Questões de Concurso Sobre português

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Q4322465 Português

“Pernambucano”, “recifense”… Quem define o gentílico de um lugar?


Por Bela Lobato

(Disponível em: super.abril.com.br/coluna/oraculo/pernambucano-recifense-quem-define-o-gentilico-de-umlugar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da formação do período a seguir, retirado do texto:

“Em 2016, por exemplo, o governo do Acre abriu uma consulta pública para que os cidadãos decidissem entre ‘acreano’, como era mais comum no uso popular, ou ‘acriano’, como foi decidido pelo Novo Acordo Ortográfico”. 
Alternativas
Q4322464 Português

“Pernambucano”, “recifense”… Quem define o gentílico de um lugar?


Por Bela Lobato

(Disponível em: super.abril.com.br/coluna/oraculo/pernambucano-recifense-quem-define-o-gentilico-de-umlugar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da classe dos verbos.
Alternativas
Q4322463 Português

“Pernambucano”, “recifense”… Quem define o gentílico de um lugar?


Por Bela Lobato

(Disponível em: super.abril.com.br/coluna/oraculo/pernambucano-recifense-quem-define-o-gentilico-de-umlugar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre as definições relacionadas às partes que compõem uma palavra, analise as perguntas abaixo:

Qual é o elemento originário e irredutível em que se concentra a significação das palavras, consideradas do ângulo histórico?
Qual é o elemento básico e significativo das palavras, consideradas sob o aspecto gramatical e prático, dentro da língua portuguesa atual?
Qual é o elemento secundário (geralmente sem vida autônoma) que se agrega a um radical ou tema para formar palavras derivadas?
Qual é o elemento terminal indicativo das flexões das palavras?

Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.
Alternativas
Q4322462 Português

“Pernambucano”, “recifense”… Quem define o gentílico de um lugar?


Por Bela Lobato

(Disponível em: super.abril.com.br/coluna/oraculo/pernambucano-recifense-quem-define-o-gentilico-de-umlugar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com ditongo crescente.
Alternativas
Q4322461 Português

“Pernambucano”, “recifense”… Quem define o gentílico de um lugar?


Por Bela Lobato

(Disponível em: super.abril.com.br/coluna/oraculo/pernambucano-recifense-quem-define-o-gentilico-de-umlugar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. O texto apresenta exemplos de variação linguística regional e seu impacto no reconhecimento local de palavras dessa natureza.
II. Tendo em vista que o texto objetiva apenas levantar curiosidades a respeito dos gentílicos, não se identifica nele nenhuma definição linguística.
III. Pode-se identificar no texto uma breve explicação a respeito do processo de formação de palavras que origina os gentílicos.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4322460 Português

“Pernambucano”, “recifense”… Quem define o gentílico de um lugar?


Por Bela Lobato

(Disponível em: super.abril.com.br/coluna/oraculo/pernambucano-recifense-quem-define-o-gentilico-de-umlugar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a tipologia do texto-base, analise as assertivas a seguir:

I. O texto apresenta características predominantes da tipologia expositiva, uma vez que busca ser objetivo e informativo, recorrendo a definições ou conceituações para explicar algo e empregando dados e informações para expor o tema.
II. Há no texto um trecho narrativo que está a serviço do tema principal, servindo de exemplo a uma dada situação, o que não faz, contudo, com que a tipologia do texto possa ser considerada como narrativa.
III. Ao discorrer sobre como são formados os gentílicos, o texto recorre à tipologia descritiva, pois apresenta os principais atributos dessas palavras e valoriza pormenores, detalhes e minúcias.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4322387 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4322386 Português

Imagem associada para resolução da questão


BROWNE, Dik. Hagar o horrível. Disponível em

<https://www.instagram.com/p/DZc1CjXFo5J/?img_ind

ex=5>.


Nas expressões "meio cheio" e "meio vazio", empregadas na tirinha acima, a palavra "meio" é de natureza:

Alternativas
Q4322385 Português
Assinale a alternativa que apresenta a colocação do pronome destacado de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4322384 Português

"É impossível imaginar o espanhol sem Cervantes, o inglês sem Shakespeare, e o português sem Clarice." (Benjamin Moser)


O período acima é constituído por:

Alternativas
Q4322383 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta a figura de linguagem conhecida como catacrese.
Alternativas
Q4322382 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim


    Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.


    Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.


    A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.


    Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.


    Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.


    Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)


    Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.


    As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.


    As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)


AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à

humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível

em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.

Assinale a alternativa cuja palavra destacada, mesmo não sendo um pronome possessivo, apresenta o sentido de posse
Alternativas
Q4322381 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim


    Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.


    Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.


    A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.


    Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.


    Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.


    Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)


    Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.


    As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.


    As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)


AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à

humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível

em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.

"A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia"


A palavra destacada no trecho acima é sinônima de tornar algo:

Alternativas
Q4322380 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim


    Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.


    Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.


    A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.


    Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.


    Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.


    Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)


    Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.


    As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.


    As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)


AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à

humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível

em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.

O texto "Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim" é predominantemente:
Alternativas
Q4322349 Português
Leia o fragmento:

“Após a divulgação dos resultados, foram identificadas inconsistências nos dados apresentados, razão pela qual solicitaram-se novos levantamentos e reavaliaram-se os procedimentos adotados anteriormente. A equipe responsável informou, posteriormente, que as medidas necessárias seriam implementadas para evitar a repetição dos problemas.”

Considerando a estrutura sintática do fragmento e o emprego das vozes verbais, da concordância e da partícula “se”, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4322348 Português
Analise cuidadosamente os períodos abaixo:

I. “Os profissionais que participaram da formação continuada apresentaram propostas inovadoras para o trabalho pedagógico.”
II. “Os profissionais, que participaram da formação continuada, apresentaram propostas inovadoras para o trabalho pedagógico.”

Embora apresentem estruturas sintáticas semelhantes, os dois períodos podem produzir efeitos de sentido distintos em razão da pontuação empregada.
Com base na norma-padrão e nos princípios de construção do sentido textual, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4322347 Português
Leia o fragmento:

“A ampliação do acesso à educação de qualidade exige que os gestores estejam atentos às necessidades específicas das comunidades, que deem prioridade a projetos capazes de responder às demandas locais e que não se mostrem indiferentes às dificuldades enfrentadas pelos estudantes.”

Considerando o emprego da norma-padrão, especialmente quanto à regência verbal e nominal, ao emprego do acento indicativo de crase e à concordância, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4322346 Português
Considere o período abaixo, retirado de um texto argumentativo:

“As políticas públicas que desconsideram as especificidades territoriais podem produzir resultados distintos daqueles que foram inicialmente previstos, especialmente quando os indicadores utilizados para avaliá-las não contemplam as desigualdades existentes entre diferentes grupos sociais.” A partir da análise das relações sintáticas e semânticas estabelecidas no período, bem como dos mecanismos de coesão empregados, analise as afirmações a seguir:

I. A oração “que desconsideram as especificidades territoriais” exerce função de caracterizar e restringir o sentido de “políticas públicas”, delimitando o conjunto a que o enunciado se refere.
II. Em “daqueles que foram inicialmente previstos”, o pronome relativo “que” retoma o pronome demonstrativo “aqueles” e exerce a função sintática de sujeito da forma verbal “foram previstos”.
III. O pronome “las”, presente em “avaliá-las”, retoma semanticamente “políticas públicas”, funcionando como mecanismo de coesão referencial.
IV. A substituição de “que desconsideram” por “as quais desconsideram” manteria, no contexto, a relação sintática e o sentido fundamental da oração.

Considerando as relações estabelecidas no período, está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4322345 Português
Leia atentamente o texto a seguir:

Entre a informação e o conhecimento

  Nunca tivemos acesso a tantas informações e, paradoxalmente, talvez nunca tenha sido tão necessário aprender a selecionar aquilo que merece nossa atenção. A facilidade de encontrar respostas modificou a relação que estabelecemos com o conhecimento: diante de uma dúvida, já não somos obrigados a percorrer longos caminhos para chegar a uma informação. Bastam alguns segundos para que mecanismos de busca apresentem milhares de resultados.
   O problema começa quando a disponibilidade da informação é confundida com a construção do conhecimento. Saber onde encontrar uma resposta não significa, necessariamente, compreender o problema que a originou. Do mesmo modo, acumular conteúdos não equivale a desenvolver capacidade crítica para avaliá-los.
  Nesse cenário, a educação assume uma tarefa que ultrapassa a simples transmissão de informações. Mais do que ensinar a localizar respostas, torna-se necessário desenvolver a capacidade de formular perguntas, estabelecer relações, reconhecer diferentes perspectivas e avaliar a confiabilidade das fontes. Afinal, em uma sociedade saturada de informações, talvez o verdadeiro privilégio não seja ter acesso a mais dados, mas saber o que fazer com eles.
   Considerando a tese defendida, a progressão argumentativa, as informações implícitas e os efeitos de sentido produzidos pelas escolhas linguísticas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4322274 Português
Observe o trecho:

“Talvez uma cidade verdadeiramente desenvolvida não seja aquela que permanece acordada o tempo inteiro, mas aquela que sabe equilibrar movimento e pausa, produção e descanso, atividade e silêncio.”

A organização sintática desse período contribui diretamente para a construção do argumento defendido pelo autor. O emprego da conjunção destacada estabelece uma relação específica entre as ideias, enquanto o pronome relativo contribui para a articulação entre os termos da oração.

Considerando as relações de coordenação e subordinação, o emprego das conjunções, dos pronomes relativos e a pontuação, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
2601: C
2602: A
2603: D
2604: E
2605: D
2606: B
2607: C
2608: A
2609: D
2610: E
2611: B
2612: B
2613: E
2614: A
2615: A
2616: A
2617: C
2618: D
2619: B
2620: A