Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3384822 Português
Leia:

As mudanças climáticas estão se tornando uma preocupação crescente em todo o mundo, especialmente em setores que dependem diretamente das condições ambientais, como a agricultura. Com o aumento das temperaturas e a alteração nos padrões de precipitação, os agricultores enfrentam desafios sem precedentes. Secas prolongadas e enchentes repentinas afetam a produção de alimentos, levando a uma diminuição na oferta e, consequentemente, a um aumento nos preços. Além disso, o estresse hídrico impacta a qualidade dos solos, tornando-os menos produtivos e mais suscetíveis à erosão. Para mitigar esses efeitos, é essencial que os agricultores adotem práticas de cultivo mais sustentáveis e que os governos implementem políticas de adaptação que considerem as especificidades regionais.
Com base no texto acima, qual das seguintes inferências pode ser feita sobre a relação entre mudanças climáticas e a agricultura?


Alternativas
Q3384756 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Burnout: equilíbrio entre vida profissional e pessoal é essencial contra esgotamento

Especialistas destacam como encontrar o equilíbrio no mundo atual é fundamental para evitar o esgotamento mental


Victória Anhesini


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu e classificou a síndrome do burnout como uma doença ocupacional em 2022, mas, antes disso, uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em 2021, já mostrava que um a cada quatro brasileiros estava sofrendo dessa condição. [...]


    Não conseguir ter equilíbrio entre vida pessoal e profissional é uma das principais causas que levam ao burnout. Segundo Larissa Fonseca, psicóloga clínica e especialista na doença, é mais complexo alcançar esse patamar quando todos estão hiperconectados, sempre prontos para atender às necessidades de colegas, líderes e clientes. [...]


     No Panorama do Bem-Estar Corporativo 2025, estudo desenvolvido pela Wellhub, 47% dos colaboradores que responderam a pesquisa afirmam que o estresse no trabalho impacta negativamente seu bem-estar mental, e 96% dos trabalhadores relatam algum nível de estresse durante o expediente. Luciana Benedetto, psicóloga especialista em neuropsicologia e bem-estar da BurnUp, reforça que o desequilíbrio decorre de pressões como metas inatingíveis e longas jornadas. [...]


    Larissa explica que, quando não há limites claros que delimitam o pessoal e o profissional, “ocorre uma sobrecarga emocional e física, que mantém o corpo em estado constante de alerta, elevando níveis de cortisol. Isso leva ao esgotamento característico do burnout”. [...]


Estratégias de prevenção


    Criar limites saudáveis entre trabalho e vida pessoal é imprescindível para evitar o burnout, apesar de que a prática tende a ser mais difícil que a teoria. [...] Outra parte importante é desenvolver práticas de autocuidado, como atividade física, meditação e hobbies. “Criar rituais de desconexão ao final do dia e evitar responder mensagens fora do expediente são passos simples, mas poderosos”, destacou Luciana. [...] 


O papel das empresas no equilíbrio


    As empresas possuem um grande papel para que haja esse equilíbrio. Afinal, segundo os dados da Wellhub, 82% dos colaboradores brasileiros acreditam que a empresa tem a responsabilidade de ajudar a cuidar do bem-estar. Além disso, 92% dos entrevistados disseram que o bem-estar no trabalho é tão importante quanto o salário, ou seja, não existe mais espaço para sacrificar o bem-estar.


    “As empresas devem criar uma cultura que valorize a saúde mental, ofertando ações afirmativas como respeito aos limites de horários e suporte psicológico”, afirmou Larissa.


   Luciana acrescenta que ter políticas como trabalho remoto e jornadas flexíveis permitem maior autonomia dos colaboradores, e que “ajudam os profissionais a equilibrar melhor suas responsabilidades pessoais e profissionais”. Ela ressalta, porém, que é necessário garantir que não haja sobrecarga ou invasão de espaço pessoal.


  “Essas práticas ajudam os profissionais a equilibrar melhor suas responsabilidades pessoais e profissionais, desde que acompanhadas por orientações claras para evitar excessos”.


   A neuropsicóloga acredita que ter um aliado corporativo [...] ajuda a desenvolver um plano que melhore o bem-estar dos colaboradores, já que toda a estratégia é baseada em conteúdo qualificado e pesquisas.    



Quando buscar ajuda profissional


   Reconhecer a hora de procurar apoio é um passo essencial na prevenção e tratamento do burnout. “Quando a sensação de exaustão não melhora, mesmo após tentativas de descanso, é hora de buscar um psicólogo ou outro profissional de saúde mental”, recomendou Larissa.[...]


Conscientização


   A pandemia trouxe à tona a importância da saúde mental no trabalho, e as duas especialistas enxergam que existe um movimento crescente de conscientização.


  Segundo os dados da Wellhub, os níveis globais de saúde mental caíram drasticamente durante a pandemia de Covid-19 e ainda não se recuperaram. [...]


   Por isso, a conscientização se torna um passo tão importante para evitar a síndrome do burnout ou outras condições psicológicas, assim como os planos de ação, sejam eles por meio de benefícios aos colaboradores ou por outros meios. [...]


Adaptado de: https://www.infomoney.com.br/saude/burnoutequilibrio-entre-vida-profissional-e-pessoal-e-essencial-contraesgotamento/. Acesso em: 15 mar. 2025.
O elemento da comunicação predominante no texto é 
Alternativas
Q3384754 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Burnout: equilíbrio entre vida profissional e pessoal é essencial contra esgotamento

Especialistas destacam como encontrar o equilíbrio no mundo atual é fundamental para evitar o esgotamento mental


Victória Anhesini


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu e classificou a síndrome do burnout como uma doença ocupacional em 2022, mas, antes disso, uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em 2021, já mostrava que um a cada quatro brasileiros estava sofrendo dessa condição. [...]


    Não conseguir ter equilíbrio entre vida pessoal e profissional é uma das principais causas que levam ao burnout. Segundo Larissa Fonseca, psicóloga clínica e especialista na doença, é mais complexo alcançar esse patamar quando todos estão hiperconectados, sempre prontos para atender às necessidades de colegas, líderes e clientes. [...]


     No Panorama do Bem-Estar Corporativo 2025, estudo desenvolvido pela Wellhub, 47% dos colaboradores que responderam a pesquisa afirmam que o estresse no trabalho impacta negativamente seu bem-estar mental, e 96% dos trabalhadores relatam algum nível de estresse durante o expediente. Luciana Benedetto, psicóloga especialista em neuropsicologia e bem-estar da BurnUp, reforça que o desequilíbrio decorre de pressões como metas inatingíveis e longas jornadas. [...]


    Larissa explica que, quando não há limites claros que delimitam o pessoal e o profissional, “ocorre uma sobrecarga emocional e física, que mantém o corpo em estado constante de alerta, elevando níveis de cortisol. Isso leva ao esgotamento característico do burnout”. [...]


Estratégias de prevenção


    Criar limites saudáveis entre trabalho e vida pessoal é imprescindível para evitar o burnout, apesar de que a prática tende a ser mais difícil que a teoria. [...] Outra parte importante é desenvolver práticas de autocuidado, como atividade física, meditação e hobbies. “Criar rituais de desconexão ao final do dia e evitar responder mensagens fora do expediente são passos simples, mas poderosos”, destacou Luciana. [...] 


O papel das empresas no equilíbrio


    As empresas possuem um grande papel para que haja esse equilíbrio. Afinal, segundo os dados da Wellhub, 82% dos colaboradores brasileiros acreditam que a empresa tem a responsabilidade de ajudar a cuidar do bem-estar. Além disso, 92% dos entrevistados disseram que o bem-estar no trabalho é tão importante quanto o salário, ou seja, não existe mais espaço para sacrificar o bem-estar.


    “As empresas devem criar uma cultura que valorize a saúde mental, ofertando ações afirmativas como respeito aos limites de horários e suporte psicológico”, afirmou Larissa.


   Luciana acrescenta que ter políticas como trabalho remoto e jornadas flexíveis permitem maior autonomia dos colaboradores, e que “ajudam os profissionais a equilibrar melhor suas responsabilidades pessoais e profissionais”. Ela ressalta, porém, que é necessário garantir que não haja sobrecarga ou invasão de espaço pessoal.


  “Essas práticas ajudam os profissionais a equilibrar melhor suas responsabilidades pessoais e profissionais, desde que acompanhadas por orientações claras para evitar excessos”.


   A neuropsicóloga acredita que ter um aliado corporativo [...] ajuda a desenvolver um plano que melhore o bem-estar dos colaboradores, já que toda a estratégia é baseada em conteúdo qualificado e pesquisas.    



Quando buscar ajuda profissional


   Reconhecer a hora de procurar apoio é um passo essencial na prevenção e tratamento do burnout. “Quando a sensação de exaustão não melhora, mesmo após tentativas de descanso, é hora de buscar um psicólogo ou outro profissional de saúde mental”, recomendou Larissa.[...]


Conscientização


   A pandemia trouxe à tona a importância da saúde mental no trabalho, e as duas especialistas enxergam que existe um movimento crescente de conscientização.


  Segundo os dados da Wellhub, os níveis globais de saúde mental caíram drasticamente durante a pandemia de Covid-19 e ainda não se recuperaram. [...]


   Por isso, a conscientização se torna um passo tão importante para evitar a síndrome do burnout ou outras condições psicológicas, assim como os planos de ação, sejam eles por meio de benefícios aos colaboradores ou por outros meios. [...]


Adaptado de: https://www.infomoney.com.br/saude/burnoutequilibrio-entre-vida-profissional-e-pessoal-e-essencial-contraesgotamento/. Acesso em: 15 mar. 2025.
Considerando a leitura e a compreensão do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3384744 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os impactos ambientais da computação


Intensivo em uso de energia e água, o setor responde por 1,7% das emissões de carbono na atmosfera; uma nova área de pesquisa surge para lidar com o problema 


    Parte essencial da vida moderna, a computação está em todos os lugares. É difícil imaginar o cotidiano sem os recursos do mundo digital, como internet, redes sociais, streaming de vídeo, programas de inteligência artificial e os mais variados aplicativos. Governos, organizações e empresas de diversos setores dependem cada vez mais das tecnologias da informação e comunicação (TIC). O crescente aumento da demanda computacional, contudo, gera impactos no meio ambiente. Estima-se que entre 5% e 9% da energia elétrica consumida no mundo se destine à infraestrutura de TI e comunicações em geral e ao seu uso. A Agência Internacional de Energia (IEA) alerta para uma tendência de forte aumento nessa demanda. O gasto energético de data centers, instalações com robusto poder de armazenamento e processamento de dados, e dos setores de inteligência artificial (IA) e criptomoedas, segundo a entidade, poderá dobrar no mundo em 2026 em relação a 2022, quando foi de 460 terawatts-hora (TWh) – naquele mesmo ano, o Brasil consumiu 508 TWh de energia elétrica.


    “O uso de energia é inerente à computação”, constata a cientista da computação Sarajane Marques Peres, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP) e pesquisadora do Centro de Inteligência Artificial C4AI, financiado por FAPESP e IBM. [...]


    “Todas as nossas atividades digitais, como navegar na internet, acessar redes sociais, participar de videoconferências e enviar fotos para os amigos, têm, em última instância, efeitos sobre o ambiente”, aponta a cientista da computação Thais Batista, presidente da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e professora do Departamento de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).


    A energia destinada aos data centers é usada não apenas para a operação dos servidores, mas também para manter em funcionamento seu sistema de refrigeração. “Por trabalharem sem parar em processamento numérico, os computadores aquecem, emitem calor e precisam ser resfriados e mantidos em uma temperatura razoavelmente baixa”, ressalta o cientista da computação Marcelo Finger, do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP. “A depender da matriz que produz essa energia, haverá mais ou menos efeitos nocivos no ambiente”, afirma Peres, referindo-se à emissão de dióxido de carbono (CO₂) quando são queimados combustíveis fósseis para a obtenção da energia elétrica utilizada.


    Google, Microsoft, Apple, Amazon e outras grandes multinacionais de tecnologia, as chamadas big techs, comprometeram-se a zerar suas emissões de carbono até 2030 – segundo especialistas ouvidos pela reportagem, não há indícios de que esse objetivo possa ser atingido. Em 2023, último ano com dados disponíveis, as emissões dessas companhias cresceram principalmente por causa dos sistemas de inteligência artificial, que demandam grande poder de processamento – e, portanto, elevada carga energética – para serem treinados e funcionar.


    O aumento do consumo de energia e da emissão de carbono não é o único fator que preocupa. O uso intensivo de água por data centers para manter em operação seus sistemas de refrigeração, bem como a emissão de calor no ambiente, também acendem um sinal de alerta. “O consumo hídrico é uma preocupação mais recente, visto que a maioria dos grandes data centers usa refrigeração líquida para seus equipamentos de grande porte”, ressalta o bacharel em computação científica Álvaro Luiz Fazenda, do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), campus de São José dos Campos. Uma das soluções é usar fontes de água não potável para realizar os processos de resfriamento.


    A exploração muitas vezes insustentável de elementos terras-raras e outros minerais, como silício, cobre e lítio, usados para a produção de discos rígidos, chips e baterias, e o descarte de computadores, celulares e outros aparelhos eletrônicos que rapidamente se tornam obsoletos, também elevam a pressão da computação sobre os ecossistemas. [...]


    Buscando enfrentar o problema, uma nova área de estudos, conhecida como computação verde ou sustentável, tem ganhado força no Brasil e no mundo.


    “Ela se refere ao conjunto de práticas, técnicas e procedimentos aplicados à fabricação, ao uso e ao descarte de sistemas computacionais com a finalidade de minimizar seu impacto ambiental”, explica o pesquisador da UFABC.


    A fim de alcançar esse objetivo, várias práticas têm sido propostas, como elevar a eficiência energética de hardwares e softwares, permitindo que realizem as mesmas operações consumindo menos energia. Projetar sistemas mais duradouros, reparáveis e recicláveis, que reduzam a geração de lixo eletrônico, é outra abordagem, assim como priorizar o emprego de materiais sustentáveis na produção e operação de dispositivos computacionais e o uso de energias renováveis em data centers. [...]


    Reduzir o gasto energético dos sistemas de inteligência artificial foi o que tentaram fazer os pesquisadores da startup chinesa DeepSeek. O chatbot DeepSeek-V3, lançado no fim de janeiro, causou surpresa ao apresentar desempenho comparável ao dos modelos da OpenAI e do Google, mas com custo substancialmente menor.


    “O DeepSeek é um exemplo de que é possível desenvolver IA de boa qualidade usando menos recursos computacionais e energia”, ressalta o cientista da computação Daniel de Angelis Cordeiro, da EACH-USP. “Investir em pesquisa de algoritmos mais eficientes e em melhorias na gestão dos recursos computacionais usados nas etapas de treinamento e inferência pode contribuir para a criação de uma IA mais sustentável.” [...]


Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-impactosambientais-da-computacao/ Acesso em: 15 mar. 2025.
Assinale a alternativa em que o trecho NÃO apresenta algum elemento utilizado em sentido conotativo.
Alternativas
Q3384739 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os impactos ambientais da computação


Intensivo em uso de energia e água, o setor responde por 1,7% das emissões de carbono na atmosfera; uma nova área de pesquisa surge para lidar com o problema 


    Parte essencial da vida moderna, a computação está em todos os lugares. É difícil imaginar o cotidiano sem os recursos do mundo digital, como internet, redes sociais, streaming de vídeo, programas de inteligência artificial e os mais variados aplicativos. Governos, organizações e empresas de diversos setores dependem cada vez mais das tecnologias da informação e comunicação (TIC). O crescente aumento da demanda computacional, contudo, gera impactos no meio ambiente. Estima-se que entre 5% e 9% da energia elétrica consumida no mundo se destine à infraestrutura de TI e comunicações em geral e ao seu uso. A Agência Internacional de Energia (IEA) alerta para uma tendência de forte aumento nessa demanda. O gasto energético de data centers, instalações com robusto poder de armazenamento e processamento de dados, e dos setores de inteligência artificial (IA) e criptomoedas, segundo a entidade, poderá dobrar no mundo em 2026 em relação a 2022, quando foi de 460 terawatts-hora (TWh) – naquele mesmo ano, o Brasil consumiu 508 TWh de energia elétrica.


    “O uso de energia é inerente à computação”, constata a cientista da computação Sarajane Marques Peres, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP) e pesquisadora do Centro de Inteligência Artificial C4AI, financiado por FAPESP e IBM. [...]


    “Todas as nossas atividades digitais, como navegar na internet, acessar redes sociais, participar de videoconferências e enviar fotos para os amigos, têm, em última instância, efeitos sobre o ambiente”, aponta a cientista da computação Thais Batista, presidente da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e professora do Departamento de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).


    A energia destinada aos data centers é usada não apenas para a operação dos servidores, mas também para manter em funcionamento seu sistema de refrigeração. “Por trabalharem sem parar em processamento numérico, os computadores aquecem, emitem calor e precisam ser resfriados e mantidos em uma temperatura razoavelmente baixa”, ressalta o cientista da computação Marcelo Finger, do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP. “A depender da matriz que produz essa energia, haverá mais ou menos efeitos nocivos no ambiente”, afirma Peres, referindo-se à emissão de dióxido de carbono (CO₂) quando são queimados combustíveis fósseis para a obtenção da energia elétrica utilizada.


    Google, Microsoft, Apple, Amazon e outras grandes multinacionais de tecnologia, as chamadas big techs, comprometeram-se a zerar suas emissões de carbono até 2030 – segundo especialistas ouvidos pela reportagem, não há indícios de que esse objetivo possa ser atingido. Em 2023, último ano com dados disponíveis, as emissões dessas companhias cresceram principalmente por causa dos sistemas de inteligência artificial, que demandam grande poder de processamento – e, portanto, elevada carga energética – para serem treinados e funcionar.


    O aumento do consumo de energia e da emissão de carbono não é o único fator que preocupa. O uso intensivo de água por data centers para manter em operação seus sistemas de refrigeração, bem como a emissão de calor no ambiente, também acendem um sinal de alerta. “O consumo hídrico é uma preocupação mais recente, visto que a maioria dos grandes data centers usa refrigeração líquida para seus equipamentos de grande porte”, ressalta o bacharel em computação científica Álvaro Luiz Fazenda, do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), campus de São José dos Campos. Uma das soluções é usar fontes de água não potável para realizar os processos de resfriamento.


    A exploração muitas vezes insustentável de elementos terras-raras e outros minerais, como silício, cobre e lítio, usados para a produção de discos rígidos, chips e baterias, e o descarte de computadores, celulares e outros aparelhos eletrônicos que rapidamente se tornam obsoletos, também elevam a pressão da computação sobre os ecossistemas. [...]


    Buscando enfrentar o problema, uma nova área de estudos, conhecida como computação verde ou sustentável, tem ganhado força no Brasil e no mundo.


    “Ela se refere ao conjunto de práticas, técnicas e procedimentos aplicados à fabricação, ao uso e ao descarte de sistemas computacionais com a finalidade de minimizar seu impacto ambiental”, explica o pesquisador da UFABC.


    A fim de alcançar esse objetivo, várias práticas têm sido propostas, como elevar a eficiência energética de hardwares e softwares, permitindo que realizem as mesmas operações consumindo menos energia. Projetar sistemas mais duradouros, reparáveis e recicláveis, que reduzam a geração de lixo eletrônico, é outra abordagem, assim como priorizar o emprego de materiais sustentáveis na produção e operação de dispositivos computacionais e o uso de energias renováveis em data centers. [...]


    Reduzir o gasto energético dos sistemas de inteligência artificial foi o que tentaram fazer os pesquisadores da startup chinesa DeepSeek. O chatbot DeepSeek-V3, lançado no fim de janeiro, causou surpresa ao apresentar desempenho comparável ao dos modelos da OpenAI e do Google, mas com custo substancialmente menor.


    “O DeepSeek é um exemplo de que é possível desenvolver IA de boa qualidade usando menos recursos computacionais e energia”, ressalta o cientista da computação Daniel de Angelis Cordeiro, da EACH-USP. “Investir em pesquisa de algoritmos mais eficientes e em melhorias na gestão dos recursos computacionais usados nas etapas de treinamento e inferência pode contribuir para a criação de uma IA mais sustentável.” [...]


Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-impactosambientais-da-computacao/ Acesso em: 15 mar. 2025.
Em relação aos impactos ambientais da computação apresentados no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3384738 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os impactos ambientais da computação


Intensivo em uso de energia e água, o setor responde por 1,7% das emissões de carbono na atmosfera; uma nova área de pesquisa surge para lidar com o problema 


    Parte essencial da vida moderna, a computação está em todos os lugares. É difícil imaginar o cotidiano sem os recursos do mundo digital, como internet, redes sociais, streaming de vídeo, programas de inteligência artificial e os mais variados aplicativos. Governos, organizações e empresas de diversos setores dependem cada vez mais das tecnologias da informação e comunicação (TIC). O crescente aumento da demanda computacional, contudo, gera impactos no meio ambiente. Estima-se que entre 5% e 9% da energia elétrica consumida no mundo se destine à infraestrutura de TI e comunicações em geral e ao seu uso. A Agência Internacional de Energia (IEA) alerta para uma tendência de forte aumento nessa demanda. O gasto energético de data centers, instalações com robusto poder de armazenamento e processamento de dados, e dos setores de inteligência artificial (IA) e criptomoedas, segundo a entidade, poderá dobrar no mundo em 2026 em relação a 2022, quando foi de 460 terawatts-hora (TWh) – naquele mesmo ano, o Brasil consumiu 508 TWh de energia elétrica.


    “O uso de energia é inerente à computação”, constata a cientista da computação Sarajane Marques Peres, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP) e pesquisadora do Centro de Inteligência Artificial C4AI, financiado por FAPESP e IBM. [...]


    “Todas as nossas atividades digitais, como navegar na internet, acessar redes sociais, participar de videoconferências e enviar fotos para os amigos, têm, em última instância, efeitos sobre o ambiente”, aponta a cientista da computação Thais Batista, presidente da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e professora do Departamento de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).


    A energia destinada aos data centers é usada não apenas para a operação dos servidores, mas também para manter em funcionamento seu sistema de refrigeração. “Por trabalharem sem parar em processamento numérico, os computadores aquecem, emitem calor e precisam ser resfriados e mantidos em uma temperatura razoavelmente baixa”, ressalta o cientista da computação Marcelo Finger, do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP. “A depender da matriz que produz essa energia, haverá mais ou menos efeitos nocivos no ambiente”, afirma Peres, referindo-se à emissão de dióxido de carbono (CO₂) quando são queimados combustíveis fósseis para a obtenção da energia elétrica utilizada.


    Google, Microsoft, Apple, Amazon e outras grandes multinacionais de tecnologia, as chamadas big techs, comprometeram-se a zerar suas emissões de carbono até 2030 – segundo especialistas ouvidos pela reportagem, não há indícios de que esse objetivo possa ser atingido. Em 2023, último ano com dados disponíveis, as emissões dessas companhias cresceram principalmente por causa dos sistemas de inteligência artificial, que demandam grande poder de processamento – e, portanto, elevada carga energética – para serem treinados e funcionar.


    O aumento do consumo de energia e da emissão de carbono não é o único fator que preocupa. O uso intensivo de água por data centers para manter em operação seus sistemas de refrigeração, bem como a emissão de calor no ambiente, também acendem um sinal de alerta. “O consumo hídrico é uma preocupação mais recente, visto que a maioria dos grandes data centers usa refrigeração líquida para seus equipamentos de grande porte”, ressalta o bacharel em computação científica Álvaro Luiz Fazenda, do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), campus de São José dos Campos. Uma das soluções é usar fontes de água não potável para realizar os processos de resfriamento.


    A exploração muitas vezes insustentável de elementos terras-raras e outros minerais, como silício, cobre e lítio, usados para a produção de discos rígidos, chips e baterias, e o descarte de computadores, celulares e outros aparelhos eletrônicos que rapidamente se tornam obsoletos, também elevam a pressão da computação sobre os ecossistemas. [...]


    Buscando enfrentar o problema, uma nova área de estudos, conhecida como computação verde ou sustentável, tem ganhado força no Brasil e no mundo.


    “Ela se refere ao conjunto de práticas, técnicas e procedimentos aplicados à fabricação, ao uso e ao descarte de sistemas computacionais com a finalidade de minimizar seu impacto ambiental”, explica o pesquisador da UFABC.


    A fim de alcançar esse objetivo, várias práticas têm sido propostas, como elevar a eficiência energética de hardwares e softwares, permitindo que realizem as mesmas operações consumindo menos energia. Projetar sistemas mais duradouros, reparáveis e recicláveis, que reduzam a geração de lixo eletrônico, é outra abordagem, assim como priorizar o emprego de materiais sustentáveis na produção e operação de dispositivos computacionais e o uso de energias renováveis em data centers. [...]


    Reduzir o gasto energético dos sistemas de inteligência artificial foi o que tentaram fazer os pesquisadores da startup chinesa DeepSeek. O chatbot DeepSeek-V3, lançado no fim de janeiro, causou surpresa ao apresentar desempenho comparável ao dos modelos da OpenAI e do Google, mas com custo substancialmente menor.


    “O DeepSeek é um exemplo de que é possível desenvolver IA de boa qualidade usando menos recursos computacionais e energia”, ressalta o cientista da computação Daniel de Angelis Cordeiro, da EACH-USP. “Investir em pesquisa de algoritmos mais eficientes e em melhorias na gestão dos recursos computacionais usados nas etapas de treinamento e inferência pode contribuir para a criação de uma IA mais sustentável.” [...]


Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-impactosambientais-da-computacao/ Acesso em: 15 mar. 2025.
De acordo com a leitura e a compreensão do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3384666 Português
VALE DO PARAÍBA TEM RELAÇÃO CULTURAL COM O ARROZ E OUSA COM TIPOS ESPECIAIS


    Em Guaratinguetá, plantações de arroz provam que alimento, além de ser elementar na mesa do brasileiro, tem diferentes variedades, sabores e usos no dia a dia. No Sudeste, digo que o sabor se manifesta por meio da memória. Isso porque a mesa dos estados que compõem a região é recheada de tradições e referências que foram ganhando atualizações e novos jeitinhos de conquistar o nosso paladar.

    Na busca pelos sabores do Brasil, a viagem nesta parte do país nos presenteia com torresmo crocante, queijos maturados e até vinhos que nascem de uvas de terras antes consideradas improváveis. Para dar pontapé à jornada pelo Sudeste, desembarquei com a temporada especial CNN Viagem & Gastronomia: Sabores do Brasil no Vale do Paraíba, região histórica entre as serras da Mantiqueira e do Mar que entrega paisagens fascinantes e que se apoia na tradição alimentar como traço identitário e de desenvolvimento.

    Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos. Na cidade de Guaratinguetá, isso se traduz por meio de plantações de arroz, um dos símbolos mais fortes do Brasil.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/vale-do-paraiba-tem-relacao-cultural-com-o-arroz-e-ousa-com-tipos-especiais.
Observe o trecho: “Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos. Na cidade de Guaratinguetá, isso se traduz por meio de plantações de arroz, um dos símbolos mais fortes do Brasil.” Identifique a opção que apresenta a afirmativa correta sobre o significado das palavras em destaque. 
Alternativas
Q3384658 Português
VALE DO PARAÍBA TEM RELAÇÃO CULTURAL COM O ARROZ E OUSA COM TIPOS ESPECIAIS


    Em Guaratinguetá, plantações de arroz provam que alimento, além de ser elementar na mesa do brasileiro, tem diferentes variedades, sabores e usos no dia a dia. No Sudeste, digo que o sabor se manifesta por meio da memória. Isso porque a mesa dos estados que compõem a região é recheada de tradições e referências que foram ganhando atualizações e novos jeitinhos de conquistar o nosso paladar.

    Na busca pelos sabores do Brasil, a viagem nesta parte do país nos presenteia com torresmo crocante, queijos maturados e até vinhos que nascem de uvas de terras antes consideradas improváveis. Para dar pontapé à jornada pelo Sudeste, desembarquei com a temporada especial CNN Viagem & Gastronomia: Sabores do Brasil no Vale do Paraíba, região histórica entre as serras da Mantiqueira e do Mar que entrega paisagens fascinantes e que se apoia na tradição alimentar como traço identitário e de desenvolvimento.

    Afinal, os arredores tiveram papel fundamental no Ciclo do Café e hoje nos deparamos com um polo tecnológico que se debruça também em pesquisas de alimentos. Na cidade de Guaratinguetá, isso se traduz por meio de plantações de arroz, um dos símbolos mais fortes do Brasil.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/vale-do-paraiba-tem-relacao-cultural-com-o-arroz-e-ousa-com-tipos-especiais.
O texto foca na importância dada aos alimentos e, em especial, ao arroz. Segundo o texto, assinale a opção abaixo que pode ser inferida através do texto.
Alternativas
Q3383966 Português
Agritech como solução para a desertificação


       Vincent Martin, da FAO, destaca que a tecnologia agrícola e as práticas sustentáveis podem desempenhar um papel crucial na mitigação ou na reversão da desertificação. Isso pode ser feito por meio de gestão sustentável do solo, inovação na captação e no uso da água, desenvolvimento de culturas mais resistentes e técnicas de restauração do solo.

      Ele também ressalta que a transição parcial do cultivo a céu aberto para a agricultura protegida pode gerar uma economia significativa de água. Em climas quentes, as estufas são particularmente eficazes para mitigar os impactos das mudanças climáticas, pois permitem que os produtores controlem fatores como temperatura e umidade.

      “Estufas podem proporcionar até cinco vezes mais produtividade por área e sete vezes mais eficiência no uso da água em comparação ao cultivo tradicional em campo aberto”, afirmou Martin. Preservar os recursos naturais e reduzir a necessidade de transformar terras marginais em terras cultiváveis são metas essenciais para a agricultura sustentável.

      “O que precisamos fazer é criar um ambiente onde os estresses ambientais sejam reduzidos, permitindo que essas terras sejam utilizadas”, disse. “E é exatamente isso que produtos como o SecondSky fazem.” Com o aumento das vendas e planos para expandir a aplicação do SecondSky em uma gama ainda maior de produtos a partir de 2025, a empresa Iyris espera que manter as estufas frescas ao redor do mundo também nos ajude a combater o calor fora delas.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
A palavra sublinhada abaixo por ser substituída, sem alterar seu sentido, por:

Em climas quentes, as estufas são particularmente eficazes para mitigar os impactos das mudanças climáticas [...] 
Alternativas
Q3383965 Português
Agritech como solução para a desertificação


       Vincent Martin, da FAO, destaca que a tecnologia agrícola e as práticas sustentáveis podem desempenhar um papel crucial na mitigação ou na reversão da desertificação. Isso pode ser feito por meio de gestão sustentável do solo, inovação na captação e no uso da água, desenvolvimento de culturas mais resistentes e técnicas de restauração do solo.

      Ele também ressalta que a transição parcial do cultivo a céu aberto para a agricultura protegida pode gerar uma economia significativa de água. Em climas quentes, as estufas são particularmente eficazes para mitigar os impactos das mudanças climáticas, pois permitem que os produtores controlem fatores como temperatura e umidade.

      “Estufas podem proporcionar até cinco vezes mais produtividade por área e sete vezes mais eficiência no uso da água em comparação ao cultivo tradicional em campo aberto”, afirmou Martin. Preservar os recursos naturais e reduzir a necessidade de transformar terras marginais em terras cultiváveis são metas essenciais para a agricultura sustentável.

      “O que precisamos fazer é criar um ambiente onde os estresses ambientais sejam reduzidos, permitindo que essas terras sejam utilizadas”, disse. “E é exatamente isso que produtos como o SecondSky fazem.” Com o aumento das vendas e planos para expandir a aplicação do SecondSky em uma gama ainda maior de produtos a partir de 2025, a empresa Iyris espera que manter as estufas frescas ao redor do mundo também nos ajude a combater o calor fora delas.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
De acordo com o texto, qual das alternativas abaixo reflete uma das principais afirmações de Vincent Martin sobre a agricultura sustentável?
Alternativas
Q3383352 Português
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.

Em 1954 o patrimônio de Santo Antônio foi elevado à categoria de Distrito Administrativo, passando a denominar-se Pitangueiras, em referência _________________. Antigos moradores afirmam que o nome do lugar foi graças à enorme quantidade de pitangueiras — a árvore da pitanga, que abundava na região.
Alternativas
Q3383339 Português
Desertificação e o futuro da agricultura


        O aproveitamento de terras improdutivas e a prevenção da degradação do solo serão questões cada vez mais urgentes ao longo do século. A desertificação foi um dos temas centrais da COP 16 da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação, realizada em Riad, Arábia Saudita, em dezembro, onde líderes globais discutiram formas de conter esse problema crescente.

      De acordo com a ONU, pelo menos 100 milhões de hectares de terras férteis são perdidos todos os anos – o equivalente a quatro campos de futebol de solo saudável se tornando degradados a cada segundo.

      Na Arábia Saudita, por exemplo, menos de 1% do território é considerado arável. Além disso, a demanda de água para a agricultura pode ser até três vezes maior do que a média global. Os aquíferos subterrâneos, fonte essencial de água para o cultivo, estão se esgotando rapidamente, sendo extraídos em um ritmo superior ao de sua reposição natural.

Fonte: CNN. Adaptado. 
Assinalar a alternativa cujos termos são referentes ao termo sublinhado abaixo.
O paciente se adaptou bem ao aparelho auricular.
Alternativas
Q3383335 Português
Desertificação e o futuro da agricultura


        O aproveitamento de terras improdutivas e a prevenção da degradação do solo serão questões cada vez mais urgentes ao longo do século. A desertificação foi um dos temas centrais da COP 16 da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação, realizada em Riad, Arábia Saudita, em dezembro, onde líderes globais discutiram formas de conter esse problema crescente.

      De acordo com a ONU, pelo menos 100 milhões de hectares de terras férteis são perdidos todos os anos – o equivalente a quatro campos de futebol de solo saudável se tornando degradados a cada segundo.

      Na Arábia Saudita, por exemplo, menos de 1% do território é considerado arável. Além disso, a demanda de água para a agricultura pode ser até três vezes maior do que a média global. Os aquíferos subterrâneos, fonte essencial de água para o cultivo, estão se esgotando rapidamente, sendo extraídos em um ritmo superior ao de sua reposição natural.

Fonte: CNN. Adaptado. 
Qual é o principal problema ambiental discutido no texto?
Alternativas
Q3382247 Português



Fonte: Quino (2021).

Sobre o uso de figuras de linguagem presente na charge e seus efeitos de sentido, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3382246 Português



Fonte: Quino (2021).

Considerando a charge anterior, quanto à diferença entre gêneros textuais, fato e opinião, intencionalidade discursiva e efeitos de sentido, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3382245 Português

Nuvens de mosquitos podem agir como redes de neurônios 


Por Osame Kinouchi e Guilherme Roncaratti Galanti 






(Disponível em: www.super.abril.com.br/ciencia/nuvens-de-mosquitos-podem-agir-como-redes-de-neuroniose-tomar-decisoes-coletivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise o período a seguir, retirado do texto-base: “Assim Imagem associada para resolução da questão  além de desafiar hipóteses tradicionais, os resultados ampliam a compreensão sobre as aplicações biológicas de conceitos da Física”. Neste contexto, a palavra “desafiar” descreve a relação dos resultados da pesquisa com as hipóteses que já existiam sobre o comportamento dos mosquitos. Assim, assinale a alternativa que apresenta um termo que poderia substituir a palavra “desafiar” no período, mantendo o sentido que ela adquire ao se referir a “hipóteses tradicionais”. 
Alternativas
Q3382241 Português

Nuvens de mosquitos podem agir como redes de neurônios 


Por Osame Kinouchi e Guilherme Roncaratti Galanti 






(Disponível em: www.super.abril.com.br/ciencia/nuvens-de-mosquitos-podem-agir-como-redes-de-neuroniose-tomar-decisoes-coletivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “intrigantes” (l. 27) pode ser substituída, sem alteração de sentido do trecho em que ocorre, por:
Alternativas
Q3382238 Português

Nuvens de mosquitos podem agir como redes de neurônios 


Por Osame Kinouchi e Guilherme Roncaratti Galanti 






(Disponível em: www.super.abril.com.br/ciencia/nuvens-de-mosquitos-podem-agir-como-redes-de-neuroniose-tomar-decisoes-coletivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto-base, qual dos seguintes pontos é explicitamente citado como uma pergunta que ainda intriga os pesquisadores após a realização do estudo?
Alternativas
Q3382237 Português

Nuvens de mosquitos podem agir como redes de neurônios 


Por Osame Kinouchi e Guilherme Roncaratti Galanti 






(Disponível em: www.super.abril.com.br/ciencia/nuvens-de-mosquitos-podem-agir-como-redes-de-neuroniose-tomar-decisoes-coletivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os conceitos de situação comunicativa, gênero textual e recursos de coesão e coerência, assinale a alternativa que descreve corretamente uma característica relevante do texto-base.
Alternativas
Q3382236 Português

Nuvens de mosquitos podem agir como redes de neurônios 


Por Osame Kinouchi e Guilherme Roncaratti Galanti 






(Disponível em: www.super.abril.com.br/ciencia/nuvens-de-mosquitos-podem-agir-como-redes-de-neuroniose-tomar-decisoes-coletivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com a pesquisa sobre a formação de enxames de mosquitos, como os cientistas do NeuroMat/USP propõem que cada mosquito ajusta sua posição dentro do enxame, em contraste com estudos anteriores?
Alternativas
Respostas
20401: C
20402: B
20403: B
20404: B
20405: D
20406: B
20407: C
20408: D
20409: C
20410: B
20411: B
20412: E
20413: B
20414: E
20415: B
20416: D
20417: E
20418: A
20419: D
20420: C