Questões de Concurso Sobre português
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Leia atentamente o texto “Cinco” abaixo, de José Lino Grünewald. A seguir, assinale a alternativa que faz uma afirmação correta sobre o texto:

Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo:
Serão os livros escritos por inteligência artificial o futuro do mercado editorial?
A literatura mudou muito ao longo dos anos em todos os aspectos. Com uma variada gama de autores e estilos literários, dos grandes livros aos e-books, a literatura evolui à medida que a tecnologia continua a se desenvolver. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no uso da inteligência artificial (IA) para gerar conteúdo escrito, incluindo livros. Os algoritmos sofisticados e as técnicas de processamento de linguagem natural das IAs são capazes de analisar grandes quantidades de dados, gerar novas ideias e produzir conteúdo escrito com grande qualidade.
Apesar de toda essa facilidade e possibilidade que a IA tem de revolucionar o mercado editorial, ao mesmo tempo, também cria uma preocupação do tamanho do seu impacto e na iminente substituição dos autores humanos. Será possível que as máquinas substituam a criatividade e a autenticidade que nós, seres vivos, temos?
Recentemente um livro escrito 100% por inteligência artificial gerou um burburinho nas redes e no mercado. O americano Ammar Reshi escreveu seu próprio livro infantil em apenas 72 horas, usando ferramentas como o ChatGPT para texto e o Midjourney para as imagens. Como esperado, ele foi bombardeado de críticas após a publicação do livro, que gerou debates ligados aos direitos autorais e liberdade de expressão, já que a IA utiliza informações e exemplos já existentes na rede para gerar um novo conteúdo. Ou seja, a criação não é algo totalmente original.
A IA pode até escrever capítulos mais rápido do que um humano, mas nada substitui a emoção que um autor coloca em suas palavras. A escrita com IA não tem a profundidade emocional e as perspectivas únicas que vêm da experiência humana. É sempre bom lembrar que a escrita envolve mais do que apenas colocar palavras em uma página; também envolve as nuances da experiência humana, a capacidade de se conectar com os leitores em um nível pessoal e a paixão e dedicação que levam os escritores a criar suas histórias. (...)
SAAD, Betinho. Serão os livros escritos por inteligência
artificial o futuro do mercado editorial? Publishnews. 05
abr. 2023. Disponível em
https://www.publishnews.com.br/materias/2023/04/05/s
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo:
Serão os livros escritos por inteligência artificial o futuro do mercado editorial?
A literatura mudou muito ao longo dos anos em todos os aspectos. Com uma variada gama de autores e estilos literários, dos grandes livros aos e-books, a literatura evolui à medida que a tecnologia continua a se desenvolver. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no uso da inteligência artificial (IA) para gerar conteúdo escrito, incluindo livros. Os algoritmos sofisticados e as técnicas de processamento de linguagem natural das IAs são capazes de analisar grandes quantidades de dados, gerar novas ideias e produzir conteúdo escrito com grande qualidade.
Apesar de toda essa facilidade e possibilidade que a IA tem de revolucionar o mercado editorial, ao mesmo tempo, também cria uma preocupação do tamanho do seu impacto e na iminente substituição dos autores humanos. Será possível que as máquinas substituam a criatividade e a autenticidade que nós, seres vivos, temos?
Recentemente um livro escrito 100% por inteligência artificial gerou um burburinho nas redes e no mercado. O americano Ammar Reshi escreveu seu próprio livro infantil em apenas 72 horas, usando ferramentas como o ChatGPT para texto e o Midjourney para as imagens. Como esperado, ele foi bombardeado de críticas após a publicação do livro, que gerou debates ligados aos direitos autorais e liberdade de expressão, já que a IA utiliza informações e exemplos já existentes na rede para gerar um novo conteúdo. Ou seja, a criação não é algo totalmente original.
A IA pode até escrever capítulos mais rápido do que um humano, mas nada substitui a emoção que um autor coloca em suas palavras. A escrita com IA não tem a profundidade emocional e as perspectivas únicas que vêm da experiência humana. É sempre bom lembrar que a escrita envolve mais do que apenas colocar palavras em uma página; também envolve as nuances da experiência humana, a capacidade de se conectar com os leitores em um nível pessoal e a paixão e dedicação que levam os escritores a criar suas histórias. (...)
SAAD, Betinho. Serão os livros escritos por inteligência
artificial o futuro do mercado editorial? Publishnews. 05
abr. 2023. Disponível em
https://www.publishnews.com.br/materias/2023/04/05/s
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo:
Serão os livros escritos por inteligência artificial o futuro do mercado editorial?
A literatura mudou muito ao longo dos anos em todos os aspectos. Com uma variada gama de autores e estilos literários, dos grandes livros aos e-books, a literatura evolui à medida que a tecnologia continua a se desenvolver. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no uso da inteligência artificial (IA) para gerar conteúdo escrito, incluindo livros. Os algoritmos sofisticados e as técnicas de processamento de linguagem natural das IAs são capazes de analisar grandes quantidades de dados, gerar novas ideias e produzir conteúdo escrito com grande qualidade.
Apesar de toda essa facilidade e possibilidade que a IA tem de revolucionar o mercado editorial, ao mesmo tempo, também cria uma preocupação do tamanho do seu impacto e na iminente substituição dos autores humanos. Será possível que as máquinas substituam a criatividade e a autenticidade que nós, seres vivos, temos?
Recentemente um livro escrito 100% por inteligência artificial gerou um burburinho nas redes e no mercado. O americano Ammar Reshi escreveu seu próprio livro infantil em apenas 72 horas, usando ferramentas como o ChatGPT para texto e o Midjourney para as imagens. Como esperado, ele foi bombardeado de críticas após a publicação do livro, que gerou debates ligados aos direitos autorais e liberdade de expressão, já que a IA utiliza informações e exemplos já existentes na rede para gerar um novo conteúdo. Ou seja, a criação não é algo totalmente original.
A IA pode até escrever capítulos mais rápido do que um humano, mas nada substitui a emoção que um autor coloca em suas palavras. A escrita com IA não tem a profundidade emocional e as perspectivas únicas que vêm da experiência humana. É sempre bom lembrar que a escrita envolve mais do que apenas colocar palavras em uma página; também envolve as nuances da experiência humana, a capacidade de se conectar com os leitores em um nível pessoal e a paixão e dedicação que levam os escritores a criar suas histórias. (...)
SAAD, Betinho. Serão os livros escritos por inteligência
artificial o futuro do mercado editorial? Publishnews. 05
abr. 2023. Disponível em
https://www.publishnews.com.br/materias/2023/04/05/s
Uma nova abordagem didático-metodológica deve ser vivenciada, tendo como objetivo a construção da __________ social, política e econômica.
A finalidade da área de Linguagens é possibilitar aos estudantes participar de práticas de linguagem diversificadas, que lhes permitam ampliar suas capacidades expressivas em manifestações artísticas, corporais e ________, como também seus conhecimentos sobre essas linguagens, em continuidade às experiências vividas na Educação Infantil.
Leia o Texto III para responder à questão.
Texto III

Fonte: BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://www.facebook.com/photo/?fbid=2289963521081944&set=a.164223026989348. Acesso em: 30 de set. 2025.
Leia o Texto III para responder à questão.
Texto III

Fonte: BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://www.facebook.com/photo/?fbid=2289963521081944&set=a.164223026989348. Acesso em: 30 de set. 2025.
Leia o Texto II para responder à questão.
Texto II

Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=574561539900024&id=107583013264548&set=a.108002179889298 Acesso em: 27 de out. 2025.
Leia o Texto II para responder à questão.
Texto II

Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=574561539900024&id=107583013264548&set=a.108002179889298 Acesso em: 27 de out. 2025.
I- A palavra “cientistas” é um substantivo comum concreto, funcionando como sujeito o qual é retomado no enunciado “(os cientistas estão) explicando a importância de uma boa noite de sono”.
II- O termo “importância” é um substantivo abstrato, pois designa uma noção de valor, e integra o complemento do verbo “explicando”.
III- Apalavra “boa” classifica-se como adjetivo, qualificando o substantivo “noite”.
IV- O termo “explicar” é verbo no infinitivo, exercendo função de núcleo do predicado nominal.
É CORRETO o que se afirma em:
I- O termo “aforismos” (1º parágrafo) pode ser corretamente substituído por “máximas”, sem prejuízo do sentido original.
II- Apalavra “escrutínio” (1º parágrafo) pode ser substituída por “exame rigoroso”, preservando a ideia de avaliação crítica.
III- O vocábulo “cartilha” (1º parágrafo) admite como sinônimo adequado “manual”, mantendo o valor de texto guia ou instrucional.
IV- O termo “enfermidade” (3º parágrafo) poderia ser trocado por “adoecimento passageiro”, sem alteração de sentido.
É CORRETO apenas o que se afirma em:
I- O sono de qualidade é um fator essencial para a manutenção da saúde física e mental, pois influencia o metabolismo, a memória, a cognição, a regulação emocional e até a prevenção de doenças como o Alzheimer.
PORQUE
II- O sono colabora com a preservação da saúde do coração e do cérebro, a ciência reconhece-o como um hábito tão importante quanto a prática de exercícios físicos e a boa alimentação.
Arespeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
“Os guardados estão em ordem, (...) enquanto eu, o arquivista profissional, sinto que por mim a arrumação jamais se faria (...). Sem tristeza. Até com a miúda, reflexiva alegria dos proprietários de velhas lembranças.”
(ANDRADE, Carlos Drummond. O amigo que chega de longe. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 1 mar. 1967. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/20739/o-amigoque-chega-de-longe.)