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Q3509245 Português
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Emergência neurológica


Governos devem focar nessas doenças, ligadas ao envelhecimento populacional


Da perspectiva da saúde individual, efeitos importam mais que causas. São eles a diminuir a qualidade de vida dos pacientes, e foi ajustando esse foco que nova análise do relatório "Fardo Global da Doença" apontou as enfermidades neurológicas como problema central do presente.

O estudo publicado no periódico The Lancet Neurology revela que, em 2021, 43% da população mundial, 3,4 bilhões de pessoas, enfrentaram doenças do sistema nervoso, como demências, cefaleias ou acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Essas patologias cresceram mais de 50% desde a década de 1990 e ultrapassaram as cardiovasculares, antes consideradas mais prevalentes. Tal mudança decorre de vários fatores, até metodológicos.

O escopo de distúrbios neurológicos do relatório avançou de 15 para 37, incluindo síndromes como complicações da Covid-19. Além disso, o AVC passou a ser classificado como problema neurológico, e não mais cadiovascular.

O AVC não deixou de ter como origem a obstrução de vaso sanguíneo no cérebro. Os efeitos desses acidentes num órgão vital, como paralisias, é que pesaram mais que a etiologia para classificá-los entre as patologias neurológicas.

Há, porém, fenômeno subjacente mais significativo que alterações de critérios: o envelhecimento da população. Com mais idosos, aumenta a prevalência de moléstias características dessa faixa etária, como Alzheimer, Parkinson e AVCs.

A tendência é global e se manifesta também em países de renda média, como o Brasil. Entre os censos de 2010 e 2022, a parcela de habitantes com 65 anos ou mais no país passou de 14 milhões (7,4%) para 22 milhões (10,9%) — o aumento absoluto foi de 57,4%.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) avalia que a região das Américas não conta com o preparo desejável para lidar com o envelhecimento progressivo.

Nada menos que 75% dos brasileiros idosos dependem exclusivamente do SUS. Desde 2018, o serviço tem diretrizes para essa fase da vida, com foco em tratamento, prevenção e qualidade de vida — como deve ser e como se torna doravante imperioso aprofundar.


([email protected]. 17.03.2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/03/emergencianeurologica.shtml. Acesso em 06 de abril de 2024.) 
Sobre recursos linguísticos e gramaticais usados nesse texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Da perspectiva da saúde individual, efeitos importam mais que causas. São eles a diminuir a qualidade de vida dos pacientes. O termo em destaque colabora para a coesão do texto, já que referencia um termo anterior.
( ) Há, porém, fenômeno subjacente mais significativo que alterações de critérios. Esse trecho exemplifica o registro formal da linguagem.
( ) O vocábulo envelhecimento é um substantivo comum, formado pelo processo de derivação imprópria.
( ) O trecho A Organização Mundial da Saúde (OMS) avalia que a região das Américas não conta com o preparo desejável para lidar com o envelhecimento progressivo é um exemplo de um período composto por subordinação.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3509244 Português
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Emergência neurológica


Governos devem focar nessas doenças, ligadas ao envelhecimento populacional


Da perspectiva da saúde individual, efeitos importam mais que causas. São eles a diminuir a qualidade de vida dos pacientes, e foi ajustando esse foco que nova análise do relatório "Fardo Global da Doença" apontou as enfermidades neurológicas como problema central do presente.

O estudo publicado no periódico The Lancet Neurology revela que, em 2021, 43% da população mundial, 3,4 bilhões de pessoas, enfrentaram doenças do sistema nervoso, como demências, cefaleias ou acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Essas patologias cresceram mais de 50% desde a década de 1990 e ultrapassaram as cardiovasculares, antes consideradas mais prevalentes. Tal mudança decorre de vários fatores, até metodológicos.

O escopo de distúrbios neurológicos do relatório avançou de 15 para 37, incluindo síndromes como complicações da Covid-19. Além disso, o AVC passou a ser classificado como problema neurológico, e não mais cadiovascular.

O AVC não deixou de ter como origem a obstrução de vaso sanguíneo no cérebro. Os efeitos desses acidentes num órgão vital, como paralisias, é que pesaram mais que a etiologia para classificá-los entre as patologias neurológicas.

Há, porém, fenômeno subjacente mais significativo que alterações de critérios: o envelhecimento da população. Com mais idosos, aumenta a prevalência de moléstias características dessa faixa etária, como Alzheimer, Parkinson e AVCs.

A tendência é global e se manifesta também em países de renda média, como o Brasil. Entre os censos de 2010 e 2022, a parcela de habitantes com 65 anos ou mais no país passou de 14 milhões (7,4%) para 22 milhões (10,9%) — o aumento absoluto foi de 57,4%.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) avalia que a região das Américas não conta com o preparo desejável para lidar com o envelhecimento progressivo.

Nada menos que 75% dos brasileiros idosos dependem exclusivamente do SUS. Desde 2018, o serviço tem diretrizes para essa fase da vida, com foco em tratamento, prevenção e qualidade de vida — como deve ser e como se torna doravante imperioso aprofundar.


([email protected]. 17.03.2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/03/emergencianeurologica.shtml. Acesso em 06 de abril de 2024.) 
Considere as afirmativas:

I. O texto é um editorial de jornal, e, como tal, apresenta um ponto de vista sobre um tema de interesse público.
II. O número de idosos dependentes do Sistema Único de Saúde é muito grande ao se comparar com a média mundial.
III. Ao elaborar esse texto, a editoria do jornal se baseou no relatório de um estudo sobre as enfermidades neurológicas no mundo todo.
IV. O gênero editorial é produzido na esfera jornalística e dialoga com outros gêneros presentes nessa esfera.

Estão corretas as afirmativas 
Alternativas
Q3509243 Português
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Emergência neurológica


Governos devem focar nessas doenças, ligadas ao envelhecimento populacional


Da perspectiva da saúde individual, efeitos importam mais que causas. São eles a diminuir a qualidade de vida dos pacientes, e foi ajustando esse foco que nova análise do relatório "Fardo Global da Doença" apontou as enfermidades neurológicas como problema central do presente.

O estudo publicado no periódico The Lancet Neurology revela que, em 2021, 43% da população mundial, 3,4 bilhões de pessoas, enfrentaram doenças do sistema nervoso, como demências, cefaleias ou acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Essas patologias cresceram mais de 50% desde a década de 1990 e ultrapassaram as cardiovasculares, antes consideradas mais prevalentes. Tal mudança decorre de vários fatores, até metodológicos.

O escopo de distúrbios neurológicos do relatório avançou de 15 para 37, incluindo síndromes como complicações da Covid-19. Além disso, o AVC passou a ser classificado como problema neurológico, e não mais cadiovascular.

O AVC não deixou de ter como origem a obstrução de vaso sanguíneo no cérebro. Os efeitos desses acidentes num órgão vital, como paralisias, é que pesaram mais que a etiologia para classificá-los entre as patologias neurológicas.

Há, porém, fenômeno subjacente mais significativo que alterações de critérios: o envelhecimento da população. Com mais idosos, aumenta a prevalência de moléstias características dessa faixa etária, como Alzheimer, Parkinson e AVCs.

A tendência é global e se manifesta também em países de renda média, como o Brasil. Entre os censos de 2010 e 2022, a parcela de habitantes com 65 anos ou mais no país passou de 14 milhões (7,4%) para 22 milhões (10,9%) — o aumento absoluto foi de 57,4%.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) avalia que a região das Américas não conta com o preparo desejável para lidar com o envelhecimento progressivo.

Nada menos que 75% dos brasileiros idosos dependem exclusivamente do SUS. Desde 2018, o serviço tem diretrizes para essa fase da vida, com foco em tratamento, prevenção e qualidade de vida — como deve ser e como se torna doravante imperioso aprofundar.


([email protected]. 17.03.2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/03/emergencianeurologica.shtml. Acesso em 06 de abril de 2024.) 
Sobre o trecho Da perspectiva da saúde individual, efeitos importam mais que causas., é correto afirmar: 
Alternativas
Q3509242 Português
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Emergência neurológica


Governos devem focar nessas doenças, ligadas ao envelhecimento populacional


Da perspectiva da saúde individual, efeitos importam mais que causas. São eles a diminuir a qualidade de vida dos pacientes, e foi ajustando esse foco que nova análise do relatório "Fardo Global da Doença" apontou as enfermidades neurológicas como problema central do presente.

O estudo publicado no periódico The Lancet Neurology revela que, em 2021, 43% da população mundial, 3,4 bilhões de pessoas, enfrentaram doenças do sistema nervoso, como demências, cefaleias ou acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Essas patologias cresceram mais de 50% desde a década de 1990 e ultrapassaram as cardiovasculares, antes consideradas mais prevalentes. Tal mudança decorre de vários fatores, até metodológicos.

O escopo de distúrbios neurológicos do relatório avançou de 15 para 37, incluindo síndromes como complicações da Covid-19. Além disso, o AVC passou a ser classificado como problema neurológico, e não mais cadiovascular.

O AVC não deixou de ter como origem a obstrução de vaso sanguíneo no cérebro. Os efeitos desses acidentes num órgão vital, como paralisias, é que pesaram mais que a etiologia para classificá-los entre as patologias neurológicas.

Há, porém, fenômeno subjacente mais significativo que alterações de critérios: o envelhecimento da população. Com mais idosos, aumenta a prevalência de moléstias características dessa faixa etária, como Alzheimer, Parkinson e AVCs.

A tendência é global e se manifesta também em países de renda média, como o Brasil. Entre os censos de 2010 e 2022, a parcela de habitantes com 65 anos ou mais no país passou de 14 milhões (7,4%) para 22 milhões (10,9%) — o aumento absoluto foi de 57,4%.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) avalia que a região das Américas não conta com o preparo desejável para lidar com o envelhecimento progressivo.

Nada menos que 75% dos brasileiros idosos dependem exclusivamente do SUS. Desde 2018, o serviço tem diretrizes para essa fase da vida, com foco em tratamento, prevenção e qualidade de vida — como deve ser e como se torna doravante imperioso aprofundar.


([email protected]. 17.03.2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/03/emergencianeurologica.shtml. Acesso em 06 de abril de 2024.) 
Sobre esse texto, é possível inferir que
Alternativas
Q3509241 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."


(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
No que se refere aos aspectos linguístico-discursivos do texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3509240 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."


(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
No que trata dos aspectos gramaticais, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) saco vazio (linha 9) é uma expressão que compõe o sujeito da oração.
( ) A repetição do pronome onde nesse texto é um recurso coesivo que pretende reforçar uma ideia.
( ) Os vários usos do vocábulo como nesse texto denota comparação.
( ) A narrativa foi escrita na 3ª pessoa do discurso.
( ) Os vocábulos procurando e buscando (linha 1) têm uma relação de sinonímia.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3509239 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."


(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
Nesse excerto, o autor do texto constrói uma narrativa fortemente marcada pela presença de que recurso?
Alternativas
Q3509238 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."


(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
Infere-se desse texto que
Alternativas
Q3509237 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."


(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
No excerto Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, a expressão ‘eram bons’ refere-se 
Alternativas
Q3509216 Português
Instrução: Leia a propaganda e responda à questão.


Q9_10.png (324×448)


(Disponível em: br.pinterest.com. Acesso em: 06/03/2024.)
Os verbos desapontar e doar expressam um pedido em relação ao leitor. Estão conjugados no
Alternativas
Q3509215 Português
Instrução: Leia a propaganda e responda à questão.


Q9_10.png (324×448)


(Disponível em: br.pinterest.com. Acesso em: 06/03/2024.)
Sobre essa propaganda, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) As mochilas em forma de apontador às costas das crianças remetem a propaganda ao universo escolar.
( ) A intenção dessa propaganda é incentivar a doação de material escolar para alunos carentes.
( ) Não há nessa propaganda preocupação com concorrência, uma vez que a finalidade é descrever uma cena escolar.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3509214 Português
Instrução: Leia o podcast escrito por Matheus Fin e Joice Gonçalves e responda à questão.


    Quando temos um filho, queremos que o seu nome reverbere uma projeção de poder. Arthur, tão forte e sábio quanto o rei, João, tão amigo e companheiro como o discípulo, Maria, tão carinhosa e dedicada quanto a mãe, e formulamos teorias de como nossas crianças precisam ser. Mas, e o exemplo que damos no dia a dia, eles não são tão fundamentais?

    Educar um filho para o mundo é quase uma ordem primária de como ser um bom pai, mas para além disso, precisamos educar nossos filhos para lutar contra a injustiça, ter força e perseverança para conquistar seus ideais e saber seguir lições observando as experiências da vida.

    Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos renegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.

    Só sabemos que a nossa tarefa enquanto formadores está realmente completa quando os nossos filhos são exemplos para outros, dando continuidade ao ciclo. Você já pensou nisso?


(Disponível em: https://primeirapagina.com.br. Podcast “Pense nisso”. Acesso em: 07/03/2024.)
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para a palavra dada.
Alternativas
Q3509213 Português
Instrução: Leia o podcast escrito por Matheus Fin e Joice Gonçalves e responda à questão.


    Quando temos um filho, queremos que o seu nome reverbere uma projeção de poder. Arthur, tão forte e sábio quanto o rei, João, tão amigo e companheiro como o discípulo, Maria, tão carinhosa e dedicada quanto a mãe, e formulamos teorias de como nossas crianças precisam ser. Mas, e o exemplo que damos no dia a dia, eles não são tão fundamentais?

    Educar um filho para o mundo é quase uma ordem primária de como ser um bom pai, mas para além disso, precisamos educar nossos filhos para lutar contra a injustiça, ter força e perseverança para conquistar seus ideais e saber seguir lições observando as experiências da vida.

    Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos renegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.

    Só sabemos que a nossa tarefa enquanto formadores está realmente completa quando os nossos filhos são exemplos para outros, dando continuidade ao ciclo. Você já pensou nisso?


(Disponível em: https://primeirapagina.com.br. Podcast “Pense nisso”. Acesso em: 07/03/2024.)
No segundo parágrafo, o trecho para além disso significa
Alternativas
Q3509212 Português
Instrução: Leia o podcast escrito por Matheus Fin e Joice Gonçalves e responda à questão.


    Quando temos um filho, queremos que o seu nome reverbere uma projeção de poder. Arthur, tão forte e sábio quanto o rei, João, tão amigo e companheiro como o discípulo, Maria, tão carinhosa e dedicada quanto a mãe, e formulamos teorias de como nossas crianças precisam ser. Mas, e o exemplo que damos no dia a dia, eles não são tão fundamentais?

    Educar um filho para o mundo é quase uma ordem primária de como ser um bom pai, mas para além disso, precisamos educar nossos filhos para lutar contra a injustiça, ter força e perseverança para conquistar seus ideais e saber seguir lições observando as experiências da vida.

    Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos renegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.

    Só sabemos que a nossa tarefa enquanto formadores está realmente completa quando os nossos filhos são exemplos para outros, dando continuidade ao ciclo. Você já pensou nisso?


(Disponível em: https://primeirapagina.com.br. Podcast “Pense nisso”. Acesso em: 07/03/2024.)
Esse texto explora qual temática?
Alternativas
Q3509211 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


O caminho das pedras


    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.

    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.

     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.


(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
Sobre a análise gramatical de palavras da frase Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver., assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3509210 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


O caminho das pedras


    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.

    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.

     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.


(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
A frase Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. permite afirmar que
Alternativas
Q3509209 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


O caminho das pedras


    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.

    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.

     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.


(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
No segundo parágrafo, a palavra propenso pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por
Alternativas
Q3509208 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


O caminho das pedras


    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.

    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.

     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.


(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
O personagem caracterizava a pescaria como um esporte
Alternativas
Q3509207 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


O caminho das pedras


    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.

    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.

     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.


(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
A respeito do personagem do texto, é correto afirmar que é um rapaz
Alternativas
Q3509191 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Dinheiro na mão é vendaval

Notas e moedas sumiram de nossas vidas - e ninguém percebeu.


Walcyr Carrasco



    Outro dia eu resolvi ir a um restaurante no Rio de Janeiro, localizado em um bairro da Zona Sul, tradicional e elegante. Vesti uma roupa especial para a ocasido, passei um bom perfume, peguei a carteira com meus cartões, apesar de usar mais os virtuais hoje em dia. Empoderado e bem acompanhado, entrei no local, certo de que faria uma deliciosa refeição. Pedi uma mesa para dois. Quando sentamos, o garçom nos trouxe o menu. E perguntou: "Já conhecem o restaurante?”. Respondi: “Não, mas já há algum tempo queria conhecer". Ele disse : "Só quero adiantar que não trabalhamos com cartões." Sorri e disse: “Tudo bem, eu fago um Pix." AÍ ele frisou: “S6 aceitamos pagamento em cash." Meu mundo desmoronou. Ele nos acompanhou até a saida. Logo ao lado havia outro restaurante. Entramos. A mesma cena se repetiu. Surpreso, soube que os dois eram do mesmo dono. Questionei como isso era possivel nos dias atuais. Há muito tempo não passava por uma situagao assim. O segundo gargom explicou que os dois restaurantes eram frequentados por clientes antigos e fiéis, que ja conheciam as normas e sempre estavam preparados. Realmente, observei e o restaurante estava longe de parecer vazio. Corremos para um food truck, e nos resolvemos.

    Refleti que de fato eu utilizo cada vez menos dinheiro em papel ou moeda, assim como todos os meus amigos e conhecidos. Antes eu sempre tinha um trocado. Separava o dinheiro do restaurante, do táxi, da gorjeta. Sempre tinha uma bolsinha para as moedas. Hoje, basicamente, eu preciso do meu celular. Carro é por aplicativo, reservas on-line, restaurantes pagos por aproximação do celular. E a gorjeta? 0 exército de profissionais que dependia de gorjetas dançou, porque ninguém mais anda com dinheiro vivo. A não ser que se dé a gorjeta também no cartão. Mas o mundo avançou tanto na seara digital que, há pouco tempo, na entrada do Aeroporto Santos Dumont, um senhor me estendeu a mão pedindo uma ajuda. Respondi que não tinha dinheiro em mãos. "Aceito Pix", ele respondeu. Para um amigo que queria um queijo coalho na Praia de Ipanema e estava desprevenido, a vendedora propôs, mostrando um cartão: "Aponta seu celular pra esse QR code que o pagamento vai cair direto na minha conta.” Minha reflexologista anda com uma maquininha de cobrança no próprio celular. Mas dinheiro virou algo simbólico. Obsoleto. Mesmo os grandes bancos se resolvem com cifras digitais. Imagine se todos os correntistas de qualquer banco exigirem, no mesmo dia, retirar tudo em dinheiro. O banco entra em colapso.

    As cédulas coloridas, as moedas desenhadas, o cheirinho da grana, tudo isso tornou-se raro. Uma mala cheia de dinheiro vivo hoje em dia é suspeita. No mínimo, vão achar que é propina de politico. Ou algum pagamento questionável, que alguém recebe e não declara. Outro dia vi a clássica imagem de Tio Patinhas nadando em dinheiro. Hoje em dia seria impossível. O próprio Tio Patinhas teria seus apps. A canção de Paulinho da Viola intitulada Pecado Capital diz que dinheiro na mão é vendaval na vida de um sonhador. Foi premonitéria. O vendaval já passou. Dinheiro na mão? Ninguém tem mais.



Publicado em VEJA de 1° de margo de 2024, edição n° 2882.


"Vesti uma roupa especial para a ocasião, passei um bom perfume, peguei a carteira com meus cartões, apesar de usar mais os virtuais hoje em dia." 1°§


As duas primeiras virgulas nesse trecho separam: 

Alternativas
Respostas
47341: B
47342: C
47343: A
47344: D
47345: A
47346: C
47347: D
47348: D
47349: B
47350: D
47351: A
47352: B
47353: B
47354: D
47355: C
47356: D
47357: B
47358: A
47359: C
47360: A