DPOC, assinale a alternativa em que Ângelo se enquadra.
I. Os fatores de risco para a DRGE são: sexo feminino, gravidez, obesidade, hérnia de hiato, fatores genéticos e idade avançada.
II. O relaxamento transitório do esfíncter esofágico inferior é o mecanismo mais frequentemente encontrado nos pacientes com DRGE, ocorrendo em 60 a 80% dos casos.
III. Na Endoscopia Digestiva Alta (EDA), grande parte dos pacientes não apresenta nenhuma anormalidade na endoscopia, ou apresentam anormalidades inespecíficas como o eritema e o edema.
IV. A pHmetria é considerado o exame padrão ouro para o diagnóstico da DRGE.
V. Todos os pacientes com hérnia de hiato apresentarão refluxo.
I. Pode apresentar lesões descontínuas, úlceras profundas e longitudinais, geralmente não acomete o reto.
II. Apresentam lesões salteadas e profundas que predominam na transição ileocolônica, seguidas de intestino delgado e cólon.
III. Podem ocorrer complicações como: abcessos, doença perineal e obstrução, preferencialmente no intestino grosso.
IV. O tratamento é dividido em indução e remissão.
V. Em quadros severos o tratamento é corticoesteroide IV e imunobiológico, a manutenção é feita com azatioprina e/ou imunobiológico.
1. < 7,0%
2. < 7,5%
3. Entre 7,5% e 8,5%
( ) Crianças.
( ) Adolescentes.
( ) Adultos.
( ) Idosos.
I. A vasopressina (AVP) natural é adequada para uso terapêutico crônico no Diabetes Insípido devido à sua meia-vida plasmática prolongada de 6 a 8 horas.
II. A administração de desmopressina nasal apresenta duração de ação antidiurética mais previsível e menos variável (entre 5 e 21 horas) do que a forma oral.
III. A desmopressina (dDAVP) oral é preferida pela maioria dos pacientes em relação à forma nasal devido à facilidade de administração e à manutenção da eficácia mesmo na presença de congestão nasal por infecções virais.
IV. Medicamentos como carbamazepina, clorpropamida e clofibrato têm papel importante no manejo atual do diabetes insípido central devido à sua eficácia e perfil de segurança superiores aos análogos da AVP.
V. A principal modificação estrutural da desmopressina em relação à AVP que elimina os efeitos vasopressores é a substituição do L-arginina por D-arginina, resultando em uma razão antidiurética/vasopressora de aproximadamente 3000.
I. A diarreia é definida como “uma condição na qual as fezes são moles ou aquosas e a frequência das evacuações aumenta”. A diarreia crônica é definida como “uma condição na qual a diarreia persiste ou recorre por 4 semanas ou mais, e causa diversos problemas na vida diária”.
II. A frequência normal de evacuações varia entre 1 vez por semana e 1 a 5 vezes por dia.
III. Não existem estudos que tenham definido com precisão a diarreia crônica refratária, o que torna este um tema para futuras investigações.
IV. No manejo clínico da diarreia crônica, é essencial identificar a doença primária; portanto, exames físicos úteis incluem avaliação do estado geral/exame da pele, exame craniocervical, exame abdominal/anal e observação das fezes.
V. Não se observou uma diminuição significativa de Eubacterium rectale, Bacteroides e Faecalibacterium prausnitzii, as principais bactérias da flora habitual, presentes nas fezes, em pacientes com diarreia crônica em comparação com indivíduos saudáveis.
I. A decisão de transferir pacientes sépticos para unidades de maior complexidade deve considerar estabilidade clínica, disponibilidade de equipe treinada e recursos diagnósticos e terapêuticos.
II. Em pacientes com suspeita clínica de sepse, a antibioticoterapia empírica deve ser iniciada o mais precocemente possível, sem aguardar confirmação laboratorial.
III. Em ambientes com poucos recursos, o qSOFA (sensibilidade alta - maior de 80%) deve ser utilizado como ferramenta inicial de identificação de pacientes com maior risco de desfechos desfavoráveis, podendo ser empregado isoladamente para excluir sepse.
IV. A ressuscitação volêmica em pacientes sépticos deve ser individualizada e guiada pela resposta clínica, considerando o risco de sobrecarga hídrica, especialmente em contextos com suporte ventilatório limitado.