Questões de Vestibular Sobre história
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Leia o texto abaixo com atenção.
No século XVIII os limites territoriais entre as áreas coloniais portuguesas e espanholas na América ainda eram imprecisos e, apesar dos diferentes acordos assinados, houve conflitos entre os reinos ibéricos. Os lusitanos avançaram no território espanhol e incorporaram áreas que atualmente fazem parte da região sul do Brasil, atitude que desagradou as autoridades espanholas. Diante da situação, portugueses e espanhóis assinaram o Tratado de Santo Ildefonso, em 1777.
Sobre o referido Tratado, é CORRETO afirmar que:
foi vantajoso para os lusitanos pois, além de manter o controle sobre a Colônia do
Sacramento, agregava a região dos Sete Povos das Missões.
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No século XVIII os limites territoriais entre as áreas coloniais portuguesas e espanholas na América ainda eram imprecisos e, apesar dos diferentes acordos assinados, houve conflitos entre os reinos ibéricos. Os lusitanos avançaram no território espanhol e incorporaram áreas que atualmente fazem parte da região sul do Brasil, atitude que desagradou as autoridades espanholas. Diante da situação, portugueses e espanhóis assinaram o Tratado de Santo Ildefonso, em 1777.
Sobre o referido Tratado, é CORRETO afirmar que:
ao firmar o tratado, os portugueses perderam a Colônia do Sacramento e a área dos Sete
Povos das Missões.
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No século XVIII os limites territoriais entre as áreas coloniais portuguesas e espanholas na América ainda eram imprecisos e, apesar dos diferentes acordos assinados, houve conflitos entre os reinos ibéricos. Os lusitanos avançaram no território espanhol e incorporaram áreas que atualmente fazem parte da região sul do Brasil, atitude que desagradou as autoridades espanholas. Diante da situação, portugueses e espanhóis assinaram o Tratado de Santo Ildefonso, em 1777.
Sobre o referido Tratado, é CORRETO afirmar que:
tinha como objetivos estabelecer a paz e limites mais precisos entre as áreas pertencentes a
Espanha e Portugal.
Leia o texto abaixo com atenção.
No século XVIII os limites territoriais entre as áreas coloniais portuguesas e espanholas na América ainda eram imprecisos e, apesar dos diferentes acordos assinados, houve conflitos entre os reinos ibéricos. Os lusitanos avançaram no território espanhol e incorporaram áreas que atualmente fazem parte da região sul do Brasil, atitude que desagradou as autoridades espanholas. Diante da situação, portugueses e espanhóis assinaram o Tratado de Santo Ildefonso, em 1777.
Sobre o referido Tratado, é CORRETO afirmar que:
estabelecia as normas do processo de permuta entre a Colônia do Sacramento e a região dos
Sete Povos das Missões, que passaram a pertencer a Portugal.
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No século XVIII os limites territoriais entre as áreas coloniais portuguesas e espanholas na América ainda eram imprecisos e, apesar dos diferentes acordos assinados, houve conflitos entre os reinos ibéricos. Os lusitanos avançaram no território espanhol e incorporaram áreas que atualmente fazem parte da região sul do Brasil, atitude que desagradou as autoridades espanholas. Diante da situação, portugueses e espanhóis assinaram o Tratado de Santo Ildefonso, em 1777.
Sobre o referido Tratado, é CORRETO afirmar que:
reafirmava os limites estabelecidos pelo Tratado de Madrid e as formas de demarcação dos
mesmos.
Leia o texto abaixo com atenção.
Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
pobreza e riqueza não podiam existir paralelamente na cidade de Atenas, razão pela qual
devia haver um esforço para evitar a pobreza.
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Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
de acordo com Tucídedes, os povos vizinhos de Atenas eram seus imitadores. Podemos
concluir que, dada à proximidade geográfica, Esparta adotou este modelo.
Leia o texto abaixo com atenção.
Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
os postos administrativos de destaque na cidade de Atenas estavam vinculados à quantidade
de bens que o cidadão ateniense possuía.
Leia o texto abaixo com atenção.
Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
a mobilização em busca de riqueza era mais importante para a democracia do que o debate
político, visto que a riqueza era “... um instrumento para agir.”
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Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
o texto evidencia que todos os cidadãos deviam interessar-se por política para não serem
considerados inúteis.
Leia o texto abaixo com atenção.
Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
a riqueza mencionada por Tucídedes era vista como ingrediente necessário para projetar a
cidade de Atenas no cenário do mundo antigo.
Leia o texto abaixo com atenção.
Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
Atenas era considerada um modelo de cidade para todo o Império Romano.
(FERREIRA, Jorge e REIS, Daniel Aarão. Revolução e Democracia – 1964. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. p. 23-31.)
Sobre esse processo, marque a alternativa FALSA.
Assinale a alternativa correta sobre este conflito.
(CAMARGO, Aspásia de Alcântara. A Questão Agrária, crise de poder e Reformas de Base. In FAUSTO, Boris. História Geral da Civilização Brasileira – O Brasil Republicano (Sociedade e Política) 1930-1964. Rio de Janeiro: Editora Bertand Brasil, 1991, p 123-127.)
Considerando o papel desempenhado pelas oligarquias brasileiras no período acima citado.
I. O que os estudiosos brasileiros chamam genericamente de oligarquia se expressa por sua dupla referência: monopólio da terra e controle do voto.
II. Do ponto de vista político, as oligarquias souberam flexibilizar e permitir a formação de um centro estabilizador para acolher e implementar medidas que só a longo prazo minariam a hegemonia agrária.
III. A consolidação de um parque industrial e financeiro teve como contrapartida a garantia do monopólio da terra e o controle das populações rurais pelos grupos oligárquicos.
É correto o que se afirma
Assinale a alternativa que contém características da Idade Moderna
(RAGO, Margareth. Do Cabaré ao Lar: a utopia da cidade disciplinar. Brasil 1890-1930. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985, p 37-39.)
De acordo com o excerto acima, analise os preceitos estabelecidos pela Saúde e pela Higiene em princípios do século XX, quanto aos espaços fabris.
I. o espaço da produção limpo e agradável em contraposição aos espaços apertados, escuros e anti-higiênicos objetivavam fazer com que o trabalhador se sentisse um cidadão respeitado e assim, trabalhasse com mais disposição.
II. a inobservância das normas higiênicas exigidas pelo Serviço Sanitário no espaço fabril não constituía um problema nos estabelecimentos fabris dos primeiros anos do século XX no Brasil.
III. espaços insalubres, onde os trabalhadores amontoavam-se, contraindo doenças ou sofrendo acidentes eram também vistos como propiciadores de conflitos pelos inspetores públicos.
É correto o que se afirma
(VALENSI, L. Fábulas da memória: a batalha de Alcácer Quibir e o mito do sebastianismo. Trad. Maria Helena F. Martins. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994.p.14).
Leia com atenção e assinale a alternativa correta