Questões de Concurso Para analista judiciário - psicologia

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Q426013 Direito Constitucional
São garantias constitucionais dadas aos juízes, EXCETO:
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Q426012 Direito Constitucional
Nos termos da Constituição Federal de 1988, à União, aos Estados e ao Distrito Federal compete legislar concorrentemente sobre:
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Q426011 Direito Constitucional
Sobre os denominados writs constitucionais, é CORRETO afirmar:
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Q426008 Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ
Sobre o Conselho Nacional de Justiça, é CORRETO afirmar:
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Q426007 Direito Constitucional
São órgãos integrantes do Poder Judiciário:
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Q426006 Português
O MENINO QUE MORREU AFOGADO (fragmento)

Bernardo Élis

Já tinha um horror de gente na beira do rio quando o delegado chegou. O corpo nu do menino estendia-se na areia. Frio. Empazinado.

O delegado sentenciou que estava morto. Embora todos já soubessem disso, o espanto foi geral. E houve um silêncio mau, sarcasticamente cheio de reflexões. Logo, porém, vieram comentários: “que o menino estava vadiando no rio cheio e deu um de-ponta. Que demorou a voltar à tona. Os outros meninos gritaram, berraram. Que o vendeiro veio correndo, mergulhou também. Chegaram mais pessoas. Depois meia hora o corpo passava na passagem e um velho o tirou. Que isso, que aquilo, que era sucuri que tinha ali.”

Agora o cadaverzinho estava estendido na praia. O delegado esbravejou contra essas mulheres que botam filhos no mundo e não lhes dão educação, não cuidam deles.

- Mas a mãe dele era a cozinheira da pensão e nem sabia de nada!
- Ah, é?!

Começaram a calçar no menino a calcinha suja e remendada.

Aqueles meninos da rua da Beira do Rio viviam dentro dágua o que dava o dia. O rio era a escola deles. Sua diversão, seu mundo enfim. As águas claras e mansas davam-lhes o carinho que o trabalho não deixava as mães lhes dar. Davam-lhes brinquedos que a falta de cobre negava. Para os meninos ricos, havia Papai Noel. Para os da rua da beira do Rio, enchente.

Eles ficavam imaginando uma cheia que cobrisse as casas da rua de Baixo. Então só os telhados ficariam de fora. Poderiam dar de-pontas da torre da igreja, ir nadando de casa em casa, fazer barquinhos e sair remando por entre os telhados. Naquela noite de fim de dezembro, o rio roncou feito um danado. De manhã, a luz morta do dia punha reflexos idiotas nos redemoinhos traiçoeiros das águas barrentas. No meio, a correnteza se encrespava em saltos selvagens, em saracoteios lúbricos, numa volúpia diabólica de destruição.

O menino enfincou um pauzinho na areia da praia, marcando a orla das águas. Com pouco, sumiu tudo.

- Capaz do rio passar pro riba da ponte.

Depois foram nadar na vargem. Mas o rio estava enfezado, trombudo, cheio de instintos criminosos e arrebatou o menino.

- Quem morreu, descansou. Vamos cuidar dos vivos - disse o delegado. E o povo riu, porque a presença incômoda da morte rondava friamente a criança arroxeada.

ÉLIS, Bernardo. Seleta. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991. p. 19-20.

Em relação ao verbo “sentenciar”, na passagem “O delegado sentenciou que estava morto”, pode-se afirmar principalmente que
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Q426005 Português
O MENINO QUE MORREU AFOGADO (fragmento)

Bernardo Élis

Já tinha um horror de gente na beira do rio quando o delegado chegou. O corpo nu do menino estendia-se na areia. Frio. Empazinado.

O delegado sentenciou que estava morto. Embora todos já soubessem disso, o espanto foi geral. E houve um silêncio mau, sarcasticamente cheio de reflexões. Logo, porém, vieram comentários: “que o menino estava vadiando no rio cheio e deu um de-ponta. Que demorou a voltar à tona. Os outros meninos gritaram, berraram. Que o vendeiro veio correndo, mergulhou também. Chegaram mais pessoas. Depois meia hora o corpo passava na passagem e um velho o tirou. Que isso, que aquilo, que era sucuri que tinha ali.”

Agora o cadaverzinho estava estendido na praia. O delegado esbravejou contra essas mulheres que botam filhos no mundo e não lhes dão educação, não cuidam deles.

- Mas a mãe dele era a cozinheira da pensão e nem sabia de nada!
- Ah, é?!

Começaram a calçar no menino a calcinha suja e remendada.

Aqueles meninos da rua da Beira do Rio viviam dentro dágua o que dava o dia. O rio era a escola deles. Sua diversão, seu mundo enfim. As águas claras e mansas davam-lhes o carinho que o trabalho não deixava as mães lhes dar. Davam-lhes brinquedos que a falta de cobre negava. Para os meninos ricos, havia Papai Noel. Para os da rua da beira do Rio, enchente.

Eles ficavam imaginando uma cheia que cobrisse as casas da rua de Baixo. Então só os telhados ficariam de fora. Poderiam dar de-pontas da torre da igreja, ir nadando de casa em casa, fazer barquinhos e sair remando por entre os telhados. Naquela noite de fim de dezembro, o rio roncou feito um danado. De manhã, a luz morta do dia punha reflexos idiotas nos redemoinhos traiçoeiros das águas barrentas. No meio, a correnteza se encrespava em saltos selvagens, em saracoteios lúbricos, numa volúpia diabólica de destruição.

O menino enfincou um pauzinho na areia da praia, marcando a orla das águas. Com pouco, sumiu tudo.

- Capaz do rio passar pro riba da ponte.

Depois foram nadar na vargem. Mas o rio estava enfezado, trombudo, cheio de instintos criminosos e arrebatou o menino.

- Quem morreu, descansou. Vamos cuidar dos vivos - disse o delegado. E o povo riu, porque a presença incômoda da morte rondava friamente a criança arroxeada.

ÉLIS, Bernardo. Seleta. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991. p. 19-20.

Assinale a alternativa em que NÃO há a presença do sentido figurado nos trechos transcritos:
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Q426004 Português
O MENINO QUE MORREU AFOGADO (fragmento)

Bernardo Élis

Já tinha um horror de gente na beira do rio quando o delegado chegou. O corpo nu do menino estendia-se na areia. Frio. Empazinado.

O delegado sentenciou que estava morto. Embora todos já soubessem disso, o espanto foi geral. E houve um silêncio mau, sarcasticamente cheio de reflexões. Logo, porém, vieram comentários: “que o menino estava vadiando no rio cheio e deu um de-ponta. Que demorou a voltar à tona. Os outros meninos gritaram, berraram. Que o vendeiro veio correndo, mergulhou também. Chegaram mais pessoas. Depois meia hora o corpo passava na passagem e um velho o tirou. Que isso, que aquilo, que era sucuri que tinha ali.”

Agora o cadaverzinho estava estendido na praia. O delegado esbravejou contra essas mulheres que botam filhos no mundo e não lhes dão educação, não cuidam deles.

- Mas a mãe dele era a cozinheira da pensão e nem sabia de nada!
- Ah, é?!

Começaram a calçar no menino a calcinha suja e remendada.

Aqueles meninos da rua da Beira do Rio viviam dentro dágua o que dava o dia. O rio era a escola deles. Sua diversão, seu mundo enfim. As águas claras e mansas davam-lhes o carinho que o trabalho não deixava as mães lhes dar. Davam-lhes brinquedos que a falta de cobre negava. Para os meninos ricos, havia Papai Noel. Para os da rua da beira do Rio, enchente.

Eles ficavam imaginando uma cheia que cobrisse as casas da rua de Baixo. Então só os telhados ficariam de fora. Poderiam dar de-pontas da torre da igreja, ir nadando de casa em casa, fazer barquinhos e sair remando por entre os telhados. Naquela noite de fim de dezembro, o rio roncou feito um danado. De manhã, a luz morta do dia punha reflexos idiotas nos redemoinhos traiçoeiros das águas barrentas. No meio, a correnteza se encrespava em saltos selvagens, em saracoteios lúbricos, numa volúpia diabólica de destruição.

O menino enfincou um pauzinho na areia da praia, marcando a orla das águas. Com pouco, sumiu tudo.

- Capaz do rio passar pro riba da ponte.

Depois foram nadar na vargem. Mas o rio estava enfezado, trombudo, cheio de instintos criminosos e arrebatou o menino.

- Quem morreu, descansou. Vamos cuidar dos vivos - disse o delegado. E o povo riu, porque a presença incômoda da morte rondava friamente a criança arroxeada.

ÉLIS, Bernardo. Seleta. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991. p. 19-20.

No diálogo “ — Mas a mãe dele era a cozinheira da pensão e nem sabia de nada”, está pressuposto que
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Q426003 Português
O MENINO QUE MORREU AFOGADO (fragmento)

Bernardo Élis

Já tinha um horror de gente na beira do rio quando o delegado chegou. O corpo nu do menino estendia-se na areia. Frio. Empazinado.

O delegado sentenciou que estava morto. Embora todos já soubessem disso, o espanto foi geral. E houve um silêncio mau, sarcasticamente cheio de reflexões. Logo, porém, vieram comentários: “que o menino estava vadiando no rio cheio e deu um de-ponta. Que demorou a voltar à tona. Os outros meninos gritaram, berraram. Que o vendeiro veio correndo, mergulhou também. Chegaram mais pessoas. Depois meia hora o corpo passava na passagem e um velho o tirou. Que isso, que aquilo, que era sucuri que tinha ali.”

Agora o cadaverzinho estava estendido na praia. O delegado esbravejou contra essas mulheres que botam filhos no mundo e não lhes dão educação, não cuidam deles.

- Mas a mãe dele era a cozinheira da pensão e nem sabia de nada!
- Ah, é?!

Começaram a calçar no menino a calcinha suja e remendada.

Aqueles meninos da rua da Beira do Rio viviam dentro dágua o que dava o dia. O rio era a escola deles. Sua diversão, seu mundo enfim. As águas claras e mansas davam-lhes o carinho que o trabalho não deixava as mães lhes dar. Davam-lhes brinquedos que a falta de cobre negava. Para os meninos ricos, havia Papai Noel. Para os da rua da beira do Rio, enchente.

Eles ficavam imaginando uma cheia que cobrisse as casas da rua de Baixo. Então só os telhados ficariam de fora. Poderiam dar de-pontas da torre da igreja, ir nadando de casa em casa, fazer barquinhos e sair remando por entre os telhados. Naquela noite de fim de dezembro, o rio roncou feito um danado. De manhã, a luz morta do dia punha reflexos idiotas nos redemoinhos traiçoeiros das águas barrentas. No meio, a correnteza se encrespava em saltos selvagens, em saracoteios lúbricos, numa volúpia diabólica de destruição.

O menino enfincou um pauzinho na areia da praia, marcando a orla das águas. Com pouco, sumiu tudo.

- Capaz do rio passar pro riba da ponte.

Depois foram nadar na vargem. Mas o rio estava enfezado, trombudo, cheio de instintos criminosos e arrebatou o menino.

- Quem morreu, descansou. Vamos cuidar dos vivos - disse o delegado. E o povo riu, porque a presença incômoda da morte rondava friamente a criança arroxeada.

ÉLIS, Bernardo. Seleta. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991. p. 19-20.

No segundo parágrafo, a seqüência de períodos e orações iniciados pelo termo “que” justificam-se pelo fato de o narrador
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Q414117 Noções de Informática
Um funcionário do Tribunal de Justiça do Amazonas, seleciona a pasta C:\TJ_AM no Windows Explorer, na qual estão armazenados diversos arquivos armazenados, e executa o atalho de teclado Ctrl + A. Esse atalho de teclado gera o seguinte resultado:
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Q414115 Noções de Informática
O MS Word 2010 BR para Windows oferece diversos recursos para a correção do texto digitado. Dentre esses recursos, o atalho de teclado Shift + F3 deve ser utilizado com a finalidade de
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Q411365 Psicologia
Acerca de avaliação de desempenho, assinale a opção correta.
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Q411364 Psicologia
       Dependendo da forma como o processo de trabalho é organizado, o cotidiano no local de trabalho é configurado por contextos nos quais os modos de se trabalhar, de se relacionar, de lidar com o tempo, com o espaço e com os equipamentos são sabidamente danosos à saúde. A prevenção dos problemas de saúde mais eficiente seria o replanejamento da organização do processo de trabalho. Estudos mostram que os trabalhadores criam formas para resistir à racionalidade imposta pela organização do trabalho tal qual planejada pelo corpo gerencial.

Acerca de trabalho e saúde ocupacional, julgue os itens subseqüentes.

I. Os trabalhadores tendem a resistir ativamente às pressões da organização do processo de trabalho, concebendo modos distintos de combinar as dimensões técnica e social do trabalho para diminuir o ritmo, tais como a operação padrão, a operação-zêlo, a operação-acidente, a operação-soluço, entre outras.
II. Os trabalhadores constroem ações adaptativas que visam adequar os contextos de trabalho, no limite do possível, às características pessoais e aos limites subjetivos.
III. Evidências da adoção de outras racionalidades na organização do trabalho já foram demonstradas também pela psicologia industrial, quando estudos da Escola de Relações Humanas observaram, nos anos 20 do século XX, que as pessoas concebem outras formas de trabalhar, atribuindo outros significados às prescrições e criando laços entre si.
IV. As concepções tradicionais de recursos humanos sempre se caracterizaram por uma certa flexibilidade na adoção de formas participativas dos trabalhadores, visando reduzir os agravos à saúde.
V. A prevenção de riscos à saúde em contextos laborais tem sido a tônica dos novos modelos de gestão do trabalho.

Estão certos apenas os itens
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Q411363 Psicologia
       Entre as várias formas de classificar os agravos à saúde relacionados com o trabalho, tradicionalmente a literatura os agrupa em efeitos ou respostas a curto prazo, abruptos ou agudos e em efeitos a médio e longo prazo ou crônicos.

A respeito de cuidados básicos à saúde, julgue os seguintes itens.

I. Os acidentes do trabalho e as intoxicações agudas de origem profissional são exemplos de efeitos a curto prazo de agravos à saúde.
II. Por definição, segundo o conceito legal, as doenças profissionais não ocorrem na população geral, mas resultam de condições de trabalho ou ambientes e(ou) processos de produção; logo essas doenças poderiam ser evitadas.
III. No Brasil, as fontes oficiais de dados sobre acidentes do trabalho são abrangentes e confiáveis para subsidiar o planejamento de ações de profissionais que atuam na área.
IV. Entre os fatores que fragilizam o controle epidemiológico das doenças do trabalho encontram-se, principalmente, a falta de diagnóstico e a prática do sub-registro dos casos diagnosticados nas empresas.
V. O nexo causal entre hipertensão arterial e fatores psicossociais no trabalho é largamente reconhecido pelos profissionais de psicologia.

Estão certos apenas os itens
Alternativas
Q411362 Psicologia
       Os casos de lesões por esforços repetitivos (LER) têm-se multiplicado nos últimos anos. As organizações e os profissionais que atuam no campo de gestão de pessoal têm desenvolvido esforços curativos e preventivos. Acerca do papel do psicólogo no campo da inter-relação saúde-trabalho, assinale a opção correta.
Alternativas
Q411361 Psicologia
Vários estudos têm apontado que afastamentos de curta duração podem fornecer informações a respeito do estado de saúde de determinado grupo de trabalhadores, que pode estar relacionado a fatores ligados à organização do trabalho, como duração da jornada, turnos e autonomia no trabalho, entre outros. A respeito de absenteísmo e cuidados básicos com a saúde, julgue os itens seguintes.

I. A definição de afastamento de curta duração, por motivo de doença, não é consensual e depende de leis trabalhistas vigentes em cada país e de normas específicas às instituições.
II. Estudos têm mostrado que não há relação entre afastamento do trabalho e vínculo empregatício como, por exemplo, o fato do empregado ser estatutário ou contratado por tempo determinado.
III. A consulta médica obrigatória para controle e perícia de todos os afastamentos por motivo de doença, facultativa para tratamento de intercorrências, pode constituir importante fator do nexo entre absenteísmo e doenças ocupacionais.
IV. Vários autores têm mostrado que os casos de afastamentos do trabalho ocorrem mais com homens que com mulheres.
V. A análise da freqüência com que os trabalhadores procuram atendimento médico e as razões para essa procura são um passo metodológico importante no diagnóstico dos afastamentos do trabalho.

Estão certos apenas os itens
Alternativas
Q411360 Psicologia
Ainda com relação a rotação de pessoal nas organizações, julgue os itens a seguir.

I. O fenômeno da rotatividade tem-se tornado fonte de preocupação empresarial no atual cenário de competição globalizada.
II. Os novos padrões de competitividade impõem a oferta de serviços e produtos de qualidade, reforçando a importância da política de gestão de pessoal voltada para a permanência de profissionais nas organizações.
III. O fenômeno da rotatividade é unicausal.
IV. Um certo grau de rotatividade nas organizações é sempre desejável para se aprimorar os laços de cooperação entre os membros de uma equipe de trabalho.
V. A alta rotatividade em uma empresa pode ser apenas um indicativo das grandes distorções existentes na política de pessoal da organização.

Estão certos apenas os itens
Alternativas
Respostas
3021: A
3022: C
3023: B
3024: D
3025: C
3026: A
3027: B
3028: D
3029: C
3030: B
3031: C
3032: D
3033: E
3034: A
3035: C
3036: A
3037: A
3038: B
3039: B
3040: A