Questões de Concurso Para nutricionista

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Q3912213 Redes de Computadores
Em uma rede corporativa composta por múltiplas sub-redes interligadas por roteadores, um host precisa se comunicar com outro host localizado em uma rede distinta.

Conforme os conceitos de endereçamento IP e roteamento, analise as sentenças a seguir:

I- O endereço IP identifica logicamente um host ou interface de rede e é utilizado como base para o encaminhamento de pacotes entre redes distintas.
II- A escolha do melhor caminho entre a origem e o destino é realizada pelos roteadores com base em suas tabelas de roteamento, considerando o o endereço IP de origem.
III- Protocolos de roteamento utilizam informações de endereçamento IP para construir e atualizar tabelas de roteamento, permitindo decisões dinâmicas de encaminhamento.

Analisadas as sentenças, está(ão) CORRETA(S) apenas:
Alternativas
Q3912212 Engenharia de Software
Uma equipe de desenvolvimento utiliza Git com múltiplas branches para permitir o desenvolvimento paralelo, integração contínua e a manutenção de versões em produção. O projeto adota versionamento semântico e possui histórico extenso de commits.

Com base nas boas práticas de controle de versões e no funcionamento do Git, analise as sentenças a seguir:

I- Commits pequenos e frequentes facilitam a identificação de regressões e a auditoria de mudanças, especialmente quando integrados a pipelines de CI/CD.
II- A utilização de rebase em branches compartilhadas é recomendada, pois preserva o histórico completo de commits e reduz o risco de inconsistências no repositório remoto.
III- O uso de tags associadas a commits específicos permite identificar releases estáveis e recuperar versões exatas do código implantado em produção.

Analisadas as sentenças, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3912209 Português
TEXTO


CLIMA EXTREMO DESAFIA INFRAESTRUTURA DO BRASIL


    Quando os radares da Defesa Civil captaram a possibilidade de temporal sobre Santa Catarina em dezembro de 2025, o governo do estado tomou uma decisão drástica: suspender as aulas. Foi a primeira vez que mais de 520 mil alunos de escolas estaduais foram orientados a ficar em casa naquele 9 de dezembro como medida de prevenção a desastres. Estudantes da rede municipal em diversas cidades e universidades também cancelaram as atividades.

    A chuva e os ventos fortes eram trazidos por um ciclone extratropical que já ganhava o selo de atípico. Ele se formou no Paraguai, atravessou o Rio Grande do Sul e se intensificou na costa entre esse estado e Santa Catarina, detalha Marcelo Seluchi, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

    Um dia depois, as mesmas rajadas sopraram na cidade de São Paulo. Os ventos chegaram a 100 km/h, afetaram transformadores de energia, cancelaram voos, derrubaram placas de trânsito e paralisaram a vida em pelo menos dois milhões de imóveis. A estimativa mais recente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo calcula perdas de pelo menos R$ 2,1 bilhões no comércio e no setor de serviços. 

    Um mês antes, outro ciclone extratropical formado sobre o Sul do país foi o estopim para uma calamidade no Paraná. Nuvens pesadas ajudaram a formar três tornados que atingiram 11 cidades e arremessaram carros, derrubaram prédios, tombaram caminhões. O fenômeno destruiu 80% de Rio Bonito do Iguaçu e deixou seus 14 mil moradores em choque.

     “Nós não estamos preparados para isso. Nós não estamos adaptados para enfrentar esses eventos climáticos extremos”, avalia José Marengo, coordenador-geral de pesquisa do Cemaden. Os ciclones extratropicais são um fenômeno conhecido na meteorologia. Na América do Sul, eles se formam próximo ao Sul do Brasil até o sul da Argentina e precisam de um ingrediente-chave: o calor que vem do Equador encontrando o frio que sai do polo.

    O Instituto Nacional de Meteorologia não tem um banco de dados que contabilize os ciclones extratropicais ocorridos no Brasil, informou o órgão. Mas a pesquisa feita por Rosmeri Porfírio da Rocha, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo, revela que de três a quatro ciclones se formam nesta região, em média, por mês e “saem” para o Atlântico.

    Os ciclones, explica a cientista, têm um papel fundamental de auxiliar no transporte de calor do Equador para o polo e do frio no caminho contrário. “E quando fazem isso, geram ação, rotação, formam nuvem, tempestade, a pressão muda muito no espaço, os ventos se aceleram”, cita Rocha. A diferença do caso mais recente foi que ele se intensificou dentro do continente - e não no mar, como costuma ser. No monitoramento feito por Seluchi, o sistema chegou a 2 mil km de extensão e gerou efeitos desde a Argentina até o Rio de Janeiro.

    Em Florianópolis, estado exposto a este evento climático por sua posição geográfica, Regina Rodrigues vivenciou três ciclones em 2025 no quintal de sua casa. Professora na Universidade Federal de Santa Catarina, ela é uma das brasileiras de um grupo internacional que investiga a conexão de eventos climáticos extremos com as mudanças climáticas.

     “A força motriz dos ciclones é a diferença de temperatura. Quanto maior for esta diferença, mais violento ele fica. Está ficando pior porque a parte subtropical e tropical do Brasil está ficando mais quente”, afirma Rodrigues. No estado onde vive, considerado uma zona de “encontros” dessas massas, os ventos já chegaram a 109 km/h. Sem energia elétrica e internet em casa, Rodrigues viu pela janela telhados e toldos voando.

    O despreparo para enfrentar ciclones mais fortes e outros eventos climáticos extremos é visível até na metrópole mais rica do país. Para moradores, comércios e indústrias na Grande São Paulo, ventanias e tempestades têm sido sinônimo de dias sem eletricidade. “Isso mostra toda a vulnerabilidade do sistema elétrico, com postes e fios aéreos — e que estão perto das árvores”, comenta Marengo.

    A Empresa de Pesquisa Energética reconhece as lacunas do setor e a necessidade de adaptação diante das mudanças climáticas. Um estudo publicado no ano passado lista os potenciais impactos de tempestades, ventos fortes e enchentes na infraestrutura e no fornecimento de energia. Mas, até agora, as concessionárias não são cobradas por órgãos reguladores para aumentar a resiliência.

    Na capital paulista, o aterramento dos fios anda a passos lentos: a prefeitura afirma ter implantado 88 km de fiação subterrânea. Isso equivale a 0,02% dos 44 mil km sob concessão da Enel no estado, empresa distribuidora que atende 8 milhões de unidades consumidoras na região metropolitana.

    Os impactos afetam outros setores da economia. O de seguros, em geral, é um dos primeiros justamente por lidar diretamente com a materialização dos riscos. “Observa-se um aumento gigantesco no número de sinistros, o que torna o impacto das mudanças climáticas mais evidente”, comenta Luciane Moessa, advogada e diretora da ONG Soluções Inclusivas Sustentáveis.

    As seguradoras, afirma Moessa, têm buscado projetar novos cenários e rever suas metodologias de cálculo para enfrentarem os novos tempos. Mesmo que esse setor se adapte, não há garantias de um desfecho positivo: ao recalcular os riscos com base no aumento da frequência e da intensidade dos sinistros, os prêmios podem se tornar muito mais elevados do que são hoje.

    “E as pessoas podem deixar de contratar seguros simplesmente porque não terão condições de arcar com os custos”, complementa Moessa, citando o exemplo do seguro agropecuário. Em nível nacional, o país acaba de aprovar o Plano Clima Adaptação. A política pública envolve 26 ministérios e busca aumentar a resiliência de estados e municípios diante de eventos extremos e, sobretudo, evitar mortes.

     O desafio será implementar as diretrizes nos estados e cidades — onde os impactos das mudanças climáticas se manifestam. Em outra frente, o Ministério do Meio Ambiente vai ajudar municípios a desenvolverem seus próprios planos com foco na proteção de vidas, infraestrutura, transporte, saúde e outros serviços essenciais.

    “Um plano de adaptação ideal parte, antes de tudo, do conhecimento profundo sobre onde o território é vulnerável. Por isso, o planejamento precisa ser participativo, envolvendo não apenas o poder público, mas também a sociedade civil e o setor privado”, afirma Lincoln Muniz Alves, coordenadorgeral do Departamento de Políticas para Adaptação e Resiliência à Mudança do Clima do MMA, referindo-se ao AdaptaCidade. 

    Não há uma receita de bolo a ser seguida: a ideia é que cada município, a partir de sua realidade específica, defina suas prioridades. Em muitos casos, os problemas estão associados tanto ao excesso quanto à falta de água, cita como exemplo Alves. Nesta fase inicial, 581 cidades distribuídas por todos os estados participam desse esforço.

