Questões de Concurso Sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

Foram encontradas 1.442 questões

Q3541160 História
No Brasil Colonial, diante da escassez de metais preciosos, ouro e prata, a riqueza que o Brasil poderia ofertar era o açúcar, e é em torno desse produto, e dos engenhos de produção, que o país vai surgindo. Nesse sentido, sobre a economia açucareira no Brasil Colonial, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3529835 História
Leia os excertos I e II a seguir.
I.
        A sua obra Quarto de despejo alcançou sucesso inesperado e impressionante. Sua primeira edição, de 10 mil exemplares, esgotou em menos de uma semana. O poder desta obra de caráter social mede-se por seu impacto na capital paulista: o fim da favela do Canindé, na ocasião a maior e a mais problemática de São Paulo.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
II.
        Em 1847 foi alfabetizado e, no ano seguinte, fugiu da fazenda e foi para São Paulo. Lá se casou, por volta de 1850, e frequentou o curso de Direito como ouvinte.
        Em 1873 foi um dos fundadores do Partido Republicano Paulista. Nos anos seguintes, teve intensa participação em sociedades emancipadoras, na organização de sociedades secretas para fugas e ajuda financeira a negros, além do auxílio na libertação nos tribunais de mais de 500 escravos foragidos.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Os excertos I e II referem-se, respectivamente, a
Alternativas
Q3529834 História
Na noite do dia 24 para o 25 de janeiro de 1835, um grupo de africanos escravizados e libertos ocupou as ruas de Salvador, e durante mais de três horas enfrentou soldados e civis armados.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
O excerto trata da 
Alternativas
Q3529833 História
No ano de 1595, quarenta escravos fugiram, à noite, de um engenho no sul de Pernambuco. Esses escravos estavam armados de foices, chuços e cacetes e caminhavam vários dias de manhã à noite contornando lugares de difícil acesso até chegarem a um local onde se sentiram seguros. É assim que, na visão de alguns historiadores, começa a história de Palmares. No início foram poucas pessoas, mas o número foi crescendo até tornarem-se uma comunidade de 30 mil aquilombados, entre homens, mulheres e crianças.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Para Munanga e Gomes,
Alternativas
Q3529038 História
Leia o texto a seguir:

    A crença na passividade do africano escravizado no Brasil, na indolência, preguiça e de seu conformismo diante da escravidão trata-se de um equívoco histórico. Há fatores que contribuíram e ainda contribuem para que tal equivoco persista entre nós.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje, 2016. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta, segundo a obra citada, um desses fatores.
Alternativas
Q3524557 História
No século XVIII, em 1 410 viagens saídas da Bahia e de Pernambuco, 8 131 000 arrobas de tabaco são exportadas para a Costa dos Escravos. Cerca de 575 mil escravos daquela região são introduzidos na Bahia e em Pernambuco no mesmo período.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul.)

Os números apresentados por Alencastro demonstram que
Alternativas
Q3524516 História
Leia o texto a seguir.

    Nossa história colonial não se confunde com a continuidade do nosso território colonial. Sempre se pensou o Brasil fora do Brasil, mas de maneira incompleta: o país aparece no prolongamento da Europa. Ora, a ideia exposta neste livro é diferente e relativamente simples.
(ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. Adaptado)

A tese do autor é de que a colonização portuguesa, fundada no escravismo, deu lugar a um espaço econômico e social que englobava
Alternativas
Q3524504 História
Observe o texto a seguir.

     Em 1678, representantes portugueses e uma expressiva comitiva de rebeldes enviados por Ganga Zumba reuniram-se em Recife para celebrar o tratado de paz proposto pelas autoridades coloniais. O acordo previa devolver aos agentes da Coroa os escravos fugidos — vale dizer, todos os moradores que não tivessem nascido nos quilombos — e, do ponto de vista luso, tinha o objetivo estratégico de liquidar com os profundos laços de cumplicidade e reconhecimento entre os quilombolas e os cativos. Em troca, Portugal garantia alforria, terras sob a forma de sesmarias e foro de vassalos da Coroa para os naturais de Palmares.
(SCHWARZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Adaptado)

Em relação à história do quilombo de Palmares, o acordo realizado em Recife representou
Alternativas
Q3524503 História
Analise o texto a seguir.

     Em 1835, a grande sublevação escrava eclodiu em Salvador. Dessa vez, o ataque partiu de dentro da cidade, e a população não teve uma noite fácil. Na madrugada de 25 de janeiro, grupos de africanos escravos e libertos, armados com porretes, instrumentos de trabalho e armas brancas, lutaram nas ruas de Salvador, durante mais de três horas, enfrentando soldados e civis. A religião esteve entrelaçada com a revolta: boa parte dos rebeldes saiu para lutar nas ruas com as compridas túnicas rituais brancas — os abadás — usadas pelos adeptos do islamismo. Ainda carregavam junto ao corpo amuletos com mensagens do Alcorão e com orações fortes para proteção.
(SCHWARZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Adaptado)

O texto faz referência
Alternativas
Q3524479 História
Observe o texto a seguir.

    A Lei n° 10.639, de 9 janeiro de 2003, também acrescenta que o dia 20 de novembro (considerado dia da morte de Zumbi) deverá ser incluído no calendário escolar como dia nacional da consciência negra, tal como já é comemorado pelo movimento negro e por alguns setores da sociedade.
(MUNANGA, Kabengele; GOMES, Nilma Lino. O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2016. Adaptado)

O texto estabelece uma relação entre passado e presente ao aproximar a
Alternativas
Q3522780 História
Durante aula sobre escravidão no século XVIII, qual evidência material indica agência cultural dos africanos escravizados em Minas Gerais?
Alternativas
Q3511768 História

A crise do sistema colonial português no Brasil, entre os séculos XVII e XVIII, foi marcada por tensões econômicas, sociais e políticas que evidenciaram os limites da estrutura colonial e abriram caminho para a emancipação. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa que corresponde à interpretação correta sobre essa crise:


I.A política do monopólio comercial imposta por Portugal restringia o comércio dos colonos apenas com a metrópole, o que prejudicava o desenvolvimento econômico local e fomentava o contrabando.


II.A crescente cobrança de impostos sobre a mineração, especialmente o "quinto do ouro", causou revoltas e descontentamento nas elites mineradoras, destacando o conflito entre interesses coloniais e metropolitano.


III.As reformas administrativas pombalinas descentralizaram o controle político no Brasil, fortalecendo as câmaras municipais e ampliando a participação popular nas decisões locais.


IV.Movimentos como a Revolta dos Beckman e a Inconfidência Mineira expressaram a insatisfação dos colonos com a rigidez do sistema colonial e a exploração econômica, servindo de precursores para as futuras lutas pela independência.


Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3505596 História
“Hans Staden nasceu em Homberg, na província prussiana de Hesse-Nassau, por volta de 1520. Participou como artilheiro de duas viagens ao Brasil. A primeira iniciou-se em Kampen, na Holanda, em 29 de março de 1547, e se dirigiu para Lisboa. Staden atravessou o Atlântico no navio comandado pelo capitão Penteado, participou de batalhas contra os franceses em Pernambuco, voltando a Lisboa em 8 de outubro de 1548. A segunda viagem iniciou-se dois anos depois, rumo ao Rio da Prata, região onde se supunha haver ouro. Embarcado em navio espanhol, Staden naufragou junto com a tripulação no litoral de Itanhaém, São Vicente.”
(VAINFAS, Ronaldo (Org.). Dicionário do Brasil colonial (1500- 1808). Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 278.)

A biografia do aventureiro alemão Hans Staden (1525-1576) contribui para a compreensão das dinâmicas internas do Brasil Colonial, marcadas pelo envolvimento, confronto e alianças estratégicas entre povos indígenas e invasores europeus. Considerando esse contexto, assinale o item que apresenta corretamente essas dinâmicas de disputa.
Alternativas
Q3503373 História
Durante o comércio escravocrata mercantilista, é possível identificar com clareza algumas estratégias de controle da população de negros oriundos de regiões, culturas e etnias africanas distintas. Tais estratégias mobilizadas por traficantes, mercadores e colonos tinham, inclusive, o aval e a contribuição do clero. Um dos procedimentos mais utilizados era
Alternativas
Q3499058 História
No século XIX, o Brasil ainda mantinha um sistema escravocrata baseado na exploração de mão de obra africana. Em meio a esse contexto, africanos escravizados e libertos organizaram movimentos de resistência em diversas regiões do país. Um desses movimentos, liderado por negros de origem islâmica, foi planejado com disciplina e articulação religiosa e ficou conhecido como Revolta dos Malês.

Com base nesse contexto, marque a alternativa que indica corretamente o local onde ocorreu a Revolta dos Malês:
Alternativas
Q3499057 História
Com a chegada dos portugueses ao território que hoje chamamos de Brasil, em 1500, iniciou-se um longo processo de colonização marcado por conflitos, imposição cultural e exploração de populações nativas. Ao longo do período colonial, a escravidão foi amplamente utilizada como forma de obter mão de obra, atingindo tanto os povos indígenas quanto os africanos trazidos à força do continente africano.

Com base nesse contexto, marque a alternativa que melhor define o conceito de "guerra justa":
Alternativas
Q3465696 História
No final do século quinze, teve início a escravidão comercial e o tráfico negreiro. O tráfico de escravos movimentou portos da América do Sul, como os do Rio de Janeiro, Salvador e Recife. Nos portos, os escravos eram vendidos para novos senhores, que os levavam para o trabalho forçado em suas propriedades. A partir de seus conhecimentos acerca da formação social do Brasil, faça a CORRETA associação entre a segunda coluna e a primeira. 

1. Navio negreiro
2. Acarajé
3. Capitão-do-mato
4. Feitor

( ) Era um fiscal dos escravos que trabalhavam no campo e na mineração.
( ) Era um funcionário que prendia e devolvia os escravos fugidos aos seus senhores.
( ) Era uma embarcação em cujo porão o espaço era apertado e o calor quase insuportável.
( ) É um prato que se tornou tradição, cujo nome e receita estão associados ao candomblé.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.
Alternativas
Q3456323 História
Cinco séculos de história podem representar muito, considerada a história das civilizações americanas, sobretudo no que diz respeito à experiência particular afro-luso­ -brasileira. Experiência de uma cultura já miscigenada na Península Ibérica, que viria a predominar nessas partes do globo, gerando interpretações inéditas, muito difundidas e discutíveis sobre a “adaptabilidade” dos portugueses nos trópicos, e que marcariam [fundamentalmente] o pensamento no Brasil do século XX.

(Carlos Guilherme Mota, “Introdução”. In: Carlos Guilherme Mota (0rg.) Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500-2000). Formação: Histórias, 2000)

O excerto faz uma espécie de balanço dos quinhentos anos da história do Brasil, referindo-se à
Alternativas
Q3455123 História
O historiador Fernando A. Novais notou, com grande propriedade, que os lucros derivados da captura dos ameríndios ficavam nas mãos dos colonos. Por outro lado, a acumulação gerada pela conexão africana acabava nas mãos de comerciantes metropolitanos especializados no comércio dessa mercadoria única. Novais chegou a propor que “é começando com o comércio de escravos que é possível entender a escravidão colonial, e não o contrário”. (João José Reis; Flávio dos Santos Gomes. Liberdade por um fio – História dos quilombos no Brasil, 2021. Adaptado)

O fragmento apresenta análise relativa
Alternativas
Respostas
181: A
182: C
183: C
184: B
185: A
186: B
187: C
188: C
189: D
190: D
191: C
192: B
193: C
194: B
195: B
196: A
197: B
198: E
199: B
200: D