Questões de Concurso Sobre teoria literária em literatura

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Q3709410 Literatura
O ciclo de lobolo começou com a Ju. Foi com dinheiro e não com gado. Lobolou-se a mãe, com muito dinheiro, num lobolo- -casamento. As crianças foram legalmente reconhecidas, mas não tinham sido apresentadas aos espíritos da família. Era preciso trazê-las do teto da mãe para a sombra do patriarcal num ato de lobolo pelo filho, uma forma de legitimá-las uma vez que nasceram fora das regras de jogo de uma família polígamo. Depois fez-se lobolo da Lu e dos filhos. As nortenhas espantaram-se. Essa história de lobolo era nova para elas, mas envolve muito dinheiro. Dinheiro para os pais, elas, e os filhos. Dinheiro que faz falta para comer, para viver, para investir. Quando se trata de benesses, qualquer cultura serve. Elas esqueceram o matriarcado e disseram sim à tradição patriarcal. Passamos três meses a andar de festa em festa. Era importante que todos os lobolos fossem feitos numa rajada antes que o Tony mudasse de ideias.

CHIZIANE, P. Niketche: uma história de poligamia. 
São Paulo: Cia. das Letras, 2004.
No trecho do romance Niketche: uma história de poligamia, da escritora moçambicana Paulina Chiziane, é narrada uma prática tradicional de casamento em que o homem, para legitimar socialmente a relação, entrega à mulher e à sua família dinheiro ou posses como gado. Essa prática é conhecida na cultura africana como “lobolo”, termo da língua tsonga, de origem Bantu, falada em Moçambique.

Considerando uma formação em prol do desenvolvimento de conhecimentos teórico-práticos, estabelecendo relações entre o letramento literário decolonial e os saberes linguísticos em torno do léxico, espera-se que, ao trabalhar esse excerto em sala de aula, o professor do Ensino Médio seja capaz de
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Q3709409 Literatura
O ciclo de lobolo começou com a Ju. Foi com dinheiro e não com gado. Lobolou-se a mãe, com muito dinheiro, num lobolo- -casamento. As crianças foram legalmente reconhecidas, mas não tinham sido apresentadas aos espíritos da família. Era preciso trazê-las do teto da mãe para a sombra do patriarcal num ato de lobolo pelo filho, uma forma de legitimá-las uma vez que nasceram fora das regras de jogo de uma família polígamo. Depois fez-se lobolo da Lu e dos filhos. As nortenhas espantaram-se. Essa história de lobolo era nova para elas, mas envolve muito dinheiro. Dinheiro para os pais, elas, e os filhos. Dinheiro que faz falta para comer, para viver, para investir. Quando se trata de benesses, qualquer cultura serve. Elas esqueceram o matriarcado e disseram sim à tradição patriarcal. Passamos três meses a andar de festa em festa. Era importante que todos os lobolos fossem feitos numa rajada antes que o Tony mudasse de ideias.

CHIZIANE, P. Niketche: uma história de poligamia. 
São Paulo: Cia. das Letras, 2004.
A fim de fomentar reflexões, a partir de vozes de escritoras negras africanas ao currículo de Língua Portuguesa do Ensino Médio, uma rede de ensino pública decide inserir, como material didático, o romance Niketche: uma história de poligamia, da moçambicana Paulina Chiziane, representado pelo trecho em que é narrada a prática de “lobolo”, entendida como uma forma de legitimar as relações familiares por meio da entrega, por parte do noivo, de dinheiro ou bens à noiva e à sua família.

A exploração da leitura dessa obra, com base em uma perspectiva decolonial que oportuniza aos estudantes problematizações críticas por meio de uma postura investigativa, justifica-se pela concepção de literatura como espaço de
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Q3709407 Literatura
Uma professora de Literatura do Ensino Médio trabalhou com os estudantes a obra de Fernando Pessoa, incluindo poemas dele mesmo e de seus heterônimos. Para aprofundar a discussão, apresentou o trecho do livro Fernando Pessoa: aquém do eu, além do outro, que afirma:

“O que se passa em Pessoa não é a multiplicação do mesmo em outros, mas o desencadeamento de uma alteridade tal que a volta ao Um se torna impossível.”

PERRONE-MOISÉS, L. Fernando Pessoa: aquém do eu, além do outro. 
São Paulo: Martins Fontes, 2001.


Na sequência, a professora fez a leitura do trecho da obra A ausência do corpo na comunicação on-line: a descoberta da identidade no Second Life, que reflete sobre a multiplicidade identitária em ambientes virtuais:

“Na era da internet, eu sou quem quiser, os meus múltiplos avatares passeiam-se no ciberespaço enquanto eu passo o dia a trabalhar, mas à noite eu transformo-me em cada um deles e até flutuo pelo mundo inteiro sem um corpo físico, só com palavras. Não perdi a minha identidade, tenho várias, muitas delas são a materialização dos meus desejos, enquanto outras ou são muito mais reais ou completamente virtuais.”

JUSTIÇA, M. P. O. A ausência do corpo na comunicação on-line: a descoberta da identidade no Second Life. 
Lisboa: Universidade Aberta, 2013.
Com base na leitura dos trechos, uma professora estabeleceu uma conexão entre clássicos da literatura e contexto digital contemporâneo, aproximando a obra literária da realidade dos estudantes. Um dos objetivos da proposta foi refletir sobre como os discursos se relacionam entre si.
Para construir conhecimento em torno da interdiscursividade, em uma perspectiva interdisciplinar, a professora considerou diferentes interpretações da obra de Pessoa, permitidas pela relação entre os textos assinados por ele mesmo e por seus heterônimos. Destaca-se como correta a interpretação que aponta a presença de
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Q3709406 Literatura
Uma professora de Literatura do Ensino Médio trabalhou com os estudantes a obra de Fernando Pessoa, incluindo poemas dele mesmo e de seus heterônimos. Para aprofundar a discussão, apresentou o trecho do livro Fernando Pessoa: aquém do eu, além do outro, que afirma:

“O que se passa em Pessoa não é a multiplicação do mesmo em outros, mas o desencadeamento de uma alteridade tal que a volta ao Um se torna impossível.”

PERRONE-MOISÉS, L. Fernando Pessoa: aquém do eu, além do outro. 
São Paulo: Martins Fontes, 2001.


Na sequência, a professora fez a leitura do trecho da obra A ausência do corpo na comunicação on-line: a descoberta da identidade no Second Life, que reflete sobre a multiplicidade identitária em ambientes virtuais:

“Na era da internet, eu sou quem quiser, os meus múltiplos avatares passeiam-se no ciberespaço enquanto eu passo o dia a trabalhar, mas à noite eu transformo-me em cada um deles e até flutuo pelo mundo inteiro sem um corpo físico, só com palavras. Não perdi a minha identidade, tenho várias, muitas delas são a materialização dos meus desejos, enquanto outras ou são muito mais reais ou completamente virtuais.”

JUSTIÇA, M. P. O. A ausência do corpo na comunicação on-line: a descoberta da identidade no Second Life. 
Lisboa: Universidade Aberta, 2013.
A fim de refletir sobre autoria, a professora articulou a heteronímia pessoana aos múltiplos “eus” que podem ser assumidos no meio digital. Considerando a proposta didática descrita, qual alternativa expressa a relação entre a prática docente e o conceito de autoria?
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Q3709404 Literatura

Para que ninguém a quisesse


Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.


Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.


Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.


Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.


Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.


Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.


COLASANTI, M. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.



Para uma aula de leitura literária no 9º ano do Ensino Fundamental, a professora leu com os estudantes esse conto de Marina Colasanti. Partindo da relação entre literatura e sociedade, qual metodologia se mostra adequada para refletir sobre as questões em torno do papel da mulher retratado no texto?
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Q3709395 Literatura

CRIADA


(Entrando.)


¡En lo alto de la calle hay un gran gentío y todos los vecinos están en sus puertas!


BERNARDA


(A PONCIA.)


¡Corre a enterarte de lo que pasa! (Las mujeres corren para salir.) ¿Dónde vais? Siempre os supe mujeres  


ventaneras y rompedoras de su luto. ¡Vosotras, al patio!


(Salen y sale BERNARDA. Se oyen rumores lejanos. Entran MARTIRIO y ADELA, que se quedan escuchando y


sin atreverse a dar un paso más de la puerta de salida.) 


MARTIRIO


Agradece a la casualidad que no desaté mi lengua.


