Questões Militares
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"Cada vez mais, nossos esforços intelectuais, nosso entretenimento, nossas notícias e nossas conversas existem apenas no ambiente digital", explica Graham. "Este ambiente é inerentemente frágil."
Esse último parágrafo do texto estabelece com todo o contexto precedente uma determinada relação textual. Essa relação é de:

TONI D’AGOSTINHO Disponível em acaricatura.com.br.
Na charge, dois aspectos que caracterizam o mundo do trabalho na contemporaneidade estão relacionados de forma irônica.
Esses aspectos são:
ARQUITETURA É DESTAQUE NO MUSEU DA MEMÓRIA E DOS DIREITOS HUMANOS NO CHILE

Vinte anos após o fim da ditadura chilena, organizações que lutam pelos direitos humanos no país demonstraram que o Chile estava pronto para enfrentar o passado: foi inaugurado, em Santiago, capital do país, em 2010, o Museo de La Memoria y Los Derechos Humanos, cuja missão é dar visibilidade aos crimes contra direitos humanos cometidos pelo governo do Chile entre os anos de 1973 e 1990. O museu é uma referência para os chilenos, principalmente pesquisadores, uma vez que é composto de um Centro de Documentação e de uma Biblioteca. Além disso, vem se tornando um ponto obrigatório para turistas. Na época da inauguração, a então presidenta Michelle Bachelet, ela própria detida e torturada durante a ditadura, considerou que o museu é “um símbolo poderoso do vigor do Chile unido (…) na promessa de não voltar a conhecer uma tragédia como esta”. E adiantou: “Não podemos mudar o passado, mas sim aprender com o que foi vivido”
BRUNO LEAL Adaptado de cafehistoria.com.br.
Ações como a registrada na notícia integram iniciativas que visam a lidar com as heranças de governos ditatoriais, que marcaram a história recente de países latino-americanos. Ao relacionar história e memória, o mencionado museu representa uma atitude de:
95% DO FOGO NO PANTANAL TÊM ORIGEM EM PROPRIEDADES PRIVADAS
A maior parte do fogo que queima o pantanal teve origem em propriedades privadas, e quase não há indícios de que tenha começado por causas naturais, como raios. Isso é o que apontam monitoramentos via satélites do bioma, feitos por diferentes instituições.
Para pesquisadores, a ação humana é o principal vetor dessas queimadas, que podem se transformar em uma das maiores crises já vistas no Pantanal. Quase 95% dos 3372 focos de incêndio no primeiro semestre de 2024 − número que é recorde para o período − ficam em áreas privadas, segundo o programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe).
Adaptado de folha.uol.com.br, 26/06/2024.
ÁREA ATINGIDA PELO FOGO NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2024
(em hectares)

Fonte: Lasa/UFRJ.
A extensão e o tipo de áreas mais atingidas pelos incêndios florestais no primeiro semestre de 2024 estão relacionados ao modelo que marca a ocupação e a exploração do território brasileiro desde a colonização. Esse modelo se caracteriza principalmente por:
Em abril de 1978, um jovem negro foi acusado pelo roubo de frutas de um feirante. Robson Silveira da Luz, de 21 anos, casado e pai de família, foi barbaramente torturado pela polícia nas dependências do 44º Distrito de Guaianases, na zona leste de São Paulo, e acabou morto. Naquele mesmo ano, quatro garotos negros, atletas da equipe juvenil de vôlei do Clube de Regatas Tietê, foram barrados no clube. Ao reclamar do acontecido, o técnico teria ouvido de um dos diretores: “Se deixar um negro entrar na piscina, cem brancos saem.” Ainda em 1978, em resposta a esses episódios, surgiu o Movimento Negro Unificado (MNU). O uso da palavra “Negro” foi sugestão do histórico ativista negro Abdias do Nascimento (1914-2011), para que ficasse claro quem eram os protagonistas da luta contra a discriminação.
Adaptado de bbc.com, 27/11/2022.
O surgimento do movimento citado representou uma crítica direta à seguinte ideologia defendida pelo regime vigente à época:
ÁFRICA NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL: UM CAPÍTULO ESQUECIDO
A partir de 3 de setembro de 1939, quando a Grã-Bretanha e a França declararam guerra à Alemanha, os Aliados recrutaram na África cerca de meio milhão de soldados e operários. Soldados de toda a África subsaariana e do norte do continente tiveram de lutar contra as tropas alemãs e italianas no norte da África e na Europa durante a guerra. Mais tarde também combateram contra os japoneses na Ásia e no Pacífico.
Nos noticiários na Europa falava-se em “voluntários”. Mas o antigo soldado congolês Albert Kuniuku, de 93 anos, tem outra versão: “Foi um verdadeiro recrutamento forçado. Eu trabalhava numa empresa têxtil quando nos foram buscar. Todos os jovens trabalhadores foram recrutados. Nenhum deles tinha mais de 30 anos.”
Albert Kuniuku é presidente da União dos Veteranos Congoleses (UNACO) em Kinshasa, a capital da República Democrática do Congo. Até 1960, o país foi governado pela Bélgica. O veterano é um dos últimos sobreviventes de uma unidade expedicionária que lutou contra os japoneses na Índia e no Mianmar (antiga Birmânia), entre 1940 e 1946, sob comando britânico e belga, longe dos campos de batalha da Europa.
Adaptado de dw.com, 08/05/2020.
A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) tornou-se um dos acontecimentos mais marcantes da história do século XX. No trecho da reportagem, são apresentados alguns de seus impactos para as sociedades africanas, como demonstra o testemunho de Albert Kuniuku. Naquelas sociedades, o recrutamento forçado de trabalhadores foi promovido em função do seguinte contexto: