Questões de Concurso
Sobre fundamentos da história : tempo, memória e cultura em história
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Para o professor de História é fundamental conectar os personagens históricos ao tempo cronológico, ao espaço de desenvolvimento de suas ações e aos contextos históricos, que envolvem disciplina e requer um amplo conhecimento do educador. A imagem a seguir apresenta o personagem Bjorn Ironside Vikings. Bjorn representa um guerreiro viking que provavmente viveu entre os séculos VIII e XI.

Nessa imagem há um grave erro histórico. Assinale a alternativa correta.
BLOCH, Marc. Apologia da História: ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. p.55.
Uma preocupação constante da historiografia é a reflexão sobre História e tempo.
Sobre essa relação, é correto afirmar que:
BLOCH, Marc. Apologia da História: ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. p.47.
Assinale a alternativa correta a respeito da escola dos Annales.
LEE, Peter. Por que aprender História? Educar em Revista: Curitiba. UFPR. N. 42, out./dez. 2001. p. 20.
Assinale a alternativa correta a respeito do estudo sobre o passado, a historicidade e a História.
I. A pintura pode ser vista como fonte não apenas da pesquisa – acadêmica –, mas também do ensino de História, pois ela compõe um discurso sobre o seu tempo.
II. A imagem não reproduz a realidade – ela a representa a partir de uma linguagem própria ligada a um determinado contexto histórico.
III. O acervo artístico museológico deve ser compreendido como coisa estática e definida, pois a sua razão de ser resume-se à sua antiguidade e à sua preciosidade.
I. O ensino de História contribui para o desenvolvimento pessoal e social do indivíduo apenas pelo conteúdo formativo do saber histórico, independente da metodologia adotada.
II. Práticas educativas apoiadas em metodologias implicativas que apelem à participação ativa do aluno como sujeito que aprende contribuem para o desenvolvimento do raciocínio crítico e da autonomia pessoal do aluno, que são componentes essenciais da educação cívica.
III. A metodologia e os recursos usados no ensino de História devem possibilitar, ou melhor, levar o aluno a perceber que a História é social, dá-se coletivamente, é produção humana, e que o professor é o mediador no processo de elaboração conceitual do educando.
I. A seleção de conteúdo pode ser compreendida como um processo totalmente dependente do professor, presente na observação do docente sobre as práticas cotidianas.
II. A seleção de conteúdo pode ser compreendida como um processo totalmente independente do professor, pois advém integralmente dos documentos curriculares oficiais.
III. A seleção de conteúdo pode ser compreendida como um processo que se desenvolve na tensão entre diferentes níveis, processo em que se localiza uma dimensão que, em boa medida, independe do professor, advinda dos documentos curriculares oficiais, e uma outra que está presente nas práticas cotidianas.
A interdisciplinaridade, defendida em propostas pedagógicas atuais, inclusive na rede pública de ensino do Distrito Federal, é combatida pelos historiadores, sob o argumento de perda da identidade da disciplina.
Educação para a diversidade, para a cidadania e para os direitos humanos é um pressuposto dos eixos transversais do currículo escolar que se pretende para o Distrito Federal, visando a tornar o ambiente escolar potencialmente mais humanizado e inclusivo.
Devido ao dinamismo da produção historiográfica, particularmente na academia, os livros didáticos tendem a ser afastados do trabalho em sala de aula, por serem vistos como obstáculos intransponíveis ao bom exercício do magistério.
Atualmente, os historiadores, especialmente os que se dedicam à docência no Ensino Fundamental e no Ensino Médio, privilegiam a escrita como fonte de produção e transmissão de conhecimento, em detrimento da pintura, da fotografia, dos vídeos e dos áudios.
Apesar de todos os progressos que a ciência histórica conheceu a partir do século XX, ainda vigora, nos textos oficiais voltados para a educação básica, a ênfase na memorização como essencial e insubstituível à aprendizagem.
Contemporaneamente, a história, como disciplina escolar, tende a não mais aceitar o fato como matéria-prima do historiador, devendo fixar-se na interpretação e na elaboração de narrativas interpretativas, em detrimento do acontecimento.
No século XX, especialmente a partir da escola francesa dos Anais, as fontes históricas se diversificaram, ao defenderem a importância de outras manifestações como testemunho de uma época, ultrapassando a sujeição exclusiva às de caráter oficial para a produção do conhecimento.
Fortemente influenciada pelo positivismo, a ciência histórica, em sua fase inicial, valorizava sobremaneira os documentos escritos — particularmente os registros oficiais — como fonte de investigação do passado.
O surgimento da história como área de estudo vincula-se ao século XIX, quando, no Ocidente, o conhecimento científico adquiriu crescente importância.
Deve-se considerar para uma melhor interpretação sobre o estudo da História: