TEXTO V “Mesmo que persista certa desconfiança de familiare...

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TEXTO V

“Mesmo que persista certa desconfiança de familiares e professores sobre o uso de dispositivos eletrônicos móveis na sala de aula, gestores do ensino público e particular começam a correr atrás da adaptação do conteúdo didático para formatos digitais, uma vez que, antes mesmo de largar as fraldas, um número cada vez maior de crianças já tem mais o que fazer com os dedinhos do que roer unhas.”

MING, Celso. Mochila digital. O Estado de S. Paulo, 1º fev.2014. Disponível em: economia.estadao.com.br/blogs/celso. Acesso em: 06 de agosto de 2025.

Com base na estrutura sintática e nas relações semântico-discursivas estabelecidas pelas orações subordinadas adverbiais presentes no Texto V, assinale a alternativa que identifica corretamente, na ordem em que aparecem, os valores lógicos das orações subordinadas:
Alternativas

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Gabarito: A

Fundamento decisivo: A classificação considera o sentido contextual das construções subordinativas e a ordem em que começam. Como a oração causal começa antes da temporal nela inserida, a sequência corresponde à alternativa A.

Tema central: Orações subordinadas adverbiais
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A identifica as quatro relações na ordem em que as orações começam no texto. A desconfiança não impede a adaptação do conteúdo didático, caracterizando concessão. O envolvimento precoce das crianças com atividades digitais motiva essa iniciativa, caracterizando causa. A oração reduzida de infinitivo introduzida por “antes mesmo de” marca anterioridade temporal. Por fim, a correlação “mais [...] do que” apresenta roer unhas como segundo termo de uma comparação. A causal vem antes da temporal, embora esta esteja inserida nela.
B
Errada
Erra as quatro classificações. “Mesmo que” apresenta um obstáculo insuficiente para impedir a iniciativa, não uma condição para sua realização. “Uma vez que” introduz o motivo da adaptação, sendo causal, não coordenada explicativa. “Antes mesmo de” marca tempo, não variação proporcional. A construção “mais [...] do que” estabelece comparação, não consequência.
C
Errada
Acerta a concessão e o tempo, mas erra a segunda e a quarta relações. A oração introduzida por “uma vez que” apresenta a causa da iniciativa dos gestores; explicar um motivo em sentido amplo não a torna coordenada explicativa. Já “mais [...] do que” compara atividades, sem estabelecer a variação correlacionada entre processos que caracterizaria proporcionalidade.
D
Errada
Acerta a causa e a comparação, mas troca concessão por condição na primeira oração e tempo por concessão na terceira. A desconfiança é apresentada como obstáculo que não impede a iniciativa, não como requisito para ela. Em “antes mesmo de”, a construção indica anterioridade; “mesmo” reforça a precocidade, sem conferir valor concessivo.
E
Errada
Acerta concessão e causa, mas erra as duas relações finais. “Antes mesmo de” localiza temporalmente as atividades das crianças, sem apresentar obstáculo ou ressalva concessiva. Em “mais [...] do que”, roer unhas é o segundo termo da comparação, não um resultado das demais atividades.
Pegadinha da questão
A questão explora a classificação de palavras isoladas: “mesmo” não torna concessiva a expressão “antes mesmo de”, e “mais” deve ser lido em correlação com “do que”. Também exige distinguir causa de explicação em sentido amplo e reconhecer a oração temporal no infinitivo, inserida na causal.
Dica para questões semelhantes
  • Analise a construção completa e sua relação de sentido: obstáculo que não impede, motivo, localização temporal ou comparação.
  • Reconheça as orações com verbo no infinitivo: em “antes mesmo de largar as fraldas”, o infinitivo não elimina o valor temporal.
  • Quando houver oração inserida em outra, registre a ordem em que cada uma começa: aqui, a causal começa antes da temporal.
  • Leia “mais [...] do que” como uma correlação; a presença isolada de “mais” não basta para identificar proporcionalidade ou consequência.

Gabarito: A

Fundamento decisivo: A classificação considera o sentido contextual das construções subordinativas e a ordem em que começam. Como a oração causal começa antes da temporal nela inserida, a sequência corresponde à alternativa A.

Tema central: Orações subordinadas adverbiais
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A identifica as quatro relações na ordem em que as orações começam no texto. A desconfiança não impede a adaptação do conteúdo didático, caracterizando concessão. O envolvimento precoce das crianças com atividades digitais motiva essa iniciativa, caracterizando causa. A oração reduzida de infinitivo introduzida por “antes mesmo de” marca anterioridade temporal. Por fim, a correlação “mais [...] do que” apresenta roer unhas como segundo termo de uma comparação. A causal vem antes da temporal, embora esta esteja inserida nela.
B
Errada
Erra as quatro classificações. “Mesmo que” apresenta um obstáculo insuficiente para impedir a iniciativa, não uma condição para sua realização. “Uma vez que” introduz o motivo da adaptação, sendo causal, não coordenada explicativa. “Antes mesmo de” marca tempo, não variação proporcional. A construção “mais [...] do que” estabelece comparação, não consequência.
C
Errada
Acerta a concessão e o tempo, mas erra a segunda e a quarta relações. A oração introduzida por “uma vez que” apresenta a causa da iniciativa dos gestores; explicar um motivo em sentido amplo não a torna coordenada explicativa. Já “mais [...] do que” compara atividades, sem estabelecer a variação correlacionada entre processos que caracterizaria proporcionalidade.
D
Errada
Acerta a causa e a comparação, mas troca concessão por condição na primeira oração e tempo por concessão na terceira. A desconfiança é apresentada como obstáculo que não impede a iniciativa, não como requisito para ela. Em “antes mesmo de”, a construção indica anterioridade; “mesmo” reforça a precocidade, sem conferir valor concessivo.
E
Errada
Acerta concessão e causa, mas erra as duas relações finais. “Antes mesmo de” localiza temporalmente as atividades das crianças, sem apresentar obstáculo ou ressalva concessiva. Em “mais [...] do que”, roer unhas é o segundo termo da comparação, não um resultado das demais atividades.
Pegadinha da questão
A questão explora a classificação de palavras isoladas: “mesmo” não torna concessiva a expressão “antes mesmo de”, e “mais” deve ser lido em correlação com “do que”. Também exige distinguir causa de explicação em sentido amplo e reconhecer a oração temporal no infinitivo, inserida na causal.
Dica para questões semelhantes
  • Analise a construção completa e sua relação de sentido: obstáculo que não impede, motivo, localização temporal ou comparação.
  • Reconheça as orações com verbo no infinitivo: em “antes mesmo de largar as fraldas”, o infinitivo não elimina o valor temporal.
  • Quando houver oração inserida em outra, registre a ordem em que cada uma começa: aqui, a causal começa antes da temporal.
  • Leia “mais [...] do que” como uma correlação; a presença isolada de “mais” não basta para identificar proporcionalidade ou consequência.

Gabarito: A

Fundamento decisivo: A classificação considera o sentido contextual das construções subordinativas e a ordem em que começam. Como a oração causal começa antes da temporal nela inserida, a sequência corresponde à alternativa A.

Tema central: Orações subordinadas adverbiais
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A identifica as quatro relações na ordem em que as orações começam no texto. A desconfiança não impede a adaptação do conteúdo didático, caracterizando concessão. O envolvimento precoce das crianças com atividades digitais motiva essa iniciativa, caracterizando causa. A oração reduzida de infinitivo introduzida por “antes mesmo de” marca anterioridade temporal. Por fim, a correlação “mais [...] do que” apresenta roer unhas como segundo termo de uma comparação. A causal vem antes da temporal, embora esta esteja inserida nela.
B
Errada
Erra as quatro classificações. “Mesmo que” apresenta um obstáculo insuficiente para impedir a iniciativa, não uma condição para sua realização. “Uma vez que” introduz o motivo da adaptação, sendo causal, não coordenada explicativa. “Antes mesmo de” marca tempo, não variação proporcional. A construção “mais [...] do que” estabelece comparação, não consequência.
C
Errada
Acerta a concessão e o tempo, mas erra a segunda e a quarta relações. A oração introduzida por “uma vez que” apresenta a causa da iniciativa dos gestores; explicar um motivo em sentido amplo não a torna coordenada explicativa. Já “mais [...] do que” compara atividades, sem estabelecer a variação correlacionada entre processos que caracterizaria proporcionalidade.
D
Errada
Acerta a causa e a comparação, mas troca concessão por condição na primeira oração e tempo por concessão na terceira. A desconfiança é apresentada como obstáculo que não impede a iniciativa, não como requisito para ela. Em “antes mesmo de”, a construção indica anterioridade; “mesmo” reforça a precocidade, sem conferir valor concessivo.
E
Errada
Acerta concessão e causa, mas erra as duas relações finais. “Antes mesmo de” localiza temporalmente as atividades das crianças, sem apresentar obstáculo ou ressalva concessiva. Em “mais [...] do que”, roer unhas é o segundo termo da comparação, não um resultado das demais atividades.
Pegadinha da questão
A questão explora a classificação de palavras isoladas: “mesmo” não torna concessiva a expressão “antes mesmo de”, e “mais” deve ser lido em correlação com “do que”. Também exige distinguir causa de explicação em sentido amplo e reconhecer a oração temporal no infinitivo, inserida na causal.
Dica para questões semelhantes
  • Analise a construção completa e sua relação de sentido: obstáculo que não impede, motivo, localização temporal ou comparação.
  • Reconheça as orações com verbo no infinitivo: em “antes mesmo de largar as fraldas”, o infinitivo não elimina o valor temporal.
  • Quando houver oração inserida em outra, registre a ordem em que cada uma começa: aqui, a causal começa antes da temporal.
  • Leia “mais [...] do que” como uma correlação; a presença isolada de “mais” não basta para identificar proporcionalidade ou consequência.

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Comentários

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Gabarito: A) concessiva — causal — temporal — comparativa.

A) Correta: Os valores das orações são, respectivamente, concessão, causa, tempo e comparação.

B) Errada: Não há condição nem consequência na sequência apresentada.

C) Errada: A segunda oração não é explicativa, e a última estabelece comparação.

D) Errada: A primeira oração é concessiva, não condicional.

E) Errada: A terceira oração é temporal, e a última é comparativa, não consecutiva.

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Entenda cada uma no texto:

1\. “Mesmo que persista certa desconfiança...” — Concessiva. Indica uma oposição ou dificuldade que não impede a ação principal. Conectivo: mesmo que.

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2\. “Uma vez que...” — Causal. Apresenta a causa ou justificativa para a adaptação do conteúdo didático. Conectivo: uma vez que.

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3\. “Antes mesmo de largar as fraldas...” — Temporal. Indica quando as crianças já começam a usar os dispositivos. Expressão: antes de.

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4\. “...mais o que fazer com os dedinhos do que roer unhas.” — Comparativa. Compara duas ações, usando a estrutura mais... do que.

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Dica para a prova: memorize os conectivos: mesmo que = concessão; uma vez que = causa; antes de = tempo; mais... do que = comparação.

GAB: A

"Mesmo que persista certa desconfiança..."

  • Concessiva: O conectivo "Mesmo que" introduz uma ideia de oposição ou concessão (algo que ocorre apesar de um obstáculo).

"...uma vez que..."

  • Causal: A locução conjuntiva "uma vez que" introduz a causa/motivo pela qual os gestores estão correndo atrás da adaptação.

"...antes mesmo de largar as fraldas..."

  • Temporal: A expressão "antes mesmo de" estabelece uma relação de tempo (quando isso acontece na vida da criança).

"...um número cada vez maior de crianças já tem mais o que fazer com os dedinhos do que roer unhas."

  • Comparativa: A estrutura "mais [...] do que" estabelece uma comparação entre duas ações (mexer nos dispositivos x roer unhas).

NÃO DESISTA DOS SEUS SONHOS!

@adans077 (ig)

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