Questões de Vestibular Sobre sociologia

Foram encontradas 1.139 questões

Ano: 2025 Banca: FUNDEPES Órgão: Qualin Prova: FUNDEPES - 2025 - Qualin - Vestibular - Medicina - Segundo Semestre - 1º Dia |
Q3747890 Sociologia
Um dos teóricos que procurou explicar o tema da pobreza nas sociedades capitalistas foi Karl Marx, para quem a pobreza é compreendida como
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEPES Órgão: Qualin Prova: FUNDEPES - 2025 - Qualin - Vestibular - Medicina - Segundo Semestre - 1º Dia |
Q3747889 Sociologia
Imagem associada para resolução da questão Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a.488361671209144. 113963.488356901209621/1293479000697403/?type=3&theater. Acesso em: 23 mar. 2025.

Com base na tirinha, a Sociologia tem um papel central de
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: UNIFAE - SP Prova: IPEFAE - 2025 - UNIFAE - SP - Vestibular - Medicina |
Q3729478 Sociologia
Iracema de Almeida (1921-2004) foi uma das primeiras mulheres negras formadas em Medicina no Brasil e pioneira no estudo da Anemia Falciforme, doença genética que, de acordo com evidências científicas, é mais frequente na população negra. Ela também foi fundadora do Grupo de Trabalho de Profissionais Liberais e Universitários Negros (GTPLUN). Ao longo de sua trajetória, praticou o lema “uma sobe e puxa a outra”, promovendo a profissionalização e a valorização econômica da população negra, especialmente das mulheres, em plena ditadura militar, período em que o governo propagava a ideia de que o Brasil seria uma “democracia racial”.
Considerando o contexto histórico e a atuação de Iracema de Almeida, assinale a alternativa que melhor explica a relação entre sua luta e as desigualdades de oportunidades enfrentadas pela população negra no Brasil:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2025 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2025) |
Q3510622 Sociologia
Leia a matéria a seguir para responder à questão.


Proletários de plataforma
Como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil


A baiana Lílian largou um emprego CLT no ano passado. Por causa da filha pequena, trabalhar fora de casa era um pesadelo. Foi em um vídeo no TikTok que ficou sabendo da possibilidade de trabalhar online treinando inteligência artificial.
[...]

Hoje, trabalha em horários flexíveis, seis dias por semana, para “melhorar a inteligência artificial com dados”, como propagandeia a Appen. No fim do mês, se tudo der certo, tira R$ 1.400, sem nenhum outro benefício. Lílian faz parte de uma classe de trabalhadores muitas vezes definidos como fantasmas, escondidos ou microtrabalhadores. Por meio de plataformas multinacionais como Tellus, OneForma e a própria Appen, grandes empresas de tecnologia contratam mão de obra barata, em larga escala e em diversos países, para executar pequenas tarefas.

Na outra ponta da cadeia, gigantes como Meta, Google e TikTok lucram com a facilidade de comprar bases de dados já preparadas por trabalhadores que custam infinitamente menos do que os profissionais do mercado de tecnologia. As big tech também se beneficiam de uma cadeia que opera à margem da lei, opaca e blindada por contratos de confidencialidade, em que as pessoas sequer sabem para quem ou para quê estão trabalhando. Além dos salários baixos, esses trabalhadores terceirizados não recebem treinamento e trabalham com prazos apertados. Há inúmeros relatos de calotes, contratos rompidos unilateralmente sem explicação e desassistência das plataformas.
[...]

Os sistemas de aprendizado de máquina são um tipo de inteligência artificial, um conjunto de algoritmos que, a partir de determinado input – dados ou informações disponíveis – gera um output, ou seja, o resultado desejado. Isso pode ser feito com uma árvore de decisão, por exemplo. Mas, no caso da IA generativa, o próprio sistema aprende a decidir sozinho, no chamado ‘deep learning’, ou aprendizado profundo. O programador não cria a regra – só mostra o resultado desejado.

Os dados produzidos por essa legião de trabalhadores são a matéria prima e o refinamento dessa automatização. É a partir deles que os sistemas de computação ditos inteligentes aprendem os padrões que vão imitar depois.

Sem uma montanha de conteúdo produzido por veículos de comunicação e pessoas reais, o ChatGPT seria incapaz de oferecer respostas qualificadas. Sem pessoas reais interpretando erros de digitação em resultados de busca, o Google não adivinharia o que você realmente quis dizer com aquela palavra que escreveu errado. Sem trabalhadores interpretando fotos para treinar algoritmos de visão computacional, câmeras inteligentes não conseguiriam identificar objetos em uma imagem.

Para executar o enorme número de tarefas humanas necessárias para o desenvolvimento de sistemas de IA, é preciso contratar também milhões de trabalhadores. O jeito mais barato que a indústria encontrou para fazer isso foi por meio de multinacionais intermediárias.
[...]

DIAS, Tatiana; SCHURIG, Sofia. Proletários de plataforma: como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil. 2024. Disponível em: https://www.intercept.com.br/2024/07/22/inteligencia-artificial-classe-trabalhadora-sem-direitos-no-brasil/. Acesso em: 24 mar. 2025.
O desenvolvimento das inteligências artificiais (IA) tem suscitado muitos debates a respeito da ética na produção de materiais originais; da sustentabilidade, com a proliferação de enormes centros de dados; da substituição da força de trabalho por máquinas ou programas de computador; além disso, o uso de IA toca na questão do recrudescimento cognitivo. Levando em consideração os problemas sociais advindos das inteligências artificiais, verifica-se que seu desenvolvimento impacta 
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Ano: 2025 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2025 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2025) |
Q3510621 Sociologia
Leia a matéria a seguir para responder à questão.


Proletários de plataforma
Como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil


A baiana Lílian largou um emprego CLT no ano passado. Por causa da filha pequena, trabalhar fora de casa era um pesadelo. Foi em um vídeo no TikTok que ficou sabendo da possibilidade de trabalhar online treinando inteligência artificial.
[...]

Hoje, trabalha em horários flexíveis, seis dias por semana, para “melhorar a inteligência artificial com dados”, como propagandeia a Appen. No fim do mês, se tudo der certo, tira R$ 1.400, sem nenhum outro benefício. Lílian faz parte de uma classe de trabalhadores muitas vezes definidos como fantasmas, escondidos ou microtrabalhadores. Por meio de plataformas multinacionais como Tellus, OneForma e a própria Appen, grandes empresas de tecnologia contratam mão de obra barata, em larga escala e em diversos países, para executar pequenas tarefas.

Na outra ponta da cadeia, gigantes como Meta, Google e TikTok lucram com a facilidade de comprar bases de dados já preparadas por trabalhadores que custam infinitamente menos do que os profissionais do mercado de tecnologia. As big tech também se beneficiam de uma cadeia que opera à margem da lei, opaca e blindada por contratos de confidencialidade, em que as pessoas sequer sabem para quem ou para quê estão trabalhando. Além dos salários baixos, esses trabalhadores terceirizados não recebem treinamento e trabalham com prazos apertados. Há inúmeros relatos de calotes, contratos rompidos unilateralmente sem explicação e desassistência das plataformas.
[...]

Os sistemas de aprendizado de máquina são um tipo de inteligência artificial, um conjunto de algoritmos que, a partir de determinado input – dados ou informações disponíveis – gera um output, ou seja, o resultado desejado. Isso pode ser feito com uma árvore de decisão, por exemplo. Mas, no caso da IA generativa, o próprio sistema aprende a decidir sozinho, no chamado ‘deep learning’, ou aprendizado profundo. O programador não cria a regra – só mostra o resultado desejado.

Os dados produzidos por essa legião de trabalhadores são a matéria prima e o refinamento dessa automatização. É a partir deles que os sistemas de computação ditos inteligentes aprendem os padrões que vão imitar depois.

Sem uma montanha de conteúdo produzido por veículos de comunicação e pessoas reais, o ChatGPT seria incapaz de oferecer respostas qualificadas. Sem pessoas reais interpretando erros de digitação em resultados de busca, o Google não adivinharia o que você realmente quis dizer com aquela palavra que escreveu errado. Sem trabalhadores interpretando fotos para treinar algoritmos de visão computacional, câmeras inteligentes não conseguiriam identificar objetos em uma imagem.

Para executar o enorme número de tarefas humanas necessárias para o desenvolvimento de sistemas de IA, é preciso contratar também milhões de trabalhadores. O jeito mais barato que a indústria encontrou para fazer isso foi por meio de multinacionais intermediárias.
[...]

DIAS, Tatiana; SCHURIG, Sofia. Proletários de plataforma: como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil. 2024. Disponível em: https://www.intercept.com.br/2024/07/22/inteligencia-artificial-classe-trabalhadora-sem-direitos-no-brasil/. Acesso em: 24 mar. 2025.
Levando em consideração o fenômeno da reestruturação produtiva e o conceito sociológico de trabalho alienado, o trabalho descrito na matéria expressa
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2025 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2025) |
Q3510615 Sociologia
Texto 1
A democracia racial, enquanto “solução” da questão negra, não significou, todavia, um esforço em combater as desigualdades de renda e de oportunidades sociais entre negros e brancos, e só parcialmente, no plano da cultura e da ideologia, representou um freio à discriminação e ao preconceito.
GUIMARÃES, Antônio Sérgio Alfredo. A questão racial na política brasileira (os últimos quinze anos). Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, vol. 13, n. 2, p. 121-142, novembro de 2001, p. 125

Texto 2
[...] a discriminação histórica e a concentração de riqueza, presentes na formação da sociedade brasileira, deram origem a marcadas desigualdades entre as pessoas afrodescendentes, indígenas e quilombolas, e aquelas que não pertencem a esses grupos. [...] A Lei Áurea de 1888 decretou a abolição definitiva e imediata da escravatura no Brasil. Entretanto, a lei abolicionista não previa a garantia de direitos fundamentais, como moradia, educação ou trabalho em condições dignas às pessoas recém libertas.
Imagem associada para resolução da questão Guia prático: A situação dos direitos humanos no Brasil desde uma perspectiva étnico-racial: pessoas afrodescendentes, indígenas e quilombolas: aprovada pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos em 24 de julho de 2023, p.5, 10 e 12.

Levando-se em consideração os textos e o gráfico acima, verifica-se que
Alternativas
Q3508200 Sociologia
Leia o trecho a seguir:

Consumismo é consumir mais do que precisamos, consumir para construir uma identidade própria, consumir para mostrar um estado socioeconômico, consumir pelo tédio, consumir para aplacar a ansiedade, consumir procurando uma felicidade que nunca chega. Ao consumo são atribuídas uma série de vantagens que ele na verdade não tem, mas o consumismo continua sendo encorajado, já que é o combustível principal do atual sistema econômico. O shopping, cheio de luzes chamativas e cores, de tentações inescapáveis e de emoções plastificadas, poderia muito bem ser uma imagem icônica de uma sociedade que se dirige despreocupadamente ao abismo.
FANJUL, Sergio C. Consumir procurando uma felicidade que nunca chega, como compramos para construir nossa identidade. 2021. Disponível em: https://brasil.elpais.com/cultura/2021-10-08/consumir-procurando-uma-felicidade-que-nunca-chega-como-compramos-para-construir-nossa-identidade.html. Acesso em: 13 maio 2025.

Na contemporaneidade, o consumo deixa de ser um meio para mera manutenção da existência física dos indivíduos e adquire também importância social na construção de identidades. A relação entre consumo, marcas e identidade demonstra que
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Q3508199 Sociologia
A sociologia se constituiu como ciência no século XIX em um contexto de transformações sociais. Processos de mudanças como a Revolução Industrial e a Revolução Francesa e os acontecimentos decorrentes da passagem do feudalismo para o capitalismo foram importantes para a consolidação do pensamento social que embasou o desenvolvimento dessa ciência. Os pensadores Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber elaboraram diferentes concepções sobre as transformações passadas pela sociedade e se tornaram clássicos da ciência que estava nascendo. Uma análise das concepções sociológicas desses autores revela que:
Alternativas
Q3508198 Sociologia
A educação no Brasil é marcada por desigualdades sociais. Essas desigualdades envolvem os investimentos diferentes no ensino público e no ensino privado, a estrutura física das escolas, as condições variadas de tempo disponível para estudo e as diferenças dentro daquilo que o sociólogo Pierre Bourdieu conceituou como capital cultural. O conceito de capital cultural remete ao acúmulo de conhecimentos de uma pessoa, fruto de sua formação cultural, de seus pais e parentes próximos, bem como do local onde reside e da classe social à qual pertence; trata-se de um conjunto de recursos simbólicos e competências relativas à cultura legítima.
Pensando a educação brasileira, no contexto das desigualdades sociais, a partir da teoria de Pierre Bourdieu e de seu conceito de capital cultural, a educação é 
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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (1º Semestre 2025) |
Q3510675 Sociologia
Leia a notícia a seguir.
Queimadas e seca histórica impactam o bolso e a saúde do brasileiro
As condições atuais do Brasil afetam os preços dos alimentos, a energia, a saúde e o mercado financeiro, causando prejuízos bilionários.

A pior seca dos últimos 70 anos no Brasil, aliada às recentes ondas de calor e queimadas, tem impactado profundamente a sociedade. Além de afetar a saúde e a qualidade do ar, a situação mexe também com o desempenho das empresas e o bolso dos brasileiros. Em agosto de 2024, as queimadas atingiram mais de 5,65 milhões de hectares — uma área equivalente ao estado da Paraíba. Os dados são da MapBiomas. Atualmente, o Brasil responde por 50% dos incêndios na América do Sul, com São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul sendo os estados mais afetados. O impacto econômico é alarmante. Entre janeiro e 16 de setembro de 2024, os prejuízos com incêndios florestais chegaram a R$ 1,1 bilhão — 33 vezes maior do que as perdas no mesmo período do ano passado, quando o valor foi de R$ 32,7 milhões, de acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM). O governo atribui as queimadas, especialmente na Amazônia e no Pantanal, a uma combinação de condições climáticas extremas e ações criminosas, e está estudando medidas para punir os responsáveis pelos incêndios.

SANTOS, Poliana. Queimadas e seca histórica impactam o bolso e a saúde do brasileiro. Forbes. Disponível em: https://forbes.com.br/forbesmoney/2024/09/queimadas-e-seca-historica-impactam-o-bolso-e-a-saude-do-brasileiro/Acesso em: 19 set. 2024.

As queimadas no Brasil têm acarretado prejuízos para a saúde e economia da população. Sob a perspectiva sociológica, no que diz respeito à relação entre indivíduo e sociedade, as queimadas criminosas
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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (1º Semestre 2025) |
Q3510672 Sociologia
A relação entre indivíduo e sociedade é um dos temas fundamentais da sociologia como ciência. Os estudiosos da sociologia destacam que os autores clássicos Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber expressaram, em suas obras, abordagens distintas acerca do tema. Essas abordagens podem ser assim resumidas:
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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2024) |
Q3510148 Sociologia

Leia a notícia e a charge a seguir.



BBC News Brasil


Daniel Alves paga fiança e deixa prisão na Espanha: entenda o caso


25 março 2024


O ex-jogador da seleção brasileira Daniel Alves deixou a prisão em Barcelona, na Espanha, nesta segunda-feira (25/3), após pagamento de fiança de 1 milhão de euros (cerca de R$ 5,4 milhões). Alves foi preso preventivamente em 20 de janeiro de 2023. Cerca de um ano depois, foi condenado a 4 anos e 6 meses de prisão pelo Tribunal de Barcelona por "agressão sexual", um crime que na Espanha é equivalente ao que é considerado o estupro no Brasil.


Segundo a sentença, uma mulher de 23 anos foi abusada por Alves no banheiro de uma discoteca em Barcelona na madrugada de 31 de dezembro de 2022. Alves nega. O tribunal concluiu que não houve consentimento por parte da vítima e que existem elementos de prova, além do testemunho da mulher, para dar prova da violação.


A sentença foi alvo de recurso tanto por parte da defesa de Alves quanto pela acusação.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nvq9lqvgzo. Acesso em: 02 abr. 2024.



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Disponível em: https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2024/03/daniel-justica-nandomotta.jpg. Acesso em: 02 abr. 2024.



A notícia da BBC News Brasil apresenta a situação do ex-jogador Daniel Alves, condenado na Espanha por um crime equivalente ao estupro no Brasil, que, mediante o pagamento de fiança, pôde deixar a prisão até o julgamento do recurso. A charge de Nando Motta apresenta o jogador abusando da justiça portando um saco de dinheiro. Esse caso possibilita uma análise sociológica da relação entre criminalidade e classes sociais. Nesse sentido, a situação apresentada na notícia e na charge demonstra que 

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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular - Medicina (2º Semestre 2024) |
Q3509430 Sociologia

Leia o texto a seguir.


A acumulação flexível, como vou chamá-la, é marcada por um confronto direto com a rigidez do fordismo. Caracteriza-se pelo surgimento de setores de produção inteiramente novos, novas maneiras de fornecimento de serviços financeiros, novos mercados e, sobretudo, taxas altamente intensificadas de inovação comercial, tecnológica e organizacional. A acumulação flexível envolve rápidas mudanças de padrões do desenvolvimento desigual, tanto entre setores como no chamado ‘setor de serviços’, bem como conjuntos industriais completamente novos em regiões até então subdesenvolvidas. A acumulação flexível foi acompanhada na ponta do consumo, portanto, por uma atenção muito maior às modas fugazes e pela mobilidade de todos os artifícios de indução de necessidades e de transformação cultural que isso implica. A estética relativamente estável do modernismo fordista cedeu lugar a todo o fermento, instabilidade e qualidades fugidias de uma estética pósmoderna que celebra a diferença, a efemeridade, o espetáculo, a moda e a mercadificação de formas culturais.


HAVEY, David. Condição pós-moderna. 3. ed. São Paulo: Loyola, 1993. p. 140-148. [Adaptado].



Analisando a sociedade de forma panorâmica, verifica-se que a “acumulação flexível” é um processo ladeado por múltiplas determinações sociais, alcançando um âmbito para além do trabalho e da produção industrial. Nesse sentido, a sociedade, na qual a “acumulação flexível” é implementada, compreende também os seguintes aspectos:

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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular - Medicina (2º Semestre 2024) |
Q3509429 Sociologia

Leia o texto a seguir.


No primeiro capítulo de seu livro Visões da tradição sociológica, o sociólogo estadunidense Donald Levine discute uma das características do nosso tempo: a visão fragmentária do mundo. Seu texto inspira uma reflexão sobre o processo de socialização tal como ocorre hoje. Cada vez mais, a socialização acontece em pequenos fragmentos. A televisão despeja imagens e as pessoas ‘zapeiam’ de canal em canal. A leitura de livros é substituída pela de resumos ou de resenhas publicadas nos periódicos, quando não apenas por frases e parágrafos soltos destacados em revistas semanais. Os computadores apresentam as notícias e informações como se fossem todas iguais e tivessem a mesma importância. Os pais entregam os filhos para as escolas e acreditam que com isso estão educando. Os estudantes demonstram uma capacidade reduzida para argumentar com fundamento e quase não têm uma visão histórica ou processual do que está acontecendo, pois, como nos diz Eric Hobsbawm, para eles até a Guerra do Vietnã é pré-histórica, o que evidencia não apenas ignorância do passado, mas também falta de um senso de relação histórica. Os mais velhos são considerados improdutivos e ultrapassados, um peso para os familiares, como se não pudessem mais dizer ou ensinar algo aos mais novos. O que importa é o momento e o novo que aparece a todo instante.


TOMAZI, Nelson Dacio. Conecte: Sociologia para o ensino médio. São Paulo: Saraiva, 2011. p. 22.



O texto apresenta uma crítica à socialização tal como ocorre hoje. Como um importante conceito sociológico, a socialização é um processo

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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular - Medicina (2º Semestre 2024) |
Q3509428 Sociologia
A sociologia se desenvolveu como ciência no século XIX. Ela foi criada a partir da necessidade de compreender os problemas da sociedade moderna que se manifestavam na época, como o desenvolvimento da indústria e o consequente deslocamento da produção do campo para as cidades, que afetaram as relações familiares e de trabalho, a questão da moradia e saneamento básico, assim como questões políticas. Atualmente, a sociedade também passa por diversos problemas que demandam análises sociológicas. Isso ocorre porque a sociologia tem como objeto de estudo as relações sociais. Desta forma, uma questão social contemporânea que demanda análise sociológica é: 
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406314 Sociologia
    O Amazonas ficou entre os oito estados brasileiros com a maior taxa de desocupação em 2023 com 9,9%. A taxa anual ficou 2,1 pontos percentuais acima do resultado nacional (7,8%). A taxa de desocupação representa o percentual de pessoas desocupadas em relação às pessoas na força de trabalho. Entre as pessoas, de 14 anos ou mais, e que estão em idade de trabalhar, em 2023, no Amazonas, 54% atuavam na informalidade. A taxa ficou maior 1,7 ponto percentual do que a da região Norte e 14,8 pontos percentuais maior que a do país. Com um rendimento médio real de R$ 2.367,00, o Amazonas ficou na 17a posição entre as Unidades da Federação. O rendimento ficou menor em R$ 612,00 que o rendimento médio do país (R$ 2.979,00). (https://g1.globo.com, 16.02.2024. Adaptado.)
As características do mercado de trabalho retratado no excerto têm como consequência socioeconômica aos trabalhadores o aumento
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Ano: 2024 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2024 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2024 |
Q3355093 Sociologia
    A nova lei, sancionada por Lula, prevê que é obrigatória a igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens, para a realização de trabalho de igual valor ou no exercício da mesma função.

Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 03 Jul. 2023.

    A notícia acima permite perceber que, no Brasil, a desigualdade social é parte fundamental da estrutura social, sendo que seus efeitos
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Ano: 2024 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2024 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2024 |
Q3355090 Sociologia
    A moda constitui-se em um movimento social em que existem padrões e modos de vestir a serem imitados e, quando estes modelos se difundem sobremaneira, igualando mais do que representando as distinções, há um movimento de renovação na moda. Portanto, a hegemonia de um hábito vestimentar seria o fim do fenômeno da moda, já que as roupas não mais serviriam como signos distintivos entre pessoas e grupos – de pertenças diversas – no espaço social. O movimento de transformação da moda é então acionado e segue reestruturando-se periodicamente e produzindo novas tendências em relação aos padrões de vestuário anteriormente adotados com a finalidade de se perpetuar o fenômeno da moda.

DULCI, Luciana Crivellari. Moda e modas no vestuário. Revista de História, São Paulo, ANPUH, v. 1, p. 1-27, 2019.

    Valendo-se das ideias de Durkheim, poderíamos empregar o conceito de fato social para demonstrar como
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Ano: 2024 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2024 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2024 |
Q3355089 Sociologia
    O uso de bens públicos em benefício particular, geralmente praticado por detentores de cargos públicos no exercício de seus mandatos, ou por meio de influência política, configura um caso de 
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Ano: 2024 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2024 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2024 |
Q3355087 Sociologia
    Enquanto os movimentos feministas atuais defendem a questão da igualdade dos homens e das mulheres, rastreando preconceitos relativos à inferioridade do sujeito “mulher”, denunciando a iniquidade de sua condição, produzindo um novo saber sobre as mulheres e desqualificando o chamado “conhecimento verdadeiro” , as mulheres pertencentes ao Feminismo Camponês e Popular trazem à tona, em suas pautas, a questão do patriarcado e das desigualdades de classes. O que lhes interessa, a princípio nessa luta, é que as atividades femininas sejam valorizadas, tanto quanto as consideradas produtivas e realizadas pelos homens, uma vez que elas também trabalham nessas atividades rentáveis, e todo seu esforço segue sendo depreciativamente considerado uma “ajuda”.

NASCIMENTO DA SILVA, L.. Campesinato, Grupo Doméstico e Gênero: o cotidiano de vaqueiros e mulheres no interior cearense. Revista Homem, Espaço E Tempo, Acaraú, UVA, v.15, n.2, p. 63–82, 2022.

O trecho acima destaca como o movimento social “Feminismo Camponês e Popular”
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Respostas
21: D
22: A
23: B
24: E
25: E
26: D
27: C
28: B
29: E
30: C
31: D
32: B
33: E
34: D
35: B
36: B
37: C
38: C
39: C
40: A