Questões Militares Sobre português

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Q4404290 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

Internet: <www.nexojornal.com.br>  (com adaptações). 
Julgue os itens a seguir, relativos aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1.
I A oração “que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público” (segundo parágrafo) estabelece uma condição para a ocorrência do condicionamento das mulheres a determinadas áreas.
II O segmento “assim como em até 24% a mortalidade infantil” (sexto parágrafo) constitui uma oração conclusiva.
III No penúltimo parágrafo, a oração “que ainda não foram analisadas a fundo” caracteriza, de forma restritiva, “as complexidades e variáveis”.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q4404289 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

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Acerca dos mecanismos de coesão empregados no texto CG1A1, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4404286 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

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Considerando-se as características das tipologias textuais, é correto afirmar que o texto CG1A1 é desenvolvido, majoritariamente, com base nos tipos
Alternativas
Q4404285 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

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No texto CG1A1, a diversidade na administração pública é abordada como
Alternativas
Q4404284 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

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No texto CG1A1, o principal argumento que fundamenta a defesa da representatividade na administração pública consiste na
Alternativas
Q4381569 Português
TEXTO VII


“E era como se chovesse. Chovia dentro dele. Não águas, mas sentimentos, lembranças, culpas antigas. Uma chuva que não molhava a pele, mas encharcava a alma.”


ABREU, Caio Fernando. Os dragões não conhecem o paraíso. Disponível em: contobrasileiro.com.br/alem_do_ponto_conto_de_caio_fernando_abreu/. Acesso em 06 de agosto de 2025. (Adaptado)
Com base na leitura do Texto VII, a palavra “encharcava”, em “mas encharcava a alma”, tem como significado principal:
Alternativas
Q4381568 Português
TEXTO VI


“O Exército pode passar cem anos sem ser usado, mas não pode passar um minuto sem estar preparado.”


BARBOSA, Rui. Disponível em: https://www.pensador.com/frases_de_rui_barbosa/. Acesso em: 05 de agosto de 2025. 
Leia o Texto VI e marque a alternativa incorreta em relação à análise morfossintática:
Alternativas
Q4381567 Português
TEXTO V


“No ambiente militar contemporâneo, a competência linguística do sargento – entendida como a capacidade de ler criticamente, interpretar contextos e expressar-se com clareza – assume papel estratégico. Um sargento que domina a linguagem é capaz de compreender instruções complexas, redigir relatórios precisos e, sobretudo, liderar com autoridade comunicativa. Assim, a leitura e a escrita deixam de ser habilidades acessórias e tornam-se instrumentos de ação tática e administrativa, cuja ausência compromete o desempenho e a credibilidade do profissional.”


BRASIL. Ministério da Defesa. Exército Brasileiro. A linguagem como instrumento estratégico na atuação do sargento. Revista Verde-Oliva, Brasília, n. 530, p. 19, 2022.
Com base no Texto V, sobre o papel da competência linguística na formação e atuação do sargento, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4381566 Português
TEXTO IV


“— Perdoai-me, senhora, aqui me tendes a vossos pés! tende pena de mim que eu sofri muito, que amei-vos, que vos amo muito! Compaixão! que serei vosso escravo, (...) ajoelhar-me-ei à noite à vossa porta, ouvirei vosso ressonar, vossas orações, vossos sonhos — e isso me bastará. — Serei vosso escravo e vosso cão, deitar-me-ei a vossos pés quando estiveres acordada, velarei com meu punhal quando a noite cair: e, se algum dia, se algum dia vós me puderes amar... então! então! ...”


AZEVEDO, Àlvares de. Noite na taverna. Porto Alegre: L & PM, 2009. p. 69.
Considerando a colocação pronominal no Texto IV, assinale a única alternativa em que seria possível deslocar o pronome “me” sem violar as regras gramaticais. 
Alternativas
Q4381565 Português
TEXTO III


“Dormia tudo como se o universo fosse um erro; e o vento, flutuando incerto, era uma bandeira sem forma desfraldada sobre um quartel sem ser.

Esfarrapava-se coisa nenhuma no ar alto e forte, e os caixilhos das janelas sacudiam os vidros para que a extremidade se ouvisse. No fundo de tudo, calada, a noite era o túmulo de Deus (a alma sofria com pena de Deus).

E, de repente — nova ordem das coisas universais agia sobre a cidade –, o vento assobiava no intervalo do vento, e havia uma noção dormida de muitas agitações na altura. Depois a noite fechava-se como um alçapão, e um grande sossego fazia vontade de ter estado a dormir.”


PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego. Disponível em: https://agrcanelas.edu.pt/blogs/biblioteca/files/2012/11/Livro-do-Desassossego-.pdf. Acesso em: 5 de agosto de 2025. (Fragmento)
Observe o trecho abaixo extraído do Texto III:

“vento assobiava no intervalo do vento”

Assinale a alternativa que indica uma das figuras de linguagem representadas pelo trecho acima:
Alternativas
Q4381564 Português
TEXTO II


“A revolução digital já não é uma promessa, mas uma realidade concreta. Ela molda a forma como nos comunicamos, consumimos e trabalhamos. Isso impõe novos desafios à educação, que precisa não apenas se adaptar, mas também liderar mudanças.”