    Para colocar o plano em prática, o acesso ao financiamento pode ser uma barreira, já que muitos municípios estão endividados ou têm pouca capacidade técnica para elaborar projetos robustos. “Embora existam recursos disponíveis, a burocracia também é um obstáculo significativo. É necessário que as próprias agências financiadoras reconheçam essas limitações e adaptem seus mecanismos”, comenta Alves sobre outra necessidade de adequação. (...)


Disponível em:<https://www.dw.com/pt-br/eventosclimáticos-extremos-desafiam-infraestrutura-brasileira/a75216590>. . Adaptado. Acesso em: 06 de fevereiro de 2026.
Assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE o termo destacado no trecho a seguir: “Um plano de adaptação ideal parte, antes de tudo, do conhecimento profundo sobre onde o território é vulnerável.”
Alternativas
Q3912205 Português
TEXTO


CLIMA EXTREMO DESAFIA INFRAESTRUTURA DO BRASIL


    Quando os radares da Defesa Civil captaram a possibilidade de temporal sobre Santa Catarina em dezembro de 2025, o governo do estado tomou uma decisão drástica: suspender as aulas. Foi a primeira vez que mais de 520 mil alunos de escolas estaduais foram orientados a ficar em casa naquele 9 de dezembro como medida de prevenção a desastres. Estudantes da rede municipal em diversas cidades e universidades também cancelaram as atividades.

    A chuva e os ventos fortes eram trazidos por um ciclone extratropical que já ganhava o selo de atípico. Ele se formou no Paraguai, atravessou o Rio Grande do Sul e se intensificou na costa entre esse estado e Santa Catarina, detalha Marcelo Seluchi, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

    Um dia depois, as mesmas rajadas sopraram na cidade de São Paulo. Os ventos chegaram a 100 km/h, afetaram transformadores de energia, cancelaram voos, derrubaram placas de trânsito e paralisaram a vida em pelo menos dois milhões de imóveis. A estimativa mais recente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo calcula perdas de pelo menos R$ 2,1 bilhões no comércio e no setor de serviços. 

    Um mês antes, outro ciclone extratropical formado sobre o Sul do país foi o estopim para uma calamidade no Paraná. Nuvens pesadas ajudaram a formar três tornados que atingiram 11 cidades e arremessaram carros, derrubaram prédios, tombaram caminhões. O fenômeno destruiu 80% de Rio Bonito do Iguaçu e deixou seus 14 mil moradores em choque.

     “Nós não estamos preparados para isso. Nós não estamos adaptados para enfrentar esses eventos climáticos extremos”, avalia José Marengo, coordenador-geral de pesquisa do Cemaden. Os ciclones extratropicais são um fenômeno conhecido na meteorologia. Na América do Sul, eles se formam próximo ao Sul do Brasil até o sul da Argentina e precisam de um ingrediente-chave: o calor que vem do Equador encontrando o frio que sai do polo.

    O Instituto Nacional de Meteorologia não tem um banco de dados que contabilize os ciclones extratropicais ocorridos no Brasil, informou o órgão. Mas a pesquisa feita por Rosmeri Porfírio da Rocha, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo, revela que de três a quatro ciclones se formam nesta região, em média, por mês e “saem” para o Atlântico.

    Os ciclones, explica a cientista, têm um papel fundamental de auxiliar no transporte de calor do Equador para o polo e do frio no caminho contrário. “E quando fazem isso, geram ação, rotação, formam nuvem, tempestade, a pressão muda muito no espaço, os ventos se aceleram”, cita Rocha. A diferença do caso mais recente foi que ele se intensificou dentro do continente - e não no mar, como costuma ser. No monitoramento feito por Seluchi, o sistema chegou a 2 mil km de extensão e gerou efeitos desde a Argentina até o Rio de Janeiro.

    Em Florianópolis, estado exposto a este evento climático por sua posição geográfica, Regina Rodrigues vivenciou três ciclones em 2025 no quintal de sua casa. Professora na Universidade Federal de Santa Catarina, ela é uma das brasileiras de um grupo internacional que investiga a conexão de eventos climáticos extremos com as mudanças climáticas.

     “A força motriz dos ciclones é a diferença de temperatura. Quanto maior for esta diferença, mais violento ele fica. Está ficando pior porque a parte subtropical e tropical do Brasil está ficando mais quente”, afirma Rodrigues. No estado onde vive, considerado uma zona de “encontros” dessas massas, os ventos já chegaram a 109 km/h. Sem energia elétrica e internet em casa, Rodrigues viu pela janela telhados e toldos voando.

    O despreparo para enfrentar ciclones mais fortes e outros eventos climáticos extremos é visível até na metrópole mais rica do país. Para moradores, comércios e indústrias na Grande São Paulo, ventanias e tempestades têm sido sinônimo de dias sem eletricidade. “Isso mostra toda a vulnerabilidade do sistema elétrico, com postes e fios aéreos — e que estão perto das árvores”, comenta Marengo.

    A Empresa de Pesquisa Energética reconhece as lacunas do setor e a necessidade de adaptação diante das mudanças climáticas. Um estudo publicado no ano passado lista os potenciais impactos de tempestades, ventos fortes e enchentes na infraestrutura e no fornecimento de energia. Mas, até agora, as concessionárias não são cobradas por órgãos reguladores para aumentar a resiliência.

    Na capital paulista, o aterramento dos fios anda a passos lentos: a prefeitura afirma ter implantado 88 km de fiação subterrânea. Isso equivale a 0,02% dos 44 mil km sob concessão da Enel no estado, empresa distribuidora que atende 8 milhões de unidades consumidoras na região metropolitana.

    Os impactos afetam outros setores da economia. O de seguros, em geral, é um dos primeiros justamente por lidar diretamente com a materialização dos riscos. “Observa-se um aumento gigantesco no número de sinistros, o que torna o impacto das mudanças climáticas mais evidente”, comenta Luciane Moessa, advogada e diretora da ONG Soluções Inclusivas Sustentáveis.

    As seguradoras, afirma Moessa, têm buscado projetar novos cenários e rever suas metodologias de cálculo para enfrentarem os novos tempos. Mesmo que esse setor se adapte, não há garantias de um desfecho positivo: ao recalcular os riscos com base no aumento da frequência e da intensidade dos sinistros, os prêmios podem se tornar muito mais elevados do que são hoje.

    “E as pessoas podem deixar de contratar seguros simplesmente porque não terão condições de arcar com os custos”, complementa Moessa, citando o exemplo do seguro agropecuário. Em nível nacional, o país acaba de aprovar o Plano Clima Adaptação. A política pública envolve 26 ministérios e busca aumentar a resiliência de estados e municípios diante de eventos extremos e, sobretudo, evitar mortes.

     O desafio será implementar as diretrizes nos estados e cidades — onde os impactos das mudanças climáticas se manifestam. Em outra frente, o Ministério do Meio Ambiente vai ajudar municípios a desenvolverem seus próprios planos com foco na proteção de vidas, infraestrutura, transporte, saúde e outros serviços essenciais.

    “Um plano de adaptação ideal parte, antes de tudo, do conhecimento profundo sobre onde o território é vulnerável. Por isso, o planejamento precisa ser participativo, envolvendo não apenas o poder público, mas também a sociedade civil e o setor privado”, afirma Lincoln Muniz Alves, coordenadorgeral do Departamento de Políticas para Adaptação e Resiliência à Mudança do Clima do MMA, referindo-se ao AdaptaCidade. 

    Não há uma receita de bolo a ser seguida: a ideia é que cada município, a partir de sua realidade específica, defina suas prioridades. Em muitos casos, os problemas estão associados tanto ao excesso quanto à falta de água, cita como exemplo Alves. Nesta fase inicial, 581 cidades distribuídas por todos os estados participam desse esforço.

    Para colocar o plano em prática, o acesso ao financiamento pode ser uma barreira, já que muitos municípios estão endividados ou têm pouca capacidade técnica para elaborar projetos robustos. “Embora existam recursos disponíveis, a burocracia também é um obstáculo significativo. É necessário que as próprias agências financiadoras reconheçam essas limitações e adaptem seus mecanismos”, comenta Alves sobre outra necessidade de adequação. (...)


Disponível em:<https://www.dw.com/pt-br/eventosclimáticos-extremos-desafiam-infraestrutura-brasileira/a75216590>. . Adaptado. Acesso em: 06 de fevereiro de 2026.
Ao avaliar a capacidade de enfrentamento dos eventos descritos, o especialista citado no texto sustenta uma crítica centrada na:
Alternativas
Q3908391 Matemática
Em um laboratório de controle de qualidade, um técnico precisa registrar a massa de uma amostra de material em diferentes unidades de medida para preencher relatórios técnicos distintos. A balança indica que a amostra possui massa de 0,045 toneladas. Para concluir corretamente o registro, é necessário converter esse valor para quilogramas e para gramas. Esses dois valores são, respectivamente: 
Alternativas
Q3908388 Matemática
Três sócios investiram no capital inicial de uma loja: Ana R$ 30.000,00, Bruno R$ 20.000,00 e Carlos R$ 40.000,00. Após certo período, a empresa apurou lucro de R$ 18.000,00, distribuído diretamente proporcional aos valores investidos. Analise as assertivas: 

