Questões de Concurso
Para economia
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Na segunda metade do século XX, o Brasil adotou diferentes
estratégias de desenvolvimento e estabilização. Nos anos 50,
destacaram-se iniciativas de planejamento e investimento setorial, com
ênfase em infraestrutura e expansão da capacidade produtiva. Na
década de 60, reformas institucionais buscaram recompor as condições
de funcionamento da economia, inclusive no âmbito fiscal e
financeiro. Na fase de crescimento acelerado, no final dos anos 60 e
início dos 70, coexistiram medidas de estímulo e mecanismos de
contenção inflacionária. A partir do final dos anos 70, mudanças no
ambiente externo e restrições de financiamento aumentaram a
vulnerabilidade e dificultaram a estabilização, culminando, nos anos
80, em sucessivas tentativas de combate à inflação. Na década de 90,
medidas de ajuste e reformas monetárias levaram à implementação do
Plano Real, com impacto sobre o regime macroeconômico.
Acerca da política econômica brasileira do pós-guerra ao Plano Real, julgue o item subsequente.
O Plano de Metas, assim como o Plano SALTE, incluiu, entre seus setores prioritários de investimento, alimentação, energia, saúde e transportes.
Na segunda metade do século XX, o Brasil adotou diferentes
estratégias de desenvolvimento e estabilização. Nos anos 50,
destacaram-se iniciativas de planejamento e investimento setorial, com
ênfase em infraestrutura e expansão da capacidade produtiva. Na
década de 60, reformas institucionais buscaram recompor as condições
de funcionamento da economia, inclusive no âmbito fiscal e
financeiro. Na fase de crescimento acelerado, no final dos anos 60 e
início dos 70, coexistiram medidas de estímulo e mecanismos de
contenção inflacionária. A partir do final dos anos 70, mudanças no
ambiente externo e restrições de financiamento aumentaram a
vulnerabilidade e dificultaram a estabilização, culminando, nos anos
80, em sucessivas tentativas de combate à inflação. Na década de 90,
medidas de ajuste e reformas monetárias levaram à implementação do
Plano Real, com impacto sobre o regime macroeconômico.
Acerca da política econômica brasileira do pós-guerra ao Plano Real, julgue o item subsequente.
No PAEG, a reforma tributária reforçou o ajuste fiscal ao ampliar a arrecadação e, posteriormente, contribuiu para o ambiente macroeconômico associado ao denominado milagre econômico.
Na segunda metade do século XX, o Brasil adotou diferentes
estratégias de desenvolvimento e estabilização. Nos anos 50,
destacaram-se iniciativas de planejamento e investimento setorial, com
ênfase em infraestrutura e expansão da capacidade produtiva. Na
década de 60, reformas institucionais buscaram recompor as condições
de funcionamento da economia, inclusive no âmbito fiscal e
financeiro. Na fase de crescimento acelerado, no final dos anos 60 e
início dos 70, coexistiram medidas de estímulo e mecanismos de
contenção inflacionária. A partir do final dos anos 70, mudanças no
ambiente externo e restrições de financiamento aumentaram a
vulnerabilidade e dificultaram a estabilização, culminando, nos anos
80, em sucessivas tentativas de combate à inflação. Na década de 90,
medidas de ajuste e reformas monetárias levaram à implementação do
Plano Real, com impacto sobre o regime macroeconômico.
Acerca da política econômica brasileira do pós-guerra ao Plano Real, julgue o item subsequente.
Durante o período denominado milagre econômico, a orientação monetária e creditícia expansionista foi parcialmente compensada por medidas de controle de preços, notadamente por meio do Conselho Interministerial de Preços (CIP), como forma de conter a inflação.
Na segunda metade do século XX, o Brasil adotou diferentes
estratégias de desenvolvimento e estabilização. Nos anos 50,
destacaram-se iniciativas de planejamento e investimento setorial, com
ênfase em infraestrutura e expansão da capacidade produtiva. Na
década de 60, reformas institucionais buscaram recompor as condições
de funcionamento da economia, inclusive no âmbito fiscal e
financeiro. Na fase de crescimento acelerado, no final dos anos 60 e
início dos 70, coexistiram medidas de estímulo e mecanismos de
contenção inflacionária. A partir do final dos anos 70, mudanças no
ambiente externo e restrições de financiamento aumentaram a
vulnerabilidade e dificultaram a estabilização, culminando, nos anos
80, em sucessivas tentativas de combate à inflação. Na década de 90,
medidas de ajuste e reformas monetárias levaram à implementação do
Plano Real, com impacto sobre o regime macroeconômico.
Acerca da política econômica brasileira do pós-guerra ao Plano Real, julgue o item subsequente.
O Programa de Ação Imediata (PAI) consistiu em medidas voltadas ao ajuste fiscal, como contenção de despesas e aumento de receitas, marcando a segunda fase do Plano Real.
Em economias abertas, choques de confiança e alterações no prêmio de risco podem afetar fluxos de capitais e pressionar a taxa de câmbio. A resposta de política econômica — incluindo-se o uso de juros, intervenção e reservas — depende, entre outros fatores, do regime cambial vigente e das restrições impostas pelo grau de mobilidade de capitais. Ademais, distinções conceituais entre taxa de câmbio nominal e taxa de câmbio real são relevantes para analisar preços relativos e competitividade, assim como para discutir mecanismos de transmissão do câmbio para a inflação. Acerca de macroeconomia aberta, regime cambial e determinação da taxa de câmbio, julgue o item subsequente.
Em regime de câmbio fixo, a autoridade monetária não pode utilizar a taxa de juros como instrumento de defesa da paridade cambial previamente estabelecida.
Em economias abertas, choques de confiança e alterações no prêmio de risco podem afetar fluxos de capitais e pressionar a taxa de câmbio. A resposta de política econômica — incluindo-se o uso de juros, intervenção e reservas — depende, entre outros fatores, do regime cambial vigente e das restrições impostas pelo grau de mobilidade de capitais. Ademais, distinções conceituais entre taxa de câmbio nominal e taxa de câmbio real são relevantes para analisar preços relativos e competitividade, assim como para discutir mecanismos de transmissão do câmbio para a inflação. Acerca de macroeconomia aberta, regime cambial e determinação da taxa de câmbio, julgue o item subsequente.
Uma taxa de câmbio real definida por q = EP*/P (em que E = moeda nacional por moeda estrangeira, P = nível de preços doméstico e P* = nível de preços externo) em trajetória ascendente ao longo do tempo indica, ceteris paribus, aumento da competitividade-preço das exportações do país.
Em economias abertas, choques de confiança e alterações no prêmio de risco podem afetar fluxos de capitais e pressionar a taxa de câmbio. A resposta de política econômica — incluindo-se o uso de juros, intervenção e reservas — depende, entre outros fatores, do regime cambial vigente e das restrições impostas pelo grau de mobilidade de capitais. Ademais, distinções conceituais entre taxa de câmbio nominal e taxa de câmbio real são relevantes para analisar preços relativos e competitividade, assim como para discutir mecanismos de transmissão do câmbio para a inflação. Acerca de macroeconomia aberta, regime cambial e determinação da taxa de câmbio, julgue o item subsequente.
A elevação do risco de um país, provocada por uma crise de confiança, leva à saída de capitais e aumenta a pressão de depreciação cambial.
Em economias abertas, choques de confiança e alterações no prêmio de risco podem afetar fluxos de capitais e pressionar a taxa de câmbio. A resposta de política econômica — incluindo-se o uso de juros, intervenção e reservas — depende, entre outros fatores, do regime cambial vigente e das restrições impostas pelo grau de mobilidade de capitais. Ademais, distinções conceituais entre taxa de câmbio nominal e taxa de câmbio real são relevantes para analisar preços relativos e competitividade, assim como para discutir mecanismos de transmissão do câmbio para a inflação. Acerca de macroeconomia aberta, regime cambial e determinação da taxa de câmbio, julgue o item subsequente.
São trade-offs típicos da política cambial tanto a escolha entre suavizar oscilações do câmbio e preservar reservas internacionais quanto o dilema entre manter a atividade econômica em sua meta e conter a inflação doméstica.
Em economias abertas, choques de confiança e alterações no prêmio de risco podem afetar fluxos de capitais e pressionar a taxa de câmbio. A resposta de política econômica — incluindo-se o uso de juros, intervenção e reservas — depende, entre outros fatores, do regime cambial vigente e das restrições impostas pelo grau de mobilidade de capitais. Ademais, distinções conceituais entre taxa de câmbio nominal e taxa de câmbio real são relevantes para analisar preços relativos e competitividade, assim como para discutir mecanismos de transmissão do câmbio para a inflação. Acerca de macroeconomia aberta, regime cambial e determinação da taxa de câmbio, julgue o item subsequente.
Um aumento persistente do diferencial de juros tende a desvalorizar o câmbio e, por essa via, elevar a inflação doméstica; ademais, os efeitos sobre exportações e importações tendem a atenuar esse aumento do nível de preços.
Considerando as principais identidades macroeconômicas, julgue o item seguinte, em relação ao sistema de contas nacionais.
Se o país possui poupança externa positiva, isso significa que há superávit no saldo da conta de transações correntes do balanço de pagamentos.
Considerando as principais identidades macroeconômicas, julgue o item seguinte, em relação ao sistema de contas nacionais.
Se um país apresenta déficit em transações correntes, isso implica necessariamente que sua balança comercial também está em déficit.
A respeito dessa economia, julgue o item que se segue.
O sistema exibe a chamada dicotomia clássica: com o estoque de capital (K) dado, as variáveis reais (Y, L, w/P, r - ∏, C, I) são determinadas exclusivamente pelo bloco real (função de produção, mercado de trabalho, comportamento de consumo e investimento e política fiscal), sendo o nível de preços ajustado de forma a compatibilizar o equilíbrio monetário M/P m(Y,r), para um dado M.
A respeito dessa economia, julgue o item que se segue.
O aumento do salário nominal gera aumento do nível geral de preços via equação da oferta agregada e, consequentemente, redução do nível de renda de equilíbrio.
A respeito dessa economia, julgue o item que se segue.
Um aumento dos gastos autônomos do governo G desloca a curva IS, elevando o produto de equilíbrio Y e a taxa de juros real r ; a elevação r de reduz o investimento privado l(r), de modo que parte do aumento de G é compensado por crowding-out sobre o investimento, e o tamanho desse efeito depende da sensibilidade do investimento ao juro e da inclinação da curva LM.
A respeito dessa economia, julgue o item que se segue.
Como o produto de equilíbrio é dado pela função de produção Y = F(K,N) e pelo estoque de capital constante no curto prazo, um aumento permanente da quantidade de moeda M, com salário nominal w dado, é necessariamente neutro: eleva apenas o nível de preços P, sem alterar o produto real Y nem o emprego N.
A respeito dessa economia, julgue o item que se segue.
Como o modelo especifica apenas a demanda de trabalho das
firmas, dada por
, e não uma oferta de
trabalho, choques que alterem o salário nominal w ou o nível
de preços P podem modificar o emprego N e o produto Y mesmo sem querer mudança nas preferências dos trabalhadores, de modo que variáveis estritamente nominais influenciam variáveis reais, no curto prazo.
Considere um consumidor com função utilidade U - x1x2, em que x1 e x2 representam, respectivamente, as quantidades consumidas dos bens 1 e 2. Considere, ainda, que o preço do bem 1 seja p1 = 10, o preço do bem 2 seja p2 = 4, o rendimento do e que o consumidor seja racional, prefira mais a menos (monotonicidade) e gaste toda a sua renda em x1 e x2. Com base nessas informações, e considerando que TMS seja a taxa marginal de substituição, julgue o item a seguir.
No ponto ótimo, o gasto com o bem 1 é maior do que o gasto com o bem 2, pois o bem 1 é mais caro e o consumidor maximiza a utilidade concentrando a renda no bem de maior preço.
Se a renda do consumidor dobrar para r = 160, mantidos constantes p1 e p2, o novo consumo ótimo será (x1,x2) = (8,20), preservando-se as proporções consumidas entre os dois bens, de modo a confirmar que as preferencias são homotéticas.
Considere um consumidor com função utilidade U - x1x2, em que x1 e x2 representam, respectivamente, as quantidades consumidas dos bens 1 e 2. Considere, ainda, que o preço do bem 1 seja p1 = 10, o preço do bem 2 seja p2 = 4, o rendimento do e que o consumidor seja racional, prefira mais a menos (monotonicidade) e gaste toda a sua renda em x1 e x2. Com base nessas informações, e considerando que TMS seja a taxa marginal de substituição, julgue o item a seguir.
O consumo ótimo é dado por (x*1, x*2) - (4,10) obtido no ponto em que a TMS12 é igual à razão entre os preços p1/p2 sujeito à restrição orçamentária.
Considere um consumidor com função utilidade U - x1x2, em que x1 e x2 representam, respectivamente, as quantidades consumidas dos bens 1 e 2. Considere, ainda, que o preço do bem 1 seja p1 = 10, o preço do bem 2 seja p2 = 4, o rendimento do e que o consumidor seja racional, prefira mais a menos (monotonicidade) e gaste toda a sua renda em x1 e x2. Com base nessas informações, e considerando que TMS seja a taxa marginal de substituição, julgue o item a seguir.
Se ambos os preços forem multiplicados por 2, passando-se a p1 = 20 2 p2 = 8, com a renda mantida em r = 80, o vetor de demanda [otima (x*1, x*2) permanecerá o mesmo, pois a restrição orçamentária se deslocará paralelamente, sem alterar-se a solução de maximização de utilidade.
