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Gênero, raça e origem familiar definem mobilidade social, diz estudo
Por Bruno Bocchini

(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/genero-raca-e-origem-
familiar-definem-mobilidade-social-diz-estudo – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “cerca de um terço dos homens (32,9%) permanece nesse mesmo estrato de renda na vida adulta”.
• “somente 1,28% chegam ao estrato dos 10% com maior renda do país”.
• “56,5% permanecem nesse mesmo estrato quando adultos”.
Gênero, raça e origem familiar definem mobilidade social, diz estudo
Por Bruno Bocchini

(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/genero-raca-e-origem-
familiar-definem-mobilidade-social-diz-estudo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação às funções da Literatura Infantil no desenvolvimento da criança, assinale a alternativa que descreva, corretamente, uma dessas funções.
A respeito das contribuições dos estudos da Psicogênese da Língua Escrita para a compreensão do processo de apropriação da escrita pela criança, é correto afirmar que:
Qual é o nome da habilidade à qual o texto refere-se?
Qual alternativa contém o nome correto desta figura? I- O Braille é empregado por extenso, isto é, escrevendo-se a palavra, letra por letra, ou de forma abreviada, adotando-se códigos especiais de abreviaturas para cada língua ou grupo linguístico.
II- O Braille por extenso é denominado grau 1, já o grau 2 é a forma abreviada, empregada para representar as conjunções, preposições, pronomes, prefixos, sufixos, grupos de letras que são comumente encontradas nas palavras de uso corrente.
III- Uma série de abreviaturas mais complexas forma o grau 3, que necessita de um conhecimento profundo da língua, uma boa memória e uma sensibilidade tátil muito desenvolvida por parte do leitor cego.
O Sistema Braille consta do arranjo de _____ pontos em relevo, dispostos na vertical em ______ colunas de ______ pontos cada, no que se convencionou chamar de "Cela Braille".
(i) A Escala Cuisenaire, também conhecidas como Barra Cuisenaire, trata-se de um conjunto de blocos de madeira que ajudam a ensinar conceitos básicos de Matemática. A menor Escala Cuisenaire tem um centímetro e a maior tem dez centímetros.
(ii) As réguas numéricas darão significado aos conceitos de adição e subtração, composição dos números de 1 a 10 e cálculo mental. Para alunos cegos e com baixa visão, devem ser adaptadas em barras de madeira com sulcos representando as divisões ou feitas em material emborrachado. As medidas devem sempre seguir o padrão.
(iii) O Braille é um sistema de extraordinária universalidade, através do qual o cego pode ler e exprimir-se em todas as línguas que usam o alfabeto ocidental, da forma mais simples e prática - com o uso da reglete e do punção, equivalentes ao lápis e papel utilizados pelos videntes.
( ) A leitura do Braille é tátil, feita da esquerda para a direita e passando letra por letra.
( ) O Sistema Braille é um código de escrita em relevo voltado às pessoas com deficiência auditiva.
( ) Por meio do toque das mãos, as pessoas que têm conhecimento dos caracteres do Braille podem realizar suas leituras.
( ) Na ópera, as personagens secundárias são chamadas comprimárias. Em Dom Casmurro, podemos encontrá-las no “coro” daqueles que habitam ou circulam pela casa de D. Glória, mãe de Bentinho. São familiares, (Tio Cosme e Prima Justina), agregados, (José Dias), Padre Cabral, vizinhos, (Pádua), escravos.
( ) Há muito valor para o grupo do salão de D. Glória, a atribuição do cargo de “protonotário apostólico” ao Padre Cabral: mesmo que não saiba do que se trata, o grupo imprime a essas palavras uma conotação de prestígio social; elas remetem, na escala miúda do cotidiano, ao culto das aparências.
( ) O cacoete linguístico do agregado José Dias: os superlativos exageram o real e procuram conferir a todas as coisas um aspecto superior àquele que elas têm, (como se exprimissem um desejo não satisfeito de ascender). José Dias concilia fidelidade á D. Glória e a Bentinho, com a fidelidade secreta a seus próprios desejos de satisfação pessoal, que na verdade nunca se explicitam, (como o de retornar à Europa, sob pretexto de encaminhar Bentinho ao Papa).
( ) Nessa pequena sociedade representada pelo círculo da casa de D. Glória, as relações de cortesia, respeito e desprendimento convencionais recobrem muitas vezes interesses velados e obsessivos: de ascensão, de ostentação, de autossatisfação. A ironia machadiana na visão dessas personagens se caracteriza com grandes obsessões, pretensões ou empostações, contrastam com a pequena capacidade humana de realizar os projetos ambicionados.
Coluna I.
A- Função referencial, informativa ou cognitiva.
B- Função emotiva ou expressiva.
C- Função conativa ou apelativa.
Coluna II.
1- O Sol é o centro do nosso sistema planetário.
2- Você acha que o mundo possa um dia viver em paz?
3- Meu maior sonho é ver o mundo viver em paz.
( ) Discurso indireto: é o narrador falando pela personagem.
( ) No discurso indireto, o verbo dicendi vem seguido de uma oração subordinada substantiva, iniciada pelo conectivo que ou se.
( ) Discurso indireto livre, (ou semi-indireto): é o narrador reproduzindo o pensamento da personagem.
( ) O pensamento da personagem no discurso indireto livre, se confunde com a própria linguagem do narrador. Não se usa verbo dicendi nem conectivos. Trata-se de um tipo de discurso que aproxima o narrador da personagem.
( ) Norma culta: forma linguística que todo povo civilizado possui, é a que assegura a unidade da língua nacional. É justamente em nome dessa unidade, tão importante do ponto de vista político-cultural, que é ensinada nas escolas e difundida nas gramáticas. Por isso, é a forma linguística utilizada pelo segmento mais culto e influente de uma sociedade. Por consideraremna “elitista”, há hoje uma corrente de professores e linguistas contrários ao ensino da norma culta nas escolas. Esquecem-se de que as escolas buscam formar exatamente a elite da sociedade, segmento que contribui mais (e melhor) para o progresso do país.
( ) Existem basicamente duas modalidades de língua, ou seja, duas línguas funcionais: Língua funcional de modalidade culta, língua culta ou língua padrão e Língua funcional de modalidade popular, língua popular ou língua cotidiana.
( ) Língua funcional de modalidade culta, língua culta ou língua padrão, compreende a língua literária e tem por base a norma culta. É a língua utilizada pelos veículos de comunicação de massa (emissoras de rádio e televisão, jornais, revistas, painéis, anúncios, etc.), cuja função é justamente a de serem aliados da escola, prestando serviço à sociedade, colaborando na educação e não justamente o contrário.
( ) Língua funcional de modalidade popular, língua popular ou língua cotidiana, apresenta gradações as mais diversas e tem o seu limite na gíria e no calão. Sendo mais espontânea e criativa, a língua popular se afigura mais expressiva e dinâmica.