I.A soma dos investimentos é de R$ 90.000,00.
II.A parte do lucro de Ana corresponde a 1/3 do lucro total.
III.Bruno recebe R$ 6.000,00 de lucro.
IV.Carlos recebe R$ 8.000,00 de lucro.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3908387 Matemática Financeira
Fernanda aplicou R$ 20.000,00 em um fundo financeiro que opera no regime de juros compostos, com taxa de 5% ao trimestre. O valor permaneceu investido por 6 meses consecutivos, sem aportes adicionais nem resgates antecipados. Com base nessas informações e nos cálculos financeiros correspondentes, avalie as assertivas a seguir e classifique-as como verdadeiras (V) ou falsas (F).

(__)O prazo total da aplicação corresponde exatamente a 2 trimestres.
(__)O montante ao final do período pode ser calculado por M = 20.000 * (1,05)².
(__)O montante acumulado ao final dos 6 meses é igual a R$ 24.300,00.
(__)Se a taxa fosse de 5% ao semestre, o montante final seria R$ 22.050,00.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3908385 Matemática
Em um laboratório universitário, uma equipe realiza análises químicas com técnicos trabalhando em turnos fixos. Sabe-se que 6 técnicos, atuando 5 horas por dia, concluem 180 análises em 12 dias. Mantendo o mesmo rendimento individual, quantas análises serão concluídas por 8 técnicos, trabalhando 6 horas por dia, ao longo de 15 dias?
Alternativas
Q3908383 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?


Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas. 

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos.

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
Os dados apresentados no texto permitem compreender que a melhora recente na condição física de determinados grupos de ursos polares decorre de um conjunto de fatores contextuais específicos, sem invalidar o cenário geral de risco associado às mudanças climáticas.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à interpretação global do texto.
Alternativas
Q3908382 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?


Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas. 

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos.

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
A descoberta, "publicada em uma revista científica", chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região.

Em relação à função sintática do termo destacado, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3908380 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?


Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas. 

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos.

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
O texto apresenta características específicas quanto ao tipo e ao gênero textual empregados, considerando sua finalidade comunicativa, estrutura e linguagem.

Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3908378 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?


Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas. 

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos.

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se "concentrem" em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos.

Em relação à regência verbal do verbo destacado, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q3908376 Nutrição
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) constitui um importante problema de saúde pública mundial, com elevada prevalência e distribuição heterogênea entre diferentes grupos populacionais. Estudos epidemiológicos evidenciam que fatores nutricionais, socioeconômicos, étnico-raciais, clínicos e biológicos influenciam tanto a ocorrência quanto o controle da doença. Nesse contexto, a epidemiologia nutricional contribui para a compreensão dos padrões alimentares, dos determinantes sociais de saúde e das desigualdades no risco e manejo da HAS.

Com base nesse contexto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas. 

(__)A maior consciência em saúde e a adoção mais frequente de comportamentos saudáveis entre mulheres, especialmente em faixas etárias mais jovens, contribuem para melhores taxas de diagnóstico, adesão ao tratamento e controle da pressão arterial, evidenciando a relevância dos fatores comportamentais na epidemiologia da hipertensão arterial sistêmica, para além das diferenças biológicas entre os sexos.
(__)Evidências epidemiológicas indicam que a hipertensão arterial sistêmica apresenta maior ocorrência em populações de menor status socioeconômico, resultado da interação entre condições individuais de vulnerabilidade social e fatores macroeconômicos do território, os quais influenciam o acesso a recursos, serviços de saúde e condições favoráveis à adoção de estilos de vida saudáveis.
(__)A prevalência da hipertensão arterial sistêmica é homogênea entre faixas etárias e regiões geográficas, mantendo-se inferior a 5% tanto em países desenvolvidos quanto em países em desenvolvimento, independentemente do processo de urbanização e do envelhecimento populacional.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3908375 Nutrição
No âmbito da saúde coletiva e da organização de ambientes institucionais e compartilhados, a higiene pessoal configura-se como medida preventiva essencial, com repercussões diretas sobre a segurança sanitária e a proteção da saúde. Considerando esse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3908374 Nutrição
A Vigilância Alimentar e Nutricional (VAN) constitui uma das diretrizes estruturantes da política de alimentação e nutrição no Brasil, integrando o conjunto das ações de vigilância em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde. Com relação a esse entendimento, analise as afirmativas abaixo.

I.A Vigilância Alimentar e Nutricional (VAN) consiste na descrição contínua e predição de tendências das condições de alimentação e nutrição da população, bem como seus fatores determinantes.
II.A VAN é uma potente ferramenta para apoiar todos os profissionais da APS na avaliação do estado nutricional e do consumo alimentar da população e para o planejamento de intervenções a partir do observado de forma individual e coletiva.
III.A VAN contribui com a participação social e com o diagnóstico da Segurança Alimentar e Nutricional nos territórios

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3908373 Nutrição
As bactérias, agentes mais frequentemente envolvidos em surtos de doenças transmitidas por alimentos, possuem uma série de necessidades para multiplicar: calor, nutrientes, umidade e tempo. Alguns alimentos são particularmente suscetíveis à contaminação bacteriana. A redução da incidência dessas doenças, portanto, deve ser pautada na interrupção dessa sequência, por meio de práticas higiênicas na produção, transporte, comercialização, armazenagem e consumo dos alimentos.

Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/f unasa/capitulo_8.pdf

Considerando esse contexto, constituem medidas capazes de interromper essa sequência:

I.Proteção dos alimentos contra contaminação.
II.Prevenção da multiplicação das bactérias.
III.Destruição das bactérias presentes no alimento.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3908372 Nutrição
A adequada nutrição nos estágios iniciais do ciclo de vida exerce papel determinante sobre o crescimento físico, o desenvolvimento cerebral e a programação metabólica ao longo da vida. Nesse contexto, o aleitamento materno destaca-se como intervenção de alto impacto em saúde pública, sendo recomendado pela Organização Mundial da Saúde de forma exclusiva até os seis meses de idade, com manutenção associada à alimentação complementar saudável até dois anos ou mais.

Com relação ao aleitamento materno, analise as afirmativas abaixo.
Alternativas
Q3908371 Nutrição
No contexto das políticas públicas educacionais e de segurança alimentar, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) configura-se como instrumento estruturante voltado à garantia do direito à alimentação adequada no âmbito da educação básica. Considerando seus objetivos institucionais e sua articulação com o processo educativo, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3908370 Nutrição
O Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) constitui importante instrumento de gestão das políticas públicas voltadas à garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada. Com relação a SISAN, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

(__)O SISAN tem por objetivos formular e implementar políticas e planos de segurança alimentar e nutricional, estimular a integração dos esforços entre governo e sociedade civil, bem como promover o acompanhamento, o monitoramento e a avaliação da segurança alimentar e nutricional do País.
(__)O SISAN trata-se de um sistema público, de gestão intersetorial e participativa, que possibilita a articulação entre os três níveis de governo, assim como com a sociedade civil organizada, para a implementação e a execução das políticas de segurança alimentar e nutricional.
(__)Os órgãos e entidades públicos ou privados que integram o SISAN o farão em caráter interdependente, assegurada a autonomia dos seus processos decisórios.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3908369 Nutrição
A atividade de água (aw) é reconhecida como um parâmetro intrínseco de elevada relevância na microbiologia de alimentos, uma vez que expressa a fração de água efetivamente disponível para o metabolismo e a multiplicação de micro-organismos. Considerando os fundamentos físico-químicos da aw e sua influência sobre a dinâmica microbiana nos alimentos, analise as afirmativas a seguir.

I.Um valor de aw em geral estabelece o valor mínimo em que uma bactéria pode se multiplicar. Quando a aw for mínima, a multiplicação da população bacteriana será mínima; a multiplicação aumentará quando aumentar a aw.
II.Em valores mais baixos de aw, do que o mínimo, as bactérias não necessariamente morrerão, porém isso pode acontecer a algumas porções da população. As bactérias que sobreviverem poderão permanecer inativas, mas infecciosas.
III.É importante salientar que a aw é apenas um dos fatores que devem ser considerados em alimentos, pois ainda há outros fatores importantes (p. ex., pH e temperatura).

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
3601: C
3602: C
3603: A
3604: B
3605: B
3606: B
3607: C
3608: A
3609: B
3610: B
3611: B
3612: A
3613: C
3614: B
3615: D
3616: C
3617: C
3618: C
3619: A
3620: B