Questões de Concurso Sobre problemas da língua culta em português

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Q3772284 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Vou te contar


Era uma manhã comum quando o professor de matemática parou a aula para perguntar se alguém tocava algum instrumento. Eu, que tinha começado aulas de piano há pouco tempo, falei com orgulho: "Eu toco piano!". Comentei que estudava MPB, o coleguinha disse que aprendia Wave no violão, e o professor perguntou se poderíamos tocar juntos no aniversário do colégio. Eu disse que sim, que conhecia a música e que era minha favorita — embora eu não conhecesse nem tocasse Wave .

Naquela semana, cheguei na aula de piano decidida: "Quero aprender a tocar Wave". Minha professora apenas pegou a partitura e disse: "Ok, então vamos tocar Wave". Eu me esforcei muito para aprender, querendo manter a imagem de aluna que toca MPB e impressionar a turma. E, apesar da dificuldade, consegui.

Quando finalmente toquei Wave, descobri o poder da música. Era a primeira canção que fazia minha família se juntar e cantar junto. Também foi a música que me aproximou de pessoas — inclusive do coleguinha do lado, que é meu amigo até hoje.

Com o tempo, Wave de fato se tornou minha música favorita. Depois da apresentação, até mudei minha biografia do Facebook para: "A música aproxima as pessoas como nenhuma outra forma de arte".

Texto Adaptado


KASSAB, Sofia. Vou te contar. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Portal de Livros Abertos da USP. São Paulo: USP, [20--]. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 13 nov. 2025.
Com base no trecho "Eu me esforcei muito para aprender, querendo manter a imagem de aluna que toca MPB e impressionar a turma.", assinale a alternativa que apresenta uma avaliação correta quanto à ocorrência (ou não) de vícios de linguagem.
Alternativas
Q3771849 Português
Leia atentamente as afirmativas abaixo sobre vícios de linguagem. Em seguida, identifique em quais delas o conceito e o exemplo apresentados estão corretos quanto à classificação e à caracterização do vício mencionado:

I."O menino subiu para cima rapidamente." — Trata-se de pleonasmo, pois há uma redundância desnecessária no uso de "subiu" e "para cima", já que o verbo "subir" já contém o sentido de direção ascendente.

II. "Ele fez uma viagem para o interior do country club." — É um caso de barbarismo, pois a expressão "country club" é oriunda de idioma estrangeiro e poderia ser substituída por "clube de campo", forma equivalente em português.

III. "Ontem fui na escola conversar com a diretora." — Ocorre solecismo de regência, pois o verbo "ir" exige a preposição "a", e o correto seria "fui à escola".

Em quais afirmativas a classificação dos vícios de linguagem está correta? 
Alternativas
Q3771830 Português

Leia atentamente as afirmativas abaixo sobre vícios de linguagem. Em seguida, identifique em quais delas o conceito e o exemplo apresentados estão corretos quanto à classificação e à caracterização do vício mencionado:



I. "O menino subiu para cima rapidamente." — Trata-se de pleonasmo, pois há uma redundância desnecessária no uso de "subiu" e "para cima", já que o verbo "subir" já contém o sentido de direção ascendente.



II. "Ele fez uma viagem para o interior do country club." — É um caso de barbarismo, pois a expressão "country club" é oriunda de idioma estrangeiro e poderia ser substituída por "clube de campo", forma equivalente em português.



III. "Ontem fui na escola conversar com a diretora." — Ocorre solecismo de regência, pois o verbo "ir" exige a preposição "a", e o correto seria "fui à escola".



Em quais afirmativas a classificação dos vícios de linguagem está correta?

Alternativas
Q3771655 Português
Letra e melodia


Cinco crianças se sentavam para assistir ao seriado favorito no tapete da sala, e eu era uma delas. Não lembro uma cena marcante sequer, mas a música de abertura está tatuada em minha mente. A letra dizia: "Ei, criança, não venda seus sonhos tão cedo. Pra onde você olhar haverá um coração, alguém para dar a mão". Só descobri seu sentido mais de uma década depois, quando aprendi um pouco de inglês.

Sempre me considerei do grupo que gosta da poesia dos versos, e me espanto ao perceber que já amava algumas músicas muito antes de saber sobre o que elas falavam. Minha mãe sempre foi fã dos hits dos anos 80 e 90, o tipo de música que todo mundo na minha família gosta. Ninguém precisa entender qualquer língua para sentir um arrepio com os acordes iniciais de Africa, do Toto.

Essa música, minha preferida, remete a tardes com minha mãe, quando eu não entendia nada do que dizia — e ainda assim já a amava. Crescer foi descobrir que essas canções tinham belas melodias e mensagens com as quais muitos podem se identificar.

Às vezes acontece o contrário: você descobre que a música que amava fala um bocado de abobrinhas. Outras, porém, revelam sentidos ainda melhores. Quem não achava a melodia de "Como nossos pais" bonita quando era pequeno? Mas talvez só alguém mais velho entenda a dor de Elis e Belchior no verso "eu sinto tudo na ferida viva do meu coração".

Talvez bom mesmo seja isso: amar algo mesmo sem compreendê-lo, permitir que desperte afeto, como uma criança que se apaixona pela melodia sem fazer ideia do que ela diz.


Texto Adaptado


PETROPOULEAS, Suzana Correa. Letra e melodia. In: Portal de Livros Abertos da USP. São Paulo: Universidade de São Paulo, [s.d.]. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 16 nov. 2025.
No trecho "Cinco crianças se sentavam para assistir ao seriado favorito...", o emprego da forma verbal "assistir" obedece à norma culta quanto à regência verbal. Considerando os diferentes usos e regências possíveis do verbo "assistir" na Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3771653 Português
Letra e melodia


Cinco crianças se sentavam para assistir ao seriado favorito no tapete da sala, e eu era uma delas. Não lembro uma cena marcante sequer, mas a música de abertura está tatuada em minha mente. A letra dizia: "Ei, criança, não venda seus sonhos tão cedo. Pra onde você olhar haverá um coração, alguém para dar a mão". Só descobri seu sentido mais de uma década depois, quando aprendi um pouco de inglês.

Sempre me considerei do grupo que gosta da poesia dos versos, e me espanto ao perceber que já amava algumas músicas muito antes de saber sobre o que elas falavam. Minha mãe sempre foi fã dos hits dos anos 80 e 90, o tipo de música que todo mundo na minha família gosta. Ninguém precisa entender qualquer língua para sentir um arrepio com os acordes iniciais de Africa, do Toto.

Essa música, minha preferida, remete a tardes com minha mãe, quando eu não entendia nada do que dizia — e ainda assim já a amava. Crescer foi descobrir que essas canções tinham belas melodias e mensagens com as quais muitos podem se identificar.

Às vezes acontece o contrário: você descobre que a música que amava fala um bocado de abobrinhas. Outras, porém, revelam sentidos ainda melhores. Quem não achava a melodia de "Como nossos pais" bonita quando era pequeno? Mas talvez só alguém mais velho entenda a dor de Elis e Belchior no verso "eu sinto tudo na ferida viva do meu coração".

Talvez bom mesmo seja isso: amar algo mesmo sem compreendê-lo, permitir que desperte afeto, como uma criança que se apaixona pela melodia sem fazer ideia do que ela diz.


Texto Adaptado


PETROPOULEAS, Suzana Correa. Letra e melodia. In: Portal de Livros Abertos da USP. São Paulo: Universidade de São Paulo, [s.d.]. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 16 nov. 2025.
Considere o seguinte trecho do texto-base: "Essa música, minha preferida, remete a tardes com minha mãe, quando eu não entendia nada do que dizia — e ainda assim já a amava." Acerca dos aspectos estilísticos e normativos dessa construção, e considerando os vícios de linguagem clássicos, assinale a alternativa c
Alternativas
Q3770944 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.

I. Ele não veio à festa ______ estava viajando.
II. A razão ______ ele agiu assim é desconhecida.
III. Você está rindo de quê? ______?
IV. O ______ da questão ainda não foi revelado.
Alternativas
Q3770926 Português
Letra e melodia


Cinco crianças se sentavam para assistir ao seriado favorito no tapete da sala, e eu era uma delas. Não lembro uma cena marcante sequer, mas a música de abertura está tatuada em minha mente. A letra dizia: "Ei, criança, não venda seus sonhos tão cedo. Pra onde você olhar haverá um coração, alguém para dar a mão". Só descobri seu sentido mais de uma década depois, quando aprendi um pouco de inglês.

Sempre me considerei do grupo que gosta da poesia dos versos, e me espanto ao perceber que já amava algumas músicas muito antes de saber sobre o que elas falavam. Minha mãe sempre foi fã dos hits dos anos 80 e 90, o tipo de música que todo mundo na minha família gosta. Ninguém precisa entender qualquer língua para sentir um arrepio com os acordes iniciais de Africa, do Toto.

Essa música, minha preferida, remete a tardes com minha mãe, quando eu não entendia nada do que dizia — e ainda assim já a amava. Crescer foi descobrir que essas canções tinham belas melodias e mensagens com as quais muitos podem se identificar.

Às vezes acontece o contrário: você descobre que a música que amava fala um bocado de abobrinhas. Outras, porém, revelam sentidos ainda melhores. Quem não achava a melodia de "Como nossos pais" bonita quando era pequeno? Mas talvez só alguém mais velho entenda a dor de Elis e Belchior no verso "eu sinto tudo na ferida viva do meu coração".

Talvez bom mesmo seja isso: amar algo mesmo sem compreendê-lo, permitir que desperte afeto, como uma criança que se apaixona pela melodia sem fazer ideia do que ela diz.

Texto Adaptado


PETROPOULEAS, Suzana Correa. Letra e melodia. In: Portal de Livros Abertos da USP. São Paulo: Universidade de São Paulo, [s.d.]. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 16 nov. 2025.
Considere o seguinte trecho do texto-base: "Essa música, minha preferida, remete a tardes com minha mãe, quando eu não entendia nada do que dizia — e ainda assim já a amava." Acerca dos aspectos estilísticos e normativos dessa construção, e considerando os vícios de linguagem clássicos, assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3769645 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Vou te contar


Era uma manhã comum quando o professor de matemática parou a aula para perguntar se alguém tocava algum instrumento. Eu, que tinha começado aulas de piano há pouco tempo, falei com orgulho: "Eu toco piano!". Comentei que estudava MPB, o coleguinha disse que aprendia Wave no violão, e o professor perguntou se poderíamos tocar juntos no aniversário do colégio. Eu disse que sim, que conhecia a música e que era minha favorita — embora eu não conhecesse nem tocasse Wave .

Naquela semana, cheguei na aula de piano decidida: "Quero aprender a tocar Wave". Minha professora apenas pegou a partitura e disse: "Ok, então vamos tocar Wave". Eu me esforcei muito para aprender, querendo manter a imagem de aluna que toca MPB e impressionar a turma. E, apesar da dificuldade, consegui.

Quando finalmente toquei Wave, descobri o poder da música. Era a primeira canção que fazia minha família se juntar e cantar junto. Também foi a música que me aproximou de pessoas — inclusive do coleguinha do lado, que é meu amigo até hoje.

Com o tempo, Wave de fato se tornou minha música favorita. Depois da apresentação, até mudei minha biografia do Facebook para: "A música aproxima as pessoas como nenhuma outra forma de arte".

Texto Adaptado

KASSAB, Sofia. Vou te contar. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Portal de Livros Abertos da USP. São Paulo: USP, [20--]. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 13 nov. 2025.
Com base no trecho "Eu me esforcei muito para aprender, querendo manter a imagem de aluna que toca MPB e impressionar a turma.", assinale a alternativa que apresenta uma avaliação correta quanto à ocorrência (ou não) de vícios de linguagem.
Alternativas
Q3769591 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Vou te contar


Era uma manhã comum quando o professor de matemática parou a aula para perguntar se alguém tocava algum instrumento. Eu, que tinha começado aulas de piano há pouco tempo, falei com orgulho: "Eu toco piano!". Comentei que estudava MPB, o coleguinha disse que aprendia Wave no violão, e o professor perguntou se poderíamos tocar juntos no aniversário do colégio. Eu disse que sim, que conhecia a música e que era minha favorita — embora eu não conhecesse nem tocasse Wave .

Naquela semana, cheguei na aula de piano decidida: "Quero aprender a tocar Wave". Minha professora apenas pegou a partitura e disse: "Ok, então vamos tocar Wave". Eu me esforcei muito para aprender, querendo manter a imagem de aluna que toca MPB e impressionar a turma. E, apesar da dificuldade, consegui.

Quando finalmente toquei Wave, descobri o poder da música. Era a primeira canção que fazia minha família se juntar e cantar junto. Também foi a música que me aproximou de pessoas — inclusive do coleguinha do lado, que é meu amigo até hoje.

Com o tempo, Wave de fato se tornou minha música favorita. Depois da apresentação, até mudei minha biografia do Facebook para: "A música aproxima as pessoas como nenhuma outra forma de arte".

Texto Adaptado

KASSAB, Sofia. Vou te contar. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Portal de Livros Abertos da USP. São Paulo: USP, [20--]. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 13 nov. 2025


Com base no trecho "Eu me esforcei muito para aprender, querendo manter a imagem de aluna que toca MPB e impressionar a turma.", assinale a alternativa que apresenta uma avaliação correta quanto à ocorrência (ou não) de vícios de linguagem.
Alternativas
Q3769277 Português
Assinale a alternativa correta de acordo com a norma culta.
Alternativas
Q3769220 Português
Leia atentamente as afirmativas abaixo sobre vícios de linguagem. Em seguida, identifique em quais delas o conceito e o exemplo apresentados estão corretos quanto à classificação e à caracterização do vício mencionado:

I. "O menino subiu para cima rapidamente." — Trata-se de pleonasmo, pois há uma redundância desnecessária no uso de "subiu" e "para cima", já que o verbo "subir" já contém o sentido de direção ascendente.
II. "Ele fez uma viagem para o interior do country club." — É um caso de barbarismo, pois a expressão "country club" é oriunda de idioma estrangeiro e poderia ser substituída por "clube de campo", forma equivalente em português.
III. "Ontem fui na escola conversar com a diretora." — Ocorre solecismo de regência, pois o verbo "ir" exige a preposição "a", e o correto seria "fui à escola".

Em quais afirmativas a classificação dos vícios de linguagem está correta?
Alternativas
Q3769140 Português
Observe as orações abaixo e analise a correção do emprego das regras de concordância nominal.

I. Foram restauradas a fachada e o portão principal.
II. A secretária e o gerente estavam satisfeita com o resultado da reunião.
III. O diretor apresentou proposta e relatório detalhado sobre o novo projeto.
IV. O relatório continha observações claras e precisas sobre o desempenho dos setores.

Em quais afirmativas há concordância nominal correta de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa? 
Alternativas
Q3769101 Português
Leia atentamente as afirmativas abaixo sobre vícios de linguagem. Em seguida, identifique em quais delas o conceito e o exemplo apresentados estão corretos quanto à classificação e à caracterização do vício mencionado:

I. "O menino subiu para cima rapidamente." — Trata-se de pleonasmo, pois há uma redundância desnecessária no uso de "subiu" e "para cima", já que o verbo "subir" já contém o sentido de direção ascendente.
II. "Ele fez uma viagem para o interior do country club." — É um caso de barbarismo, pois a expressão "country club" é oriunda de idioma estrangeiro e poderia ser substituída por "clube de campo", forma equivalente em português.
III. "Ontem fui na escola conversar com a diretora." — Ocorre solecismo de regência, pois o verbo "ir" exige a preposição "a", e o correto seria "fui à escola".

Em quais afirmativas a classificação dos vícios de linguagem está correta?
Alternativas
Q3768906 Português
Assinale a alternativa em que o uso ou não do acento indicativo de crase está correto segundo a norma culta da língua portuguesa.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDESG Órgão: Prefeitura de Alto Rio Novo - ES Provas: IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Assistente Administrativo | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Vigilância Ambiental | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Vigilância Sanitária | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Análises Clínicas | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Enfermagem | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Desenvolvimento Infantil | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Saúde Bucal | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Cuidador | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fiscal de Atividades Urbanas e Rurais | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fiscal de Tributos Municipais | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Mecânico de Manutenção de Automóveis e Veículos a Diesel | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Motorista | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Operador de Estação de Tratamento de Água (E.T.A) | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico Agroécuário | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico de Enfermagem | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Informática | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Obras Civis | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Radiologia | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Tradutor e Intérprete de Libras |
Q3768541 Português
Em qual alternativa o uso dos parônimos está correto, de acordo com o sentido e a aplicação adequada das palavras no contexto?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDESG Órgão: Prefeitura de Alto Rio Novo - ES Provas: IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Assistente Administrativo | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Vigilância Ambiental | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Vigilância Sanitária | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Análises Clínicas | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Enfermagem | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Desenvolvimento Infantil | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Saúde Bucal | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Cuidador | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fiscal de Atividades Urbanas e Rurais | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fiscal de Tributos Municipais | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Mecânico de Manutenção de Automóveis e Veículos a Diesel | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Motorista | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Operador de Estação de Tratamento de Água (E.T.A) | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico Agroécuário | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico de Enfermagem | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Informática | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Obras Civis | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Radiologia | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Tradutor e Intérprete de Libras |
Q3768536 Português
As árvores e nós


   Folhas, raízes, brotos, caule, flores, tempo. As árvores são as verdadeiras donas do tempo. Ou pelo menos deveriam ser reconhecidas assim. Não só pela ancestralidade porque sim, merecem todo nosso respeito, elas são nossas parentes mais distantes, mas porque vieram antes de nós. Respeitar o meio ambiente é compreender que precisamos respeitar a vida e a experiência dos mais velhos. E a partir daqui já podemos compreender que estamos dentro de um trem descarrilado indo de encontro ao muro.

   Estamos nos transformado numa sociedade embrutecida, arrogante, gananciosa e completamente ignorante. Os professores estão sendo apedrejados em sala de aula, os mais velhos completamente desrespeitados, as crianças e adolescentes cada vez mais dentro da internet e sem conexão com o mundo real e todo mundo mais e mais medicamentado para suportar o peso da vida. Associado a isso, a violência, o trânsito sem regras, os maus-tratos aos animais que cresce em escala exponencial e o descaso com o meio ambiente.

   Quando uma árvore é cortada por pura ganância ou porque atrapalha ou porque cresceu no lugar errado ou porque suas folhas sujam o chão, fico me perguntando quando foi que perdemos a conexão com a natureza? Quando foi que nossa arrogância ficou maior que a empatia? Dias atrás as motosserras do poder público e também do privado fizeram e fazem podas drásticas e sem nenhum tipo de respeito às plantas. Que tipo de política é essa? Árvore não é enfeite. É um ser vivo e necessário.

   Ao lado do meu computador tenho uma imagem que reproduz a nossa galáxia. Gosto de olhar para ela toda vez que sento para escrever. A imagem das estrelas, dos planetas em órbita e do sol perdido em meio a este vasto e misterioso universo é um ótimo lembrete da minha insignificância. Afinal, o que somos perto desta imensidão sem fim? Respondo: nada. Há quantos anos existe nossa galáxia? E nosso planeta? Já eu e você temos um tempo minúsculo por aqui, na melhor das hipóteses, 80, 90 anos. Nossa passagem é brevíssima. E mesmo assim somos campeões em fazer bobagem.

   Precisamos desenvolver uma espécie de ecologia das práticas cotidianas. Para isso é preciso voltar a estar com o planeta e não achar que se tem poder sobre ele. Não somos isolados do mundo. Este discurso contemporâneo do individualismo ainda vai nos fazer muito mal. Por que se o mundo do lado de fora é um reflexo do que temos dentro, que tipo de mundo nos habita? Aliás, o que habita em nós está nos acompanhando ou nos escravizando?


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
No texto, a autora utiliza a imagem de um “trem descarrilado indo de encontro ao muro”, reforçando a ideia de avanço descontrolado rumo a consequências danosas. A distinção semântica entre a locução “de encontro a” e sua contraparte “ao encontro de” é decisiva para compreender relações de oposição e de concordância no discurso. Considerando essas relações, analise as assertivas.

I. A locução “de encontro a”, quando empregada na língua padrão, caracteriza aproximação favorável e convergente entre ideias ou ações, sendo utilizada para indicar alinhamento e harmonia de posições.
II. A locução “ao encontro de” expressa movimento contrário, choque ou oposição, sendo adequada para indicar divergência entre argumentos, decisões ou práticas sociais.


Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3768005 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Sonho realizado

Dentinho era um garoto que vendia balas no semáforo e todos gostavam dele, porque atendia as pessoas muito bem. Um certo dia, um médico parou no semáforo e perguntou:

− Dentinho há quantos anos você vende balas neste lugar?

− Desde os meus 10 anos. − respondeu Dentinho, já com 14 anos.

− E você acha bom este tipo de trabalho?

− Sim. Melhor do que está fazendo coisas erradas nas ruas.

− E seus pais aceitam isso?

− Meus pais já morreram e eu tenho que me virar sozinho. Não tenho ninguém para me ajudar.

Então, o médico ficou com tanta pena dele, que o levou para a casa.

Chegando lá, ele tomou um banho, alimentou-se, brincou um pouco e foi dormir.

− Dentinho, você quer morar comigo? − perguntou o senhor. Ele respondeu que sim e o médico ficou muito feliz, porque ele não tinha filhos e agora ganhara um.

O médico matriculou o Dentinho no colégio para se formar e ser médico igual a ele. Dentinho estava sempre feliz por saber que, agora, tinha uma família e podia estudar e brincar.


DIAS, Antonia Isamara. Sonho realizado. In: SOUZA, Laé de. As 50 melhores crônicas do Ler é Bom, Experimente! Vol. 1. 2. ed. São Paulo: Editora Ecoarte, 2010. Disponível em: https://www.projetosdeleitura.com.br/livros_completos/As50MelhoresCr onicasdoLerebomExperimente!Vol.1.pdf. Acesso em: 10 nov. 2025. 
Em relação ao emprego do termo "porque" na frase "Ele respondeu que sim e o médico ficou muito feliz, porque ele não tinha filhos e agora ganhara um", considerando a norma culta da Língua Portuguesa e os usos corretos das diferentes formas homônimas (porque, por que, porquê, por quê). pode-se afirmar que o uso está:
Alternativas
Q3767181 Português

text02.png (331×254)


(blogdoaftm.com.br. Mudanças no mercado de trabalho. Acesso em: 7 de set. 2025)

Analise a frase: “Ele tá aqui do meu lado”. Marque a alternativa que apresenta o vício de linguagem presente nessa expressão:
Alternativas
Q3766778 Português

Leia o texto seguinte para responder à questão abaixo:


Dentre


Marcos Bagno


        Se existe algo perfeitamente inútil, no que diz respeito aos usos da língua, é reverter um processo de mudança que já se concluiu. Nenhum brasileiro vai voltar a fazer, por exemplo, a diferença entre mui e muito, que existiu no passado, quando se usava mui diante de adjetivos e advérbios (mui bonita, mui depressa) e muito diante de nomes (muita gente, muitos meninos). Com o tempo, a forma única muito se impôs, transformando o mui em relíquia do passado, que algumas pessoas ainda hoje usam para obter um efeito humorístico. Diversas línguas conservam essa diferença, como o espanhol, por exemplo, em que o uso diferenciado de muy e mucho é obrigatório, causando alguma dificuldade para os aprendizes brasileiros de castelhano.


        Por causa dessa irreversibilidade é que tenho uma dó danada dessa gente que, em livros, jornais, revistas, programas de televisão ou em sites de internet, se esforça por ensinar o emprego supostamente correto de dentre, tentando uma diferença no que diz respeito ao uso dessa palavra em oposição à forma entre. Diferença que – estão aí os milhões de exemplos para confirmar – não existe mais na consciência dos falantes, nem mesmo dos letrados.


        A presença do de em dentre (de + entre) indica que, originalmente, essa palavra, era usada em situações em que o verbo exigia a preposição de, e os puristas sempre alegam que dentre é equivalente a “do meio de”. Por exemplo:


        (a) Margarida foi eleita a mais bonita dentre as alunas da turma


         ➜   Alguém de fora tirou Margarida do meio da turma e elegeu ela como a mais bonita


        (b) Margarida foi eleita a mais bonita entre as alunas da turma

               

           As próprias alunas, numa decisão interna, elegeram Margarida a mais bonita da turma


        Com isso, estatisticamente, os usos de dentre seriam muito menos frequentes que os de entre, preposição que a gente emprega o tempo todo. No entanto, parece que os falantes decidiram descartar aquela antiga diferença – demasiado sutil – para estabelecer uma nova, talvez mais precisa e fácil de identificar: empregar dentre sempre que se fizer referência a uma multiplicidade de opções, e entre em todos os demais casos.


        Veja que ninguém diz “O Rio Paraíba do Sul serve de divisa dentre o estado do Rio e Minas Gerais”, “Não existe mais amor dentre Ana e José”, “Apareça aqui em casa dentre as 5 e 6 da tarde” etc. Ninguém comete esses erros. Mas todo mundo diz – e escreve – “dentre todas as casas do bairro, esta é a mais antiga”, “dentre os muitos candidatos a prefeito, só um é negro”, “dentre as manias que eu tenho, uma é gostar de você” (...)


        Fica evidente, portanto, que já passou da hora de revisores, corretores de vestibular e outros profissionais que vivem de caçar erros deixarem de lado essa bobagem de querer eliminar os usos supostamente errados de dentre. É trabalho em vão. A velha e inoperante diferença entre as duas palavras se tornou mais um daqueles saberes esotéricos sobre a língua que não têm nenhum respaldo na realidade dos usos e que, quando apresentados ao falante comum, só servem para fazer ele se sentir ignorante, quando a ignorância está mesmo em quem se recusa a ver que a língua muda e que lugar de fóssil é museu. 


(Fonte: BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2009, p. 135-136.) 

Em relação ao texto “Dentre”, analise as assertivas a seguir:
I) Em função da acepção mais antiga sobre o uso de “dentre” e “entre”, estatisticamente a última forma seria a mais recorrente, pois não teria a preposição que ocorre na primeira forma.
II) A nova acepção de “dentre” é empregada quando se indica uma grande quantidade de opções, configurando-se, portanto, uma mudança linguística.
III) Os defensores do uso original de “dentre” e “entre” lograrão êxito se as escolas usarem com mais recorrência os sentidos originais de tais palavras.
IV) Quando se tem uma variação linguística, oscilando entre duas ou mais formas, até chegar ao ponto de haver a mudança, é de difícil reversibilidade.
Estão CORRETAS
Alternativas
Q3766342 Português
Leia o trecho abaixo:
“[…] — .......................... está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?
- Deixe-me, senhora.
- Que a deixe? Que a deixe, ..........................? .......................... lhe digo que está com um ar insuportável? […]”
Machado de Assis, Um Apólogo
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Alternativas
Respostas
461: D
462: D
463: B
464: C
465: B
466: C
467: A
468: A
469: B
470: E
471: A
472: C
473: B
474: A
475: B
476: D
477: B
478: D
479: B
480: D