Questões de Concurso Sobre problemas da língua culta em português

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Q3657072 Português
Toda língua mostra uma norma culta, em que se respeitam os preceitos gramaticais estabelecidas.

Assinale a frase em que há esse respeito à norma culta da língua portuguesa.
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Q3657069 Português
Observe o seguinte trecho.

“O mar estava calmo, tranquilo. Tinha vontade de nadar. Coloquei o maiô. Aproximei-me da água. Toquei a água. Estava fria. Mergulhei de cabeça. Estive nadando quase uma hora”.

Indique a opção em que há um problema da redação do texto.
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Q3656851 Português
Todas as línguas mostram diferentes níveis de linguagem.

Assinale a frase a seguir que exemplifica o nível formal de Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3656264 Português
O preconceito linguístico pode ser identificado quando
Alternativas
Q3655285 Português
A respeito dos vícios de linguagem, analise as afirmativas abaixo e julgue-as como verdadeiras (V) ou falsas (F), com base na norma culta e nas classificações adequadas dessas falhas de expressão:
(__)Em "Os professores comentaram os trabalhos dos alunos com entusiasmo", há um caso de ambiguidade, pois se tem uma situação que compromete a clareza textual.
(__)A forma verbal "fazem dez anos que ele saiu do país" constitui um exemplo de solecismo, mais especificamente de erro de regência verbal.
(__)Em "A fala dela foi bem embasada" temos uma cacofonia, ou seja, um uso incorreto de uma palavra ou expressão segundo a norma-padrão.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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Q3654723 Português
Mencionando-se os porquês, marque a alternativa incorreta.
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Q3653878 Português
Analise os usos dos porquês nas frases a seguir:

I.Por que parece que todo mundo está gripado?
II.Não há por que chorar dessa maneira.
III.Ninguém explicou o porquê de toda a rejeição.
IV.Monitoramos os casos graves dessas doenças respiratórias por quê?

São corretos os usos em:
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Q3653825 Português

Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas do diálogo abaixo:


“– _____ me julga dessa maneira? – Julgo-o assim _____ não concordo com suas atitudes. – Mas você não concorda _____? – Na verdade, nem sei dizer o _____.” 

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Q3652229 Português
Leia o texto e resposta à questão.


“Conto de escola”: a lição que não estava no quadro


    Na manhã de uma segunda-feira de 1840, um menino indeciso caminha pelas ruas do Rio de Janeiro com a cabeça dividida entre a liberdade do campo e a obrigação da aula. Ele se chama Pilar e, embora costume acabar as lições mais depressa que os colegas, carrega ainda no corpo a lembrança das surras que o pai dá quando ele mata aula. A escola, num sobrado de grade de pau, parece menor do que a cidade que o cerca; ainda assim, é ali que Pilar vai descobrir que existem faltas mais difíceis de apagar do que um erro de conta.

    Ao subir a escada, Pilar encontra o filho do professor, Raimundo, um menino pálido e aplicado, que entende as coisas devagar e teme o pai severo. Raimundo se aproxima, hesitante, como quem pede segredo antes de pedir favor. Entre olhares furtivos e silêncios, ele oferece uma moedinha de prata para que Pilar lhe sopre a lição de aritmética. Pilar hesita: a mão aceita o brilho, mas o estômago embrulha. A tentação parece pequena e privada; afinal, é só uma ajuda rápida, um empurrão nos números que tanto custam a Raimundo. Ninguém notará, pensa.

    Na sala, as carteiras rangem, a palmatória adormece sobre a mesa, e o professor, grave, distribui tarefas como se fossem sentenças. Entre os meninos, um se destaca: Curvelo, atento como quem fareja vantagem. É ele quem percebe os sussurros entre Pilar e Raimundo, é ele quem mede o valor do silêncio e da palavra, e é dele que sai a delação que rompe a frágil barraca de feira em que a pequena corrupção tentava se esconder. De súbito, tudo para: o mestre fixa os olhos pontudos em Pilar e no próprio filho, pedindo explicações que as bocas não sabem dar.

    A punição vem pública e certeira. Não é apenas a dor física que arde, mas a vergonha que se espalha pela sala como tinta derramada. A palmatória, instrumento pedagógico daquela época, marca não só as mãos: grava, sobretudo, a memória de que atos discretos podem ter consequências amplas. Pilar, castigado ao lado de Raimundo, percebe que o pequeno “acordo” tinha um preço que o brilho da moeda não mostrava. Entre o castigo do corpo e o silêncio pesado do professor, descobre-se algo sobre lealdade, medo e responsabilidade — lições que não estavam no quadro-negro.

    Anos depois, ao narrar o episódio, Pilar já entende o que naquela manhã escapava: a escola é também uma arena de escolhas morais, onde convivem o impulso de ajudar, a procura de atalhos e a sombra da delação. O saldo da história não é tanto a matemática que faltou, mas a ética que, a duras penas, se aprendeu. E essa lição, que começou com uma moeda miúda, termina maior do que o sobrado da Rua do Costa, porque segue valendo fora da sala, onde os olhos alheios muitas vezes pesam menos do que a própria consciência.


Fonte: Machado de Assis, “Conto de escola”, em Várias histórias (1896) Adaptado.
Em qual alternativa a concordância verbal e nominal está inteiramente de acordo com a norma culta?
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Q3650022 Português
Marque a opção da afirmação inteiramente adequada à norma culta.
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Q3650018 Português
Leia a afirmativa a seguir.

“Você sabe _____ ele faltou? Não veio trabalhar ______ estava doente; foi esse o _____ da ausência. E, no fim do dia, ele explicou o motivo.”

Marque a opção que completa CORRETA e respectivamente as lacunas.
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Q3648768 Português

Leia o poema a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Oswald de Andrade, Pau-Brasil. 1925.


A base, para a compreensão do poema Pronominais, de Oswald de Andrade, a partir da intencionalidade discursiva do eu lírico, é um(a) 

Alternativas
Q3645915 Português
Assinale a alternativa cujas palavras estão sendo empregadas de acordo com a norma-padrão.
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Q3645816 Português
Para Bortoni-Ricardo (2004, p. 13), “Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência”.
Fonte: BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Nós cheguemu na escola, e agora? Sociolinguística & educação. São Paulo: Parábola Editorial, 2005 (Série Língua[gem], v. 11).

Tendo em mente esse posicionamento da autora, leia o caso a seguir: em sua prática pedagógica, Leila, professora de português da Educação Básica, percebe que seus alunos chegam à escola com registros de linguagem cada vez mais heterogêneos. Recentemente, chegou a uma de suas turmas Carlos, um aluno oriundo da zona rural, que fala a variedade linguística típica de sua região. Os demais alunos consideram que Carlos fala errado e o “corrigem” com frequência. Por vezes, zombam dele. Como Leila deve intervir? Analise as assertivas abaixo.

I- A professora deve corrigir Carlos, pois ele precisa substituir a sua variedade linguística pela norma culta.
II- A professora deve conscientizar os alunos de que a língua varia. Logo, Carlos não fala errado. Ele apenas usa uma variedade diferente da norma urbana culta.
III- A professora deve aproveitar a oportunidade para reforçar a importância do purismo linguístico, que deve ser ensinado na escola.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3645028 Português
Leia o Texto III e responda à questão.


Texto III

Q14_15.png (416×488)


O excerto “tem muita gente com problema na conexão” pode ser substituído, com correção gramatical e sem alteração de sentido, por:
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Q3643671 Português
Cobra comendo cobra

Elas comem insetos, anfíbios, aves, mamíferos e até indivíduos da própria espécie. Sim, as serpentes (popularmente chamadas de cobras) têm uma alimentação muito diversificada e algumas delas são canibais. A gente se espanta, mas diferentes razões ecológicas explicam por que esses répiteis mantêm o hábito de comer seus iguais.

Existem mais de quatro mil espécies de serpentes espalhadas pelo mundo. Elas são encontradas em todos os lugares do planeta, menos nas regiões polares. Famosas pelos seus botes, são carnívoras e ótimas caçadoras, ocupando o topo da cadeia alimentar. Isso significa que são predadoras vorazes, devido à sua agilidade e outras características.

(https://chc.org.br/artigo/cobra-comendo-cobra/#:~:text=)
O trecho do texto que apresenta um vocábulo com uma palavra grafada de forma incorreta é: 
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Q3643119 Português
Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância.
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Q3642439 Português
Amor ao fracasso

Publicado em 15/03/2017 - 00:05
Por Arnaldo Jabor


Assim como o ‘atraso’ sempre foi uma escolha consciente, o ‘abismo’ é um desejo secreto.

     Há um grande amor brasileiro pelo fracasso. Quando ele acontece, é um alívio. O fracasso é bom porque nos tira a ansiedade da luta. Se já perdemos, para que lutar?

     Sempre que há uma crise ou uma catástrofe nacional, irrompe uma euforia de cabeça para baixo. É como se a opinião pública dissesse: “Eu não avisei? Não adianta tentar que sempre dá tudo errado”...

     Nada como um desastre ou escândalo para acalmar a plateia. Danem-se as questões importantes, dane-se a crise econômica, dane-se tudo. Bom é fofoca e denúncia. Nada acontece, dando a impressão de que muito está acontecendo.

    Temos a velha crença colonial de que nossa vida é um conto do vigário em que caímos. Somos sempre vítimas de alguém. Nunca somos nós mesmos. Ninguém se sente vigarista.

    O fracasso nos enobrece. O culto português das impossibilidades é famoso. Numa sociedade patrimonialista como Portugal do século 16, onde só o Estado-rei valia, a sociedade era uma massa sem vida própria. Suas derrotas eram vistas com bons olhos, pois legitimavam a dependência ao rei. Fomos educados para o fracasso.

    Quem tem coragem de ir à TV e dizer: “O Brasil está melhorando!”, mesmo que esteja? Ninguém diz. É feio. Falar mal do País é uma forma de se limpar. Sentimo-nos fora do poder, logo é normal sabotar.

    O fracasso é uma vitória para muitos. “Não fui eu que fracassei; foi o governo, o neoliberalismo, sei lá.” Nossos heróis todos fracassaram. 

    Enforcados, esquartejados, revoltas abortadas, revoluções perdidas lhes dão uma aura de martírio e santidade. Peguem um herói norte-americano: Paul Revere, por exemplo. Cavalgou 24 horas e conseguiu salvar tropas americanas na Guerra da Independência. Foi o herói da eficiência. Aqui, só os fracassados verão Deus.

     “Seja marginal, seja herói.” O fracasso é legal, a vitória é careta. A vitória dá culpa; o fracasso é um alívio.

     A crise, a catástrofe têm um sabor de “revolução”. É como se a explosão “revelasse” algo, uma tempestade de merda purificadora – depois de tudo arrasado, a pureza renasceria do zero.

     Agora, com a denúncia da Odebrecht, a denúncia do fim do mundo, não há mais o que analisar, o que prever, o que vai acontecer... Temos de nos calar diante do inenarrável. Estamos sem palavras diante da mais louca crise institucional que já vimos. Os escândalos “parecem” acontecimentos.

    A Lava Jato foi nosso grande ‘acontecimento’. Mas, agora, que a luta contra a corrupção já aconteceu, é preciso que as descobertas, as condenações levem a algum outro lugar além da moralidade pública, além da sensação de purificação da política. Espalhou-se a teoria de que o problema do Brasil é moral. Assim, muitos lutam pela moral, mas são contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. A Lava Jato tem de ser o começo da mudança de uma estrutura burocrática feita para dar errado sempre.

     Não nos esqueçamos que o Atraso é um desejo, não um acidente de percurso.

     Assim como o ‘atraso’ sempre foi uma escolha consciente no passado, o ‘abismo’, o brejo para nós são um desejo secreto. Há a esperança inconsciente de que do fundo do caos surja uma solução divina. Antigamente, achávamos que os fatos nos levariam a um futuro harmônico, que a vida era uma linha reta, que ia desde os macacos até o paraíso cristão ou, recentemente, ao fim da história.

    Não são as décadas que nos transformam; são os fatos. Eles cavam buracos no tempo e criam caminhos que não podemos prever. Há épocas lentas, há épocas sangrentas, épocas eufóricas e ingênuas, há épocas que parecem ataques epiléticos da história.

     Nossos intelectuais se deliciam numa teoria barroca da “zona” geral. O Brasil é visto como um grande bode sem solução, para a felicidade dos velhos militantes imaginários. Quem quiser positividade é traidor. Recebe um rótulo de neoliberal ou reacionário na hora. Não ocorre aos velhos comunas que pessoas possam evoluir politicamente, buscando soluções pragmáticas, mais possíveis. Não; é um dogma. A miséria tem de ser mantida in vitro, para justificar teorias e absolver incompetência. A Academia cultiva o insolúvel como uma flor. “Qual a solução para o Brasil?”, perguntam. Mas a própria ideia de ‘solução’ é um culto ao fracasso. Não lhes ocorre que a vida seja um processo, vicioso ou virtuoso, e que só a morte de uma pessoa ou de um país é a solução.

    Há um negativismo crônico no pensamento brasileiro. Paulo Prado contra Gilberto Freyre. Para eles, a esperança é ingênua; a desconfiança é sábia: “Aí tem dente de coelho, alguma ele fez...”.

   Jamais perdoaram o FHC por ter abandonado a utopia tradicional e aderido à ‘realpolitik’ da socialdemocracia.

    Foi queimado como traidor pela gangue de canalhas e ignorantes. Foi um dos maiores erros da chamada ‘esquerda’, talvez a maior perda de oportunidade da história. Foi aí que o PT iniciou sua rota para o nada.

    Agora, temos o ridículo fenômeno do ‘Fora Temer’, o mantra dos imbecis, que não conseguem entender que nosso problema é econômico – se o Temer pusesse o demônio no Congresso, valeria a pena.

    Se as reformas da Previdência e trabalhista e fiscal não forem feitas, bye bye Brazil...

     Repito o assessor do Clinton, James Carville: “Trata-se da Economia, estúpidos!”.

    As velhas categorias para explicar o Brasil morreram. Já há uma pós-corrupção, uma pós-direita (disfarçada de “esquerda”). Mas a burrice é uma força da natureza.

    Vejam como o Brasil se animou com a crise atual. Manifestações populares, panelas batendo, bandeiras brasileiras. Tudo bem, mas o que fazer estruturalmente? Além das reformas óbvias, ninguém sabe nada.

   Aliás, acho que estávamos precisando mesmo de um beco sem saída. Ele está chegando.

    Ninguém sabe o que vai acontecer. Se o governo Temer não conseguir reformar o Estado, será o primeiro grande trauma que os privilegiados sentirão. Os miseráveis já estão acostumados
Assinale a frase em que a grafia do vocábulo sublinhado está equivocada.
Alternativas
Q3641834 Português

Texto 1


Mudanças climáticas podem ampliar o risco da Doença de Chagas na Amazônia (trecho adaptado)


Leandro Schlemmer Brasil, Divino Vicente Silvério, Filipe França, José Orlando de Almeida Silva, Leandro Juen, Leonardo Viana de Melo, Thiago Bernardi Vieira e Walter Souza Santos


As mudanças climáticas estão alterando silenciosamente o cenário da saúde pública na Amazônia. As frequentes secas, enchentes, desmatamentos e demais problemas ambientais podem levar ao surgimento de novas doenças ou ao avanço de doenças já controladas.


Um caso emblemático é o da Doença de Chagas, que mesmo com os avanços recentes nos estudos sobre sua biologia e controle de transmissão, pode representar novamente um desafio para nosso sistema de saúde em virtude das alterações que estão sendo realizadas nas paisagens.


Um estudo publicado recentemente na revista Medical and Veterinary Entomology [...] deixa um alerta claro: o aquecimento global pode facilitar a expansão dos barbeiros, vetores da Doença de Chagas, para novas áreas da floresta.


A doença de Chagas

A doença, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, é transmitida principalmente por insetos conhecidos como barbeiros. A Doença de Chagas (DC) existe há milhões de anos como uma doença em animais silvestres, que passou a ser transmitida ao homem, de forma acidental, a partir da invasão dos ambientes silvestres por populações humanas.


Projeções preocupantes

Nosso estudo analisou mais de 11 mil registros de ocorrência de 55 espécies de barbeiros. Utilizamos uma técnica chamada modelagem de nicho ecológico, que cruza dados biológicos e ambientais, para prever como esses vetores podem se deslocar até 2080 sob diferentes cenários climáticos. Os resultados indicam uma tendência preocupante: os barbeiros devem expandir sua distribuição na Amazônia, especialmente em áreas já vulneráveis. Esse movimento pode surpreender os sistemas de saúde despreparados, afetando populações que já enfrentam desigualdades e condições precárias de moradia.


Uma questão de saúde climática

Um dos principais dados gerados pelo estudo é o mapeamento das áreas da Amazônia que podem ter aumento na presença de barbeiros vetores da Doença de Chagas até 2080, especialmente sob cenários de mudanças climáticas intensas. [...]

Esses dados permitem direcionar ações preventivas, como o fortalecimento da vigilância entomológica, campanhas educativas em comunidades vulneráveis e melhorias nas condições habitacionais, antes que a transmissão da doença se intensifique nessas regiões. Trata-se de uma ferramenta estratégica para antecipar riscos e evitar surtos futuros. [...]

A próxima Conferência do Clima da ONU (COP 30), marcada para ocorrer em Belém, traz uma oportunidade histórica. Precisamos colocar a saúde climática no centro das discussões. A crise ambiental também é uma crise de saúde e justiça social. E a ciência tem muito a contribuir com soluções baseadas em dados e equidade.



(Fonte: The Conversation. Disponível em: https://theconversation.com/mudancasclimaticas-podem-ampliar-o-risco-da-doenca-de-chagas-naamazonia-259641)

“Esses dados permitem direcionar ações preventivas, como o fortalecimento da vigilância entomológica, campanhas educativas em comunidades vulneráveis e melhorias nas condições habitacionais, antes que a transmissão da doença se intensifique nessas regiões.” (Texto 1, 8º parágrafo)
A reescritura da passagem acima que NÃO apresenta erro gramatical é:
Alternativas
Q3632291 Português
Em todas as alternativas, foram usados parônimos ou homônimos de forma inapropriada. Em apenas uma delas o uso está correto. Assinale-a.
Alternativas
Respostas
501: D
502: C
503: D
504: C
505: C
506: B
507: C
508: A
509: D
510: A
511: C
512: D
513: E
514: A
515: D
516: D
517: D
518: A
519: C
520: D