Questões de Concurso
Sobre fundamentos da história : tempo, memória e cultura em história
Foram encontradas 1.356 questões
Em geral, ao ultrapassar os estágios da caça e da coleta, povos que desconheciam a escrita desenvolveram a agricultura, fato que foi decisivo para a sedentarização e a organização política das sociedades, ou seja, para o surgimento das primeiras formas de Estado.
Na concepção da história oral, a narrativa histórica é coletiva; portanto, relacional, intersubjetiva.
Nas concepções críticas da história oral, considera-se que o problema do ensino de história não reside na forma, mas no conteúdo excludente, pois a história oral limita o acesso do estudante a uma única perspectiva historiográfica.
A história oral demonstra, sobretudo, que os sujeitos históricos são monarcas, nobres ou mártires que, com sua própria vida, fazem a história acontecer.
A fonte da história oral é a memória humana, uma vez que a fonte oral representa a rememoração de aspectos do passado vividos e testemunhados por algum(ns) sujeito(s).
A concepção da história oral é dissociada do conceito de ciência e de sua formalidade, visto que não é um saber fazer isolado.
No livro .....(1)..... , José Carlos Reis analisa obras de autores como Capistrano de Abreu, Gilberto Freyre, Sergio Buarque de Holanda e Florestan Fernandes, entre outros, que considera responsáveis pelas mais relevantes interpretações do Brasil, entre os anos 1850 e 1970. Afirma que a tese que orienta sua leitura e o confronto entre os autores “é o que os diferencia e aproxima, o que os separa e agrupa, é uma representação particular do .....(2).... brasileiro. As duas categorias fundamentais que permitem a inteligibilidade e diferenciação desses discursos sobre o Brasil são categorias temporais: mudança e continuidade”. (REIS, J. C., 2002).
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas numeradas do texto.
Os fundamentos da psicologia moderna facultaram a Febvre a fundamentação das suas teses sobre a história:
“Roger Chartier é um autor ligado à chamada Escola dos Annales. É o último representante da linhagem analista, iniciada em 1929. Faz parte da “4ª Geração”. Figura, dentre os autores atuais, como historiador muito influente, marcante. É o formulador principal da denominada ________________, última fase do movimento analista, surgida nas últimas décadas do século XX.”
FONTE: ROJAS, Carlos Antônio A. Uma história dos Annales. Maringá: Ed. da Universidade Estadual de Maringá, 2004
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna apresentada, no texto:
I – É fundamental que o professor seja preparado para reconhecer as diferentes concepções de História em disputa, na atualidade, pois elas revelam a luta social pelo domínio do passado na qual o docente participa, diretamente.
II - A competência do professor de História se mede mais pela consciência que ele tem de seu vínculo com a concepção de História que adota, do que pelo domínio das técnicas de ensino desvinculadas do saber que transmite.
III - O uso de um único livro, única fonte, acaba por diversificar a forma do currículo e do conhecimento da História, em sala de aula.
I – Imagens não podem ser equiparadas a textos e testemunhos orais, logo não se constituem numa forma de evidência histórica.
II - As imagens deixaram de ser meras ilustrações e se tornaram documentos históricos tão importantes quanto os textos escritos.
III - Independentemente da origem da imagem, o problema central que se apresenta para os professores é o tratamento metodológico que esse acervo iconográfico exige, para que não se limite a ser usado apenas como ilustração para um tema ou como recurso para seduzir um aluno acostumado com a profusão de imagens e sons do mundo audiovisual.
I - O conhecimento histórico é a principal ferramenta na construção de uma consciência histórica, que articula o passado com as orientações do presente e com as determinações do sentido com as quais o agir humano organiza suas intenções e expectativas, no fluxo do tempo.
II - O surgimento de uma produção histórica que se pautava por críticas às formas então consideradas tradicionais e pela introdução de conceitos e categorias explicativas que até então eram desconsideradas forneceram o embasamento necessário para que os novos currículos e propostas orientassem-se pela negação ao etnocentrismo, pela valorização do cotidiano como categoria explicativa e pela rejeição ao quadripartismo da História.
III - Cabe à interação entre as duas formas de conhecimento histórico - o acadêmico e o escolar - auxiliar o aluno na transformação das representações sociais e na formação histórica para a construção da consciência histórica.
(QUIJANO, 2005.)
A BNCC (Base Nacional Curricular Comum) traz em vários momentos a discussão sobre a diversidade e preconiza dentre outros aspectos relativos a essa temática:
Através de experiências e do contato direto com as evidências e manifestações culturais, em todos os seus diversos e complexos aspectos, sentidos e conceitos, o trabalho de Educação Patrimonial:
As correntes historiográficas são orientações para abordar o estudo da história como ciência, desenvolvido a partir do século XIX. Com a nova visão da história como ciência, os historiadores se tornaram uma classe profissional e foram estabelecidas várias teorias e métodos que hoje são conhecidos como tendências historiográficas. Ao nos referirmos especificamente à Escola dos Analles, podemos afirmar que:
Os historiadores desempenham o relevante papel de investigar e esclarecer processos importantes que geraram o mundo em que vivemos hoje. Cabe a esse profissional: