Questões de Concurso
Sobre história da geografia em geografia
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(MORAES, Antônio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica,1985. Adaptado)
Este autor que defende essa perspectiva foi
(CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimentos, 2003. Adaptado)
O conceito representado no texto refere-se
(MORAES, Antônio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC,1985. Adaptado)
O texto apresenta elementos que permitem indicar que se tratava dos princípios de uma Geografia
(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC, 2019. Adaptado)
Dentre os princípios fundamentais que orientam o raciocínio geográfico, tem-se a analogia definida da seguinte forma:
(MORAES, Antônio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC,1985. Adaptado)
O excerto trata dos pressupostos que sustentou a corrente de pensamento da Geografia
(Antonio Carlos Moraes, Geografia: pequena história crítica, 1985. Adaptado)
Assim, na perspectiva vidalina, a natureza passou a ser vista como oportunidades para a ação humana; daí o nome dessa corrente de pensamento de
(Antonio Carlos Moraes, Geografia: pequena história crítica, 1985. Adaptado)
O autor discute, no excerto, o conceito de
(Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEDUC), Currículo Paulista, 2019. Adaptado)
O texto apresenta o conceito de
(Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEDUC), Currículo Paulista, 2019. Adaptado)
O texto faz menção aos conceitos de
Segundo a autora, essa Geografia se caracterizava
(MORAES. Antonio C. R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Desta forma, Mílton Santos entende que
Uma das novas correntes propõe uma ótica prospectiva, um conhecimento aplicado e voltado para o futuro. O intuito é uma renovação metodológica da Geografia, buscando novas técnicas e uma nova linguagem, que dê conta das novas tarefas postas pelo planejamento. A finalidade explícita é criar uma tecnologia geográfica, um móvel utilitário.
(MORAES, Antonio C. R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985. Adaptado)
O autor denomina essa corrente como Geografia
Pelo temário geral da Geografia, esta disciplina discute os fatos referentes ao espaço e, mais, a um espaço concreto, finito e delimitável do espaço terrestre. Só será geográfico um estudo que aborde a forma, ou a formação, ou a dinâmica (movimento ou funcionamento), ou a organização, ou a transformação do espaço terrestre.
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Moraes (1985) expressa a visão da ciência geográfica na perspectiva da Geografia
Reconhecida como uma das correntes de pensamento da Geografia que ataca, principalmente, o caráter não-prático da Geografia Tradicional. Argumentam seus seguidores que esta disciplina teve sempre uma ótica retrospectiva, isto é, falava do passado, era um conhecimento de situações já superadas. Assim não informava a ação, não previa; logo, era inoperante como instrumento de intervenção na realidade.
(Antonio Carlos Robert Moraes, Geografia: pequena história crítica, 1985. Adaptado)
O texto indica uma análise voltada para uma Geografia
Definiu o objeto da Geografia como sendo o estudo da relação homem-natureza, na perspectiva de paisagem. Colocou o homem como um ser ativo, que sofre a influência do meio, porém que atua sobre este, transformando-o. Observou que as necessidades humanas são condicionadas pela natureza e que o homem busca as soluções para satisfazê- -las nos materiais e nas condições oferecidos pelo meio.
(Antonio Carlos Robert Moraes, Geografia: pequena história crítica, 1985. Adaptado)
A proposta de abordagem da Geografia expressa no texto foi idealizada por
Essa extensão continuada, em que os atores são considerados na sua contiguidade, são espaços que sustentam um conjunto de produções localizadas, interdependentes, dentro de uma área cujas caraterísticas constituem também um fator de produção.
(Milton Santos, Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Adaptado)
O texto refere-se ao conceito de espaço
A união entre ciência e técnica que, a partir dos anos 70, havia transformado o território brasileiro revigora-se com os novos e portentosos recursos da informação, a partir do período da globalização e sob a égide do mercado. O território ganha novos conteúdos e impõe novos comportamentos, graças às enormes possibilidades da produção e, sobretudo, da circulação dos insumos, dos produtos, do dinheiro, das ideias e informações, das ordens e dos homens.
(Milton Santos; Maria Laura Silveira, O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Adaptado)
O texto apresenta elementos da constituição
O raciocínio geográfico está relacionado com uma maneira de exercitar o pensamento espacial, por meio de princípios fundamentais.
(Estado de São Paulo, Secretaria da Educação, Currículo Paulista. Adaptado)
Entre esses princípios, há o da ordem, que expressa
Para alguns autores, a análise geográfica estaria restrita aos aspectos visíveis do real, vista como uma associação de múltiplos fenômenos, o que mantém a concepção de ciência de síntese, que trabalha com dados de todas as demais ciências. Essa perspectiva apresenta duas variantes: uma, mantendo a tônica descritiva, se determinaria na enumeração dos elementos presentes e na discussão das formas, enquanto a outra se preocuparia mais com a relação entre os elementos e com a dinâmica destes.
(Antonio Carlos Robert Moraes, Geografia: pequena história crítica, 1985. Adaptado)
Com base na concepção do autor, o texto apresenta elementos que permitem apontar a Geografia como o estudo