Questões de Concurso
Sobre história da geografia em geografia
Foram encontradas 1.116 questões
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica, 1985)
O texto apresenta um dos principais autores relacionado ao pensamento
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo,1985)
O autor a que o texto se refere é:
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica, 1985)
Para Carl Ritter, a Geografia tem como objetivo principal
SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC, 2019. Adaptado)
Dentre esses princípios fundamentais tem-se aquele em que, um fenômeno geográfico sempre é comparável a outros. A identificação das semelhanças entre fenômenos geográficos é o início da compreensão da unidade terrestre.
Esse conceito remete ao princípio fundamental da
(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC, 2019. Adaptado)
O texto refere-se ao conceito de
(COSTA, Wanderley Messias da. Geografia política e geopolítica. Discursos sobre o território e o poder, 2010. Adaptado)
Surge nesse contexto, o termo conhecido como
Leia o texto a seguir.
O conceito de lugar envolve todas as transformações que ocorreram no espaço geográfico ao longo do tempo e possui grande influência sentimental devido aos significados dados pela ação antrópica no meio espacial. Assim, o lugar é um conceito de forte individualidade e mutabilidade e envolve os significados aplicados no contexto da ciência geográfica.

A aplicação da categoria geográfica “lugar” no ensino da geografia é exemplificada
I- Território é um espaço delimitado e exercido por relações de poder. É um conceito utilizado apenas para analisar os Estados-Nação, ou seja, a geopolítica mundial.
II- Paisagem é tudo aquilo que conseguimos identificar e interpretar por meio dos nossos sentidos.
III- Lugar é um espaço dotado de valor, significados e sentimentos. Um espaço torna-se um lugar à medida que nos tornamos íntimos e desenvolvemos afetividade por ele.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Esse conceito tem uma larga utilização na história da ciência geográfica. No ensino, ele está presente em diversos conteúdos que compõem o programa curricular do Ensino Médio e Fundamental. Nas análises cientificas da década de 1990, um dos elementos que têm sido apontados como destaque na constituição desse conceito é o poder.
(Lana de Souza Cavalcanti, Geografia, escola e construção de conhecimentos. Adaptado)
O excerto apresenta o conceito de
No longo e infindável processo de organização do espaço, o Homem estabeleceu um conjunto de práticas através das quais são criadas, mantidas, desfeitas e refeitas as formas e as interações espaciais. São as práticas espaciais, isto é, um conjunto de ações espacialmente localizadas que impactam diretamente sobre o espaço, alterando-o no todo ou em parte ou preservando -o em suas formas e interações espaciais. Dentre essas práticas, uma delas destaca que o valor atribuído a um dado lugar pode variar ao longo do tempo. Razões de ordem econômica, política ou cultural podem alterar a sua importância, deixando-o à margem da rede de lugares a que se vinculava.
(Iná Elias de Castro, Paulo Cesar da Costa Gomes e Roberto Lobato Corrêa (orgs.), Geografia: conceitos e temas. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a prática espacial descrita.
De forma semelhante à Geografia crítica, calcada nas filosofias do significado, especialmente a fenomenologia e o existencialismo, é uma crítica à Geografia de cunho lógico-positivista. Essa corrente da Geografia está assentada na subjetividade e na contingência, privilegiando o singular, e não o particular ou o universal, e, ao invés da explicação, tem na compreensão a base de inteligibilidade do mundo real.
(Iná Elias de Castro, Paulo Cesar da Costa Gomes e Roberto Lobato Corrêa (orgs.), Geografia: conceitos e temas. Adaptado)
O texto apresenta elementos da Geografia
Para esse autor, o objeto da Geografia podia ser definido como “o estudo da influência que as condições naturais exercem sobre a humanidade”. Para ele, o progresso da humanidade seria obtido com o maior uso dos recursos naturais, propondo mesmo que se estreitassem as relações do homem com a natureza.
(Nídia Pontuschka, Tomoko Paganelli e Núria Cacete, Para ensinar e aprender Geografia. Adaptado)
São apresentados elementos do pensamento geográfico de
Na perspectiva de Vidal de La Blache, a natureza passou a ser vista como possibilidades para a ação humana; daí o nome de Possibilismo dado a essa corrente por Lucien Febvre. A teoria de Vidal concebia o homem como hóspede antigo de vários pontos da superfície terrestre, que em cada lugar se adaptou ao meio que o envolvia, criando, no relacionamento constante e cumulativo com a natureza, um acervo de técnicas, hábitos, usos e costumes, que lhe permitiram utilizar os recursos naturais disponíveis.
