Questões de Concurso
Sobre história geral em história
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As notas musicais não foram descobertas, mas sim inventadas. Trata-se, na realidade, de uma convenção, de um código pré-determinado para auxiliar os músicos na leitura de partituras. Em cada país ou em cada povo, as notas musicais podem ser representadas por notas ou marcações diferentes. Também é possível que as partituras em que elas são organizadas variem a depender da tradição. De qualquer modo, as origens das notas musicais remontam ao período da Idade Média, onde a música foi ganhando relevância e importância, sobretudo entre os clérigos da época. O saber musical, proveniente da civilização clássica, obtido pelos monges por meio das bibliotecas dos mosteiros, somado ao fato de que a utilização da música passou a assumir grande valor nas celebrações litúrgicas do período, reforçou a necessidade de oficializar e esquematizar determinadas convenções musicais. Foi diante desse contexto que um monge beneditino italiano que viveu no século XI elaborou um sistema de notação musical seguido até os dias atuais. A criação se deu enquanto ele trabalhava no mosteiro da cidade de Pomposa e percebeu a dificuldade dos cantores gregorianos em memorizar as músicas sacras. Diante do analfabetismo de grande parte das pessoas, a Igreja via na música o recurso mais poderoso de atrair fiéis.
(https://www.sabra.org.br/site/notas-musicais/)
[Texto adaptado]. Data do acesso: 10 de junho de 2026.
O texto se refere à criação das notas musicais, cujo autor foi:
Sobre o Expansionismo Europeu e a Colonização da América, assinale a alternativa CORRETA:
(1ª parte): A Eco-92 reuniu líderes internacionais e foi sediada no Rio de Janeiro.
(2ª parte): A conferência Rio+10 realizou-se em Joanesburgo, na África do Sul, em 2002.
(3ª parte): A Rio+20 ocorreu em Nova York para aprovar a Agenda 2030.
Acerca disso, pode-se afirmar que:
I. O sistema Millet concedia autonomia a diversas comunidades cristãs dentro do Império Otomano.
II. Missionários americanos e europeus fundaram escolas que ampliaram o acesso à educação entre os cristãos falantes de árabe.
III. Os cristãos da Grande Síria demonstravam, desde o início do século XIX, forte lealdade política ao Império Otomano.
Estão CORRETAS:
(Eric Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914–1991, p. 19-20)
O autor se refere ao colapso
(Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX – 1914–1991, p. 484)
O historiador Eric Hobsbawm utiliza a situação descrita no fragmento para analisar formas pelas quais
(Marc Ferro. História das colonizações: das conquistas às independências, século XIII a XX, p. 339-340)
Segundo Marc Ferro, em Angola, delineou-se o seguinte panorama:
(Leila L. Hernandez. A África na sala de aula, p. 322. Adaptado)
Segundo Leila Hernandez, uma das medidas adotadas para a questão exposta no excerto foi
Essa afirmação tem como fundamento
(J. Huizinga. O declínio da Idade Média [...]. Apud: Paulo Miceli. História Moderna, p. 9)
O historiador Paulo Miceli utiliza a citação para ilustrar entendimento de que
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média, p. 168. Adaptado)
No fragmento, o autor observa
(Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, p. 127. Adaptado)
Segundo Perry Anderson, um dos desdobramentos do contexto abordado pelo fragmento foi
(Marcos Napolitano. Pensando a estranha história sem fim. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, p. 164/5. Adaptado)
Marcos Napolitano se refere ao grupo de historiadores
(Rachel Soihet. História das mulheres. Em: Ciro F. Cardoso; R. Vainfas (org.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia, p. 406. Adaptado)
Segundo Rachel Soihet, em resposta ao questionamento feito pelos autores mencionados, houve