Questões de Concurso Para analista legislativo - contabilidade

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Q4156294 Português
Uma vela para Dario


   Dario vem apressado, guarda-chuva no braço esquerdo. Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.

   Dois ou trés passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.

   Ele reclina-se mais um pouco, estendido na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros se afastem e o deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espumа surgem no canto da boca.

   Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta a outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.

   A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.

    Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.

    Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.

   Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficam sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade.

     Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.

     O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo - os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele próprio - quando vivo - só destacava molhando no sabonete A polícia decide chamar o rabecão.

     A última boca repete - Ele morreu, ele morreu. E a gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vé-lo, todo o ar de um defunto.

     Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.

     Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.

     Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.


(Adaptado de: TREVISAN, Dalton. 33 contos escolhidos. Rio de Janeiro: Record, 2005)
Respeita plenamente as normas de regência verbal e nominal o livre comentário a respeito do texto:
Alternativas
Q4156293 Português
Uma vela para Dario


   Dario vem apressado, guarda-chuva no braço esquerdo. Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.

   Dois ou trés passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.

   Ele reclina-se mais um pouco, estendido na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros se afastem e o deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espumа surgem no canto da boca.

   Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta a outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.

   A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.

    Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.

    Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.

   Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficam sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade.

     Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.

     O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo - os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele próprio - quando vivo - só destacava molhando no sabonete A polícia decide chamar o rabecão.

     A última boca repete - Ele morreu, ele morreu. E a gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vé-lo, todo o ar de um defunto.

     Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.

     Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.

     Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.


(Adaptado de: TREVISAN, Dalton. 33 contos escolhidos. Rio de Janeiro: Record, 2005)
No trecho Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo, o pronome sublinhado refere-se a
Alternativas
Q4156291 Português
 Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.  


As ruas abertas à livre circulação de pessoas e veículos representam uma das imagens mais vivas da cidade moderna. Apesar de as cidades ocidentais incorporarem várias e até contraditórias versões da modernidade, há um grande consenso a respeito de quais são os elementos básicos da experiência moderna de vida pública urbana: a primazia e a abertura de ruas; a circulação livre; os encontros impessoais e anônimos de pedestres; o uso público e espontâneo das ruas e praças; e a presença de pessoas de diferentes grupos sociais passeando e observando os outros que passam, olhando vitrines, fazendo compras, sentando nos cafés, participando de manifestações políticas, apropriando as ruas para seus festivais e comemorações, ou usando os espaços especialmente designados para o lazer das massas. Esses elementos são associados à vida moderna em cidades capitalistas pelo menos desde a reforma de Paris promovida pelo barão de Haussmann na segunda metade do século XIX. No cerne da concepção de vida pública urbana incorporada na Paris moderna estavam as noções de que o espaço da cidade é aberto para ser usado e usufruído por qualquer um e de que a sociedade de consumo que ele abriga poderia tornar-se acessível a todos. É claro que esse nunca foi exatamente o caso, em Paris ou em qualquer outro lugar. As cidades modernas foram sempre marcadas por desigualdades sociais e segregação espacial e nunca deixaram de ser apropriadas de formas bastante diferentes por diversos grupos, dependendo de sua posição social e de seu poder.

   No entanto, a despeito das persistentes desigualdades e injustiças sociais, as cidades ocidentais modernas sempre mantiveram vários sinais de abertura, sobretudo no que diz respeito à circulação e ao consumo. Esses sinais contribuíram para manter o valor positivo associado à ideia de um espaço público aberto, acessível a todos e a qualquer um.

   As cidades modernas têm servido de cenário para todo tipo de manifestação política. Na verdade, a promessa de incorporação à sociedade moderna incluía não só a cidade e o consumo, mas também a ordem política. As imagens da cidade moderna são análogas àquelas da ordem liberal-democrática, consolidada  a partir da ficção do contrato social entre pessoas livres e iguais e que moldou a esfera política moderna. Essa ficção, tão radical quanto aquela da cidade aberta, ajudou a destruir a ordem social estamental que a precedeu. No entanto, foi só depois de muitas lutas que as definições de quem poderia ser considerado "livre e igual" foram pouco a pouco expandidas. Tanto a cidade aberta e sem exclusões quanto a ordem política incorporando todos os cidadãos como iguais nunca existiram, mas seus ideais fundadores e suas promessas de incorporação mantiveram seu poder por pelo menos dois séculos, dando forma a experiências de cidadania e de vida urbana e legitimando as ações de vários grupos excluídos em suas reivindicações por incorporação.

(Adaptado de: CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34; Edusp, 2011, pp 302 a 305) 
O verbo que possui o mesmo tipo de complemento que o da frase "as cidades ocidentais modernas sempre mantiveram vários sinais de abertura", está sublinhado em:
Alternativas
Q4156287 Português
 Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.  


As ruas abertas à livre circulação de pessoas e veículos representam uma das imagens mais vivas da cidade moderna. Apesar de as cidades ocidentais incorporarem várias e até contraditórias versões da modernidade, há um grande consenso a respeito de quais são os elementos básicos da experiência moderna de vida pública urbana: a primazia e a abertura de ruas; a circulação livre; os encontros impessoais e anônimos de pedestres; o uso público e espontâneo das ruas e praças; e a presença de pessoas de diferentes grupos sociais passeando e observando os outros que passam, olhando vitrines, fazendo compras, sentando nos cafés, participando de manifestações políticas, apropriando as ruas para seus festivais e comemorações, ou usando os espaços especialmente designados para o lazer das massas. Esses elementos são associados à vida moderna em cidades capitalistas pelo menos desde a reforma de Paris promovida pelo barão de Haussmann na segunda metade do século XIX. No cerne da concepção de vida pública urbana incorporada na Paris moderna estavam as noções de que o espaço da cidade é aberto para ser usado e usufruído por qualquer um e de que a sociedade de consumo que ele abriga poderia tornar-se acessível a todos. É claro que esse nunca foi exatamente o caso, em Paris ou em qualquer outro lugar. As cidades modernas foram sempre marcadas por desigualdades sociais e segregação espacial e nunca deixaram de ser apropriadas de formas bastante diferentes por diversos grupos, dependendo de sua posição social e de seu poder.

   No entanto, a despeito das persistentes desigualdades e injustiças sociais, as cidades ocidentais modernas sempre mantiveram vários sinais de abertura, sobretudo no que diz respeito à circulação e ao consumo. Esses sinais contribuíram para manter o valor positivo associado à ideia de um espaço público aberto, acessível a todos e a qualquer um.

   As cidades modernas têm servido de cenário para todo tipo de manifestação política. Na verdade, a promessa de incorporação à sociedade moderna incluía não só a cidade e o consumo, mas também a ordem política. As imagens da cidade moderna são análogas àquelas da ordem liberal-democrática, consolidada  a partir da ficção do contrato social entre pessoas livres e iguais e que moldou a esfera política moderna. Essa ficção, tão radical quanto aquela da cidade aberta, ajudou a destruir a ordem social estamental que a precedeu. No entanto, foi só depois de muitas lutas que as definições de quem poderia ser considerado "livre e igual" foram pouco a pouco expandidas. Tanto a cidade aberta e sem exclusões quanto a ordem política incorporando todos os cidadãos como iguais nunca existiram, mas seus ideais fundadores e suas promessas de incorporação mantiveram seu poder por pelo menos dois séculos, dando forma a experiências de cidadania e de vida urbana e legitimando as ações de vários grupos excluídos em suas reivindicações por incorporação.

(Adaptado de: CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34; Edusp, 2011, pp 302 a 305) 
No cerne da concepção de vida pública urbana incorporada na Paris moderna estavam as noções de que o espaço da cidade é aberto para ser usado e usufruído por qualquer um e de que a sociedade de consumo que ele abriga poderia tornar-se acessível a todos.
Uma nova redação para a frase acima, em que se mantêm a correção e, em linhas gerais, o sentido original, encontra-se em:
Alternativas
Q3881848 Contabilidade Pública
Uma entidade do setor público deprecia os seus ativos imobilizados de acordo com o método da linha reta. Ainda, estima que a vida útil de seus imóveis é de 25 anos.

Em 31/12/2025, a entidade apresentava três imóveis em seu Balanço Patrimonial.

• Imóvel A: comprado por R$300.000, é utilizado para aluguel a terceiros e mensurado pelo valor justo.
• Imóvel B: comprado por R$400.000, é mantido para valorização e mensurado pelo valor justo.
• Imóvel C: comprado por R$500.000, foi colocado à venda por seu valor contábil e está sem utilização, pronto para ser vendido.

A entidade realiza teste de recuperabilidade de seus ativos anualmente e não reconheceu perda por recuperabilidade dos ativos.

Assinale a opção que indica a despesa mensal de depreciação da entidade em janeiro de 2026:
Alternativas
Q3881847 Contabilidade Geral
De acordo com a NBC TSP 10– Redução ao Valor Recuperável de Ativo Gerador de Caixa, ativos geradores de caixa são aqueles
Alternativas
Q3881846 Contabilidade Pública
Uma entidade do setor público adquiriu peças de reposição para equipamentos, que foram classificadas como estoque, de acordo com a NBC TSP 04– Estoques.
O custo oficial das peças era de R$10.000, no entanto, por ter realizado a compra em quantidade, a entidade obteve um desconto comercial de R$1.000.
Quando as peças chegaram ao local de destino, foi constatado que houve um desperdício anormal, de responsabilidade da entidade, de modo que o equivalente a R$400 teve que ser descartado.

No Balanço Patrimonial da entidade, o estoque foi, originalmente, reconhecido por
Alternativas
Q3881845 Contabilidade Pública
Em 01/01/2023, uma entidade do setor público adquiriu uma aeronave para transportar os seus diretores a reuniões internacionais por R$900.000. A vida útil foi estimada em 15 anos. Além disso, a aeronave era depreciada pelo método da linha reta. Ainda, havia despesas mensais de manutenção de R$9.000.
Em 01/01/2025, a entidade decidiu vender a aeronave para aumentar o seu dinheiro em caixa.
Além disso, passou a alugar uma aeronave para a realização do transporte. Na data, ela estimou que, no ano, a despesa mensal com o aluguel seria de R$12.000.

Ao utilizar a aeronave alugada, em detrimento à aeronave própria, as despesas anuais da sociedade empresária serão
Alternativas
Q3881844 Contabilidade Pública
Uma entidade do setor público foi acionada na Justiça por um grupo de funcionários. Em 2024, a perda da causa era considerada provável e os advogados da entidade estimavam que ela precisaria pagar R$30.000 aos reclamantes.
Em 2025, os advogados da entidade passaram a considerar a perda como possível.

No Balanço Patrimonial da entidade, em 2025 houve a seguinte variação:
Alternativas
Q3881843 Contabilidade Pública
Em dezembro de 2025, uma entidade do setor público reconheceu receita de R$18.000, decorrente de royalties de um de seus ativos.
Em janeiro de 2026, a entidade constatou que, do valor, R$8.000 eram incobráveis e R$10.000 deixaram de ter recebimento provável.

De acordo com a NBC TSP 02– Receita de Transação com Contraprestação, em janeiro de 2026, a entidade deve reconhecer
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Q3881842 Contabilidade Pública
Uma entidade do setor público recebeu um ativo oriundo de transação sem contraprestação.
Para que a entidade reconheça o ativo, em seu Balanço Patrimonial, deve haver
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Q3881841 Contabilidade Pública
Em 2025, uma entidade do setor público reconheceu os gastos com a compra de produtos utilizados em seu dia-a-dia diretamente como despesa, ao invés de realizar o reconhecimento como ativo, e depois baixa-lo. A entidade considerou que o fato não iria influenciar o cumprimento do dever de prestação de contas e responsabilização.
Com base nas definições da NBC TSP Estrutura ConceitualEstrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Informação Contábil de Propósito Geral pelas Entidades do Setor Público, pode-se constatar que a informação não é
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Q3881840 Contabilidade Geral
De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 00 (R2)- Estrutura Conceitual para Relatório Financeiro, o objetivo do relatório financeiro para fins gerais é fornecer informações financeiras sobre a entidade que reporta que sejam úteis para os seus principais usuários na tomada de decisões referente à oferta de recursos à entidade.

O público em geral também pode considerar relatórios financeiros para fins gerais úteis. No entanto, esses relatórios serão direcionados a eles quando são
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Q3881839 Contabilidade Geral
Uma sociedade empresária apresentou os seguintes saldos em sua Demonstração do Resultado em 31/12/2025:
Receita de Vendas: R$600.000; Custo das Mercadorias Vendidas: R$150.000; Despesas Operacionais: R$200.000; Imposto sobre a Renda e Contribuição Social: R$85.000.

Assinale a opção que indica a margem líquida da sociedade empresária em 31/12/2025.
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Q3881838 Contabilidade Geral
Uma sociedade empresária calculava e comparava anualmente os indicadores de liquidez por meio de seus relatórios internos.
Em 2024, ela avaliava o seu estoque por meio do método PEPS. Em 2025, utilizou o custo médio ponderado móvel.
Considerando que a sociedade empresária é localizada em país inflacionário, a mudança na avaliação impactou os indicadores de liquidez 
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Q3881837 Contabilidade Geral
Uma sociedade empresária apresenta, em seu Balanço Patrimonial, ativos fiscais diferidos advindos do registro de prejuízos fiscais e créditos fiscais.
De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 32- Tributos sobre o Lucro, a existência de prejuízos fiscais não utilizados é uma forte evidência de que
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Q3881836 Contabilidade Geral
Em 31/12/2025, as Cias X e Y apresentavam os seguintes saldos em seus Balanços Patrimoniais:

• Cia X: Disponibilidades: R$20.000; Capital Social: R$20.000.
• Cia Y: Disponibilidades: R$2.000; Terrenos: R$8.000; Capital Social: R$10.000.

Em 01/01/2026, a Cia X adquiriu, de terceiros, 100% de participação na Cia Y por R$11.000. A diferença entre o valor pago e o valor contábil foi atribuído ao goodwill.

Em relação ao Balanço Patrimonial Consolidado após a compra, é correto afirmar que o saldo em
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Q3881835 Contabilidade Geral
Em 2025, duas empresas independentes realizaram uma combinação de negócios, que foi efetivada fundamentalmente pela transferência de ativos e assunção de passivos.

Nesse caso o adquirente normalmente é a entidade que
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Q3881834 Contabilidade Geral
Em 31/12/2025, a Cia Alfa apresentava os seguintes saldos em seu Balanço Patrimonial: Disponibilidades: R$10.000; Contas a pagar: R$20.000; Patrimônio Líquido: R$30.000; Terreno: R$40.000.
Na data, a Cia Beta adquiriu 100% de participação na Cia Alfa.
Na alocação do preço pago, a Cia Beta constatou que o valor justo do terreno era de R$42.000. Além disso, identificou o valor de mercado dos ativos intangíveis, de R$12.000 e um goodwill, de R$8.000.

Assinale a opção que indica o valor pago pela Cia Beta pela aquisição da participação na Cia Alfa
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Q3881833 Contabilidade Geral
A Cia Z arrendou um terreno para a Cia W por 10 anos.
No Balanço Patrimonial da Cia W foi reconhecido um passivo de arrendamento, que foi mensurado, inicialmente pelo valor 
Alternativas
Respostas
101: C
102: C
103: A
104: B
105: A
106: D
107: A
108: A
109: E
110: C
111: D
112: B
113: B
114: A
115: D
116: C
117: B
118: D
119: C
120: E