Questões de Concurso Sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

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Q3529834 História
Na noite do dia 24 para o 25 de janeiro de 1835, um grupo de africanos escravizados e libertos ocupou as ruas de Salvador, e durante mais de três horas enfrentou soldados e civis armados.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
O excerto trata da 
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Q3529833 História
No ano de 1595, quarenta escravos fugiram, à noite, de um engenho no sul de Pernambuco. Esses escravos estavam armados de foices, chuços e cacetes e caminhavam vários dias de manhã à noite contornando lugares de difícil acesso até chegarem a um local onde se sentiram seguros. É assim que, na visão de alguns historiadores, começa a história de Palmares. No início foram poucas pessoas, mas o número foi crescendo até tornarem-se uma comunidade de 30 mil aquilombados, entre homens, mulheres e crianças.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Para Munanga e Gomes,
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Q3529038 História
Leia o texto a seguir:

    A crença na passividade do africano escravizado no Brasil, na indolência, preguiça e de seu conformismo diante da escravidão trata-se de um equívoco histórico. Há fatores que contribuíram e ainda contribuem para que tal equivoco persista entre nós.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje, 2016. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta, segundo a obra citada, um desses fatores.
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Q3524557 História
No século XVIII, em 1 410 viagens saídas da Bahia e de Pernambuco, 8 131 000 arrobas de tabaco são exportadas para a Costa dos Escravos. Cerca de 575 mil escravos daquela região são introduzidos na Bahia e em Pernambuco no mesmo período.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul.)

Os números apresentados por Alencastro demonstram que
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Q3524516 História
Leia o texto a seguir.

    Nossa história colonial não se confunde com a continuidade do nosso território colonial. Sempre se pensou o Brasil fora do Brasil, mas de maneira incompleta: o país aparece no prolongamento da Europa. Ora, a ideia exposta neste livro é diferente e relativamente simples.
(ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. Adaptado)

A tese do autor é de que a colonização portuguesa, fundada no escravismo, deu lugar a um espaço econômico e social que englobava
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Q3524504 História
Observe o texto a seguir.

     Em 1678, representantes portugueses e uma expressiva comitiva de rebeldes enviados por Ganga Zumba reuniram-se em Recife para celebrar o tratado de paz proposto pelas autoridades coloniais. O acordo previa devolver aos agentes da Coroa os escravos fugidos — vale dizer, todos os moradores que não tivessem nascido nos quilombos — e, do ponto de vista luso, tinha o objetivo estratégico de liquidar com os profundos laços de cumplicidade e reconhecimento entre os quilombolas e os cativos. Em troca, Portugal garantia alforria, terras sob a forma de sesmarias e foro de vassalos da Coroa para os naturais de Palmares.
(SCHWARZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Adaptado)

Em relação à história do quilombo de Palmares, o acordo realizado em Recife representou
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Q3524503 História
Analise o texto a seguir.

     Em 1835, a grande sublevação escrava eclodiu em Salvador. Dessa vez, o ataque partiu de dentro da cidade, e a população não teve uma noite fácil. Na madrugada de 25 de janeiro, grupos de africanos escravos e libertos, armados com porretes, instrumentos de trabalho e armas brancas, lutaram nas ruas de Salvador, durante mais de três horas, enfrentando soldados e civis. A religião esteve entrelaçada com a revolta: boa parte dos rebeldes saiu para lutar nas ruas com as compridas túnicas rituais brancas — os abadás — usadas pelos adeptos do islamismo. Ainda carregavam junto ao corpo amuletos com mensagens do Alcorão e com orações fortes para proteção.
(SCHWARZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Adaptado)

O texto faz referência
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Q3524479 História
Observe o texto a seguir.

    A Lei n° 10.639, de 9 janeiro de 2003, também acrescenta que o dia 20 de novembro (considerado dia da morte de Zumbi) deverá ser incluído no calendário escolar como dia nacional da consciência negra, tal como já é comemorado pelo movimento negro e por alguns setores da sociedade.
(MUNANGA, Kabengele; GOMES, Nilma Lino. O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2016. Adaptado)

O texto estabelece uma relação entre passado e presente ao aproximar a
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Q3522780 História
Durante aula sobre escravidão no século XVIII, qual evidência material indica agência cultural dos africanos escravizados em Minas Gerais?
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Q3511768 História

A crise do sistema colonial português no Brasil, entre os séculos XVII e XVIII, foi marcada por tensões econômicas, sociais e políticas que evidenciaram os limites da estrutura colonial e abriram caminho para a emancipação. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa que corresponde à interpretação correta sobre essa crise:


I.A política do monopólio comercial imposta por Portugal restringia o comércio dos colonos apenas com a metrópole, o que prejudicava o desenvolvimento econômico local e fomentava o contrabando.


II.A crescente cobrança de impostos sobre a mineração, especialmente o "quinto do ouro", causou revoltas e descontentamento nas elites mineradoras, destacando o conflito entre interesses coloniais e metropolitano.


III.As reformas administrativas pombalinas descentralizaram o controle político no Brasil, fortalecendo as câmaras municipais e ampliando a participação popular nas decisões locais.


IV.Movimentos como a Revolta dos Beckman e a Inconfidência Mineira expressaram a insatisfação dos colonos com a rigidez do sistema colonial e a exploração econômica, servindo de precursores para as futuras lutas pela independência.


Assinale a alternativa correta:

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Q3505596 História
“Hans Staden nasceu em Homberg, na província prussiana de Hesse-Nassau, por volta de 1520. Participou como artilheiro de duas viagens ao Brasil. A primeira iniciou-se em Kampen, na Holanda, em 29 de março de 1547, e se dirigiu para Lisboa. Staden atravessou o Atlântico no navio comandado pelo capitão Penteado, participou de batalhas contra os franceses em Pernambuco, voltando a Lisboa em 8 de outubro de 1548. A segunda viagem iniciou-se dois anos depois, rumo ao Rio da Prata, região onde se supunha haver ouro. Embarcado em navio espanhol, Staden naufragou junto com a tripulação no litoral de Itanhaém, São Vicente.”
(VAINFAS, Ronaldo (Org.). Dicionário do Brasil colonial (1500- 1808). Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 278.)

A biografia do aventureiro alemão Hans Staden (1525-1576) contribui para a compreensão das dinâmicas internas do Brasil Colonial, marcadas pelo envolvimento, confronto e alianças estratégicas entre povos indígenas e invasores europeus. Considerando esse contexto, assinale o item que apresenta corretamente essas dinâmicas de disputa.
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Q3503373 História
Durante o comércio escravocrata mercantilista, é possível identificar com clareza algumas estratégias de controle da população de negros oriundos de regiões, culturas e etnias africanas distintas. Tais estratégias mobilizadas por traficantes, mercadores e colonos tinham, inclusive, o aval e a contribuição do clero. Um dos procedimentos mais utilizados era
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Q3499058 História
No século XIX, o Brasil ainda mantinha um sistema escravocrata baseado na exploração de mão de obra africana. Em meio a esse contexto, africanos escravizados e libertos organizaram movimentos de resistência em diversas regiões do país. Um desses movimentos, liderado por negros de origem islâmica, foi planejado com disciplina e articulação religiosa e ficou conhecido como Revolta dos Malês.

Com base nesse contexto, marque a alternativa que indica corretamente o local onde ocorreu a Revolta dos Malês:
Alternativas
Q3499057 História
Com a chegada dos portugueses ao território que hoje chamamos de Brasil, em 1500, iniciou-se um longo processo de colonização marcado por conflitos, imposição cultural e exploração de populações nativas. Ao longo do período colonial, a escravidão foi amplamente utilizada como forma de obter mão de obra, atingindo tanto os povos indígenas quanto os africanos trazidos à força do continente africano.

Com base nesse contexto, marque a alternativa que melhor define o conceito de "guerra justa":
Alternativas
Q3465696 História
No final do século quinze, teve início a escravidão comercial e o tráfico negreiro. O tráfico de escravos movimentou portos da América do Sul, como os do Rio de Janeiro, Salvador e Recife. Nos portos, os escravos eram vendidos para novos senhores, que os levavam para o trabalho forçado em suas propriedades. A partir de seus conhecimentos acerca da formação social do Brasil, faça a CORRETA associação entre a segunda coluna e a primeira. 

1. Navio negreiro
2. Acarajé
3. Capitão-do-mato
4. Feitor

( ) Era um fiscal dos escravos que trabalhavam no campo e na mineração.
( ) Era um funcionário que prendia e devolvia os escravos fugidos aos seus senhores.
( ) Era uma embarcação em cujo porão o espaço era apertado e o calor quase insuportável.
( ) É um prato que se tornou tradição, cujo nome e receita estão associados ao candomblé.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.
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Q3456323 História
Cinco séculos de história podem representar muito, considerada a história das civilizações americanas, sobretudo no que diz respeito à experiência particular afro-luso­ -brasileira. Experiência de uma cultura já miscigenada na Península Ibérica, que viria a predominar nessas partes do globo, gerando interpretações inéditas, muito difundidas e discutíveis sobre a “adaptabilidade” dos portugueses nos trópicos, e que marcariam [fundamentalmente] o pensamento no Brasil do século XX.

(Carlos Guilherme Mota, “Introdução”. In: Carlos Guilherme Mota (0rg.) Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500-2000). Formação: Histórias, 2000)

O excerto faz uma espécie de balanço dos quinhentos anos da história do Brasil, referindo-se à
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Q3455123 História
O historiador Fernando A. Novais notou, com grande propriedade, que os lucros derivados da captura dos ameríndios ficavam nas mãos dos colonos. Por outro lado, a acumulação gerada pela conexão africana acabava nas mãos de comerciantes metropolitanos especializados no comércio dessa mercadoria única. Novais chegou a propor que “é começando com o comércio de escravos que é possível entender a escravidão colonial, e não o contrário”. (João José Reis; Flávio dos Santos Gomes. Liberdade por um fio – História dos quilombos no Brasil, 2021. Adaptado)

O fragmento apresenta análise relativa
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Q3447048 História
Assinale a alternativa que não guarda relação com o fluxo migratório externo no Brasil no período colonial.
Alternativas
Q3430471 História
Fosse qual fosse seu formato, em pelo menos um aspecto as revoltas de colonos eram incrivelmente semelhantes: nenhuma delas confrontou a Coroa portuguesa. Ao contrário: a linguagem dos rebeldes expressava estrita lealdade ao soberano, reafirmava a força simbólica da figura do rei sempre pronto a ouvir as aflições de seus súditos. Quase todas as revoltas procederam assim, exceto uma.

(Lilia Moritz Schwarz e Heloisa Murgel Starling. Brasil: uma biografia. Adaptado)

A exceção mencionada pelo fragmento faz referência à 
Alternativas
Respostas
141: C
142: B
143: A
144: B
145: C
146: C
147: D
148: D
149: C
150: B
151: C
152: B
153: B
154: A
155: B
156: E
157: B
158: D
159: D
160: D