 ADELA


También hubiera hablado yo.


MARTIRIO


¿Y qué ibas a decir? ¡Querer no es hacer!


ADELA


Hace la que puede y la que se adelanta. Tú querías, pero no has podido.


MARTIRIO


No seguirás mucho tiempo.


ADELA


¡Lo tendré todo!


MARTIRIO


Yo romperé tus abrazos.


ADELA


(Suplicante.)


¡Martirio, déjame!



GARCÍA LORCA, F. La casa de Bernarda Alba. México: UNAM, 2021 (fragmento).


Después de leer con su grupo del 3er año de la Enseñanza Media ese fragmento de La casa de Bernarda Alba, de Federico García Lorca, la profesora propuso una actividad para identificar características del género dramático.

Con base en el fragmento leído, ¿cuál afirmación describe un rasgo presente en el texto?
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Q3709393 Literatura

TEXTO 1



Iracema Tabajara


Sou Auritha Tabajara,


Nascida longe da praia,


Fascinada pelas rimas


E melodia da jandaia.


No Ceará foi a festa,


Meu leito foi a floresta


Nas folhas de samambaia.


A minha essência ancestral


Me encontra cordelizando,


Faz me existir resistindo,


Ao mundo eu vou contando;


Que minha forma de amar


Ninguém vai colonizar,


Da arte sempre vou me armando.


[...]


Eu não sou como Iracema


A de José de Alencar,


Sou do povo TABAJARA


Onde canta o sabiá


Minha aldeia tem imburana


Minha terra é soberana


Pelo toque do maracá.



TABAJARA, A. Disponível em: www.sescsp.org.br.

Acesso em: 12 maio 2025 (fragmento). 







TEXTO 2



Pankararu


Sabem, meus filhos...


Nós somos marginais das famílias


Somos marginais das cidades


Marginais das palhoças...


E da história?



Não somos daqui


Nem de acolá


Estamos sempre ENTRE


Entre este ou aquele


Entre isto ou aquilo!



Até onde aguentaremos, meus filhos?...



POTIGUARA, E. Disponível em: www.tyrannusmelancholicus.com.br.

Acesso em: 12 maio 2025. 



Durante uma atividade de letramento literário em uma escola indígena, o professor propõe a leitura dos poemas Iracema Tabajara, de Auritha Tabajara, e Pankararu, de Eliane Potiguara. Considerando que o objetivo da atividade é promover, por meio da literatura, a afirmação das identidades indígenas a partir da reflexão sobre saberes e formas de resistência em uma perspectiva crítica e decolonial, selecione a alternativa que contém o fragmento e a reflexão que atendem ao objetivo proposto.
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Q3709382 Literatura

Tan pronto como José Arcadio cerró la puerta del dormitorio, el estampido de un pistoletazo retumbó la casa. Un hilo de sangre salió por debajo de la puerta, atravesó la sala, salió a la calle, siguió en un curso directo por los andenes disparejos, descendió escalinatas y subió pretiles, pasó de largo por la calle de los Turcos, dobló una esquina a la derecha y otra a la izquierda, volteó en ángulo recto frente a la casa de los Buendía, pasó por debajo de la puerta cerrada, atravesó la sala de visitas pegado a las paredes para no manchar los tapices, siguió por la otra sala, eludió en una curva amplia la mesa del comedor, avanzó por el corredor de las begonias y pasó sin ser visto por debajo de la silla de Amaranta, que daba una lección de aritmética a Aureliano José, y se metió por el granero y apareció en la cocina donde Úrsula se disponía a partir treinta y seis huevos para el pan. —¡Ave María Purísima!— gritó Úrsula.


 GARCÍA MÁRQUEZ, G. Cien años de soledad. Madrid: Cátedra, 2021.

Un profesor de literatura brasileña de Enseñanza Media observó que los estudiantes presentaban dificultad para identificar, en ciertos textos literarios, la presencia de elementos característicos del realismo mágico. Ante esa situación, invitó a la profesora de lengua española a que colaborase en la solución del problema.

Ella, entonces, propuso una actividad con la obra Cien años de soledad, del autor colombiano Gabriel García Márquez, específicamente, con ese fragmento, como ejemplo de ese género.

Después de explicar el concepto de realismo mágico y leer el fragmento de la obra, ¿cuál de los siguientes aspectos debería enfatizar la profesora como característico del realismo mágico?
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Q3705070 Literatura
A questão refere-se ao poema abaixo:

A Jesus Cristo Nosso Senhor

Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido;
Antes, quanto mais tenho delinquido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-vos sobeja um só gemido:
Que a mesma culpa, que vos há ofendido,
Vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma ovelha perdida já cobrada,
Glória tal e prazer tão repentino
Vos deu, como afirmais na Sacra História:
Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
Cobrai-a; e não queirais, Pastor Divino,
Perder na vossa ovelha a vossa glória.
Considerando a estrutura do poema anterior, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q3698823 Literatura
Considerando que o diálogo com diferentes campos de conhecimento estimula a criação em dança, quais áreas podem inspirar conceitos, imagens e metáforas?
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Q3686510 Literatura
“O texto literário é espaço de estranhamento” (Shklovsky, Teoria da Prosa, 1925). Em narrativas experimentais, qual efeito se observa?
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Q3686505 Literatura
“Formar uma literatura nacional é organizar uma consciência coletiva” (Antonio Candido, Formação da Literatura Brasileira, 1959). Na primeira geração romântica, a natureza foi representada como símbolo de identidade cultural. Assinale a alternativa correta: 
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Q3686431 Literatura
Leia o trecho de Morte e Vida Severina: “Somos muitos Severinos iguais em tudo na vida, na mesma cabeça grande que a custo se equilibra.” A poética cabralina caracteriza-se pelo rigor formal e pela denúncia social. Considerando estilística literária e crítica sociocultural, qual alternativa traduz uma interpretação mais precisa?
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Q3686430 Literatura
Antonio Candido, em O direito à literatura, sustenta que a experiência literária constitui direito humano fundamental, capaz de formar sujeitos críticos e ampliar a consciência histórica. Considerando essa perspectiva e a função da leitura literária no currículo, qual alternativa expressa formulação mais adequada dessa concepção?
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Q3686427 Literatura

Leia o fragmento da crônica de Rubem Braga:



“A gente se acostuma a viver, a se distrair, a olhar a vida passar — mas às vezes, ao ler um poema, é como se de repente nos lembrássemos de que também somos feitos de sonho.”



Considerando a função da leitura literária no contexto escolar, qual alternativa reflete a perspectiva crítica defendida pela BNCC e por Antonio Candido?

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Q3686424 Literatura

Leia o excerto:


“A literatura tem papel insubstituível na formação ética, pois permite ao leitor confrontar-se com situações humanas universais, compreendendo a diversidade cultural e reconhecendo-se como sujeito histórico.” (Adaptado de CANDIDO, 1972).


Considerando o ensino de literatura na escola, assinale a alternativa correta:

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Q3686420 Literatura

Leia o trecho do Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna:


“Chicó: — Só sei que foi assim.”


A repetição dessa fala, recurso cômico recorrente, revela a valorização da oralidade popular e a inserção da cultura sertaneja no texto dramático. Considerando o papel da literatura regional nordestina no currículo e em diálogo com a BNCC, assinale a alternativa correta:

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Q3686419 Literatura

Observe o fragmento de Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto:


“Somos muitos Severinos / iguais em tudo na vida: / na mesma cabeça grande, / que a custo é que se equilibra…”


A partir desse poema e considerando o diálogo com a obra de Ariano Suassuna, é correto afirmar que:

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Q3686418 Literatura

Leia o excerto de Antonio Candido:



“A literatura humaniza porque faz viver, suscita a participação, leva o homem a se reconhecer como semelhante a outros homens.”


(CANDIDO, A. A literatura e a formação do homem, 1972).



Considerando essa visão, aliada à BNCC, qual proposição traduz adequadamente o papel da literatura na escola?

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Q3684649 Literatura

Read the passage from T.S. Eliot’s The Waste Land (1922):



“April is the cruellest month, breeding


Lilacs out of the dead land…”



What literary characteristic is illustrated? 

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Respostas
221: B
222: C
223: A
224: C
225: B
226: D
227: C
228: D
229: A
230: C
231: D
232: A
233: E
234: C
235: B
236: C
237: E
238: A
239: B
240: A