Questões de Concurso
Para medicina
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O próximo passo na assistência a essa criança é o seguinte:
• Aspecto turvo
• 1.200 células/mm3 (80% de polimorfonucleares)
• Proteinorraquia de 150 mg/dL
• Glicorraquia de 28 mg/Dl
• Bacterioscopia: Diplococos Gram positivo.
Após receber os dados do LCR, assinale a alternativa que indica a conduta mais adequada, de acordo com as mais recentes orientações da SBP
- Hemograma: HGB 6,0/ VCM 84 / HCM 30 / leucócitos: 9.830 / plaquetas: 234.000
- Ferritina: 87
- Reticulócitos: 8,5%
- DHL: 780
- Bilirrubinas totais: 4,3 / bilirrubina indireta: 3,7
- Vitamina B12 e ácido fólico sérico: dentro da normalidade
Apenas com os dados acima, são todas possíveis causas da anemia desta criança, EXCETO
Como podemos classificar nutricionalmente essa criança e como responder às preocupações da mãe?
Tendo em vista a principal hipótese diagnóstica para esse caso, qual o manejo inicial mais adequado?
- Criança 1: Sexo feminino, 5 meses; leva objetos à boca, responde ativamente ao contato social, não senta sem apoio, vira sozinha para a posição de bruços.
- Criança 2: Sexo masculino, 14 meses; anda bem com apoio, mas não tem bom equilíbrio quando sem apoio; coloca blocos dentro da caneca por meio da demonstração e fala; durante a consulta fala bola e aponta para ela; faz movimento de pinça.
- Criança 3: Sexo feminino, 3 meses; olha para você de forma evidente; desencosta o queixo da superfície quando de bruços; não abre as mãos espontaneamente; não segura objetos quando encostados em suas mãos; apresenta sorriso social e emite sons como se quisesse conversar.
- Criança 4: Sexo masculino, 16 meses; não usa a colher ou garfo para levar comida em direção à boca, empilha dois cubos e os coloca dentro da caixa quando solicitado; abre portas e gavetas dando passos para trás; fala apenas água e não, além de papai e mamãe; aponta quando quer algo.
De acordo com o Ministério da Saúde, qual criança tem indicação de ser encaminhada, de imediato, à esquipe multiprofissional e/ou à rede de atenção especializada para avaliação do desenvolvimento?
A) Menina, 5 anos, foi levada à consulta de rotina pelos pais. Relatam que estão passando por um divórcio e a filha está com dificuldades de se adaptar a nova rotina. Questionam o que podem fazer para ajudar nesse processo, pois percebem que a criança está mais quieta e triste.
B) Menino de 8 anos chega à consulta acompanhado por avó. Cuidadora traz como queixa que neto está mais agressivo, desde que o pai foi preso. Atualmente está morando com os avós, e a mãe o visita durante a semana dependendo dos horários de trabalho.
C) Criança do sexo masculino, 3 anos, iniciou há 1 mês a vida escolar. Genitora refere que, nos primeiros dias de adaptação, chorou pedindo para voltar para casa. Hoje, no entanto, já conta quais brincadeiras fizeram na escola e fala dos amigos que fez. A mãe está preocupada, pois ainda precisou buscá-lo mais cedo um dia na última semana devido aos pedidos da criança.
Ao fim do expediente, você reflete sobre os efeitos dos fatores estressantes no desenvolvimento infantil e classifica respectivamente os pacientes acima em relação aos tipos de estresse da seguinte forma:
Em função do exposto acima, assinale a alternativa que indica a principal hipótese para essa criança.
O tratamento de primeira escolha a ser instituído deve ser com
1. Corticoide oral em esquema continuo por 4 semanas;
2. Em seguida, foi instituído o esquema descontínuo por mais 4 semanas;
3. Na sequência, iniciado o desmame do corticoide oral durante 2 meses.
Na última consulta com o nefropediatra em 05/11/2025, a menor já havia concluído o desmame do corticoide oral há poucos dias e encontrava-se sem edemas, com relação proteína/ creatinina urinária = 0,1. Em 15/12/2025, a criança foi internada em enfermaria pediátrica com edema periorbitário e maleolar bilateral, albumina sérica de 1,8 e relação proteína/creatinina urinária de 10. A pressão arterial era inferior ao percentil 90 para idade, sexo e estatura. De acordo com o exposto acima, podemos classificar a doença da paciente como
I. Uma excelente estratégia para melhorar a relação calorias não proteicas por gramas de nitrogênio deste paciente é aumentar a VIG para 6 e aumentar a quota proteica para 3,5 g/kg.
II. A emulsão lipídica a 20% não contém triglicerídeos de cadeia média e, portanto, deve ser substituída pela emulsão a 10%.
III. O aumento deliberado da VIG poderá levar não só a uma hiperglicemia mas também a um aumento na produção de CO2.
Podemos afirmar que