BARROS, M. L. Educação na era digital. Revista Educação em Pauta, n. 34, 2022.
De acordo com o Texto II, qual é a principal exigência que a revolução digital impõe à educação?
Alternativas
Q4381562 Português
TEXTO I


“Nasceu o sol. E, como ela estava com tempo, sentou-se num banco do jardim. Um homem mastigava chicletes. Outro lia jornal. Uma mulher estava parada, com um saco de pão no colo. A vida era aquilo. Os minutos passavam, como passam em qualquer lugar.”


Becker, A. Armandinho. Disponível em: https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho. Acesso em: 7 de outubro de 2024.
Com base no uso da vírgula no último período do Texto I – “Os minutos passavam, como passam em qualquer lugar” – assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2026 - EsSA - Sargento - Geral |
Q4381406 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras foram acentuadas seguindo a mesma regra de acentuação gráfica. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2026 - EsSA - Sargento - Geral |
Q4381405 Português
Assinale, dentre as alternativas abaixo, aquela em que apresenta a mesma figura de linguagem presente no seguinte trecho:

“Vão os dois em diálogo peripatético, ele em passo largo, ela no voo.”

ANDRADE, Carlos Drummond de. Cadeira de balanço. Rio de Janeiro: Record, 1970. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2026 - EsSA - Sargento - Geral |
Q4381403 Português
TEXTO IX

“Subi à carruagem que me aguardava, e, tão logo me acomodei, dei a ordem ao cocheiro. Durante o trajeto, os pensamentos se agitavam em minha mente, tumultuados e contraditórios. Algumas lembranças me assaltaram como vultos do passado, outras se dissipavam com o tempo. As ruas estavam silenciosas, e o luar conferia à cidade um aspecto quase onírico. Não sabia se era a nostalgia ou a dúvida o que mais me dominava. O coração apertava-se com uma dor estranha, como se a consciência me cobrasse escolhas já feitas. Tinham-se perdido, talvez, os últimos fragmentos da serenidade que outrora possuíra. Ou talvez não fosse a serenidade, mas a esperança, que lentamente se desfazia dentro de mim.”

ALENCAR, José de. Senhora. São Paulo: Martin Claret, 2009 (Adaptado)

Analisando o Texto IX, é correto afirmar que a personagem principal está em um estado emocional de: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2026 - EsSA - Sargento - Geral |
Q4381402 Português
TEXTO VIII

“E era como se chovesse. Chovia dentro dele. Não águas, mas sentimentos, lembranças, culpas antigas. Uma chuva que não molhava a pele, mas encharcava a alma.”

ABREU, Caio Fernando. Os dragões não conhecem o paraíso. Disponível em: contobrasileiro.com.br/alem_do_ponto_conto_de_caio_fernando_abreu/. Acesso em 06 de agosto de 2025. (Adaptado)

Com base na leitura do Texto VIII, a palavra “encharcava”, em “mas encharcava a alma”, tem como significado principal:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2026 - EsSA - Sargento - Geral |
Q4381401 Português
TEXTO VII

“O Exército pode passar cem anos sem ser usado, mas não pode passar um minuto sem estar preparado.”

BARBOSA, Rui. Disponível em: https://www.pensador.com/frases_de_rui_barbosa/. Acesso em: 05 de agosto de 2025.

Leia o Texto VII e marque a alternativa incorreta em relação à análise morfossintática:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2026 - EsSA - Sargento - Geral |
Q4381400 Português
Analise as afirmações abaixo e assinale a única alternativa que apresenta erro de concordância verbal, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2026 - EsSA - Sargento - Geral |
Q4381399 Português
TEXTO VI

“No ambiente militar contemporâneo, a competência linguística do sargento – entendida como a capacidade de ler criticamente, interpretar contextos e expressar-se com clareza – assume papel estratégico. Um sargento que domina a linguagem é capaz de compreender instruções complexas, redigir relatórios precisos e, sobretudo, liderar com autoridade comunicativa. Assim, a leitura e a escrita deixam de ser habilidades acessórias e tornam-se instrumentos de ação tática e administrativa, cuja ausência compromete o desempenho e a credibilidade do profissional.”

BRASIL. Ministério da Defesa. Exército Brasileiro. A linguagem como instrumento estratégico na atuação do sargento. Revista Verde-Oliva, Brasília, n. 530, p. 19, 2022.

Com base no Texto VI, sobre o papel da competência linguística na formação e atuação do sargento, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2026 - EsSA - Sargento - Geral |
Q4381398 Português
TEXTO V

“Mesmo que persista certa desconfiança de familiares e professores sobre o uso de dispositivos eletrônicos móveis na sala de aula, gestores do ensino público e particular começam a correr atrás da adaptação do conteúdo didático para formatos digitais, uma vez que, antes mesmo de largar as fraldas, um número cada vez maior de crianças já tem mais o que fazer com os dedinhos do que roer unhas.”

MING, Celso. Mochila digital. O Estado de S. Paulo, 1º fev.2014. Disponível em: economia.estadao.com.br/blogs/celso. Acesso em: 06 de agosto de 2025.

Com base na estrutura sintática e nas relações semântico-discursivas estabelecidas pelas orações subordinadas adverbiais presentes no Texto V, assinale a alternativa que identifica corretamente, na ordem em que aparecem, os valores lógicos das orações subordinadas:
Alternativas
Respostas
21: B
22: D
23: D
24: E
25: D
26: B
27: B
28: C
29: E
30: C
31: E
32: C
33: D
34: D
35: D
36: B
37: B
38: B
39: C
40: A