Questões de Concurso Para analista legislativo - processo legislativo

Foram encontradas 382 questões

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Q3577287 Matemática
Pedro possui 150 dólares e 250 euros. Esse dinheiro equivale a R$ 2.425,00 nas cotações de um determinado dia. Marília possui 240 dólares e 420 euros e, nas cotações do mesmo dia, esse dinheiro equivale a R$ 4.008,00. Neide possui 100 dólares e 200 euros que, nas cotações desse mesmo dia, equivale a 
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Q3577286 Matemática
Um dos lados do retângulo A mede 2 metros a mais do que o lado menor. O retângulo B tem a medida do lado menor igual à medida do lado maior do retângulo A, e a medida do lado maior de B é 3 metros maior do que a medida de seu lado menor.

Sabendo que a soma das áreas dos dois retângulos é igual a 36 m², a soma dos perímetros dos dois retângulos é igual a
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Q3577285 Matemática
Suponha que todos os funcionários de uma empresa tenham a mesma capacidade na realização de um trabalho x. Sabe-que 3 desses funcionários, trabalhando 6 horas por dia durante 15 dias, realizaram 2/9 desse trabalho x e pararam. Outros 5 desses funcionários trabalharam 4 horas por dia durante 45 dias e pararam. Após as etapas realizadas pelo grupo de 3 funcionários e pelo grupo de 5 funcionários, o que ainda resta para terminar o trabalho corresponde a
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Q3577284 Matemática
Uma empresa tem 132 funcionários, sendo a razão entre o número de homens e o número de mulheres igual a 8/3.

O dono da empresa decidiu dispensar um determinado número de homens e contratar, para substituí-los, esse mesmo número de funcionárias mulheres, de modo que a razão indicada passe a ser igual a 2. Se esse dono executar seu plano, o número de mulheres que serão contratadas é
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Q3577283 Matemática Financeira
Beatriz investiu x reais em um fundo que no primeiro ano teve um rendimento líquido de 20%. Após o segundo ano, a performance do fundo gerou um decréscimo líquido de 900 reais, e o montante passou a ser R$ 17.100,00. Após esses dois anos, qual foi o rendimento líquido obtido por Beatriz nessa aplicação?
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Q3577282 Matemática
Uma região retangular de medidas 5,18 m × 3,33 m deve ser dividida em quadrados iguais, de maneira a não deixar áreas da região sem divisão. Nessas condições, o menor número de quadrados em que essa divisão pode ser feita é
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Q3577281 Matemática
Luzia precisa embalar em caixas uma quantidade maior do que 170 e menor do que 260 bolinhas idênticas, de maneira que cada caixa tenha o mesmo número de bolinhas e que seja ocupada com o máximo de bolinhas possível. Ela tentou embalar em caixas que cabiam 9 bolinhas, mas sobraram 5. Tentou em caixas que cabiam 12 bolinhas, mas também sobraram 5. Finalmente, tentou em caixas que cabiam 13, todas as caixas ficaram completas e sem sobra de bolinhas.

O número de caixas em que cabem 13 bolinhas que foram necessárias para embalar todas as bolinhas é igual a
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Q3577280 Matemática
Luís e Rodrigo, ciclistas, começaram juntos um treinamento cujo objetivo era percorrer uma distância x. Em uma primeira etapa, Luís percorreu a sexta parte de x e, na segunda etapa, percorreu 2/15 do que faltava para completar x. Já Rodrigo, em sua primeira etapa, percorreu a quinta parte de x e, na segunda etapa, percorreu 5/6 do que faltava para completar x. Os dois terminaram a segunda etapa ao mesmo tempo e, nesse momento, a fração de x que os separava era igual a
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Q3577279 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto a seguir:

Quando se trata da relação com os animais, percebe-se uma certa tolerância _____ barbárie, como se houvesse uma ética ______  parte, que não se aplica __________   seres considerados inferiores e que, no entanto, sofrem.
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Q3577278 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A voz sem microfone


    Semana passada, animais de toda sorte, desde o cavalo à tartaruga, passando pelo esquilo, foram abençoados por um frade, em praça pública de Ipanema. Não sei o que eles acharam da benção. O ponto de vista dos animais não é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra essa efusão espiritual sobre sua carapaça.

    O que não quer dizer que os bichos não tenham opinião. Tanto a têm que editam um jornalzinho, ou encarregam gente de editá-lo por eles. Chama-se precisamente A Voz dos Animais e já vai pelo sexto número. Em cinco anos, saiu à rua seis vezes. Não se pode dizer que os animais abusem do direito de manifestar-se.

    Tenho à mão o número 6 e parece-me ouvir, de fato, a voz do animal através da modesta textura do papel de mimeógrafo. Porque o jornal é mimeografado. As finanças da organização não dão para mais. De qualquer modo, a voz, as vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos, os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco afeito a linguagens não dicionarizadas.

    Precisamos falar, precisamos ser escutados – diz o vozeio humilde, e aqui é um gato a protestar contra a estúpida corrida de gatos, ali é o cavalo pingando sangue depois do rodeio em que o obrigam a derrubar o cavaleiro, esporeando-o nas partes mais sensíveis. 

    O animal como ator compulsório de um espetáculo de sadismo com fins comerciais – eis uma das misérias da sociedade de entretenimento ou de consumo de crueldade. Ainda nos comprazemos em fazer sofrer, e tiramos disso um lucro em moeda corrente, que mais uma vez a pequenina, débil e mimeografada voz dos animais denuncia nos limites do melhor dos nossos órgãos de imprensa.


(Carlos Drummond de Andrade. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/18017/a-voz-sem-microfone)
Considere o trecho:

“O ponto de vista dos animais não é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra essa efusão espiritual sobre sua carapaça” (1° parágrafo).

As palavras destacadas expressam, correta e respectivamente, sentido de
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Q3577277 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A voz sem microfone


    Semana passada, animais de toda sorte, desde o cavalo à tartaruga, passando pelo esquilo, foram abençoados por um frade, em praça pública de Ipanema. Não sei o que eles acharam da benção. O ponto de vista dos animais não é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra essa efusão espiritual sobre sua carapaça.

    O que não quer dizer que os bichos não tenham opinião. Tanto a têm que editam um jornalzinho, ou encarregam gente de editá-lo por eles. Chama-se precisamente A Voz dos Animais e já vai pelo sexto número. Em cinco anos, saiu à rua seis vezes. Não se pode dizer que os animais abusem do direito de manifestar-se.

    Tenho à mão o número 6 e parece-me ouvir, de fato, a voz do animal através da modesta textura do papel de mimeógrafo. Porque o jornal é mimeografado. As finanças da organização não dão para mais. De qualquer modo, a voz, as vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos, os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco afeito a linguagens não dicionarizadas.

    Precisamos falar, precisamos ser escutados – diz o vozeio humilde, e aqui é um gato a protestar contra a estúpida corrida de gatos, ali é o cavalo pingando sangue depois do rodeio em que o obrigam a derrubar o cavaleiro, esporeando-o nas partes mais sensíveis. 

    O animal como ator compulsório de um espetáculo de sadismo com fins comerciais – eis uma das misérias da sociedade de entretenimento ou de consumo de crueldade. Ainda nos comprazemos em fazer sofrer, e tiramos disso um lucro em moeda corrente, que mais uma vez a pequenina, débil e mimeografada voz dos animais denuncia nos limites do melhor dos nossos órgãos de imprensa.


(Carlos Drummond de Andrade. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/18017/a-voz-sem-microfone)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal.
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Q3577276 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A voz sem microfone


    Semana passada, animais de toda sorte, desde o cavalo à tartaruga, passando pelo esquilo, foram abençoados por um frade, em praça pública de Ipanema. Não sei o que eles acharam da benção. O ponto de vista dos animais não é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra essa efusão espiritual sobre sua carapaça.

    O que não quer dizer que os bichos não tenham opinião. Tanto a têm que editam um jornalzinho, ou encarregam gente de editá-lo por eles. Chama-se precisamente A Voz dos Animais e já vai pelo sexto número. Em cinco anos, saiu à rua seis vezes. Não se pode dizer que os animais abusem do direito de manifestar-se.

    Tenho à mão o número 6 e parece-me ouvir, de fato, a voz do animal através da modesta textura do papel de mimeógrafo. Porque o jornal é mimeografado. As finanças da organização não dão para mais. De qualquer modo, a voz, as vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos, os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco afeito a linguagens não dicionarizadas.

    Precisamos falar, precisamos ser escutados – diz o vozeio humilde, e aqui é um gato a protestar contra a estúpida corrida de gatos, ali é o cavalo pingando sangue depois do rodeio em que o obrigam a derrubar o cavaleiro, esporeando-o nas partes mais sensíveis. 

    O animal como ator compulsório de um espetáculo de sadismo com fins comerciais – eis uma das misérias da sociedade de entretenimento ou de consumo de crueldade. Ainda nos comprazemos em fazer sofrer, e tiramos disso um lucro em moeda corrente, que mais uma vez a pequenina, débil e mimeografada voz dos animais denuncia nos limites do melhor dos nossos órgãos de imprensa.


(Carlos Drummond de Andrade. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/18017/a-voz-sem-microfone)
Em “Não se pode dizer que os animais abusem do direito de manifestar-se” (2° parágrafo), o verbo destacado está conjugado no mesmo tempo e modo que aquele destacado em:
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Q3577275 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A voz sem microfone


    Semana passada, animais de toda sorte, desde o cavalo à tartaruga, passando pelo esquilo, foram abençoados por um frade, em praça pública de Ipanema. Não sei o que eles acharam da benção. O ponto de vista dos animais não é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra essa efusão espiritual sobre sua carapaça.

    O que não quer dizer que os bichos não tenham opinião. Tanto a têm que editam um jornalzinho, ou encarregam gente de editá-lo por eles. Chama-se precisamente A Voz dos Animais e já vai pelo sexto número. Em cinco anos, saiu à rua seis vezes. Não se pode dizer que os animais abusem do direito de manifestar-se.

    Tenho à mão o número 6 e parece-me ouvir, de fato, a voz do animal através da modesta textura do papel de mimeógrafo. Porque o jornal é mimeografado. As finanças da organização não dão para mais. De qualquer modo, a voz, as vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos, os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco afeito a linguagens não dicionarizadas.

    Precisamos falar, precisamos ser escutados – diz o vozeio humilde, e aqui é um gato a protestar contra a estúpida corrida de gatos, ali é o cavalo pingando sangue depois do rodeio em que o obrigam a derrubar o cavaleiro, esporeando-o nas partes mais sensíveis. 

    O animal como ator compulsório de um espetáculo de sadismo com fins comerciais – eis uma das misérias da sociedade de entretenimento ou de consumo de crueldade. Ainda nos comprazemos em fazer sofrer, e tiramos disso um lucro em moeda corrente, que mais uma vez a pequenina, débil e mimeografada voz dos animais denuncia nos limites do melhor dos nossos órgãos de imprensa.


(Carlos Drummond de Andrade. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/18017/a-voz-sem-microfone)
Considere o trecho:

“De qualquer modo, a voz, as vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos, os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco afeito a linguagens não dicionarizadas.” (3° parágrafo)

É correto afirmar que, no trecho,
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Q3577274 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A voz sem microfone


    Semana passada, animais de toda sorte, desde o cavalo à tartaruga, passando pelo esquilo, foram abençoados por um frade, em praça pública de Ipanema. Não sei o que eles acharam da benção. O ponto de vista dos animais não é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra essa efusão espiritual sobre sua carapaça.

    O que não quer dizer que os bichos não tenham opinião. Tanto a têm que editam um jornalzinho, ou encarregam gente de editá-lo por eles. Chama-se precisamente A Voz dos Animais e já vai pelo sexto número. Em cinco anos, saiu à rua seis vezes. Não se pode dizer que os animais abusem do direito de manifestar-se.

    Tenho à mão o número 6 e parece-me ouvir, de fato, a voz do animal através da modesta textura do papel de mimeógrafo. Porque o jornal é mimeografado. As finanças da organização não dão para mais. De qualquer modo, a voz, as vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos, os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco afeito a linguagens não dicionarizadas.

    Precisamos falar, precisamos ser escutados – diz o vozeio humilde, e aqui é um gato a protestar contra a estúpida corrida de gatos, ali é o cavalo pingando sangue depois do rodeio em que o obrigam a derrubar o cavaleiro, esporeando-o nas partes mais sensíveis. 

    O animal como ator compulsório de um espetáculo de sadismo com fins comerciais – eis uma das misérias da sociedade de entretenimento ou de consumo de crueldade. Ainda nos comprazemos em fazer sofrer, e tiramos disso um lucro em moeda corrente, que mais uma vez a pequenina, débil e mimeografada voz dos animais denuncia nos limites do melhor dos nossos órgãos de imprensa.


(Carlos Drummond de Andrade. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/18017/a-voz-sem-microfone)
Assinale a alternativa que reescreve um trecho do texto mantendo o sentido original.
Alternativas
Q3577273 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A voz sem microfone


    Semana passada, animais de toda sorte, desde o cavalo à tartaruga, passando pelo esquilo, foram abençoados por um frade, em praça pública de Ipanema. Não sei o que eles acharam da benção. O ponto de vista dos animais não é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra essa efusão espiritual sobre sua carapaça.

    O que não quer dizer que os bichos não tenham opinião. Tanto a têm que editam um jornalzinho, ou encarregam gente de editá-lo por eles. Chama-se precisamente A Voz dos Animais e já vai pelo sexto número. Em cinco anos, saiu à rua seis vezes. Não se pode dizer que os animais abusem do direito de manifestar-se.

    Tenho à mão o número 6 e parece-me ouvir, de fato, a voz do animal através da modesta textura do papel de mimeógrafo. Porque o jornal é mimeografado. As finanças da organização não dão para mais. De qualquer modo, a voz, as vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos, os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco afeito a linguagens não dicionarizadas.

    Precisamos falar, precisamos ser escutados – diz o vozeio humilde, e aqui é um gato a protestar contra a estúpida corrida de gatos, ali é o cavalo pingando sangue depois do rodeio em que o obrigam a derrubar o cavaleiro, esporeando-o nas partes mais sensíveis. 

    O animal como ator compulsório de um espetáculo de sadismo com fins comerciais – eis uma das misérias da sociedade de entretenimento ou de consumo de crueldade. Ainda nos comprazemos em fazer sofrer, e tiramos disso um lucro em moeda corrente, que mais uma vez a pequenina, débil e mimeografada voz dos animais denuncia nos limites do melhor dos nossos órgãos de imprensa.


(Carlos Drummond de Andrade. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/18017/a-voz-sem-microfone)
A partir da leitura do texto, é correto concluir que o título “A voz sem microfone” faz referência ao fato de que
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Q3577272 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Chuvas e constelações


    Um tema pouco veiculado na literatura etnológica brasileira é o calendário das atividades de subsistência de um grupo indígena – os Desâna, do rio Tiquié –, determinado pelo aparecimento de certas constelações. O conhecimento empírico dos Desâna divide o clima da região em certo número de “verões”, alguns muito curtos, outros mais longos, entremeados por chuvas, estas anunciadas pelas constelações. A ambas – constelações e chuvas – estão associados os ciclos econômicos naturais: início, amadurecimento e término das safras de frutas; ocorrência de piracemas; safras de insetos, como a maniuara e a saúva, de grande importância alimentar. Às referidas mudanças climáticas vincula-se também o ciclo agrícola, pois a queima das roças é feita nas estiagens. 

    O ano dos indígenas Desâna começa em outubro, quando surge no poente a constelação “Iluminação da jararaca” (añá siñoliru). A pesada chuva que ela anuncia também tem esse nome. Logo surgem, uma em seguida à outra, as constelações que completam a figura da cobra: a “Cabeça de jararaca” (añá dihpuro puiró) e o “Corpo de jararaca” (añá dëhpë puiro). É época de fazer a limpeza do solo e a derrubada das árvores para abrir novas roças.

    Em janeiro vem o “verão do abiu” (kané were: abiu, verão), que dura cinco dias. É quando essa fruta começa a escassear. Vem em seguida o “verão do ingá” (mené were: ingá, verão), também assinalado pelo término da safra dessa fruta de vagem comprida. Esse verão dura de oito a 15 dias, tempo dedicado à queima da roça aberta na mata virgem derrubada em outubro. Quando acaba esse verão, no fim de janeiro, começa a chuva “Fêmur de tatu”, anunciada pela constelação do mesmo nome (pamo ngoá dëhka).

    As observações climáticas dos Desâna contradizem a noção de que, na região, há apenas duas estações: seca e chuvosa, ou “verão” e “inverno”. Também superam outra classificação simplista, que só distingue no solo amazônico a terra firme, a campina e a várzea. Disso se conclui que o conhecimento indígena dos fenômenos climáticos deve ser considerado para a compreensão da etnoecologia da Amazônia.


(Berta Ribeiro e Tolamãn Kenhíri. Chuvas e Constelações: Calendário econômico dos índios Desâna. Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=chuvas-e-constelacoes)
Está reescrita em conformidade com a norma-padrão de concordância a frase: 
Alternativas
Q3577271 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Chuvas e constelações


    Um tema pouco veiculado na literatura etnológica brasileira é o calendário das atividades de subsistência de um grupo indígena – os Desâna, do rio Tiquié –, determinado pelo aparecimento de certas constelações. O conhecimento empírico dos Desâna divide o clima da região em certo número de “verões”, alguns muito curtos, outros mais longos, entremeados por chuvas, estas anunciadas pelas constelações. A ambas – constelações e chuvas – estão associados os ciclos econômicos naturais: início, amadurecimento e término das safras de frutas; ocorrência de piracemas; safras de insetos, como a maniuara e a saúva, de grande importância alimentar. Às referidas mudanças climáticas vincula-se também o ciclo agrícola, pois a queima das roças é feita nas estiagens. 

    O ano dos indígenas Desâna começa em outubro, quando surge no poente a constelação “Iluminação da jararaca” (añá siñoliru). A pesada chuva que ela anuncia também tem esse nome. Logo surgem, uma em seguida à outra, as constelações que completam a figura da cobra: a “Cabeça de jararaca” (añá dihpuro puiró) e o “Corpo de jararaca” (añá dëhpë puiro). É época de fazer a limpeza do solo e a derrubada das árvores para abrir novas roças.

    Em janeiro vem o “verão do abiu” (kané were: abiu, verão), que dura cinco dias. É quando essa fruta começa a escassear. Vem em seguida o “verão do ingá” (mené were: ingá, verão), também assinalado pelo término da safra dessa fruta de vagem comprida. Esse verão dura de oito a 15 dias, tempo dedicado à queima da roça aberta na mata virgem derrubada em outubro. Quando acaba esse verão, no fim de janeiro, começa a chuva “Fêmur de tatu”, anunciada pela constelação do mesmo nome (pamo ngoá dëhka).

    As observações climáticas dos Desâna contradizem a noção de que, na região, há apenas duas estações: seca e chuvosa, ou “verão” e “inverno”. Também superam outra classificação simplista, que só distingue no solo amazônico a terra firme, a campina e a várzea. Disso se conclui que o conhecimento indígena dos fenômenos climáticos deve ser considerado para a compreensão da etnoecologia da Amazônia.


(Berta Ribeiro e Tolamãn Kenhíri. Chuvas e Constelações: Calendário econômico dos índios Desâna. Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=chuvas-e-constelacoes)
Assinale a alternativa em que a inclusão de vírgula(s) no trecho original respeita a norma-padrão de emprego dos sinais de pontuação.
Alternativas
Q3577270 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Chuvas e constelações


    Um tema pouco veiculado na literatura etnológica brasileira é o calendário das atividades de subsistência de um grupo indígena – os Desâna, do rio Tiquié –, determinado pelo aparecimento de certas constelações. O conhecimento empírico dos Desâna divide o clima da região em certo número de “verões”, alguns muito curtos, outros mais longos, entremeados por chuvas, estas anunciadas pelas constelações. A ambas – constelações e chuvas – estão associados os ciclos econômicos naturais: início, amadurecimento e término das safras de frutas; ocorrência de piracemas; safras de insetos, como a maniuara e a saúva, de grande importância alimentar. Às referidas mudanças climáticas vincula-se também o ciclo agrícola, pois a queima das roças é feita nas estiagens. 

    O ano dos indígenas Desâna começa em outubro, quando surge no poente a constelação “Iluminação da jararaca” (añá siñoliru). A pesada chuva que ela anuncia também tem esse nome. Logo surgem, uma em seguida à outra, as constelações que completam a figura da cobra: a “Cabeça de jararaca” (añá dihpuro puiró) e o “Corpo de jararaca” (añá dëhpë puiro). É época de fazer a limpeza do solo e a derrubada das árvores para abrir novas roças.

    Em janeiro vem o “verão do abiu” (kané were: abiu, verão), que dura cinco dias. É quando essa fruta começa a escassear. Vem em seguida o “verão do ingá” (mené were: ingá, verão), também assinalado pelo término da safra dessa fruta de vagem comprida. Esse verão dura de oito a 15 dias, tempo dedicado à queima da roça aberta na mata virgem derrubada em outubro. Quando acaba esse verão, no fim de janeiro, começa a chuva “Fêmur de tatu”, anunciada pela constelação do mesmo nome (pamo ngoá dëhka).

    As observações climáticas dos Desâna contradizem a noção de que, na região, há apenas duas estações: seca e chuvosa, ou “verão” e “inverno”. Também superam outra classificação simplista, que só distingue no solo amazônico a terra firme, a campina e a várzea. Disso se conclui que o conhecimento indígena dos fenômenos climáticos deve ser considerado para a compreensão da etnoecologia da Amazônia.


(Berta Ribeiro e Tolamãn Kenhíri. Chuvas e Constelações: Calendário econômico dos índios Desâna. Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=chuvas-e-constelacoes)
Assinale a alternativa em que a expressão entre colchetes substitui aquela destacada, sem prejuízo da norma­-padrão da língua.
Alternativas
Q3577269 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Chuvas e constelações


    Um tema pouco veiculado na literatura etnológica brasileira é o calendário das atividades de subsistência de um grupo indígena – os Desâna, do rio Tiquié –, determinado pelo aparecimento de certas constelações. O conhecimento empírico dos Desâna divide o clima da região em certo número de “verões”, alguns muito curtos, outros mais longos, entremeados por chuvas, estas anunciadas pelas constelações. A ambas – constelações e chuvas – estão associados os ciclos econômicos naturais: início, amadurecimento e término das safras de frutas; ocorrência de piracemas; safras de insetos, como a maniuara e a saúva, de grande importância alimentar. Às referidas mudanças climáticas vincula-se também o ciclo agrícola, pois a queima das roças é feita nas estiagens. 

    O ano dos indígenas Desâna começa em outubro, quando surge no poente a constelação “Iluminação da jararaca” (añá siñoliru). A pesada chuva que ela anuncia também tem esse nome. Logo surgem, uma em seguida à outra, as constelações que completam a figura da cobra: a “Cabeça de jararaca” (añá dihpuro puiró) e o “Corpo de jararaca” (añá dëhpë puiro). É época de fazer a limpeza do solo e a derrubada das árvores para abrir novas roças.

    Em janeiro vem o “verão do abiu” (kané were: abiu, verão), que dura cinco dias. É quando essa fruta começa a escassear. Vem em seguida o “verão do ingá” (mené were: ingá, verão), também assinalado pelo término da safra dessa fruta de vagem comprida. Esse verão dura de oito a 15 dias, tempo dedicado à queima da roça aberta na mata virgem derrubada em outubro. Quando acaba esse verão, no fim de janeiro, começa a chuva “Fêmur de tatu”, anunciada pela constelação do mesmo nome (pamo ngoá dëhka).

    As observações climáticas dos Desâna contradizem a noção de que, na região, há apenas duas estações: seca e chuvosa, ou “verão” e “inverno”. Também superam outra classificação simplista, que só distingue no solo amazônico a terra firme, a campina e a várzea. Disso se conclui que o conhecimento indígena dos fenômenos climáticos deve ser considerado para a compreensão da etnoecologia da Amazônia.


(Berta Ribeiro e Tolamãn Kenhíri. Chuvas e Constelações: Calendário econômico dos índios Desâna. Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=chuvas-e-constelacoes)
No contexto do 1° parágrafo, as palavras “subsistência” e “empírico” têm como sinônimos, respectivamente: 
Alternativas
Q3577268 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Chuvas e constelações


    Um tema pouco veiculado na literatura etnológica brasileira é o calendário das atividades de subsistência de um grupo indígena – os Desâna, do rio Tiquié –, determinado pelo aparecimento de certas constelações. O conhecimento empírico dos Desâna divide o clima da região em certo número de “verões”, alguns muito curtos, outros mais longos, entremeados por chuvas, estas anunciadas pelas constelações. A ambas – constelações e chuvas – estão associados os ciclos econômicos naturais: início, amadurecimento e término das safras de frutas; ocorrência de piracemas; safras de insetos, como a maniuara e a saúva, de grande importância alimentar. Às referidas mudanças climáticas vincula-se também o ciclo agrícola, pois a queima das roças é feita nas estiagens. 

    O ano dos indígenas Desâna começa em outubro, quando surge no poente a constelação “Iluminação da jararaca” (añá siñoliru). A pesada chuva que ela anuncia também tem esse nome. Logo surgem, uma em seguida à outra, as constelações que completam a figura da cobra: a “Cabeça de jararaca” (añá dihpuro puiró) e o “Corpo de jararaca” (añá dëhpë puiro). É época de fazer a limpeza do solo e a derrubada das árvores para abrir novas roças.

    Em janeiro vem o “verão do abiu” (kané were: abiu, verão), que dura cinco dias. É quando essa fruta começa a escassear. Vem em seguida o “verão do ingá” (mené were: ingá, verão), também assinalado pelo término da safra dessa fruta de vagem comprida. Esse verão dura de oito a 15 dias, tempo dedicado à queima da roça aberta na mata virgem derrubada em outubro. Quando acaba esse verão, no fim de janeiro, começa a chuva “Fêmur de tatu”, anunciada pela constelação do mesmo nome (pamo ngoá dëhka).

    As observações climáticas dos Desâna contradizem a noção de que, na região, há apenas duas estações: seca e chuvosa, ou “verão” e “inverno”. Também superam outra classificação simplista, que só distingue no solo amazônico a terra firme, a campina e a várzea. Disso se conclui que o conhecimento indígena dos fenômenos climáticos deve ser considerado para a compreensão da etnoecologia da Amazônia.


(Berta Ribeiro e Tolamãn Kenhíri. Chuvas e Constelações: Calendário econômico dos índios Desâna. Disponível em: https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=chuvas-e-constelacoes)
No 4° parágrafo, os autores afirmam que as observações climáticas dos Desâna contrariam a ideia que se tem sobre o clima da região. Um trecho em que se explora essa contrariedade é:
Alternativas
Respostas
101: D
102: A
103: B
104: D
105: C
106: E
107: C
108: D
109: A
110: B
111: D
112: A
113: C
114: A
115: E
116: B
117: C
118: D
119: A
120: E