Questões de Concurso Sobre história geral em história

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Q3993129 História

        Desde a Segunda Guerra Mundial, o ordenamento externo do poder norte-americano tem sido, em grande medida, mantido à parte do sistema político interno. Uma perspectiva comum e a continuidade dos objetivos separam a administração do império do governo da terra natal. Até certo ponto, o contraste entre os dois é uma função da distância geral entre o horizonte das chancelarias ou corporações e o dos cidadãos em todas as democracias capitalistas. No caso norte-americano, isso decorre também de outras duas particularidades locais: o provincianismo de um eleitorado com conhecimentos mínimos do mundo externo e um sistema político que ― em contradição com os pais fundadores ― tem cada vez mais dado um poder virtualmente irrestrito ao Executivo na condução dos assuntos externos.


Perry Anderson. Império. In: A política externa norte-americana e seus teóricos.
 São Paulo: Boitempo, 2015, p. 11 (com adaptações). 

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item a seguir, relativo à história estadunidense no século XX.


Baseada na ideologia de segurança nacional, a Doutrina Truman constituiu as bases institucionais que fundamentaram o império norte-americano ― o Departamento de Defesa, o Estado-Maior Unificado, o Conselho de Segurança Nacional e a Agência Central de Inteligência (CIA)―, parcialmente dissolvidas na chamada segunda Guerra Fria, a partir do governo Ronald Reagan

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Q3990864 História
Nesse contexto histórico, a educação foi pensada como um projeto filosófico e político. Levou-se adiante a confiança na razão (racionalismo) para transformar a sociedade, combater a ignorância e promover a emancipação humana. A educação era vista como a principal ferramenta para alcançar o progresso e a liberdade. Grandes pensadores alinhados a esse ideário foram Rousseau, Kant e Locke. Esse foi o contexto histórico: 
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Q3989366 História
Diante do cenário social catastrófico palestino com a longevidade do conflito Israel x Hamas, ainda em curso em 2026, analistas políticos e organizações sociais têm constituído discursos que analisam a caracterização de “ciclos de violência” na região, considerando que momentos de grande opressão militar e social israelenses são sucedidos de reações, também extremas, com forte apelo popular por parte dos palestinos. Assim, apesar das diferenças contextuais entre os tempos e eventos, esses mesmos analistas apontam para a ocorrência de uma terceira Intifada. Sobre os dois movimentos anteriores conceituados como Intifadas, devemos considerar assertivos os seguintes elementos:
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Q3989365 História
Conhecido como “Operação 2ª via”, o movimento apoiado pelos EUA, inclusive pela CIA, que culminou com a deposição do presidente chileno Salvador Allende, além de apoio militar, teve como estratégia: 
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Q3989364 História
Há diferentes interpretações historiográficas acerca do fenômeno cristalizado como Imperialismo Japonês, iniciado após a Revolução Meiji e encerrado com a Segunda Guerra Mundial. Entre essas interpretações, uma delas surge exatamente nesse pós-guerra, construída por setores conservadores da sociedade japonesa, sendo, desde sua origem, amplamente contestada fora do Japão. Tal vertente justifica o imperialismo sob o seguinte argumento:
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Q3989363 História
A partir da historiografia marxista, é precondição essencial para a explicação do processo histórico conceituado como Revolução Industrial: 
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Q3989362 História
“Em 1º de novembro de 1755 um terremoto arrasou Lisboa, provocando milhares de mortes e destruindo cerca de 85% da cidade. (...) O Rei D. José I e o primeiro-ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, (...) contrataram arquitetos e engenheiros de toda a Europa a fim de reconstruir a capital. A arquitetura das casas era uniforme, assim como o desenho das portas, janelas e varandas. Vigas, balaustradas, azulejos e até pregos foram feitos em série a partir de um pequeno número de modelos, (...). A arquitetura (...) deveria submeter os interesses particulares à utilidade pública da regularidade e da beleza da capital.”
ENDERS, A.; MORAES, M. & FRANCO, R. História em curso: da Antiguidade à Globalização. São Paulo: Editora do Brasil; Rio de Janeiro: FGV, 2008. p. 206

Considerando as informações do trecho selecionado e o contexto europeu da época abordada, uma alcunha que poderia ser – e provavelmente foi – atribuída à Lisboa após sua reconstrução é:  
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Q3989361 História

Observe a charge a seguir: 

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://www.chrismadden.co.uk/cartoon-gallery/galileo-cartoon-galileo-discussing-his-telescopicdiscoveries-with-the-pope/. Acesso em 23 fev 2026


A interpretação da obra remete a uma marcante transformação no pensamento ocidental no início da modernidade. A seguinte característica dessa transformação pode ser associada à seguinte “descoberta” expressa na charge, respectivamente:  

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Q3989355 História
Apesar da diversidade e da longevidade dos processos emancipatórios na América espanhola, bem como suas diferenças fundamentais em relação à independência brasileira, é nas décadas posteriores a essas independências que se evidenciam as maiores diferenças, inclusive na oposição entre fragmentação x centralização territorial. A historiografia latino-americana do século XX, no que tange às ex-colônias, considerando tal aspecto, conceituou os resultados das independências na América espanhola sob o termo: 
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Q3989354 História
Analise a representação a seguir:
Imagem associada para resolução da questão Legenda: Mulher Tapuia, Albert Eckhout, 1641
Disponível em: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9d/Al bert_Eckhout_Tapuia_woman_1641.jpg Acesso em: 20 fev 2026.
O contexto da obra aponta para a seguinte dimensão da ocupação holandesa no nordeste brasileiro:  
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Q3989352 História
A explicação clássica estrutural para o pioneirismo ibérico no movimento de expansão atlântica para a América a partir do século XV tem como elemento central:
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Q3989351 História
A dinâmica populacional da África subsaariana, antes do contato com europeus por volta do século XV, foi marcada por uma expansão de povos e culturas linguísticas semelhantes genericamente denominados bantos (grupo Níger-Congo). Essa lenta e eficiente expansão se deu tanto pela ocupação de territórios quanto pela aculturação de outros grupos. Todavia na porção mais ao sul do continente alguns grupos desenvolveram o conhecimento pastoril e mantiveram-se ali estabelecidos apesar da proximidade e pressão dos bantos. Esses grupos são conhecidos pelo seguinte termo: 
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Q3989350 História
O campo historiográfico que investiga as formas de representação, práticas simbólicas e sistemas de significados produzidos por grupos sociais em diferentes contextos históricos, analisando como constroem sentidos sobre o mundo, deve ser conceituado como:  
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Q3989349 História
“O método histórico só pode ser um método inexato... A história quer ser objetiva e não pode sê-lo. Quer fazer reviver e só pode reconstruir. Ela quer tornar as coisas contemporâneas, mas ao mesmo tempo tem de reconstruir a distância e a profundidade da lonjura histórica.”
RICOUER, P. Histoire de la philosophie et historicité. In LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: Ed da Unicamp, 2003. p. 22.
A interpretação filosófica de Paul Ricouer acerca da História, assim como sua aproximação com o Historicismo, permite inferir que sua visão sobre essa mesma História se pauta pela:  
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Q3989347 História
“Foi, porém, a partir dos anos 1960 que intelectuais nacionalistas e de esquerda do Rio da Prata promoveram Solano López a líder anti-imperialista. Esse revisionismo que, com o tempo, descambou para posturas populistas, apresenta o Paraguai pré-guerra como um país progressista, onde o Estado teria proporcionado a modernização do país e o bem-estar de sua população, fugindo à inserção na economia capitalista e à subordinação à Inglaterra. Por essa explicação, Brasil e Argentina teriam sido manipulados por interesses britânicos para aniquilar o desenvolvimento autônomo paraguaio.”

DORATIOTO, Francisco. Maldita Guerra: nova história
da Guerra do Paraguai. São Paulo: Companhia das
Letras, 2002. p. 19
A obra cujo excerto foi retirado não se presta a criticar qualquer vertente historiográfica. Todavia, a posição historiográfica apontada no trecho e que, segundo o autor, não alcança uma explicação plausível para a ocorrência do conflito pode ser associada ao seguinte termo: 
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Q3979461 História
O estudo da História envolve a análise das transformações ocorridas nas sociedades humanas ao longo do tempo. Nesse processo, os historiadores utilizam diferentes formas de compreender o tempo histórico, considerando permanências, mudanças e diferentes experiências vividas pelos grupos sociais.

Nesse contexto, o tempo histórico pode ser compreendido como:
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Q3979460 História
O capitalismo consolidou-se como um dos principais sistemas econômicos do mundo contemporâneo, influenciando profundamente a organização das sociedades e das relações de produção. Ao longo do tempo, esse sistema passou por diferentes transformações e crises.

Nesse contexto, o capitalismo caracteriza-se por:
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Q3979457 História
Os estudos sobre a origem da humanidade e a formação das primeiras sociedades permitem compreender como diferentes grupos humanos organizaram suas formas de vida ao longo do tempo. Essas sociedades desenvolveram modos diversos de produção, organização social e relações culturais.

Nesse contexto, as primeiras sociedades humanas caracterizavam-se por:
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Q3979456 História
As discussões sobre diversidade cultural, relações étnico-raciais e direitos humanos têm ocupado espaço importante nas reflexões sobre as sociedades contemporâneas. Esses debates buscam reconhecer diferentes identidades culturais e combater práticas de discriminação e exclusão social.

Nesse contexto, as políticas de promoção da diversidade e dos direitos humanos têm como objetivo:
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Q3979455 História
O conhecimento histórico é construído a partir da análise e interpretação de diferentes vestígios deixados pelas sociedades humanas ao longo do tempo. Nesse processo, o historiador utiliza fontes diversas para compreender os acontecimentos, os modos de vida e as transformações ocorridas nas diferentes épocas.

Nesse contexto, as fontes históricas podem ser compreendidas como: 
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Respostas
321: E
322: A
323: D
324: C
325: A
326: D
327: B
328: B
329: C
330: D
331: C
332: C
333: A
334: C
335: B
336: B
337: B
338: B
339: D
340: A