Questões de Concurso Para assistente em administração

Foram encontradas 16.031 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4020576 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.


        Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.


        O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.


        No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.


(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)

*filme de suspense

Assinale a alternativa em que o trecho “Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem...” (1o parágrafo) está reescrito conforme a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q4020575 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.


        Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.


        O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.


        No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.


(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)

*filme de suspense

Considere os trechos a seguir:


•  “O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões...” (3o parágrafo)

•  “... Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife...” (4o parágrafo)


Os termos destacados podem ser respectivamente substituídos, preservando o sentido do contexto em que se encontram, por:

Alternativas
Q4020574 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.


        Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.


        O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.


        No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.


(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)

*filme de suspense

Está empregado em sentido próprio o termo destacado em:
Alternativas
Q4020573 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.


        Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.


        O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.


        No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.


(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)

*filme de suspense

De acordo com a opinião da autora, o filme O Agente Secreto
Alternativas
Q4013487 Administração Pública
Em uma unidade administrativa de um órgão público, mudanças no procedimento de solicitação de material e reserva de salas passaram a ser divulgadas por bilhetes, e-mails e recados verbais, gerando versões conflitantes e retrabalho. A chefia solicitou ao Assistente em Administração que organize o sistema de recebimento e divulgação das comunicações do setor e secretarie uma reunião de alinhamento entre equipes. Considerando a necessidade de clareza, abertura e comunicação em duas vias no trabalho em equipe, a medida que aumenta a eficácia da comunicação interna envolve:
Alternativas
Q4013486 Gestão de Pessoas
Em uma unidade administrativa, na reunião de alinhamento para reposição de materiais de consumo e equipamentos, dois setores passaram a responsabilizar um ao outro por atrasos e divergências de prioridade, elevando o tom e interrompendo definições. O Assistente em Administração, ao apoiar a chefia no levantamento e distribuição dos serviços e no registro dos encaminhamentos, precisa intervir para recuperar a cooperação e manter a qualidade da comunicação entre as partes, buscando solução do conflito com foco em resultados e relacionamento funcional, caracterizando uma postura profissional pautada por:
Alternativas
Q4013485 Administração Pública
Em uma unidade administrativa, surgiram ruídos entre os responsáveis pelo controle de frequência, escala de férias e divulgação de comunicados internos, gerando retrabalho e mensagens ríspidas entre setores. A chefia solicitou ao Assistente em Administração que secretarie uma reunião de alinhamento, consolide informações e organize a comunicação verbal e não verbal do setor para reduzir barreiras interpessoais. Considerando práticas voltadas à cooperação, clareza das mensagens, retroação de dados e comunicação em duas vias, a conduta que favorece maior eficácia no comportamento interpessoal envolve:
Alternativas
Q4013484 Gestão de Pessoas
Em uma unidade administrativa de um órgão público, a Ouvidoria encaminhou reclamação de um cidadão sobre atraso na tramitação de um processo, já repercutindo entre usuários. No setor, dois servidores divergiram sobre como responder: um adota postura defensiva e evita diálogo; outro busca compreender o ponto de vista do colega e do público. Como Assistente em Administração, ao orientar a execução das atividades e apoiar a chefia na comunicação do setor, a conduta que favorece clima receptivo e entendimento recíproco envolve:
Alternativas
Q4013483 Atendimento ao Público
No início do expediente, a unidade passa a receber muitas ligações sobre tramitação de processos. Um cidadão telefona visivelmente apressado, relata apenas o número do protocolo e pede orientação imediata, sem se identificar no primeiro momento. Como o Assistente em Administração organiza o fluxo de comunicações do setor e presta informações ao público, deve conduzir o contato com clareza, atenção e cortesia, padronizando o atendimento. Considerando as orientações para atendimento por telefone, o procedimento inicial adequado inclui:
Alternativas
Q4013482 Atendimento ao Público
Durante o expediente, um cidadão telefona solicitando informação sobre a tramitação de um requerimento, mas o sistema de consulta de processos está indisponível. O Assistente em Administração, ao orientar e prestar informações, atua como representante da instituição e precisa manter comunicabilidade, atenção, cortesia, presteza e objetividade. Nessa situação, também deve evitar desculpas que transfiram o problema ao usuário e registrar encaminhamentos para retorno. Considerando as orientações de atendimento ao cliente, a conduta do servidor deve contemplar a:
Alternativas
Q4013481 Arquivologia
No acompanhamento da tramitação de um processo de aquisição, o Assistente em Administração reúne peças em papel (edital impresso), arquivos recebidos por correio eletrônico (planilhas) e documentos gerados em sistema informatizado. Ao estruturar o arquivo da unidade, ele deve identificar o tipo documental de cada peça e registrar o respectivo suporte, considerando que o setor opera em ambiente híbrido (papel, eletrônico e digital). Nessa situação, a orientação técnica é a de:
Alternativas
Q4013480 Arquivologia
Concluída a aplicação das tabelas de temporalidade, permaneceram na unidade processos que precisam ser preparados para recolhimento ao arquivo permanente. Ao orientar a equipe e registrar a tramitação, o Assistente em Administração precisa definir o que ficará sob responsabilidade institucional para preservação, análise e uso em pesquisa histórica, caracterizando a custódia definitiva como:
Alternativas
Q4013479 Arquivologia
Após a conclusão da avaliação documental, os processos encerrados foram recolhidos ao arquivo permanente e a chefia determina que o Assistente em Administração organize os fundos para que pesquisadores internos localizem informações com segurança. Conforme a sistemática de tratamento documental, as coordenadas em que se situam as atividades do arquivo permanente, necessárias para viabilizar instrumentos de pesquisa e acesso ao acervo, correspondem:
Alternativas
Q4013478 Arquivologia
Durante a conferência de processos administrativos de compras e contratos encerrados há mais de três décadas, a chefia solicita ao Assistente em Administração que providencie a destinação da documentação avaliada como de valor permanente, garantindo custódia definitiva e disponibilidade para pesquisa. No ciclo vital dos documentos, essa passagem para o arquivo permanente ocorre por meio do(da):
Alternativas
Q4013477 Arquivologia
Em uma unidade administrativa, durante a reorganização do arquivo corrente, o Assistente em Administração recebeu processos e memorandos produzidos por setores diferentes, como compras e pessoal. Para padronizar a consulta, foi sugerido reunir todo o material por assunto em pastas únicas. Tendo por base os conceitos fundamentais de arquivologia, a orientação técnica de manter separados os documentos conforme a entidade produtora é expressa pelo:
Alternativas
Q4013476 Arquivologia
Em uma unidade administrativa, caixas de processos encerrados passaram a ocupar o espaço do arquivo corrente e dificultar a recuperação de documentos em uso. A chefia solicitou ao Assistente em Administração apoio à equipe setorial para examinar a massa documental, atribuir valores e definir prazos de retenção, orientando a guarda ou a eliminação de forma racional. No âmbito das práticas arquivísticas descritas na literatura, o procedimento apresentado corresponde ao(à):
Alternativas
Q4013475 Biblioteconomia
Em uma unidade administrativa, o Assistente em Administração recebeu a tarefa de implantar um repositório interno de normas, manuais e formulários e orientar os servidores sobre como localizar e compartilhar versões vigentes. Ao redigir o relatório do projeto, ele precisou registrar o conceito de gestão da informação para diferenciá-lo das rotinas de gestão de documentos do setor, de modo que a definição adotada correspondesse a:
Alternativas
Q4013474 Arquivologia
Durante a revisão do arquivo setorial, o Assistente em Administração orienta a equipe sobre critérios conceituais para evitar confusões entre “arquivo”, “documento” e “informação” ao organizar processos e memorandos. Para alinhar a prática cotidiana às bases do campo, ele registra em manual interno a ordem da tríplice dimensão do objeto da arquivologia, indicada na literatura como referência para não inverter a relação entre esses elementos. Tendo por base o exposto, marque a alternativa que completa corretamente o enunciado, considerando que a tríplice dimensão e sua ordem são expressas por:
Alternativas
Q4013473 Arquivologia
Em uma unidade administrativa, a chefia designou o Assistente em Administração para revisar as rotinas de documentos e processos do setor. O trabalho inclui registrar a produção e o recebimento, controlar a tramitação e organizar a consulta aos documentos em uso no dia a dia. Também envolve definir prazos de guarda e orientar a destinação final, com eliminação ou recolhimento conforme o caso. Na terminologia arquivística, esse conjunto de procedimentos é caracterizado como:
Alternativas
Q4013472 Administração de Recursos Materiais
Em um almoxarifado de uma unidade administrativa, o Assistente em Administração precisa reorganizar a área de estocagem de materiais de consumo, com ampla variedade de itens em pequenas quantidades e alto giro de alguns produtos. Busca-se aumentar o uso do espaço, reduzir o tempo de atendimento na prateleira e garantir rotação no método Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair (PEPS), também conhecido como First In, First Out (FIFO). A técnica recomendada consiste em:
Alternativas
Respostas
141: A
142: C
143: D
144: C
145: B
146: A
147: D
148: C
149: B
150: A
151: D
152: C
153: B
154: A
155: A
156: D
157: C
158: B
159: D
160: C