Questões de Concurso Sobre teoria literária em literatura

Foram encontradas 627 questões

Q4358830 Literatura

pues estoy creando spanglish


bi-cultural systems


scientific lexicographical


inter-textual integrations


two expressions existentially wired two dominant languages


continentally abrazándose


en colloquial combate


en las aceras del soil


imperio spanglish emerges


sobre territorio bi-lingual


las novelas mexicanas


mixing with radiorocknroll


hip-hop prieto street salsa


spanish pop farándula


standard english classroom


with computer technicalities


spanglish is literally perfect


spanglish is ethnically snobbish


spanglish is cara-holy inteligencia


which u.s. slang do you speak?


(Available on: https://www.poetryfoundation.org. Adapted. Accessed on: January 2026.)



“Spanglish”, by Tato Laviera, accomplishes a phenomenon resulting from the spontaneous mix of Spanish and English which is highlighted semantically and through linguistic resources, having as its main focus:

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Q4357965 Literatura
Colônia de Portugal, o Brasil sofria sua influência também no campo da Literatura, evidentemente ligado às contingências histórico-econômicas. Sem tradição própria, a evolução de nossas letras dabateu-se entre a importação pura e simples dos modismos literários e a tentativa de afirmação da nacionalidade. Assim, a literatura infantil permanece no Brasil inteiramente dominada pela metrópole até o aparecimento de Monteiro Lobato, o primeiro a conseguir uma obra de ficção com características literárias. SANDRONI, L. De Lobato a Bojunga: as reinações renovadas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011. p. 29. A concepção de literatura infantil brasileira apresentada no trecho permite compreender que essa produção literária
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Q4353976 Literatura
A organização sonora do poema resulta da articulação de diferentes recursos formais, cujos efeitos variam conforme a maneira como são combinados na composição dos versos. A análise desses recursos contribui para a compreensão da estrutura e dos efeitos produzidos pelo texto poético (GOLDSTEIN, 2006).
Considerando a versificação e as relações entre métrica, ritmo e rima, analise as afirmativas a seguir.

I.A métrica corresponde à medida do verso estabelecida pela contagem das sílabas poéticas, cuja delimitação considera critérios sonoros próprios da escansão e se encerra na última sílaba tônica.
II. O ritmo de um verso decorre da correspondência entre sua extensão silábica e a recorrência de um mesmo padrão métrico, sendo a regularidade da medida responsável pela organização rítmica da composição.
III.A coincidência entre a divisão das sílabas gramaticais e a das sílabas poéticas constitui condição para a manutenção do metro, pois os processos de ligação sonora entre palavras não interferem na escansão.
IV. A rima estabelece correspondências sonoras entre segmentos dos versos a partir da recorrência de fonemas, podendo reunir palavras que apresentam configurações gráficas distintas.
V. O verso livre organiza seu ritmo por recursos como distribuição de acentos, pausas e recorrências sonoras, embora apresente variação na extensão silábica dos versos.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4352744 Literatura
Texto 5:

Captura_de tela 2026-10-02 073356.png (248×632)
Captura_de tela 2026-10-02 073407.png (245×316)


Adaptado de: NOELS, Kimberly A.; VARGAS LASCANO, Dayuma I.; SAUMURE, Kristie. The development of self-determination across the language course: trajectories of motivational change and the dynamic interplay of psychological needs, orientations, and engagement. Studies in Second Language Acquisition, v. 41, n. 4, p. 821-851, 2019.
Uma professora pretende desenvolver uma unidade de Literatura em Língua Inglesa com uma turma heterogênea do Ensino Médio. Para isso, seleciona quatro obras relacionadas a identidade, pertencimento e desigualdade: um conto contemporâneo, um poema, uma cena dramática e uma performance de spoken word. Os textos apresentam graus distintos de complexidade linguística e demandam diferentes formas de contextualização histórica e cultural.

Considerando a concepção de motivação desenvolvida no texto, os princípios de autonomia com suporte pedagógico, a organização didática mais consistente deve  
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Q4346493 Literatura

Leia a seguinte citação.


“Sortilégio e Além do Rio apresentam, como tema básico, o processo de reconstrução da identidade do sujeito negro que fora assimilado, compulsoriamente, pelos valores e emblemas da cultura europeia. As peças projetam a reimersão dos protagonistas em um sistema de ordem e padrões culturais afro-brasileiros. Nesse percurso, o ser negro, antes assujeitado por uma fala excêntrica que o tornava invisível, transforma-se em um indivíduo que se reconhece étnica e culturalmente, recentrando uma alteridade até então pulverizada pela máscara da brancura. As peças dramatizam um trajeto de autoafirmação individual e coletivo, um ritual de passagem, uma travessia moral e psicológica, por meio da qual o protagonista adquire uma dimensão metonímica, como um signo cultural alternativo. (p.110)” 


Leda Maria Martins. A cena em sombras. 2ª ed., rev. São Paulo: Perspectiva, 2023.



Tendo como base o texto acima, assinale a afirmativa INCORRETA.

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Q4346485 Literatura
Conforme teorizado por Aristóteles (384-322 a.C.) em sua obra Poética, uma narrativa trágica é construída pela união de quais elementos?
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Q4342435 Literatura
Acerca de métrica, rima e ritmo na composição poética, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__)Na versificação em língua portuguesa, a contagem das sílabas poéticas considera, convencionalmente, as sílabas até a última sílaba tônica do verso.
(__)Métrica e ritmo constituem conceitos relacionados, mas não equivalentes, pois versos com a mesma medida podem apresentar organizações rítmicas diferentes.
(__)A presença de rimas regulares constitui condição necessária para que uma composição seja considerada poema metrificado.
(__)O ritmo pode resultar da distribuição de acentos, pausas, repetições sonoras e outros elementos que organizam temporalmente o verso.
A sequência correta, de cima para baixo,         
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Q4342429 Literatura
Considere as afirmativas sobre a construção da narrativa literária:

I.O narrador em primeira pessoa participa do universo narrado como personagem ou testemunha, mas sua identidade textual não deve ser automaticamente confundida com a do autor empírico.

II.A ordem de apresentação dos acontecimentos pode diferir de sua ordem cronológica, de modo que o tempo da narrativa resulta também da organização discursiva dos eventos.

III.O narrador em terceira pessoa possui necessariamente conhecimento integral dos pensamentos, sentimentos e acontecimentos relacionados a todas as personagens.

Está correto o que se afirma em:
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Q4342415 Literatura
En una clase de literatura de la enseñanza fundamental, el profesor retoma la organización interna del enredo de un cuento leído por el grupo y recuerda que sus partes se encadenan según una progresión definida. Considere las partes del enredo listadas a continuación:
(1)Punto de mayor tensión, en el que el conflicto alcanza su momento decisivo.
(2)Presentación de los personajes, del espacio y de la situación inicial de la historia.
(3)Solución del conflicto y cierre de la situación narrada.
(4)Surgimiento del conflicto que rompe el equilibrio inicial y mueve la acción.
Señale la alternativa que presenta el orden en que esas partes estructuran la progresión del conflicto: 
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Q4339107 Literatura
O texto I abaixo serve de base de análise para a questão.

TEXTO I

    Um certo Miguilim morava com sua mãe, seu pai e seus irmãos, longe, longe daqui, muito depois da Vereda-do-Frangod'Água e de outras veredas sem nome ou pouco conhecidas, em ponto remoto, no Mutum. No meio dos Campos Gerais, mas num covoão em trecho de matas, terra preta, pé de serra. Miguilim tinha oito anos. Quando completara sete, havia saído dali, pela primeira vez: o Tio Terêz levou-o a cavalo, à frente da sela, para ser crismado no Sucuriju, por onde o bispo passava. Da viagem, que durou dias, ele guardara aturdidas lembranças, embaraçadas em sua cabecinha. De uma, nunca pôde se esquecer: alguém, que já estivera no Mutum, tinha dito: "É um lugar bonito, entre morro e morro, com muita pedreira e muito mato, distante de qualquer parte; e lá chove sempre..."
    Mas sua mãe, que era linda e com cabelos pretos e compridos, se doía de tristeza de ter de viver ali. Queixava-se, principalmente nos demorados meses chuvosos, quando carregava o tempo, tudo tão sozinho, tão escuro, o ar ali era mais escuro; ou, mesmo na estiagem, qualquer dia, de tardinha, na hora do sol entrar. — "Oê, ah, o triste recanto..." — ela exclamava. Mesmo assim, enquanto esteve fora, só com o tio Terêz, Miguilim padeceu tanta saudade, de todos e de tudo, que às vezes nem conseguia chorar, e ficava sufocado.
    Quando voltou para casa, seu maior pensamento era que tinha a boa notícia para dar à mãe: o que o homem tinha falado — que o Mutum era lugar bonito... A mãe, quando ouvisse essa certeza, havia de se alegrar, ficava consolada. Era um presente; e a ideia de poder trazê-lo desse jeito de cor, como uma salvação, deixava-o febril até nas pernas. Tão grave, grande, que nem o quis dizer à mãe na presença dos outros, mas insofria por ter de esperar; e, assim que pôde estar com ela só, abraçou-se a seu pescoço e contou-lhe, estremecido, aquela revelação. A mãe não lhe deu valor nenhum, mas mirou triste e apontou o morro; dizia:
    — Estou sempre pensando que lá por detrás dele acontecem outras coisas, que o morro está tapando de mim, e que eu nunca hei de poder ver...
    Era a primeira vez que a mãe falava com ele um assunto todo sério. No fundo de seu coração, ele não podia, porém, concordar, por mais que gostasse dela: e achava que o moço que tinha falado aquilo era que estava com a razão. [...]
    De repente lá vinha um homem a cavalo. Eram dois. Um senhor de fora, o claro da roupa. Miguilim saudou, pedindo a bênção. O homem trouxe o cavalo cá bem junto. Ele era de óculos, corado, alto, com um chapéu diferente, mesmo.
     — Deus te abençoe, pequenino. Como é teu nome?
     — Miguilim. Eu sou irmão do Dito.
     — E seu irmão Dito é o dono daqui?
    — Não, meu senhor. O Ditinho está em glória. O homem esbarrava o avanço do cavalo, que era zelado, manteúdo, formoso como nenhum outro. Redizia:
    — Ah, não sabia, não. Deus o tenha em sua guarda... Mas, que é que há, Miguilim?
    Miguilim queria ver se o homem estava mesmo sorrindo para ele, por isso é que o encarava.
    — Por que você aperta os olhos assim? Você não é limpo de vista? Vamos até lá. Quem é que está em tua casa?
    — É Mãe, e os meninos...
    Estava Mãe, estava Tio Terêz, estavam todos. O senhor alto e claro se apeou. O outro, que vinha com ele, era um camarada.
    O senhor perguntava à Mãe muitas coisas do Miguilim. Depois perguntava a ele mesmo:
   — Miguilim, espia daí: quantos dedos da minha mão você está enxergando? E agora?
    Miguilim espremia os olhos. Drelina e a Chica riam. Tomezinho tinha ido se esconder.
    — Este nosso rapazinho tem a vista curta. Espera aí, Miguilim...
    E o senhor tirava os óculos e punha-os em Miguilim, com todo o jeito.
    — Olha, agora!
    Miguilim olhou. Nem não podia acreditar! Tudo era uma claridade, tudo novo e lindo e diferente, as coisas, as árvores, as caras das pessoas. Via os grãozinhos de areia, a pele da terra, as pedrinhas menores, as formiguinhas passeando no chão de uma distância. E tonteava. Aqui, ali, meu Deus, tanta coisa, tudo... O senhor tinha retirado dele os óculos, e Miguilim ainda apontava, falava, contava tudo como era, como tinha visto. Mãe esteve assim assustada; mas o senhor dizia que aquilo era do modo mesmo, só que Miguilim também carecia de usar óculos, dali por diante. O senhor bebia café com eles. Era o doutor José Lourenço, do Curvelo. Tudo podia. Coração de Miguilim batia descompasso, ele careceu de ir lá dentro, contar à Rosa, à Maria Pretinha, a Mãitina. A Chica veio correndo atrás, mexeu:
    — Miguilim, você é piticego... E ele respondeu:
  — Donazinha... Quando voltou, o doutor José Lourenço já tinha ido embora. [...]
    Miguilim não sabia. Todos eram maiores do que ele, as coisas reviravam sempre dum modo tão diferente, eram grandes demais.
    — Pra onde ele foi?
    — A foi p´ra a Vereda do Tipã, onde os caçadores estão. Mas amanhã ele volta, de manhã, antes de ir s´embora para a cidade. Disse que, você querendo. Miguilim, ele junto te leva... O doutor era homem muito bom, levava o Miguilim, lá ele comprava uns óculos pequenos, entrava para a escola, depois aprendia ofício. Você mesmo quer ir?
    Miguilim não sabia. Fazia peso para não soluçar. Sua alma, até ao fundo, se esfriava. Mas Mãe disse:
     — Vai, meu filho. É a luz dos teus olhos, que só Deus teve poder para te dar. Vai. Fim do ano, a gente puder, faz a viagem também. Um dia todos se encontram...
    E Mãe foi arrumar a roupinha dele. A Rosa matava galinha, para pôr na capanga, com farofa. Miguilim ia no cavalo Diamante — depois era vendido lá na cidade, o dinheiro ficava pra ele.
    — Mãe, é o mar? Ou é para a banda do Pau-Roxo, Mãe? É muito longe?
   — Mais longe é, meu filhinho. Mas é do lado do Pau-Roxo não. É o contrário... A Mãe suspirava suave.
    — Mãe, mas por que é, então, para que é, que aconteceu tudo?!
   — Miguilim, me abraça, meu filhinho, que eu tenho tanto amor... [...] O doutor chegou. 
    — Miguilim, você está aprontado? Está animoso? Miguilim abraçava todos, um por um, dizia adeus até aos cachorros, ao Papaco-o-Paco, ao gato Sossõe que lambia as mãozinhas se asseando. Beijou a mão da mãe do Grivo.
     — Dá lembrança a seo Aristeu... Dá lembrança a seo Deográcias... Estava abraçado com Mãe. Podiam sair. Mas, então, de repente, Miguilim parou em frente do doutor. Todo tremia, quase sem coragem de dizer o que tinha vontade. Por fim, disse. Pediu. O doutor entendeu e achou graça. Tirou os óculos, pôs na cara de Miguilim. E Miguilim olhou para todos, com tanta força. Saiu lá fora. Olhou os matos escuros de cima do morro, aqui a casa, a cerca de feijão-bravo e são-caetano; o céu, o curral, o quintal; os olhos redondos e os vidros altos da manhã. Olhou, mais longe, o gado pastando perto do brejo, florido de são-josés, como um algodão. O verde dos buritis, na primeira vereda. O Mutum era bonito! Agora ele sabia. Olhou Mãitina, que gostava de o ver de óculos, batia palmas-de-mão e gritava:
   — Cena, Corinta!... Olhou o redondo de pedrinhas, debaixo do jenipapeiro. Olhava mais era para Mãe. Drelina era bonita, a Chica, Tomezinho. Sorriu para Tio Terêz:
    — Tio Terêz, o senhor parece com o Pai... Todos choravam. O doutor limpou a goela, disse:
    — Não sei, quando eu tiro esses óculos, tão fortes, até meus olhos se enchem d´água...
     Miguilim entregou a ele os óculos outra vez. Um soluçozinho veio. Sempre alegre, Miguilim... Sempre alegre, Miguilim... Nem sabia o que era alegria e tristeza. Mãe o beijava. A Rosa punhalhe doces-de-leite nas algibeiras, para a viagem. Papaco-oPaco falava, alto, falava.

ROSA, Guimarães. Campo Geral. Adaptado.
Uma importância fulcral da obra literária em sala de aula é a observação de modelos sociais às vezes compatíveis com a realidade dos alunos a fim de despertar nestes a curiosidade linguística e criativa para a importância da leitura nas suas vidas. Sobre isso, pode-se constatar que a obra Campo Geral, de Guimarães Rosa, serve como exemplo de um certo contexto ao evidenciar:
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Q4337362 Literatura
For a literary unit, a teacher selects a Nigerian short story in English, a Jamaican poem, and a Canadian graphic narrative. The objective is to broaden students' literary repertoire while preventing the works from being treated as transparent summaries of entire national cultures.

Which procedure is pedagogically CORRECT?
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Q4334220 Literatura
O movimento surrealista, conforme formulado em seu manifesto de 1924, propõe um modo de expressão que valoriza o funcionamento real do pensamento, livre do controle exercido pela razão e de toda preocupação estética ou moral. Nessa concepção, a técnica que se baseia em escrever depressa, sem assunto preconcebido e sem a tentação de reler, com o objetivo de exteriorizar o pensamento de forma espontânea, denomina-se:
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Q4330252 Literatura
Machado de Assis é considerado um dos maiores escritores da literatura brasileira; suas obras se caracterizam pela: 
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Q4322466 Literatura

“Pernambucano”, “recifense”… Quem define o gentílico de um lugar?


Por Bela Lobato

(Disponível em: super.abril.com.br/coluna/oraculo/pernambucano-recifense-quem-define-o-gentilico-de-umlugar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando a figura de linguagem predominante nos excertos abaixo ao seu respectivo poema.

Coluna 1
1. Gradação.
2. Anáfora.
3. Aliteração.

Coluna 2
( ) Vi uma estrela tão alta, Vi uma estrela tão fria! Vi uma estrela luzindo Na minha vida vazia. Era uma estrela tão alta! Era uma estrela tão fria! Era uma estrela sozinha Luzindo no fim do dia. — Manuel Bandeira
( ) E se encorpando em tela, entre todos, se erguendo tenda, onde entrem todos, se entretendendo para todos, no toldo (a manhã) que plana livre de armação. A manhã, toldo de um tecido tão aéreo que, tecido, se eleva por si: luz balão. — João Cabral de Melo Neto
( ) Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo. Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas e frias e mortas; eu não tinha este coração que nem se mostra. — Cecília Meireles

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Q4318200 Literatura

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!

Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...

Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!


Autor: Fernando Pessoa.

No âmbito do gênero lírico, a voz que enuncia o poema e manifesta sentimentos ou perplexidades existenciais não se confunde, necessariamente, com a pessoa biográfica do autor. A respeito da construção dessa voz poética no texto de Fernando Pessoa, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4318192 Literatura

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!

Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...

Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!


Autor: Fernando Pessoa.

Nos versos Que fiz eu da vida? / Fiz o que ela fez de mim..., a voz poética estabelece um jogo de perguntas e respostas que sintetiza sua postura diante da própria existência. Do ponto de vista interpretativo, esses dois versos expressam
Alternativas
Q4318191 Literatura

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!

Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...

Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, estou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!


Autor: Fernando Pessoa.

O elemento da chuva marca a abertura e o fecho do texto. Sob a perspectiva da simbologia poética e da construção do espaço subjetivo na obra de Fernando Pessoa, assinale a alternativa que analisa CORRETAMENTE o papel simbólico desempenhado pela chuva.
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Q4313417 Literatura
"A leitura de literatura é uma prática social que deveria ser cultivada e valorizada pela escola, por ser o local em que a literatura, quando ensinada adequadamente, tem papel fundamental a cumprir na sala de aula." NUNES, Palmyra Baroni. Alunos Leitores, Alunos Mediadores: uma proposta de projeto para a prática de leitura literária na escola. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, n. 27, 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/27/alunos-leitores-alun os-mediadores-uma-proposta-de-projeto-para-a-pratica-de-leitura-literar ia-na-escola. Acesso em: 7 ago. 2026. (Com adaptações.)
Em uma reunião pedagógica sobre formação de leitores nos anos iniciais, discute-se o modo de conduzir a leitura de obras literárias. Considerando o excerto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I.A leitura literária na escola requer mediação planejada, com escolha do acervo, definição dos modos de ler e espaço para a troca de impressões entre os leitores.
PORQUE
II.A formação do leitor literário não decorre da simples disponibilização de livros, dependendo de práticas que ampliem repertório e ensinem modos de ler o texto ficcional.
A respeito dessas asserções, é correto afirmar que:
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Q4313371 Literatura
LÍNGUA PORTUGUESA
Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela... Amo-te assim, desconhecida e obscura,  Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela, E o arrolo da saudade e da ternura! Amo o teu viço agreste e o teu aroma De virgens selvas e de oceano largo! Amo-te, ó rude e doloroso idioma, Em que da voz materna ouvi: "meu filho!", E em que Camões chorou, no exílio amargo, O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
BILAC, Olavo. Língua Portuguesa. In: Tarde, 1919. Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/12986/lingua-portuguesa. Acesso em: 7 ago. 2026.
Em aula destinada à análise literária, o professor solicita que a turma examine os recursos expressivos empregados por Olavo Bilac na construção do elogio ao idioma, atentando para a relação entre as imagens dos quartetos e o fecho do soneto. A análise que se sustenta na materialidade do texto é a de que:
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Q4309145 Literatura
Para a teoria literária, a tripartição dos gêneros estabelecida pelos gregos em lírico, épico e dramático é central. “Ela obedece à presença de dois fatores essenciais: a maneira usada para a imitação (ou representação da realidade), o objeto dessa imitação ou a face que daquela realidade foi escolhida para a transfiguração artística.” (COELHO, N. N. Literatura & Linguagem. 5. ed. São Paulo: Edições Quíron, 1980, p. 36). Em relação a esse tópico, partindo das maneiras de imitação, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Poema lírico. (2) Epopeia. (3) Tragédia. (4) Comédia.
( ) O mundo do materialismo grosseiro, em que agem homens inferiores, medíocres ou tolos, é mostrado por meio de poesia representada.
( ) A consciência do poeta quanto ao seu mundo interior é revelada por meio de poesia cantada.
( ) Os grandes conflitos da condição humana vividos por homens superiores são mostrados por meio de poesia representada.
( ) Fatos ou acontecimentos grandiosos do mundo das realizações humanas são narrados por um poeta observador.
( ) Seus heróis são compelidos pela fatalidade.
Alternativas
Respostas
1: D
2: E
3: D
4: E
5: E
6: A
7: A
8: A
9: A
10: A
11: A
12: B
13: D
14: C
15: A
16: B
17: C
18: B
19: A
20: D