Com base no uso da vírgula no último período do Texto I – “O...

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Q4381562 Português
TEXTO I


“Nasceu o sol. E, como ela estava com tempo, sentou-se num banco do jardim. Um homem mastigava chicletes. Outro lia jornal. Uma mulher estava parada, com um saco de pão no colo. A vida era aquilo. Os minutos passavam, como passam em qualquer lugar.”


Becker, A. Armandinho. Disponível em: https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho. Acesso em: 7 de outubro de 2024.
Com base no uso da vírgula no último período do Texto I – “Os minutos passavam, como passam em qualquer lugar” – assinale a alternativa correta:
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Gabarito: C

Fundamento decisivo: Em “Os minutos passavam, como passam em qualquer lugar.”, a vírgula separa a oração principal de uma oração subordinada adverbial comparativa posposta. Essa separação é admitida pela norma-padrão, o que confirma C.

Tema central: Vírgula em oração comparativa
Análise das alternativas
A
Errada
A vírgula não separa sujeito e predicado: tanto o sujeito “Os minutos” quanto o predicado “passavam” estão antes dela. A separação ocorre entre a oração principal e a oração comparativa.
B
Errada
Não há coordenação assindética: a segunda oração é introduzida pela conjunção subordinativa comparativa “como”. Também não há sujeitos distintos, pois o sujeito elíptico de “passam” retoma “Os minutos”.
C
Certa
Em C, “Os minutos passavam” é a oração principal, e “como passam em qualquer lugar” compara esse processo ao que ocorre em qualquer lugar. A vírgula destaca a comparação como comentário adicional; seu uso é admissível, mas não obrigatório em toda construção comparativa.
D
Errada
Nesse contexto, “como” é conjunção comparativa, não advérbio. A vírgula deve ser avaliada pela relação entre as orações, e sua presença antes da comparativa posposta é admissível. Não ser obrigatória não torna a vírgula inadequada.
E
Errada
Não há enumeração de ações: as duas orações tratam do mesmo processo, a passagem dos minutos. A segunda estabelece uma comparação entre esse processo na situação narrada e em qualquer lugar.
Pegadinha da questão
Confundir duas orações separadas por vírgula com coordenação assindética, ignorando o valor comparativo de “como” e a retomada de “Os minutos” como sujeito de “passam”. Outro risco é transformar a admissibilidade dessa vírgula em obrigatoriedade.
Dica para questões semelhantes
  • Localize sujeito e predicado antes de aplicar a proibição de separá-los por vírgula.
  • Identifique a relação estabelecida por “como” no contexto, em vez de lhe atribuir uma classe gramatical fixa.
  • Recupere o sujeito elíptico da segunda oração antes de afirmar que há sujeitos distintos.
  • Distinga pontuação admitida de pontuação obrigatória: a comparativa posposta pode ser separada por vírgula sem que isso constitua exigência geral.

Gabarito: C

Fundamento decisivo: Em “Os minutos passavam, como passam em qualquer lugar.”, a vírgula separa a oração principal de uma oração subordinada adverbial comparativa posposta. Essa separação é admitida pela norma-padrão, o que confirma C.

Tema central: Vírgula em oração comparativa
Análise das alternativas
A
Errada
A vírgula não separa sujeito e predicado: tanto o sujeito “Os minutos” quanto o predicado “passavam” estão antes dela. A separação ocorre entre a oração principal e a oração comparativa.
B
Errada
Não há coordenação assindética: a segunda oração é introduzida pela conjunção subordinativa comparativa “como”. Também não há sujeitos distintos, pois o sujeito elíptico de “passam” retoma “Os minutos”.
C
Certa
Em C, “Os minutos passavam” é a oração principal, e “como passam em qualquer lugar” compara esse processo ao que ocorre em qualquer lugar. A vírgula destaca a comparação como comentário adicional; seu uso é admissível, mas não obrigatório em toda construção comparativa.
D
Errada
Nesse contexto, “como” é conjunção comparativa, não advérbio. A vírgula deve ser avaliada pela relação entre as orações, e sua presença antes da comparativa posposta é admissível. Não ser obrigatória não torna a vírgula inadequada.
E
Errada
Não há enumeração de ações: as duas orações tratam do mesmo processo, a passagem dos minutos. A segunda estabelece uma comparação entre esse processo na situação narrada e em qualquer lugar.
Pegadinha da questão
Confundir duas orações separadas por vírgula com coordenação assindética, ignorando o valor comparativo de “como” e a retomada de “Os minutos” como sujeito de “passam”. Outro risco é transformar a admissibilidade dessa vírgula em obrigatoriedade.
Dica para questões semelhantes
  • Localize sujeito e predicado antes de aplicar a proibição de separá-los por vírgula.
  • Identifique a relação estabelecida por “como” no contexto, em vez de lhe atribuir uma classe gramatical fixa.
  • Recupere o sujeito elíptico da segunda oração antes de afirmar que há sujeitos distintos.
  • Distinga pontuação admitida de pontuação obrigatória: a comparativa posposta pode ser separada por vírgula sem que isso constitua exigência geral.

Gabarito: C

Fundamento decisivo: Em “Os minutos passavam, como passam em qualquer lugar.”, a vírgula separa a oração principal de uma oração subordinada adverbial comparativa posposta. Essa separação é admitida pela norma-padrão, o que confirma C.

Tema central: Vírgula em oração comparativa
Análise das alternativas
A
Errada
A vírgula não separa sujeito e predicado: tanto o sujeito “Os minutos” quanto o predicado “passavam” estão antes dela. A separação ocorre entre a oração principal e a oração comparativa.
B
Errada
Não há coordenação assindética: a segunda oração é introduzida pela conjunção subordinativa comparativa “como”. Também não há sujeitos distintos, pois o sujeito elíptico de “passam” retoma “Os minutos”.
C
Certa
Em C, “Os minutos passavam” é a oração principal, e “como passam em qualquer lugar” compara esse processo ao que ocorre em qualquer lugar. A vírgula destaca a comparação como comentário adicional; seu uso é admissível, mas não obrigatório em toda construção comparativa.
D
Errada
Nesse contexto, “como” é conjunção comparativa, não advérbio. A vírgula deve ser avaliada pela relação entre as orações, e sua presença antes da comparativa posposta é admissível. Não ser obrigatória não torna a vírgula inadequada.
E
Errada
Não há enumeração de ações: as duas orações tratam do mesmo processo, a passagem dos minutos. A segunda estabelece uma comparação entre esse processo na situação narrada e em qualquer lugar.
Pegadinha da questão
Confundir duas orações separadas por vírgula com coordenação assindética, ignorando o valor comparativo de “como” e a retomada de “Os minutos” como sujeito de “passam”. Outro risco é transformar a admissibilidade dessa vírgula em obrigatoriedade.
Dica para questões semelhantes
  • Localize sujeito e predicado antes de aplicar a proibição de separá-los por vírgula.
  • Identifique a relação estabelecida por “como” no contexto, em vez de lhe atribuir uma classe gramatical fixa.
  • Recupere o sujeito elíptico da segunda oração antes de afirmar que há sujeitos distintos.
  • Distinga pontuação admitida de pontuação obrigatória: a comparativa posposta pode ser separada por vírgula sem que isso constitua exigência geral.

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Comentários

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GAB: C)

A vírgula isola uma oração subordinada adverbial comparativa, o que está de acordo com a norma-padrão.

  • Entendendo a frase: O trecho "como passam em qualquer lugar" estabelece uma relação de comparação com a oração principal ("Os minutos passavam"). É a mesma coisa que dizer "da mesma forma que passam em qualquer lugar".

Essa oração com o "como" é uma oração subordinada adverbial comparativa. porque o "como" é um adjunto adverbial de comparação.

  • Uso da vírgula: Quando a oração subordinada adverbial vem intercalada ou pós-posta com tom explicativo/comparativo, a vírgula é usada para isolar esse bloco do restante do período, estando perfeitamente de acordo com a norma-padrão.

Por que as outras alternativas estão incorretas?

  • A — Incorreta. O sujeito é "Os minutos" e o verbo é "passavam". A vírgula não está entre eles, então não separou sujeito de predicado.
  • B — Incorreta. A segunda oração é introduzida pelo conectivo "como" (comparativo), logo ela não é assindética (assindética é a oração sem conectivo).
  • D — Incorreta. O uso é adequado sim! Ela isola a oração subordinada comparativa.
  • E — Incorreta. Não há uma lista ou "enumeração" de ações, mas sim a comparação do ritmo do tempo em um lugar com o de qualquer outro lugar.

BIZU PRA VOCÊS:

  • Conjunção "Como" com sentido de comparação: Introduz oração subordinada adverbial comparativa ("corria como corre o vento" / "passavam como passam em qualquer lugar").

Isolar essas orações com vírgula garante a clareza e segue o padrão culto!

NÃO DESISTA DOS SEUS SONHOS!

@adans077 (ig)

  • Oração principal: “Os minutos passavam”
  • Oração subordinada adverbial comparativa: “como passam em qualquer lugar”
  • A palavra “como” estabelece uma comparação entre a maneira como os minutos passavam naquele lugar e como passam em qualquer outro.
  • A vírgula é adequada porque a oração comparativa está deslocada ou destacada após a oração principal.

Com base no uso da vírgula no último período do Texto I – “Os minutos passavam, como passam em qualquer lugar” – assinale a alternativa correta:

TEXTO NÃO COLOCA VÍRGULA ERRADA : PORTANTO SE ASALTERNATIVAS JULGAREM Q É ERRADO IREI DESCONSIDERAR A MESMA ..

GABARITO C ) CRRETO .

A ) A vírgula está incorreta, pois separa sujeito e predicado, o que fere a norma-padrão.

B ) A vírgula separa duas orações coordenadas assindéticas com sujeitos distintos, o que justifica seu uso. TEM VERBOS .

C ) A vírgula isola uma oração subordinada ad/verbial( adicionou verbos ) comparativa, o que está de acordo com a norma-padrão GRAMATICAL .

D ) O uso da vírgula é inadequado, pois o advérbio “como” não exige isolamento da oração seguinte.

E ) A vírgula marca uma enumeração de ações no tempo : INVERTER A ORAÇÃO : EM QUALQUER LUGAR, OS MINUTOS PASSAM E COMO PASSAVAM : COMPARA Q OS MINUTOS PASSAVAM EM QUALQUER LUGAR .

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