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Q3080364 Português
LIDANDO COM O TEMPO OU ADMINISTRANDO O TEMPO


    Muito antes de Albert Einstein e da Teoria da Relatividade, já conhecíamos a característica relativa do tempo. Quem nunca sentiu na pele o quanto demora a se concretizar algo que almeja muito ou quão fugaz não foi um evento em que se estava cercado de pessoas queridas?

    Quer ser uma pessoa de sucesso? Aprenda a lidar com o tempo e a administrá-lo. Vale a pena mencionar um excelente texto de Raduan Nassar: “O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Não tem começo nem fim. Onipresente, o tempo está em tudo. Existe tempo nas cadeiras onde sentamos, nos móveis da família, nas paredes, na água que bebemos(...)

    Rico só é o homem que aprendeu, piedoso e humilde, a conviver com o tempo, aproximando-se dele com ternura, não contrariando suas disposições, não se rebelando contra seu curso, não irritando sua corrente, estando atento para seu fluxo, brindando antes com sabedoria para receber dele os favores e não a sua ira.

    (...)

    Na conta do tempo, não pode deixar de haver espaço para o lazer, para a atividade física e para exercitar a sua fé.”


DOUGLAS, William. Sabedoria para Vencer. 2021. p.141-142.
Em qual das alternativas abaixo, existe uma mensagem NÃO declarada no texto 02?
Alternativas
Q3080362 Português
   As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente.

  Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.

  À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais.

   Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades-irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais.

    “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).

    “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa.

    O que explica a data de aniversário compartilhada?

    Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades.

    “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.


Disponível em: https://www.folhape.com.br/noticias/olinda-e-recife-uma-historia-de-resistencias-e/261462/ Acesso em 20/09/2024.
Em qual das alternativas abaixo, o verbo NÃO pede complemento regido de preposição?
Alternativas
Q3080361 Português
   As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente.

  Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.

  À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais.

   Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades-irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais.

    “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).

    “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa.

    O que explica a data de aniversário compartilhada?

    Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades.

    “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.


Disponível em: https://www.folhape.com.br/noticias/olinda-e-recife-uma-historia-de-resistencias-e/261462/ Acesso em 20/09/2024.

Observe os itens abaixo:


I. “...e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.”


II. “À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas.”



Sobre o emprego da Crase, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3080360 Português
   As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente.

  Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.

  À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais.

   Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades-irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais.

    “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).

    “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa.

    O que explica a data de aniversário compartilhada?

    Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades.

    “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.


Disponível em: https://www.folhape.com.br/noticias/olinda-e-recife-uma-historia-de-resistencias-e/261462/ Acesso em 20/09/2024.
Assinale a alternativa na qual os termos destacados em maiúscula são exemplo de Regência Nominal.
Alternativas
Q3080359 Português
   As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente.

  Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.

  À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais.

   Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades-irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais.

    “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).

    “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa.

    O que explica a data de aniversário compartilhada?

    Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades.

    “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.


Disponível em: https://www.folhape.com.br/noticias/olinda-e-recife-uma-historia-de-resistencias-e/261462/ Acesso em 20/09/2024.

Observe o fragmento de texto abaixo e os termos nele destacados:


“Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação IDENTITÁRIA(1) um bairrismo que virou CARACTERÍSTICA”(2) .



Em que alternativa abaixo, a dupla de termos é acentuada seguindo as mesmas regras gramaticais dos termos acima destacados? 

Alternativas
Q3080358 Português
   As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente.

  Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.

  À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais.

   Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades-irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais.

    “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).

    “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa.

    O que explica a data de aniversário compartilhada?

    Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades.

    “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.


Disponível em: https://www.folhape.com.br/noticias/olinda-e-recife-uma-historia-de-resistencias-e/261462/ Acesso em 20/09/2024.
Do segmento “As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções”, extrai-se que
Alternativas
Q3067267 Sociologia
As políticas públicas são constituídas por três dimensões: os atores envolvidos, as instituições e as ideias. No modelo de análise conhecido como “Ciclo Político”, as políticas públicas são compostas por diversas fases que podem ser analisadas de forma isolada ou inter-relacionada. Sobre os estágios do ciclo político, marque as alternativas como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A construção de agenda é a última fase do ciclo político, quando os problemas passam do nível privado para o público.
( ) O processo de criação de soluções para o problema diz respeito ao estágio de formulação de políticas, quando é definido o que fazer e como fazer, a partir dos instrumentos necessários à implementação da política.
( ) A implementação de políticas é o primeiro estágio do ciclo, quando se coloca a decisão em prática. Trata-se da administração da política e do provimento de serviços, que podem envolver órgãos não governamentais e empresas estatais.
( ) A avaliação das políticas se refere ao processo de aferir se uma política está funcionando na prática, envolvendo os meios que são empregados e os objetivos que são atendidos.

A sequência CORRETA é, de cima para baixo:
Alternativas
Q3067266 Sociologia
O termo democracia é utilizado para designar uma forma de governo, ou seja, um modo específico de exercício do poder político. De acordo com as características do conceito de democracia, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3067265 Sociologia
Alguns dos conceitos fundamentais de Max Weber foram elaborados a partir da utilização de tipos ideais. Enquanto exercício interpretativo, a sua busca pelo sentido da conduta humana e dos fundamentos das relações sociais se deu a partir da construção de categorias como ação social, autoridade, legitimidade, racionalidade, entre outras, sobre as quais a sociologia compreensiva weberiana se assenta. Analise as afirmativas a seguir, relacionando-as às ideias que suas respectivas categorias buscam expressar.
1. Um indivíduo, ao fazer uma escolha, avalia a eficiência relativa de cada meio e as consequências da sua utilização em relação à prossecução de outros propósitos que possa ter também.
2. Um funcionário público que entra todos os dias na sua repartição à mesma hora não se comporta apenas movido pelo hábito, o seu comportamento é determinado pela validade de uma regra administrativa.
3. Um agente social consegue impor a sua vontade, em uma dada situação, mesmo que para tal tenha que entrar em oposição a outros com os quais mantém uma relação social.
4. As atividades de uma equipe de funcionários desenvolvem-se numa base regular, constituindo deveres oficiais e bem definidos, pois o funcionário não é o dono do lugar, e a sua carreira é regida por uma concepção abstrata do dever.

Assinale a alternativa que apresenta a correlação CORRETA com os respectivos conceitos, considerando as afirmativas de cima para baixo. 
Alternativas
Q3067264 Sociologia
Sobre a pobreza, seus conceitos e possibilidades de mensuração, analise as afirmativas a seguir.
I- Uma das formas mais tradicionais de se caracterizar a pobreza tem sido defini-la como insuficiência de renda. Para medir sua incidência sobre as populações, são utilizados indicadores como o PIB per capita de um país.
II- O conceito de pobreza absoluta está relacionado à linha da pobreza, representada por um valor de renda capaz de garantir a satisfação de necessidades básicas, sejam elas alimentares ou outras.
III- O PIB é um indicador de pobreza adequado tanto para economias baseadas em trocas monetárias, nas quais o atendimento às diversas necessidades é garantido através do dinheiro, como para aquelas em que a obtenção do bem-estar não se dá apenas através do dinheiro.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3067263 Sociologia
Indústria cultural é um termo que foi cunhado pela Escola de Frankfurt na década de 1930 para indicar a industrialização da cultura produzida em massa e os imperativos comerciais que são construídos através de artefatos de produção industrial. Entre as assertivas a seguir, indique aquela que está de acordo com as formulações teóricas frankfurtianas acerca da indústria cultural.
Alternativas
Q3067262 Sociologia
Acerca dos preceitos positivistas sobre a produção do conhecimento científico, analise as alternativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Em uma visão positivista do mundo, a ciência é vista como o único caminho para se chegar à verdade e para entender e explicar os fenômenos, já que é impossível prevê-los e controlá-los.
( ) O positivismo repreende a aproximação das ciências sociais com as ciências da natureza e defende a adoção de métodos próprios e distintos dos adotados pela física, uma vez que os objetos dessas ciências são diferentes.
( ) O elemento mais importante de uma base empírica é o fato. A experimentação é uma estratégia questionável, e a neutralidade do pesquisador é uma condição indispensável.
( ) Para o Positivismo, é possível descobrir as leis e estabelecer as relações de causa e efeito que permeiam os fenômenos analisados, observando a clara dicotomia entre ciência e ação.

A sequência CORRETA é, de cima para baixo:
Alternativas
Q3067261 Sociologia
Entre os fenômenos típicos do capitalismo está a mercantilização. As sociedades, na Idade Média, eram pouco mercantilizadas, e o indivíduo tinha sua sobrevivência pautada pelo apoio de instituições como igreja e família e não pelos contratos de trabalho. A consolidação do capitalismo destruiu as formas pré-mercantilizadas de proteção social, o que implicou a necessidade da venda da força de trabalho, causando a alienação dos trabalhadores. Por isso, de acordo com o sociólogo dinamarquês Esping-Andersen, os movimentos trabalhistas sempre lutaram pela desmercantilização do trabalho. Atualmente, esse conceito é considerado uma inovação nas análises de políticas sociais dentro do contexto de proteção social.
Com relação à ideia de desmercantilização do trabalho, analise as afirmativas a seguir.
I- A concepção de desmercantilização deve incorporar a possibilidade de cada cidadão decidir e optar livremente por não trabalhar quando assim considerar ou julgar necessário, podendo e tendo como sobreviver dignamente por meio da sua inserção no mercado.
II- A desmercantilização do trabalho é uma pré-condição para que os trabalhadores tenham um nível tolerável de bem-estar e segurança social. Sem desmercantilização os trabalhadores teriam maiores dificuldades em agir coletivamente.
III- A desmercantilização do trabalho faz referência ao grau de autonomia e independência que as políticas sociais conseguem garantir aos indivíduos de sobreviverem através das relações do mercado, uma vez que a mercantilização fortaleceria a organização dos trabalhadores e enfraqueceria o poder e a autoridade dos patrões.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3067260 Sociologia
Nas primeiras sistematizações da Sociologia Brasileira estão as interpretações do processo de formação social do Brasil, entres as quais se destacam as obras de Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Florestan Fernandes. A partir de pontos de vista diversos, os fatos essenciais da realidade brasileira foram tratados pelos autores clássicos da Sociologia no Brasil, considerando as condições políticas e sociais que estavam ligadas aos problemas e às possibilidades de desenvolvimento do país. Nesse sentido, analise as afirmações a seguir e indique a alternativa que apresenta a correspondência CORRETA com o respectivo conceito e autor.
• Gerou uma consciência falsa da realidade ao não denunciar a desigualdade de oportunidades entre negros e brancos.
• Tratou a miscigenação (um fato biológico) e a democratização (fato sociopolítico) como fenômenos semelhantes.
• Funcionou como uma cultura política e um obstáculo para enfrentar a verdadeira questão racial no Brasil. 
Alternativas
Q3067259 Sociologia
“A história de vida não é um dado para a ciência social convencional, embora tenha algumas de suas características por se constituir numa tentativa de reunir material útil para a formulação de teoria sociológica geral. Tampouco ela é uma autobiografia convencional, ainda que compartilhe com a autobiografia sua forma narrativa, seu ponto de vista na primeira pessoa e sua postura abertamente subjetiva. Certamente não é ficção, embora os documentos de história de vida mais interessantes tenham uma sensibilidade, um ritmo e uma urgência dramática que qualquer romancista adoraria conseguir” (Becker, 1993, p.101).
Entre as assertivas a seguir, qual está em desacordo com os princípios da História de Vida enquanto método de análise dos fenômenos sociais?
Alternativas
Q3067258 Sociologia
Na obra Capitalismo e Moderna Teoria Social, Anthony Giddens afirma que “[...] Karl Marx operou uma síntese muito válida entre correntes de pensamento divergentes, que radicavam nas características sociais, econômicas e políticas diferentes dos três principais países da Europa” (1972, p.20). Acerca dos pressupostos teóricos que dão forma às ideias marxistas, analise os itens a seguir.
I- A história é um processo de criação, satisfação e recriação das necessidades humanas. O progresso da alienação e da propriedade privada é uma implicação da expansão da divisão do trabalho. Por isso, o mundo real não pode ser inferido do estudo do mundo ideal; é o mundo ideal que tem que ser interpretado como uma resultante histórica do mundo real.
II- A constituição de uma economia de troca é resultante de um processo histórico. e o capitalismo, embora seja um modo de produção específico, tem condições de produção que podem ser consideradas universais e características de todas as formas de economia.
III- A participação geral da vida política é o ideal a que se propõem todos os Estados, porém, na prática, o Estado é uma forma alienada de atividade política, na qual o que se verifica é uma luta de interesses de setores. A verdadeira democracia exige que a alienação entre o indivíduo e a comunidade política seja ultrapassada através da resolução da dicotomia entre os interesses individuais e o caráter social da vida política.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)  
Alternativas
Q3067257 Sociologia
A política social, enquanto tipo específico de política pública, é constituída por um conjunto de intervenções que visam assegurar a garantia e o exercício dos direitos sociais. Em termos de abrangência, uma política social pode se estruturar a partir de medidas e ações universalistas, focalizadas e meritocráticas. A respeito disso, julgue as assertivas a seguir como falsas (F) ou verdadeiras (V) e indique a que contém a sequência CORRETA.
( ) Por focalização entendemos a eleição de um segmento específico da população como alvo de uma política social, que redistribui bens e serviços, de acordo com a necessidade e a partir de um condicionante prévio.
( ) Contrastando com as políticas focalizadas, temos as políticas universais, que concedem benefícios a todos aqueles que estão inseridos no mercado de trabalho.
( ) Uma política social meritocrática relacionada a uma concepção de direitos deve ser garantida igualmente a todos os cidadãos, independentemente de contribuições sociais.
( ) A política social brasileira adotou, de 1988 para cá, somente medidas e ações universalistas.

A sequência CORRETA é, de cima para baixo:
Alternativas
Q3067256 Sociologia
Podemos compreender a metodologia Survey como um processo de pesquisa baseado no levantamento de informações – percepções, ações, características – de um grupo de pessoas, por meio de um instrumento de obtenção de dados. Entre os princípios e fundamentos da Pesquisa Survey, estão: 
Alternativas
Q3067255 Sociologia
Sobre a teoria do suicídio, de Emile Durkheim, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
241: C
242: B
243: E
244: C
245: A
246: C
247: D
248: C
249: A
250: B
251: E
252: D
253: E
254: B
255: D
256: B
257: C
258: A
259: E
260: A