Questões de Concurso
Sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história
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Sobre o Brasil Colonial no contexto da expansão capitalista, analise as afirmativas:
I - A economia colonial se articulou a mercados externos, com produção de gêneros e uso de trabalho escravizado como base de acumulação.
II - A Coroa buscou controlar comércio e tributos, e esse controle aparece em normas, fiscalização e disputas políticas no cotidiano colonial.
III - A mineração do século XVIII estimulou urbanização, circulação de mercadorias e novas demandas de abastecimento em várias regiões.
IV - O pacto colonial ampliou liberdade de comércio para produtores locais, favorecendo relações diretas com diferentes mercados europeus.
V - A sociedade colonial se organizou principalmente por trabalho assalariado desde o início, com escravidão ocupando papel reduzido na economia.
Estão corretas as afirmativas:
Nesse contexto, qual elemento foi central para a organização colonial?
A atuação da Igreja no Brasil colonial esteve articulada ao projeto de dominação portuguesa. A catequese indígena e a educação formal foram instrumentos centrais dessa ação. Contudo, a prática religiosa envolveu conflitos e contradições.
Considerando esse contexto, analise as afirmações e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F):
(__)Os jesuítas organizaram sistemas educacionais coloniais.
(__)A Igreja atuou sempre de forma homogênea e sem conflitos.
(__)A catequese foi instrumento de controle cultural.
(__)A ação religiosa foi independente do poder colonial.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
A respeito do papel histórico e atual da região citada, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) Nos primeiros séculos da colonização, a presença portuguesa na região esteve associada à exploração econômica, à navegação fluvial e à necessidade de assegurar a posse territorial frente ao império espanhol.
( ) Ao longo do século XX, políticas de integração nacional, como a criação do Território Federal do Guaporé, a construção da Ferrovia Madeira-Mamoré e, posteriormente, da rodovia BR364, buscaram fortalecer a presença do Estado brasileiro e integrar a Amazônia Ocidental ao restante do país.
( ) Atualmente, a região continua sendo estratégica, enfrentando desafios relacionados ao controle das fronteiras internacionais, à circulação de pessoas e mercadorias, às migrações e à atuação do Estado na garantia da soberania nacional.
As afirmativas são, respectivamente,
Sobre as fugas dos escravos e formação dos quilombos, é correto afirmar que Albuquerque (2006) defende a tese de que
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o pensamento do autor a respeito da mobilidade social e da cor na sociedade escravista do Brasil no século XIX.
( ) Processo de ascensão social que acontece, gradativamente, é geracional, por conseguinte, de âmbito familiar.
( ) Processo de transposição jurídica da condição de escravo à de forro, de forro à de livre.
( ) Processo de enriquecimento, cujo principal e exclusivo critério indicador da mobilidade social era o econômico.
( ) Processo vinculado à cor que expressava uma condição social e não apenas aparência da pele.
( ) Processo mais relacionado ao enriquecimento do que à reputação social, com traços semelhantes a uma sociedade burguesa.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
De acordo com Albuquerque (2006), são fatores que explicam a substituição do “negro da terra” pelo “negro da Guiné” na América portuguesa, EXCETO:
"Brancos, pardos, negros livres e escravos sucedem-se nessa denúncia, usando a oração da estrela para sujeitar vontades, benzendo para abrandar o coração dos brancos, rezando a santo Antônio para achar coisas perdidas, e, para tal, medindo com um cordão a porta por onde um escravo fugira; ou ainda orando para estancar sangue; havia os que recitavam mandinga para ser valente, e as que curavam a 'madre´ ou o sapinho da boca com benzeduras."
MOTT, Luiz. Cotidiano e vivência religiosa. Entre a capela e o calundu. In: SOUZA, Laura de Mello e (Orga.). História da vida privada no Brasil. Vol.1. São Paulo: Cia das Letras, 1997, p.195.
A partir da leitura do texto acima e dos seus conhecimentos sobre o assunto, assinale a resposta CORRETA:
Analise a imagem a seguir.

A imagem corresponde a uma fotografia de uma antiga cidade colonial situada entre montanhas, marcada por ruas estreitas e íngremes, casarões do século XVIII e um dos conjuntos barrocos mais importantes do país. Seu desenvolvimento esteve profundamente ligado à mineração aurífera, que atraiu população, riquezas e intensa atividade artística. Suas igrejas são decoradas com talha barroca e rococó, com esculturas atribuídas a um dos mais famosos artistas do período colonial, além de pinturas sacras consideradas referências do período. O núcleo urbano preservado tornou-se símbolo da história colonial, sobretudo do auge e declínio da economia do ouro, e recebeu reconhecimento como Patrimônio Mundial.
A imagem e a descrição correspondem à cidade de
Considerando a perspectiva apresentada, analise as afirmativas a seguir sobre identidade, raça e história no contexto brasileiro e, em seguida, marque a alternativa correta:
I. Estudos genéticos contemporâneos demonstram que a noção de raças humanas biologicamente puras não encontra sustentação científica, evidenciando a existência de ampla variação genética intra e interpessoal.
II. As categorias raciais no Brasil são construções sociais historicamente situadas, profundamente influenciadas pela colonização, pela escravidão e por políticas estatais de branqueamento, marginalização e subalternização.
III. A exaltação da mestiçagem como fundamento da identidade nacional brasileira contribuiu, historicamente, para a naturalização das desigualdades raciais e para o silenciamento das experiências de discriminação vividas pela população negra e indígena.
IV. A diversidade genética da população brasileira desafia explicações simplificadoras da história nacional, exigindo abordagens interdisciplinares que articulem história, cultura, política e ciência.
V. A comprovação científica da diversidade genética brasileira invalida completamente o debate sobre raça no campo das ciências humanas, uma vez que dados biológicos são suficientes para explicar as desigualdades sociais contemporâneas.