(Antonio Carlos Robert Moraes, Geografia: pequena história crítica. Adaptado)
O conjunto de técnicas e costumes construído historicamente pelas sociedades foi denominado por Vidal de La Blache como
Nessa corrente da Geografia, a paisagem foi bastante evidenciada, tornando-se, para determinados teóricos, o próprio objeto dessa ciência. Por permitir a observação dos aspectos visíveis dos fatos, fenômenos e acontecimentos geográficos, era considerada a melhor expressão do relacionamento entre o homem e o meio.
(Lana de Souza Cavalcanti, Geografia, escola e construção de conhecimentos. Adaptado)
O texto refere-se à seguinte corrente da Geografia:
Para cumprir os objetivos do ensino de Geografia, sintetizados na ideia de desenvolvimento do raciocínio geográfico, é preciso que se selecionem e se organizem os conteúdos que sejam significativos e socialmente relevantes. A leitura do mundo do ponto de vista de sua espacialidade demanda a apropriação, pelos alunos, de um conjunto de instrumentos conceituais de interpretação e de questionamento da realidade socioespacial. Esses conceitos são considerados como fundamentais para o raciocínio espacial e são citados como os mais elementares para o estudo da Geografia.
(Lana de Souza Cavalcanti, Geografia, escola e construção de conhecimentos)
São exemplos desses conceitos:
No Brasil, o movimento de renovação do ensino de Geografia faz parte de um conjunto de reflexões mais gerais sobre os fundamentos epistemológicos, ideológicos e políticos da ciência geográfica, iniciadas no final da década de 1970. Podem-se situar nesse movimento alguns marcos, como _______________________.
(Lana de Souza Cavalcanti, Geografia, escola e construção de conhecimentos. Adaptado)
A lacuna é corretamente preenchida por:
Quando tudo era meio natural, o homem escolhia da natureza aquelas suas partes ou aspectos considerados fundamentais ao exercício da vida, valorizando, diferentemente, segundo os lugares e as culturas, essas condições naturais que constituíam a base material da existência do grupo. Nesse período, os sistemas técnicos não tinham existência autônoma. Sua simbiose com a natureza resultante era total. Na sequência, o período técnico vê a emergência do espaço mecanizado. Os objetos que formam o meio não são, apenas, objetos culturais; eles são culturais e técnicos, ao mesmo tempo. Quanto ao espaço, o componente material é crescentemente formado do “natural” e do “artificial”. O terceiro período começa praticamente após a segunda guerra mundial e, sua afirmação, incluindo os países do terceiro mundo, vai realmente dar-se nos anos 1970. É a fase que R. Richta distingue das anteriores pela profunda interação da ciência e da técnica, a tal ponto que certos autores preferem falar de tecnociência para realçar a inseparabilidade atual dos dois conceitos e das duas práticas.
SANTOS, M. A Natureza do Espaço. São Paulo: Hucitec, 1996, pp.187-190. Adaptado.
O terceiro período mencionado é especificamente denominado pelo autor de:
Ao colocar a reflexão da relação do homem com a natureza no plano da fronteira da geografia com a antropologia e a sociologia, Ratzel praticamente inaugura uma tradição de ver o homem em sua relação com a natureza pela mediação do espaço político do Estado. Nisso difere dos demais criadores das geografias setoriais, que elaboraram uma geografia física pura ou uma geografia humana pura. Daí a forte impressão que dá a sua obra de uma grande virada, e, assim, um novo momento paradigmático na história do pensamento geográfico.
MOREIRA, R. Para Onde vai o Pensamento Geográfico? São Paulo: Contexto, 2006, p. 30. Adaptado.
Na geografia de Ratzel, identifica-se uma distinção dentro do pensamento geográfico em grande medida decorrente de sua referência ao:
No longo e infindável processo de organização do espaço, o Homem estabeleceu um conjunto de práticas através das quais são criadas, mantidas, desfeitas e refeitas as formas e as interações espaciais. São as práticas espaciais, isto é, um conjunto de ações espacialmente localizadas que impactam diretamente sobre o espaço, alterando-o no todo, em parte ou preservando-o em suas formas e interações espaciais. (...) As práticas são ações que contribuem para garantir os diversos projetos. São meios efetivos através dos quais objetiva-se a gestão do território. (...) Há uma prática espacial por meio da qual o Homem decide sobre um determinado lugar segundo este apresente atributos julgados de interesse ou em condições favoráveis, de acordo com os diversos projetos estabelecidos. A fertilidade do solo, um sítio defensivo, a proximidade da matéria-prima, o acesso ao mercado consumidor ou a presença de um porto, de uma força de trabalho não qualificada e sindicalmente pouco ativa, são alguns exemplos de atributos que podem levar a localizações específicas, definindo essa prática espacial.
CORRÊA, R. Espaço, um conceito-chave da Geografia. In. CASTRO, I. et al. (Org.). Geografia: Conceitos e Temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995, p. 36. Adaptado.
A prática espacial acima mencionada é a: