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Q4195477 Português
As formigas estão voando no Quênia neste momento.


Durante esta estação chuvosa, enxames podem ser vistos deixando os milhares de formigueiros em Gilgil e nos arredores, uma tranquila cidade agrícola no Vale do Rift , no Quênia, que se tornou o centro de um comércio ilegal em rápida expansão.

O ritual de acasalamento faz com que machos alados deixem o ninho para fecundar as rainhas, que também voam nesse período. Isso torna este o momento perfeito para perseguir formigas-rainhas e vendê-las a contrabandistas que estão no centro de um crescente mercado negro global, que se aproveita da moda de ter formigas como animais de estimação em recintos transparentes projetados para observar os insetos enquanto constroem uma colônia.

São as rainhas das formigas gigantes africanas coletoras, grandes e vermelhas, que são mais valorizadas pelos colecionadores internacionais — uma única rainha pode alcançar até £170 (cerca de R$ 1.185) no mercado clandestino, que costuma operar online.

Uma única rainha fecundada é capaz de criar toda uma colônia e pode viver por décadas — e pode ser facilmente enviada pelo correio, já que scanners tendem a não detectar material orgânico.

"No começo, eu nem sabia que era ilegal", disse à BBC um homem, que pediu para não ser identificado, sobre como certa vez atuou como intermediário, conectando compradores estrangeiros a redes locais de coleta.

Também conhecidas como Messor cephalotes , essas formigas são nativas da África Oriental e conhecidas por seu comportamento característico de coleta de sementes, o que as torna populares entre colecionadores de formigas.

"Um amigo me disse que um estrangeiro estava pagando bem pelas rainhas — aquelas grandes e vermelhas que são facilmente vistas por aqui", disse o ex-intermediário.

"Você procura os montes perto de campos abertos, geralmente de manhã cedo antes do calor. Os estrangeiros nunca iam aos campos — esperavam na cidade, em pousadas ou dentro de carros, e nós levávamos as formigas para eles, embaladas em pequenos tubos ou seringas que eles nos forneciam.

A dimensão do comércio ilícito no Quênia ficou evidente no ano passado, quando 5 mil rainhas de formigas gigantes coletoras — coletadas principalmente nos arredores de Gilgil — foram encontradas vivas em uma pousada em Naivasha , uma cidade próxima à beira de um lago popular entre turistas.

Os suspeitos — da Bélgica, do Vietnã e do Quênia — tinham embalado os tubos de ensaio e seringas com algodão úmido, o que permitiria que cada formiga sobrevivesse por dois meses, segundo o Serviço de Vida Selvagem do Quênia (KWS).

O plano era levá-las à Europa e à Ásia e colocá-las à venda.

Esse comércio de formigas surpreendeu cientistas e autoridades.

O país da África Oriental está mais acostumado a crimes de grande repercussão envolvendo marfim de elefantes e chifres de rinoceronte.

A varejista britânica Ants R Us descreve a formiga gigante africana coletora como "a espécie dos sonhos de muita gente" — embora as rainhas estejam atualmente fora de estoque, com o site explicando que é muito difícil para os vendedores consegui-las.

"Até eu, como entomólogo, fiquei surpreso com a extensão do aparente comércio", disse à BBC Dino Martins, biólogo radicado no Quênia, onde há cerca de 600 espécies de formigas.

No entanto, ele entende o fascínio pela colhedora da África Oriental, com colônias criadas por uma "rainha fundadora", que pode crescer até 25 mm (0,98 polegada) e que produz ovos ao longo de toda a vida.

"Elas são uma das espécies de formigas mais enigmáticas — formam colônias grandes, apresentam comportamentos interessantes e são fáceis de manter. Não são agressivas."

Durante o enxameamento, ele diz que as rainhas acasalam com vários machos.

"Depois disso, acabou para os machos — o trabalho deles está feito... a maioria é comida por predadores ou morre", diz o entomólogo, passando a explicar como a rainha então se afasta rapidamente para cavar uma pequena toca e começar a pôr ovos para iniciar seu império.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yxlky2v7mo fragmento
"Os estrangeiros nunca iam aos campos — esperavam na cidade, em pousadas ou dentro de carros, e nós levávamos as formigas para eles, embaladas em pequenos tubos ou seringas que eles nos forneciam."
Considerando a função sintática que os termos exercem no enunciado acima, julgue as afirmativas:

I.A expressão 'Os estrangeiros' exerce a mesma função sintática do substantivo 'calor' na frase 'Faz muito calor aqui'.

II.O termo 'para eles' exerce função de complemento nominal de 'formigas', funcionando como complemento nominal que indica a quem o objeto é entregue.

III.O particípio 'embaladas' exerce função de predicativo do sujeito, caracterizando a condição em que as formigas se encontram ao serem levadas.

IV.O pronome oblíquo 'nos' em '...eles nos forneciam' exerce a função sintática de objeto indireto.


Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições corretas.
Alternativas
Q4195476 Português
As formigas estão voando no Quênia neste momento.


Durante esta estação chuvosa, enxames podem ser vistos deixando os milhares de formigueiros em Gilgil e nos arredores, uma tranquila cidade agrícola no Vale do Rift , no Quênia, que se tornou o centro de um comércio ilegal em rápida expansão.

O ritual de acasalamento faz com que machos alados deixem o ninho para fecundar as rainhas, que também voam nesse período. Isso torna este o momento perfeito para perseguir formigas-rainhas e vendê-las a contrabandistas que estão no centro de um crescente mercado negro global, que se aproveita da moda de ter formigas como animais de estimação em recintos transparentes projetados para observar os insetos enquanto constroem uma colônia.

São as rainhas das formigas gigantes africanas coletoras, grandes e vermelhas, que são mais valorizadas pelos colecionadores internacionais — uma única rainha pode alcançar até £170 (cerca de R$ 1.185) no mercado clandestino, que costuma operar online.

Uma única rainha fecundada é capaz de criar toda uma colônia e pode viver por décadas — e pode ser facilmente enviada pelo correio, já que scanners tendem a não detectar material orgânico.

"No começo, eu nem sabia que era ilegal", disse à BBC um homem, que pediu para não ser identificado, sobre como certa vez atuou como intermediário, conectando compradores estrangeiros a redes locais de coleta.

Também conhecidas como Messor cephalotes , essas formigas são nativas da África Oriental e conhecidas por seu comportamento característico de coleta de sementes, o que as torna populares entre colecionadores de formigas.

"Um amigo me disse que um estrangeiro estava pagando bem pelas rainhas — aquelas grandes e vermelhas que são facilmente vistas por aqui", disse o ex-intermediário.

"Você procura os montes perto de campos abertos, geralmente de manhã cedo antes do calor. Os estrangeiros nunca iam aos campos — esperavam na cidade, em pousadas ou dentro de carros, e nós levávamos as formigas para eles, embaladas em pequenos tubos ou seringas que eles nos forneciam.

A dimensão do comércio ilícito no Quênia ficou evidente no ano passado, quando 5 mil rainhas de formigas gigantes coletoras — coletadas principalmente nos arredores de Gilgil — foram encontradas vivas em uma pousada em Naivasha , uma cidade próxima à beira de um lago popular entre turistas.

Os suspeitos — da Bélgica, do Vietnã e do Quênia — tinham embalado os tubos de ensaio e seringas com algodão úmido, o que permitiria que cada formiga sobrevivesse por dois meses, segundo o Serviço de Vida Selvagem do Quênia (KWS).

O plano era levá-las à Europa e à Ásia e colocá-las à venda.

Esse comércio de formigas surpreendeu cientistas e autoridades.

O país da África Oriental está mais acostumado a crimes de grande repercussão envolvendo marfim de elefantes e chifres de rinoceronte.

A varejista britânica Ants R Us descreve a formiga gigante africana coletora como "a espécie dos sonhos de muita gente" — embora as rainhas estejam atualmente fora de estoque, com o site explicando que é muito difícil para os vendedores consegui-las.

"Até eu, como entomólogo, fiquei surpreso com a extensão do aparente comércio", disse à BBC Dino Martins, biólogo radicado no Quênia, onde há cerca de 600 espécies de formigas.

No entanto, ele entende o fascínio pela colhedora da África Oriental, com colônias criadas por uma "rainha fundadora", que pode crescer até 25 mm (0,98 polegada) e que produz ovos ao longo de toda a vida.

"Elas são uma das espécies de formigas mais enigmáticas — formam colônias grandes, apresentam comportamentos interessantes e são fáceis de manter. Não são agressivas."

Durante o enxameamento, ele diz que as rainhas acasalam com vários machos.

"Depois disso, acabou para os machos — o trabalho deles está feito... a maioria é comida por predadores ou morre", diz o entomólogo, passando a explicar como a rainha então se afasta rapidamente para cavar uma pequena toca e começar a pôr ovos para iniciar seu império.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yxlky2v7mo fragmento
"Os suspeitos — da Bélgica, do Vietnã e do Quênia — tinham embalado os tubos de ensaio e seringas com algodão úmido, o que permitiria que cada formiga sobrevivesse por dois meses, segundo o Serviço de Vida Selvagem do Quênia (KWS)."
O vocábulo 'por' é uma palavra homônima, pois pode desempenhar a função de preposição ou de verbo; nesse último caso, recebe acento gráfico para diferenciá-lo da outra forma.
Com base no uso de outros homônimos, observando o contexto e os diferentes sentidos que podem assumir, complete as lacunas a seguir:
A___do conselho que reuniu a___administrativa terminou sem que fosse aprovada a___de recursos ao investidor.



Marque a opção que completa a lacuna acima.
Alternativas
Q4195434 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que é melhor comer com inteligência do que contar calorias?


A sabedoria popular indica que a solução para manter o peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e quantas nós gastamos.

Este cálculo faz sentido: a energia que entra em comparação com a que sai. Parece simples, não é mesmo?

Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade importante: nem todas as calorias da nossa alimentação são iguais.

Na verdade, existe uma complexa interação biológica ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o consumimos e pela sua interação com a agitada comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos. 

"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão", afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's College de Londres.

"Estamos realmente começando a ver como a nossa reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em relação ao mesmo alimento."

Quando comemos 

O que comemos certamente ainda é importante. Uma alimentação rica em legumes e verduras frescas será melhor do que se for dominada por x-búrguers.

Mas esta consideração está longe de ser a única.

O horário da refeição, por exemplo, também influencia a qualidade da digestão e quais nutrientes serão absorvidos pelo nosso corpo.

Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com excesso de peso perderam mais peso ao consumir a maior parte das suas calorias no horário do café da manhã, em comparação com aquelas que comiam mais à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.

Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer com que você, ao todo, coma menos calorias.

Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e eles sofreram redução da gordura corporal, em comparação com um grupo controle, mesmo tendo acesso à mesma quantidade de comida.

Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.

E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais baixo com mais facilidade do que aquelas que comem após as 15 horas.

Também podemos reavaliar o horário dos nossos lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e doenças cardiovasculares.

Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa saúde.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
"Também podemos reavaliar o horário dos nossos lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e doenças cardiovasculares."

Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.

(__)O vocábulo 'também' recebe acento por ser uma oxítona terminada em 'em'. De igual modo, os monossílabos tônicos terminados em 'em' também são acentuados, como se verifica no vocábulo 'vêm'.
(__)O vocábulo 'níveis' recebe acento por ser paroxítono terminado em ditongo, uma vez que palavras com essa classificação e terminação são acentuadas.
(__)O vocábulo 'açúcar' recebe acento por ser paroxítono terminada em 'r'; ao ser flexionado no plural, embora permaneça acentuado, sua classificação tônica será alterada.

(__)O vocábulo 'ruim' é uma palavra oxítona, enquanto 'ureter' e 'cateter' são palavras paroxítonas, com a tonicidade recaindo na penúltima sílaba. Dessa forma, todos apresentam tonicidade própria, embora se enquadrem em categorias silábicas diferentes.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4195380 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que é melhor comer com inteligência do que contar calorias?


A sabedoria popular indica que a solução para manter o peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e quantas nós gastamos.

Este cálculo faz sentido: a energia que entra em comparação com a que sai. Parece simples, não é mesmo?

Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade importante: nem todas as calorias da nossa alimentação são iguais.

Na verdade, existe uma complexa interação biológica ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o consumimos e pela sua interação com a agitada comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos. 

"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão", afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's College de Londres.

"Estamos realmente começando a ver como a nossa reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em relação ao mesmo alimento."

Quando comemos 

O que comemos certamente ainda é importante. Uma alimentação rica em legumes e verduras frescas será melhor do que se for dominada por x-búrguers.

Mas esta consideração está longe de ser a única.

O horário da refeição, por exemplo, também influencia a qualidade da digestão e quais nutrientes serão absorvidos pelo nosso corpo.

Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com excesso de peso perderam mais peso ao consumir a maior parte das suas calorias no horário do café da manhã, em comparação com aquelas que comiam mais à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.

Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer com que você, ao todo, coma menos calorias.

Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e eles sofreram redução da gordura corporal, em comparação com um grupo controle, mesmo tendo acesso à mesma quantidade de comida.

Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.

E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais baixo com mais facilidade do que aquelas que comem após as 15 horas.

Também podemos reavaliar o horário dos nossos lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e doenças cardiovasculares.

Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa saúde.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
"Também podemos reavaliar o horário dos nossos lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e doenças cardiovasculares."

Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.

(__)O vocábulo 'também' recebe acento por ser uma oxítona terminada em 'em'. De igual modo, os monossílabos tônicos terminados em 'em' também são acentuados, como se verifica no vocábulo 'vêm'.
(__)O vocábulo 'níveis' recebe acento por ser paroxítono terminado em ditongo, uma vez que palavras com essa classificação e terminação são acentuadas.
(__)O vocábulo 'açúcar' recebe acento por ser paroxítono terminada em 'r'; ao ser flexionado no plural, embora permaneça acentuado, sua classificação tônica será alterada.
(__)O vocábulo 'ruim' é uma palavra oxítona, enquanto 'ureter' e 'cateter' são palavras paroxítonas, com a tonicidade recaindo na penúltima sílaba. Dessa forma, todos apresentam tonicidade própria, embora se enquadrem em categorias silábicas diferentes.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Q4195310 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que é melhor comer com inteligência do que contar calorias? 


A sabedoria popular indica que a solução para manter o peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e quantas nós gastamos.

Este cálculo faz sentido: a energia que entra em comparação com a que sai. Parece simples, não é mesmo?

Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade importante: nem todas as calorias da nossa alimentação são iguais.

Na verdade, existe uma complexa interação biológica ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o consumimos e pela sua interação com a agitada comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.

"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão", afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's College de Londres.

"Estamos realmente começando a ver como a nossa reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em relação ao mesmo alimento."

Quando comemos

O que comemos certamente ainda é importante. Uma alimentação rica em legumes e verduras frescas será melhor do que se for dominada por x-búrguers.

Mas esta consideração está longe de ser a única.

O horário da refeição, por exemplo, também influencia a qualidade da digestão e quais nutrientes serão absorvidos pelo nosso corpo.

Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com excesso de peso perderam mais peso ao consumir a maior parte das suas calorias no horário do café da manhã, em comparação com aquelas que comiam mais à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.

Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer com que você, ao todo, coma menos calorias.

Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e eles sofreram redução da gordura corporal, em comparação com um grupo controle, mesmo tendo acesso à mesma quantidade de comida.

Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.

E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais baixo com mais facilidade do que aquelas que comem após as 15 horas.

Também podemos reavaliar o horário dos nossos lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e doenças cardiovasculares.

Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa saúde.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
Considerando o tipo e o gênero textual predominantes no texto sobre os resultados das pesquisas acerca de hábitos alimentares, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4195306 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que é melhor comer com inteligência do que contar calorias? 


A sabedoria popular indica que a solução para manter o peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e quantas nós gastamos.

Este cálculo faz sentido: a energia que entra em comparação com a que sai. Parece simples, não é mesmo?

Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade importante: nem todas as calorias da nossa alimentação são iguais.

Na verdade, existe uma complexa interação biológica ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o consumimos e pela sua interação com a agitada comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.

"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão", afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's College de Londres.

"Estamos realmente começando a ver como a nossa reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em relação ao mesmo alimento."

Quando comemos

O que comemos certamente ainda é importante. Uma alimentação rica em legumes e verduras frescas será melhor do que se for dominada por x-búrguers.

Mas esta consideração está longe de ser a única.

O horário da refeição, por exemplo, também influencia a qualidade da digestão e quais nutrientes serão absorvidos pelo nosso corpo.

Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com excesso de peso perderam mais peso ao consumir a maior parte das suas calorias no horário do café da manhã, em comparação com aquelas que comiam mais à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.

Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer com que você, ao todo, coma menos calorias.

Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e eles sofreram redução da gordura corporal, em comparação com um grupo controle, mesmo tendo acesso à mesma quantidade de comida.

Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.

E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais baixo com mais facilidade do que aquelas que comem após as 15 horas.

Também podemos reavaliar o horário dos nossos lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e doenças cardiovasculares.

Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa saúde.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
"Também podemos reavaliar o horário dos nossos lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e doenças cardiovasculares."
Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.

(__)O vocábulo 'também' recebe acento por ser uma oxítona terminada em 'em'. De igual modo, os monossílabos tônicos terminados em 'em' também são acentuados, como se verifica no vocábulo 'vêm'.
(__)O vocábulo 'níveis' recebe acento por ser paroxítono terminado em ditongo, uma vez que palavras com essa classificação e terminação são acentuadas.
(__)O vocábulo 'açúcar' recebe acento por ser paroxítono terminada em 'r'; ao ser flexionado no plural, embora permaneça acentuado, sua classificação tônica será alterada.
(__)O vocábulo 'ruim' é uma palavra oxítona, enquanto 'ureter' e 'cateter' são palavras paroxítonas, com a tonicidade recaindo na penúltima sílaba. Dessa forma, todos apresentam tonicidade própria, embora se enquadrem em categorias silábicas diferentes.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Q4195258 Português
Por que é melhor comer com inteligência do que contar calorias?


A sabedoria popular indica que a solução para manter o peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e quantas nós gastamos.

Este cálculo faz sentido: a energia que entra em comparação com a que sai. Parece simples, não é mesmo?

Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade importante: nem todas as calorias da nossa alimentação são iguais.

Na verdade, existe uma complexa interação biológica ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o consumimos e pela sua interação com a agitada comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.

"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão", afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's College de Londres.

"Estamos realmente começando a ver como a nossa reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em relação ao mesmo alimento."

Quando comemos

O que comemos certamente ainda é importante. Uma alimentação rica em legumes e verduras frescas será melhor do que se for dominada por x-búrguers.

Mas esta consideração está longe de ser a única.

O horário da refeição, por exemplo, também influencia a qualidade da digestão e quais nutrientes serão absorvidos pelo nosso corpo.

Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com excesso de peso perderam mais peso ao consumir a maior parte das suas calorias no horário do café da manhã, em comparação com aquelas que comiam mais à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.

Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer com que você, ao todo, coma menos calorias.

Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e eles sofreram redução da gordura corporal, em comparação com um grupo controle, mesmo tendo acesso à mesma quantidade de comida.

Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.

E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais baixo com mais facilidade do que aquelas que comem após as 15 horas.

Também podemos reavaliar o horário dos nossos lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e doenças cardiovasculares.

Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa saúde.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
"Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e eles sofreram redução da gordura corporal, em comparação com um grupo controle, mesmo tendo acesso à mesma quantidade de comida."
Considerando as classes de palavras dos vocábulos presentes no trecho, analise as afirmativas.

I.O vocábulo 'quando', no trecho analisado, atua como uma conjunção subordinativa temporal, introduzindo uma oração que indica o momento em que ocorre a ação da oração principal.
II.O vocábulo 'mais' é advérbio que intensifica 'cedo' e estabelece uma comparação implícita com outro ponto de referência, que no texto é 'o normal'.
III.O vocábulo 'menor' caracteriza o substantivo 'ingestão', atribuindo-lhe a ideia de quantidade reduzida em relação a outra referência.
IV.O vocábulo 'levemente' é um advérbio que modifica o substantivo 'adultos', atribuindo-lhe uma característica de qualidade própria.

Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições corretas.
Alternativas
Q4195156 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que é melhor comer com inteligência do que contar calorias?

A sabedoria popular indica que a solução para manter o peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e quantas nós gastamos.

Este cálculo faz sentido: a energia que entra em comparação com a que sai. Parece simples, não é mesmo?

Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade importante: nem todas as calorias da nossa alimentação são iguais.

Na verdade, existe uma complexa interação biológica ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o consumimos e pela sua interação com a agitada comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.

"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão", afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's College de Londres.

"Estamos realmente começando a ver como a nossa reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em relação ao mesmo alimento."

Quando comemos

O que comemos certamente ainda é importante. Uma alimentação rica em legumes e verduras frescas será melhor do que se for dominada por x-búrguers.

Mas esta consideração está longe de ser a única.

O horário da refeição, por exemplo, também influencia a qualidade da digestão e quais nutrientes serão absorvidos pelo nosso corpo.

Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com excesso de peso perderam mais peso ao consumir a maior parte das suas calorias no horário do café da manhã, em comparação com aquelas que comiam mais à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.

Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer com que você, ao todo, coma menos calorias.

Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e eles sofreram redução da gordura corporal, em comparação com um grupo controle, mesmo tendo acesso à mesma quantidade de comida.

Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.

E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais baixo com mais facilidade do que aquelas que comem após as 15 horas.

Também podemos reavaliar o horário dos nossos lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e doenças cardiovasculares.

Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa saúde.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
"Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição." O vocábulo 'emergente' é parônimo de 'imergente', pois apresentam semelhanças na pronúncia e na grafia, embora possuam significados distintos. Considerando o uso desse parônimo e de outros distintos, analise as frases a seguir:
I.Silvio Santos jamais iria imergir, pois possuía riqueza material e bons investimentos.
II.Minha funcionária é diligente na realização de suas funções.
III.O eminente leão marcha pela savana.
IV.A mercadoria é precedente da Europa.
Considerando o uso adequado de palavras parônimas, assinale a alternativa que apresenta exclusivamente as frases corretas.
Alternativas
Q4194079 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Tomar chuva faz bem?

O som relaxante

Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol, induzindo uma sensação de calma, além de mascarar ruídos incômodos.

"Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, no Estado americano do Michigan.

"Quando esse sistema é ativado, podemos observar efeitos fisiológicos como a diminuição da frequência cardíaca e a redução das respostas ao estresse."

Um estudo recente revelou que o som da chuva foi mais eficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente a uma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis de estresse em até 65%.

Uma chuva intensa, que se situa em uma frequência ainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode ser mais envolvente e proporcionar uma maior sensação de acolhimento, além de mascarar ruídos incômodos e favorecer o sono, diz Sarow.

Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes, tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.

"Se alguém escuta esses sons de forma intencional como parte de uma rotina de relaxamento, a experiência pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena ou meditação, nas quais o som atua como uma âncora para a atenção e o relaxamento."

Embora minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazer sentir melhor e mais conectada ao momento presente.

Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicar um pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência.

Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva, pense em se sintonizar com essa experiência. Você pode se surpreender agradavelmente.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o -fragmento-adaptado 
"...pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena."

O emprego da forma verbal 'pode' indica:
Alternativas
Q4194073 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Tomar chuva faz bem?

O som relaxante

Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol, induzindo uma sensação de calma, além de mascarar ruídos incômodos.

"Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, no Estado americano do Michigan.

"Quando esse sistema é ativado, podemos observar efeitos fisiológicos como a diminuição da frequência cardíaca e a redução das respostas ao estresse."

Um estudo recente revelou que o som da chuva foi mais eficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente a uma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis de estresse em até 65%.

Uma chuva intensa, que se situa em uma frequência ainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode ser mais envolvente e proporcionar uma maior sensação de acolhimento, além de mascarar ruídos incômodos e favorecer o sono, diz Sarow.

Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes, tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.

"Se alguém escuta esses sons de forma intencional como parte de uma rotina de relaxamento, a experiência pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena ou meditação, nas quais o som atua como uma âncora para a atenção e o relaxamento."

Embora minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazer sentir melhor e mais conectada ao momento presente.

Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicar um pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência.

Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva, pense em se sintonizar com essa experiência. Você pode se surpreender agradavelmente.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o -fragmento-adaptado 
"Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicar um pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência."

Com base nas regras de pontuação, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4193900 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Múmia egípcia desenterrada com texto literário no abdômen é encontrada

Arqueólogos que trabalham na antiga cidade de Oxirrinco, no Egito, desenterraram uma múmia com uma passagem da "Ilíada" de Homero presa ao abdômen, numa descoberta inédita.

Embora outras múmias na região tenham sido encontradas com pacotes lacrados com papiros contendo o que parecem ser fórmulas ritualísticas, aplicadas como parte do processo de embalsamento, esta é a primeira vez que um texto literário foi encontrado, disse Ignasi-Xavier Adiego, filólogo clássico da Universidade de Barcelona, ??na Espanha, à CNN.

"Este é o grande avanço para nós", disse Adiego, que faz parte de uma equipe que trabalha no local há anos.

"Até agora, não sabíamos que eles teriam usado textos literários como parte desse ritual funerário", acrescentou.

A múmia foi encontrada na atual cidade egípcia de Al Bahnasa, a cerca de 200 quilômetros (124 milhas) ao sul da capital Cairo, e tem aproximadamente 1.600 anos, da época romana, de acordo com um comunicado da Universidade de Barcelona.

Embora o papiro esteja fragmentado e em mau estado de conservação, a equipe conseguiu determinar que o texto integra o catálogo de navios presente no Livro II do poema épico grego, afirmou Adiego.

"Não tivemos a oportunidade de estudá-lo usando métodos de alta tecnologia, como raios X, que poderiam nos permitir lê-lo melhor", disse ele. "Fizemos tudo o que podíamos sem destruir o papiro."

Consequentemente, a pesquisa sobre o papiro encontra-se em fase preliminar, explicou Adiego, havendo ainda questões importantes a serem respondidas.

Neste momento, pouco se sabe sobre o papel do papiro no processo de embalsamamento, acrescentou, embora uma possível explicação seja que ele funcionava como uma espécie de assinatura do embalsamador que mumificou o corpo.

A descoberta do que parecem ser instruções rituais escritas em outros papiros levou alguns a teorizar que eles tinham algum tipo de função protetora, disse Adiego.

"A ideia de que um papiro contendo um texto literário pudesse ter cumprido essa mesma função é muito mais estranha", acrescentou.

"Até o momento, não conseguimos interpretar o motivo da existência desse papiro literário", disse Adiego.

Além disso, pouco se sabe sobre a vida daqueles cujas múmias foram encontradas no local, além do fato de que suas famílias deviam ter um certo nível de riqueza para poder pagar pelo processo de embalsamento, acrescentou ele.


https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/mumia-egipcia-desenterrada-comtexto-literario-no-abdomen-e-encontrada/ adaptado
"A ideia de que um papiro contendo um texto literário pudesse ter cumprido essa mesma função é muito mais estranha, acrescentou."

Considerando as regras de acentuação dos vocábulos utilizados no texto-base, analise as afirmativas e assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4193893 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Múmia egípcia desenterrada com texto literário no abdômen é encontrada

Arqueólogos que trabalham na antiga cidade de Oxirrinco, no Egito, desenterraram uma múmia com uma passagem da "Ilíada" de Homero presa ao abdômen, numa descoberta inédita.

Embora outras múmias na região tenham sido encontradas com pacotes lacrados com papiros contendo o que parecem ser fórmulas ritualísticas, aplicadas como parte do processo de embalsamento, esta é a primeira vez que um texto literário foi encontrado, disse Ignasi-Xavier Adiego, filólogo clássico da Universidade de Barcelona, ??na Espanha, à CNN.

"Este é o grande avanço para nós", disse Adiego, que faz parte de uma equipe que trabalha no local há anos.

"Até agora, não sabíamos que eles teriam usado textos literários como parte desse ritual funerário", acrescentou.

A múmia foi encontrada na atual cidade egípcia de Al Bahnasa, a cerca de 200 quilômetros (124 milhas) ao sul da capital Cairo, e tem aproximadamente 1.600 anos, da época romana, de acordo com um comunicado da Universidade de Barcelona.

Embora o papiro esteja fragmentado e em mau estado de conservação, a equipe conseguiu determinar que o texto integra o catálogo de navios presente no Livro II do poema épico grego, afirmou Adiego.

"Não tivemos a oportunidade de estudá-lo usando métodos de alta tecnologia, como raios X, que poderiam nos permitir lê-lo melhor", disse ele. "Fizemos tudo o que podíamos sem destruir o papiro."

Consequentemente, a pesquisa sobre o papiro encontra-se em fase preliminar, explicou Adiego, havendo ainda questões importantes a serem respondidas.

Neste momento, pouco se sabe sobre o papel do papiro no processo de embalsamamento, acrescentou, embora uma possível explicação seja que ele funcionava como uma espécie de assinatura do embalsamador que mumificou o corpo.

A descoberta do que parecem ser instruções rituais escritas em outros papiros levou alguns a teorizar que eles tinham algum tipo de função protetora, disse Adiego.

"A ideia de que um papiro contendo um texto literário pudesse ter cumprido essa mesma função é muito mais estranha", acrescentou.

"Até o momento, não conseguimos interpretar o motivo da existência desse papiro literário", disse Adiego.

Além disso, pouco se sabe sobre a vida daqueles cujas múmias foram encontradas no local, além do fato de que suas famílias deviam ter um certo nível de riqueza para poder pagar pelo processo de embalsamento, acrescentou ele.


https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/mumia-egipcia-desenterrada-comtexto-literario-no-abdomen-e-encontrada/ adaptado
"Neste momento, pouco se sabe sobre o papel do papiro no processo de embalsamamento."
Com base na análise morfológica dos vocábulos destacados, analise as afirmativas a seguir:

I. O vocábulo 'pouco' é pronome indefinido, pois retoma de forma vaga uma quantidade não especificada.
II. O vocábulo 'se' atua como partícula apassivadora, formando uma voz passiva sintética.
III. A palavra 'sobre' é preposição equivalente a 'acerca de', indicando o tema sobre o qual se sabe pouco. Essa mesma preposição, no entanto, assume valor semântico distinto em 'Recebiam uma porcentagem sobre os valores cobrados pelo processo de embalsamento', em que expressa ideia de correspondência ou proporcionalidade.
IV. O vocábulo 'momento' é um substantivo que, ao integrar a expressão 'Neste momento', compõe uma locução adverbial de tempo.

Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Alternativas
Q4193891 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Múmia egípcia desenterrada com texto literário no abdômen é encontrada

Arqueólogos que trabalham na antiga cidade de Oxirrinco, no Egito, desenterraram uma múmia com uma passagem da "Ilíada" de Homero presa ao abdômen, numa descoberta inédita.

Embora outras múmias na região tenham sido encontradas com pacotes lacrados com papiros contendo o que parecem ser fórmulas ritualísticas, aplicadas como parte do processo de embalsamento, esta é a primeira vez que um texto literário foi encontrado, disse Ignasi-Xavier Adiego, filólogo clássico da Universidade de Barcelona, ??na Espanha, à CNN.

"Este é o grande avanço para nós", disse Adiego, que faz parte de uma equipe que trabalha no local há anos.

"Até agora, não sabíamos que eles teriam usado textos literários como parte desse ritual funerário", acrescentou.

A múmia foi encontrada na atual cidade egípcia de Al Bahnasa, a cerca de 200 quilômetros (124 milhas) ao sul da capital Cairo, e tem aproximadamente 1.600 anos, da época romana, de acordo com um comunicado da Universidade de Barcelona.

Embora o papiro esteja fragmentado e em mau estado de conservação, a equipe conseguiu determinar que o texto integra o catálogo de navios presente no Livro II do poema épico grego, afirmou Adiego.

"Não tivemos a oportunidade de estudá-lo usando métodos de alta tecnologia, como raios X, que poderiam nos permitir lê-lo melhor", disse ele. "Fizemos tudo o que podíamos sem destruir o papiro."

Consequentemente, a pesquisa sobre o papiro encontra-se em fase preliminar, explicou Adiego, havendo ainda questões importantes a serem respondidas.

Neste momento, pouco se sabe sobre o papel do papiro no processo de embalsamamento, acrescentou, embora uma possível explicação seja que ele funcionava como uma espécie de assinatura do embalsamador que mumificou o corpo.

A descoberta do que parecem ser instruções rituais escritas em outros papiros levou alguns a teorizar que eles tinham algum tipo de função protetora, disse Adiego.

"A ideia de que um papiro contendo um texto literário pudesse ter cumprido essa mesma função é muito mais estranha", acrescentou.

"Até o momento, não conseguimos interpretar o motivo da existência desse papiro literário", disse Adiego.

Além disso, pouco se sabe sobre a vida daqueles cujas múmias foram encontradas no local, além do fato de que suas famílias deviam ter um certo nível de riqueza para poder pagar pelo processo de embalsamento, acrescentou ele.


https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/mumia-egipcia-desenterrada-comtexto-literario-no-abdomen-e-encontrada/ adaptado
O texto 'Múmia egípcia desenterrada com texto literário no abdômen é encontrada' pode ser classificado como um texto predominantemente_____________, pertencente ao gênero _____________, uma vez que apresenta características como linguagem objetiva, citação de fontes especializadas, dados precisos e relato de descoberta científica recente, com o objetivo principal de _____________ o leitor sobre um fato ocorrido.

Com base no tipo e no gênero textual, complete as lacunas com os elementos adequados. 
Alternativas
Q4193495 Português
   Você olha os vasos de planta, vira a garrafa d’água de cabeça para baixo, confere o ralo do quintal…

No Brasil, combater a dengue exige quase um ritual doméstico. Mas e se a solução não fosse acabar com o mosquito e sim transformá-lo em aliado? Foi exatamente isso que fez o cientista Luciano Moreira, único brasileiro a integrar a lista TIME100 Health 2026, divulgada nesta quarta-feira, 11, pela revista TIME, que reúne as cem pessoas mais influentes da área no mundo.
   Engenheiro agrônomo e entomologista, Moreira ficou conhecido por desenvolver o método Wolbachia. De forma bem resumida, a técnica usa os próprios mosquitos para reduzir a capacidade de transmissão de vírus como dengue, zika e chikungunya aos humanos. [...]
   A ideia é simples de explicar, mas engenhosa na prática: mosquitos Aedes aegypti são infectados, em laboratório, com a bactéria Wolbachia. Depois, são liberados no ambiente. Eles continuam vivendo e se reproduzindo normalmente. A diferença é que passam a carregar a bactéria e a transmiti-la para as próximas gerações.
   Com o tempo, a população local de mosquitos passa a ter Wolbachia. E é aí que ocorre o principal: o vírus da dengue encontra mais dificuldade para se estabelecer dentro do inseto. Sem conseguir se multiplicar direito, deixa de ser transmitido às pessoas com a mesma eficiência.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/o-brasileiro-que-colocou-a-dengue-na-defensiva-e-entrou-para-a-lista-de-100-influentesda-saude-no-mundo/. Acesso em: 23 fev. 2026.

A abertura do texto, destacada em negrito, contribui para 
Alternativas
Q4193494 Português
   Há momentos em que a história deixa de avançar aos poucos e passa a se mover por saltos. Não porque as notícias mudem, mas porque as potências decidem que já não podem adiar decisões. É isso que estamos vendo agora. Estados Unidos e China reorganizam silenciosamente os fundamentos da economia global. Cada lado com clareza, método e propósito.
   Os Estados Unidos tratam produção, comércio e agricultura como peças de um tabuleiro maior. Não se discute mais porcentagem de tarifa. A discussão é se uma cadeia produtiva fortalece ou enfraquece a segurança nacional. Centros de pensamento como a Heritage Foundation, que tem grande influência sobre o secretário de Estado Marco Rubio, defendem que chegou o fim da era da integração automática com a China. A ordem é reduzir riscos, diversificar dependências e recuperar o que foi perdido em décadas de deslocamento industrial. A tarifa virou instrumento de poder.
   A China, por sua vez, opera com uma disciplina única e invejável. Seu novo marco de segurança alimentar, os documentos anuais de orientação rural e o projeto de autossuficiência apontam para uma visão de longo prazo. Pequim investe em reservas estratégicas, terras raras, ciência aplicada ao campo, tecnologia verde, fertilizantes, máquinas e plataformas digitais que unificam produção, logística e crédito. Enquanto muitos países tratam agricultura como setor tradicional, a China a elevou ao centro de sua estratégia de sobrevivência e projeção.
     As duas maiores potências do planeta estão jogando xadrez.
    E o Brasil tenta ser vencedor jogando dominó.
   Não é por falta de talento ou potencial. É por ausência de projeto. Continuamos presos a debates de tarifa, acesso sanitário ou frases diplomáticas que dizem pouco. O mundo já está em outro ritmo. Agricultura, energia, tecnologia e finanças se tornaram ferramentas de afirmação nacional. Nosso lugar natural seria o de ator indispensável. Mas seguimos negociando sem saber onde estamos e como se tivéssemos pouco a oferecer.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/cenario-global/entre-o-xadrez-e-o-domino/. Acesso em: 20 jan. 2026.

Sobre o papel dos conectores destacados em negrito, assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Q4193493 Português
Texto I

    A morte brutal do cão Orelha, em Florianópolis, não surge como um fato isolado nem como um desvio inexplicável. Ela aparece como um sintoma visível de um fenômeno que cresce longe dos holofotes, mas à vista de quem frequenta certas comunidades da internet. Grupos organizados, muitos deles frequentados por crianças e adolescentes, transformam a tortura de animais em espetáculo, linguagem de pertencimento e ritual de iniciação. A crueldade deixa de ser exceção e passa a ser método.

Disponível em: https://tinyurl.com/ejuxy7zj. Acesso em: 15 fev. 2026.

Texto II 

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/charges/2026/02/09/joao-montanaro.shtml. Acesso em: 15 fev. 2026.

Com base na articulação entre os textos I e II, bem como nos recursos linguísticos e visuais empregados, analise as asserções.

I. A eficácia comunicativa do texto II depende do reconhecimento intertextual entre um aviso de segurança convencional e o aviso que sinaliza o risco associado à conduta geracional descrita no texto I.
II. O texto I sustenta que as práticas de violência em comunidades digitais são fenômenos assistemáticos e desvinculados de intenções de integração social entre jovens.
III. O emprego da expressão “linguagem de pertencimento” no texto I explicita que a prática de atos cruéis funciona como um código de coesão e identidade em determinados grupos virtuais.
IV. No texto II, desloca-se o foco da crítica social ao enfatizar o animal como elemento central da cena, configurando a situação como um conflito restrito ao espaço doméstico.

Assinale a alternativa que apresenta apenas asserções corretas. 
Alternativas
Q4193492 Português
       Em 2014, 55 estudantes se inscreveram em um experimento em troca de créditos na faculdade. Seria moleza: cada participante deveria ficar 15 minutos sentado em uma cadeira sozinho, sem fazer nada, nem mesmo cochilar.
    O único objeto com o qual se poderia interagir nesse intervalo era um botão. Quando apertado, eletrodos conectados nos calcanhares dos voluntários disparavam um choque. Eles sabiam disso, e a decisão de apertar ou não o botão cabia a cada um.
      Os estudantes já haviam sentido a intensidade da descarga elétrica em uma fase anterior do estudo e aprenderam que ela não era nada agradável. A maioria deles disse que pagaria para não sentir a dor novamente. Não havia motivo, então, para apertar o botão de graça.
    O que aconteceu nesses 15 minutos surpreendeu os pesquisadores: 71% dos homens e 26% das mulheres participantes apertaram o botão pelo menos uma vez. Um voluntário fora da curva se deu o choque 190 vezes – média de um a cada cinco segundos. O Super Choque em pessoa. [...]
     O estudo ficou famoso não só pelo caráter cômico mas também porque revela algo sobre as pessoas: muitos de nós preferem sentir um estímulo negativo do que estímulo nenhum. Essa ideia é corroborada por outro experimento, em que os participantes também tinham a oportunidade de dar choques em si próprios enquanto assistiam a filmes classificados em três tipos: tristes, neutros ou entediantes. O último grupo foi o que mais sentou o dedo no botão.

Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/por-que-e-importante-sentir-tedio-e-como-usa-lo-a-seu-favor/. Acesso em: 21 fev. 2026.

No último parágrafo, a referência ao experimento envolvendo a exibição de filmes cumpre a função de 
Alternativas
Q4193491 Português
Texto para a questão


    O Ministério da Saúde reconhece a obesidade como um problema de saúde pública e orienta que, diante do atual quadro epidemiológico do país, sejam prioritárias as ações de promoção da alimentação adequada e saudável, de prevenção da obesidade e intervenções para a construção de ambientes alimentares saudáveis. Do ponto de vista conceitual, tanto o sobrepeso quanto a obesidade se referem ao acúmulo excessivo de gordura corporal. A obesidade é fator de risco para outras enfermidades, como: doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. Isso sem falar da maneira como o problema é visto pela sociedade, podendo levar a estereótipos e discriminação. E é justamente nesse ponto que fica evidente como aspectos sociais e psicológicos do indivíduo podem ser afetados, para além da questão física.

    A prevalência de obesidade tem aumentado de maneira epidêmica, nas últimas décadas e, atualmente, representa um grande problema de saúde pública no mundo. No Brasil, o excesso de peso (que compreende o sobrepeso e a obesidade) também tem aumentado.

   Dados recentes indicam que o consumo de emagrecedores sem orientação médica aumentou 25% na última década, sendo mais prevalente entre mulheres jovens. As complicações mais comuns incluem arritmias cardíacas, transtornos de ansiedade e depressão. Observou-se também que a fiscalização sobre a venda desses medicamentos é insuficiente, permitindo sua ampla distribuição em mercados físicos e online. Além disso, as campanhas educativas voltadas para os riscos dessa prática ainda são escassas, dificultando a conscientização da população.


Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/17856/10218. Acesso em: 23 fev. 2026. 

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.instagram.com/p/DRu02eYCbIU/. Acesso em: 1 jun. 2026.



Relacione a charge com o texto sobre a obesidade como um problema de saúde pública e assinale a alternativa correta.  

Alternativas
Q4193490 Português
Texto para a questão


    O Ministério da Saúde reconhece a obesidade como um problema de saúde pública e orienta que, diante do atual quadro epidemiológico do país, sejam prioritárias as ações de promoção da alimentação adequada e saudável, de prevenção da obesidade e intervenções para a construção de ambientes alimentares saudáveis. Do ponto de vista conceitual, tanto o sobrepeso quanto a obesidade se referem ao acúmulo excessivo de gordura corporal. A obesidade é fator de risco para outras enfermidades, como: doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. Isso sem falar da maneira como o problema é visto pela sociedade, podendo levar a estereótipos e discriminação. E é justamente nesse ponto que fica evidente como aspectos sociais e psicológicos do indivíduo podem ser afetados, para além da questão física.

    A prevalência de obesidade tem aumentado de maneira epidêmica, nas últimas décadas e, atualmente, representa um grande problema de saúde pública no mundo. No Brasil, o excesso de peso (que compreende o sobrepeso e a obesidade) também tem aumentado.

   Dados recentes indicam que o consumo de emagrecedores sem orientação médica aumentou 25% na última década, sendo mais prevalente entre mulheres jovens. As complicações mais comuns incluem arritmias cardíacas, transtornos de ansiedade e depressão. Observou-se também que a fiscalização sobre a venda desses medicamentos é insuficiente, permitindo sua ampla distribuição em mercados físicos e online. Além disso, as campanhas educativas voltadas para os riscos dessa prática ainda são escassas, dificultando a conscientização da população.


Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/17856/10218. Acesso em: 23 fev. 2026. 
De acordo com a intenção comunicativa do texto, assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Q4193489 Português
Texto para a questão


    O Ministério da Saúde reconhece a obesidade como um problema de saúde pública e orienta que, diante do atual quadro epidemiológico do país, sejam prioritárias as ações de promoção da alimentação adequada e saudável, de prevenção da obesidade e intervenções para a construção de ambientes alimentares saudáveis. Do ponto de vista conceitual, tanto o sobrepeso quanto a obesidade se referem ao acúmulo excessivo de gordura corporal. A obesidade é fator de risco para outras enfermidades, como: doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. Isso sem falar da maneira como o problema é visto pela sociedade, podendo levar a estereótipos e discriminação. E é justamente nesse ponto que fica evidente como aspectos sociais e psicológicos do indivíduo podem ser afetados, para além da questão física.

    A prevalência de obesidade tem aumentado de maneira epidêmica, nas últimas décadas e, atualmente, representa um grande problema de saúde pública no mundo. No Brasil, o excesso de peso (que compreende o sobrepeso e a obesidade) também tem aumentado.

   Dados recentes indicam que o consumo de emagrecedores sem orientação médica aumentou 25% na última década, sendo mais prevalente entre mulheres jovens. As complicações mais comuns incluem arritmias cardíacas, transtornos de ansiedade e depressão. Observou-se também que a fiscalização sobre a venda desses medicamentos é insuficiente, permitindo sua ampla distribuição em mercados físicos e online. Além disso, as campanhas educativas voltadas para os riscos dessa prática ainda são escassas, dificultando a conscientização da população.


Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/17856/10218. Acesso em: 23 fev. 2026. 
No texto, critica-se o uso indiscriminado de emagrecedores devido à(às) 
Alternativas
Respostas
2601: A
2602: C
2603: C
2604: A
2605: D
2606: A
2607: A
2608: D
2609: B
2610: B
2611: B
2612: C
2613: C
2614: C
2615: A
2616: B
2617: A
2618: C
2619: A
2620: D