Questões de Concurso
Sobre linguagem e fala em fonoaudiologia
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I - As crianças com TEA podem falar coisas que não têm significado aparente ou que não se relacionam com a conversa do momento. Podem também repetir palavras que ouviram, uma condição chamada ecolalia.
II - A interação social e a comunicação são os maiores desafios para as pessoas com autismo. Muitas crianças podem demorar para desenvolver a linguagem, não desenvolver a fala ou ter grande dificuldade para entender ou usar a comunicação verbal e não verbal.
III - Crianças com TEA não necessitam de avaliação auditiva, pois a perda auditiva nunca vem associada ao TEA.
I - A fissura labiopalatina que acomete o lábio é chamada de fissura pré-forame.
II - As alterações passivas da disfunção velofaríngea relacionadas à fonoarticulação são: a hipernasalidade; a fraca pressão intraoral; e o escape de ar nasal durante a fala.
III - A disfunção velofaríngea pode causar erros articulatórios ativos, que se caracterizam por “plosões” ou “fricções” em pontos do trato vocal, não correspondentes aos pontos articulatórios corretos dos respectivos fonemas.
( ) O ceceio e a interposição lingual são as alterações mais citadas em respiradores orais.
( ) Alterações da articulação temporomandibular (ATM) e dos movimentos mandibulares podem levar à alteração da amplitude, aumento da ativação muscular e desvio mandibular em /s/ e /z/.
( ) O ceceio lateral é quando o fluxo de ar é desviado para um ou ambos os lados, com o ar saindo da boca pelas laterais.
( ) Alterações dentárias não geram alterações na fala.
I. A avaliação da fluência deve contemplar a análise qualitativa e quantitativa das disfluências, além da investigação de aspectos como velocidade de fala e presença de comportamentos associados.
II. A classificação da fluência depende exclusivamente da porcentagem de disfluências típicas e atípicas observadas durante a amostra de fala, sendo desnecessária a obtenção de informações da história clínica.
III. A obtenção de amostras de fala em diferentes situações comunicativas pode contribuir para uma avaliação mais abrangente do desempenho fluente do indivíduo.
Quais estão corretas?
I – A estimativa do risco de persistência na infância deve integrar o tempo desde o início, a idade de início, o sexo, o histórico familiar, as características das disfluências e o perfil de fala e linguagem.
II – O histórico familiar de gagueira persistente aumenta o risco de persistência e conserva caráter probabilístico na interpretação clínica.
III – A variabilidade entre contextos justifica a coleta de amostras distintas e a inclusão de relatos da pessoa, da família e de outros interlocutores.
IV – A frequência das disfluências em uma única amostra deve orientar o prognóstico com prioridade sobre o tempo desde o início, o histórico familiar e o impacto funcional.
V – Na vida adulta, a avaliação deve abranger comportamentos observáveis, antecipação, evitação, esforço, participação comunicativa e impacto na qualidade de vida.
Estão corretas as afirmativas: