Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3544805 Português

Q54.png (328×440)


Na tirinha, o maior efeito cômico do diálogo, sobre o uso da tecnologia e o hábito de leitura na vida da criança, deriva

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Q3544771 Português
Leia o fragmento:

     “ (...) se há uma tensão mais emblemática e persistente na elaboração e na execução das ações de difusão das artes nas instituições de educação do país, podemos citar as disputas em torno dos gostos culturais como um grande destaque. Até pouco tempo e ainda muito presente, viam-se como inquestionáveis a presença de orquestras sinfônicas, corais e grupos de teatro como expressões legítimas e centrais das artes produzidas no âmbito da educação superior. Tomadas como verdades, tais formas, dentre outros aspectos, relacionavam-se a um cenário de ________________.”

Gomes, E.E. BARBAQUÁ, 1(1), 33–40, 2017. Adaptado.

Assinale a alternativa que preenche, adequadamente, a lacuna:
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Q3544768 Português
“É essencial fazer com que uma voz com base científica seja ouvida em alto e bom som, especialmente em tempos de crise (epidemias, crise financeira, terremoto, novos medicamentos etc.) e isto pode ser feito através da comunicação profissional. O preço de não comunicar ou de comunicar mal está aumentando a cada dia, porque hoje aqueles que não estão bem representados na arena pública correm o risco de perder a sua palavra, recursos ou confiança.”


M.S. Jucan e C.N. Jucan, Procedia - Social and Behavioral Sciences 149 (2014) 461 – 466. Traduzido. 
A necessidade crescente de comunicação por vozes com base científica vem de uma separação entre ciência e sociedade, observada nos dias de hoje. Contribuem mais fortemente para o aumento dessa separação
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Q3544595 Português
Assinale a alternativa em que ocorre uma palavra seguida de seu hipônimo.
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Q3544588 Português
Texto para responder à questão.


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não…

    — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

    — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Com a leitura do texto, depreende-se que o baixo desempenho do autor na discussão relatada se deve ao fato de que:
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Q3544439 Português
“As linhas escritas, apesar de serem muito mais frequentes do que antes, vêm se tornando cada vez menos importantes para as massas do que as superfícies. Não necessitamos de profetas para saber que o ‘homem unidimensional’ está desaparecendo. [...] O problema é descobrir que tipo de adequação existe entre as superfícies do mundo de um lado, e entre as superfícies e as linhas, de outro. ” ( FLUSSER, 2007). Vilém Flusser articula os conceitos de linha e superfície para refletir sobre dinâmicas sociais e a condição existencial humana no mundo cada vez mais povoado de imagens técnicas. Assinale a alternativa que descreve corretamente um argumento do autor.
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Q3544418 Português
 Voltando à questão da inércia empresarial, é triste constatar que nem os exemplos de crises que acontecem com outras empresas animam o empresário a tomar providências. Numa palavra: organizar-se. O máximo que acontece é o “efeito cadáver na estrada”. (NEVES, 2002, p. 20)
Assinale a alternativa que melhor define o “efeito cadáver na estrada” elaborado por Roberto de Castro Neves. 
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Q3544126 Português

Leia o Texto 04 a seguir, para responder à questão.


Texto 04




Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/charge-queda-na-natalidade/. Acesso em: 29 nov. 2023.

Na charge, a palavra “natalidade” foi usada com o sentido de:
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Q3544125 Português

Leia o Texto 04 a seguir, para responder à questão.


Texto 04




Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/charge-queda-na-natalidade/. Acesso em: 29 nov. 2023.

Em reação ao que a colega disse, a expressão fisionômica da ave que carrega o bebê revela um sentimento de
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Q3544123 Português

Leia o Texto 03 a seguir, para responder à questão.


Texto 03


    A população da cidade de Turvânia (GO) chegou a 4.480 pessoas no Censo de 2022, o que representa uma queda de -7,34% em relação com o Censo de 2010. Os resultados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    

    Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010. No estado de Goiás, a população é de 7.055.228, o que representa um aumento de 17,55% se comparado ao Censo anterior.

    

    No ranking de população dos municípios, Turvânia está: na 154ª colocação no estado; na 341ª colocação na região Centro-Oeste; e na 4.452ª colocação no Brasil. A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Turvânia tem uma densidade demográfica de 9,29 habitantes por km² e uma média de 2,47 moradores por residência.


Disponível em: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2023/06/28/populacao-deturvania-g. Acesso em: 30 nov. 2023. [Adaptado].

O texto mostra que, em comparação com o Censo de 2010, a população de Turvânia
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Q3544121 Português

Leia o Texto 02 a seguir, para responder à questão.


Texto 02



Disponível em: https://diariotribuna.com.br/?p=4616. Acesso em: 29 de nov. 2023.

Na mensagem expressa na propaganda, a função do trecho “pois um dia você também será um...” é a de 
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Q3544120 Português

Leia o Texto 02 a seguir, para responder à questão.


Texto 02



Disponível em: https://diariotribuna.com.br/?p=4616. Acesso em: 29 de nov. 2023.

Na propaganda, a imagem e o texto escrito pretendem
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Q3544117 Português

Leia o Texto 01 a seguir, para responder à questão.


Texto 01

Etarismo: que bicho é esse? Preconceito por idade prejudica saúde de idosos


    Chegar à terceira idade com saúde e disposição é um privilégio, mas é comum que quem tenha mais de 50 anos já comece a sentir discriminação por estar envelhecendo. Ouvir frases como: "Você está velho demais para isso!", "Lugar de velho é em casa" ou "Está ficando gagá" começa a fazer parte do cotidiano de muitos idosos.

    

    A discriminação por idade pode ser velada e explícita. O idoso costuma ouvir comentários desagradáveis, como se fossem "brincadeiras" sobre o envelhecimento, ou sente que não foi chamado para uma entrevista de emprego por causa da idade.

    

    Essa discriminação passou a ser chamada de etarismo — mas também é conhecida como idadismo ou ageísmo — e é bastante comum: de acordo com um relatório elaborado pela Organização Mundial de Saúde, uma em cada duas pessoas no mundo já praticou ações discriminatórias que pioram a saúde física e mental dos idosos.


Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/08/20/etarismo-quebicho-e-esse-preconceito-por-idade-prejudica-saude-de-idosos.htm. Acesso em: 30 de nov. 2023. [Adaptado].

O texto informa que a discriminação contra idosos já foi cometida pela 
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Q3543913 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Documentar é um ato de informação e conformação porque é um ato de atribuição de valor. Só há documento porque há a intenção de informar, de produzir conhecimento sobre um determinado conjunto de bens culturais. Nesse sentido, os documentos produzidos ao longo da atividade de documentação museológica são instauradores do próprio processo de musealização. Musealizar, portanto, também é um ato de informação. Nas palavras dos autores, “[...] estas instituições, ao criarem um corpus documental em papel, criam um corpus patrimonial, na medida em que dão origem a objetos patrimoniais que se tornam documentos históricos, artísticos.” (GRIGOLETO; MARAÑON, 2009: 06)”


Museologia & Interdisciplinaridade. vol. 11, Especial. Dossiê: Perspectivas de
Documentação Museológica: Competências, Formações, Experiências e
Reflexões. Brasília: Unb, 2022. 
Considerando a frase inicial da citação apresentada, podemos considerar como sinônimo da palavra “conformação”, de acordo com o empregado no texto: 
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Q3543896 Português
    “Se incorporar o transitório não significa necessariamente torná-lo duradouro, eterno (vide os trabalhos em xerox e vídeo que, no limite, tendem a desaparecer), o que tal produção reclama não é apenas uma outra visada sobre si mesmo, como objeto artístico isolado, mas uma profunda reconsideração do papel do artista, do público e das instituições dentro desse novo paradigma artístico.”

Freire, 2020:p.40.

Sobre esse trecho pode-se afirmar que a autora acredita que 
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Q3543828 Português
A leitura depende de certos conhecimentos prévios, como por exemplo: conhecimento prévio textual que compreende o conjunto de noções e conceitos relativos à tipologia textual que determina os diferentes gêneros discursivos. Assim, qual o tipo textual centrado na ação, que tem a presença comum de marcadores de tempo, sistematizado, principalmente, em três partes?
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Q3543800 Português
No contexto educacional, é possível trabalhar a leitura e a produção dos mais variados tipos de gêneros discursivos, uma vez que eles estão presentes em todos os contextos e fazem parte da vida humana em suas mais variadas formas. Nesse sentido, os gêneros textuais circulam pelas diversas esferas sociais. No caso dos gêneros discursivos: horóscopo, infográfico e caricatura, qual a sua esfera social de circulação?
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Q3543719 Português
Por que comemos ovos de chocolate na Páscoa?
    Antes do chocolate, o ovo já era um símbolo da festa judaica Pessach, que inspirou a Páscoa cristã. Nela, o ovo, que é um dos únicos alimentos que permanece no mesmo formato depois de co____ido, era relacionado ao povo judeu, que, mesmo na dor e no sofrimento, preservava sua unidade — além de também já ser um símbolo de vida e renascimento entre povos antigos, como os romanos.
    Enquanto isso, séculos antes do nascimento de Cristo, as pessoas se pre___enteavam com ovos de galinha no equinócio de primavera para celebrar o fim do inverno. Quando o Pessach foi adaptado para o cristianismo, o ovo se tornou um símbolo da re___urreição de Jesus Cristo.
    Os ovos de chocolate surgiram apenas no século 18 na França, quando confeiteiros decidiram esvaziar os ovos de galinha e preenchê-los com chocolate. A prática logo foi aderida por todos, e repetida com o passar dos anos. Porém, os ovos de chocolate se tornaram muito caros e, dessa forma, nem todo mundo conseguia celebrar a data com o doce, voltando à antiga tradição dos ovos pintados e ornamentados.
    A produção dos ovos de chocolate se tornou cada vez mais popular em todas as partes do mundo. Hoje, podemos encontrar ovos dos mais diferentes sabores, como o clássico chocolate ao leite, até recheado com morango, maracujá, coco e várias outras delícias.
(Fonte: Recreio — adaptado.)
Qual alternativa é um sinônimo para a expressão sublinhada no 3º parágrafo do texto?
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Q3543718 Português
Por que comemos ovos de chocolate na Páscoa?
    Antes do chocolate, o ovo já era um símbolo da festa judaica Pessach, que inspirou a Páscoa cristã. Nela, o ovo, que é um dos únicos alimentos que permanece no mesmo formato depois de co____ido, era relacionado ao povo judeu, que, mesmo na dor e no sofrimento, preservava sua unidade — além de também já ser um símbolo de vida e renascimento entre povos antigos, como os romanos.
    Enquanto isso, séculos antes do nascimento de Cristo, as pessoas se pre___enteavam com ovos de galinha no equinócio de primavera para celebrar o fim do inverno. Quando o Pessach foi adaptado para o cristianismo, o ovo se tornou um símbolo da re___urreição de Jesus Cristo.
    Os ovos de chocolate surgiram apenas no século 18 na França, quando confeiteiros decidiram esvaziar os ovos de galinha e preenchê-los com chocolate. A prática logo foi aderida por todos, e repetida com o passar dos anos. Porém, os ovos de chocolate se tornaram muito caros e, dessa forma, nem todo mundo conseguia celebrar a data com o doce, voltando à antiga tradição dos ovos pintados e ornamentados.
    A produção dos ovos de chocolate se tornou cada vez mais popular em todas as partes do mundo. Hoje, podemos encontrar ovos dos mais diferentes sabores, como o clássico chocolate ao leite, até recheado com morango, maracujá, coco e várias outras delícias.
(Fonte: Recreio — adaptado.)
De acordo com as informações do texto, assinalar a alternativa CORRETA:
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Q3543365 Português
      O trocador olhou, viu, não aprovou. Daquele passageiro, escanchado placidamente no banco lateral, escorria um fio de água que ia compondo, no piso do ônibus, a microfigura de uma piscina.

        – Ei, moço, quer fazer o favor de levantar?

        O moço (pois ostentava barba e cabeleira amazônica, sinais indiscutíveis de mocidade) nem-te-ligo.

        O trocador esfregou as mãos no rosto, em gesto de enfado e desânimo, diante da situação tantas vezes enfrentada, e murmurou:

        – Esses caras são de morte.

        Devia estar pensando: Todo ano a mesma coisa. Chegando o verão, chegam problemas. Bem disse o Dario, quando fazia gol no Atlético Mineiro: Problemática demais. Estava cansado de advertir passageiros que não aprendem como viajar em coletivo. Não aprendem e não querem aprender. Tendo comprado passagem por 65 centavos, acham que compraram o ônibus e podem fazer dele casa da peste.

(Carlos Drummond de Andrade, “Recalcitrante”.
Em: As palavras que ninguém diz, 2011. Adaptado)
De acordo com o texto, o trocador desaprovou o comportamento do passageiro porque este
Alternativas
Respostas
20461: D
20462: C
20463: A
20464: C
20465: B
20466: D
20467: B
20468: B
20469: B
20470: C
20471: B
20472: D
20473: D
20474: E
20475: E
20476: E
20477: E
20478: A
20479: D
20480: C